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Rui Iwersen
terça-feira, 10 março 2009 / Publicado em Reflexão Ecológica

Reflexões ecológicas



O Homem e a natureza nº 31

Desterrados e refugiados do clima

(…) Os desterrados são aqueles que deixam as regiões de origem em seus países e deslocam-se para outras ainda dentro das fronteiras. Os refugiados são aqueles que fogem de seus países para outros, geralmente mais desenvolvidos, onde esperam melhores condições de vida.

O dado perturbador é que a maioria acachapante dos desterrados e refugiados que a ONU contou em 2016 fugiu não de violência e conflitos como geralmente se supõe, mas de eventos catastróficos relacionados ao clima. Secas, inundações, temperaturas escorchantes e suas consequências, como a perda de lavouras e das condições de vida de muitos dos que dependem da produção agrícola de subsistência.

Um estudo científico publicado em 2015 aponta a seca desastrosa que atingiu a Síria como fator de estresse  para o conflito que mais tarde se daria. A literatura sobre alterações climáticas e a deflagração de guerras e conflitos é vasta, e a correlação é bem estabelecida. Em alguns casos é possível ver mais do que meras correlações. Em alguns casos é possível afirmar que problemas climáticos causaram guerras e conflitos. (…)

Monica de Bolle, Rosáceas, ÉPOCA, 22 de abril de 2019, página 82

Rui Iwersen 



Reedições de GaiaNet
Toque ecológico nº 5

Não dê perfumes, sabonetes, flores e outros “presentes” para o mar

Hábito religioso de algumas dezenas de africanos há alguns séculos e de milhões de pessoas em milhares de praias do planeta hoje em dia.

Os perfumes e os sabonetes são produtos químicos que poluem o mar e podem envenenar alguns seres marinhos. Os vidros dos perfumes, quando quebrados, são perigosos para as pessoas e para alguns seres marinhos rastejantes como as arraias e os polvos, por exemplo.

As embalagens plásticas de perfumes e as flores artificiais aumentam a enorme quantidade de plástico no mar.

As flores naturais, que precisam ser matadas para virarem presentes, podem ser tóxicas para alguns seres marinhos quando comidas ou quando apodrecem e poluem o mar. Agradar o mar (ou Iemanjá) é limpá-lo e mantê-lo limpo, despoluído, belo e saudável.

Rui Iwersen

Matéria editada originalmente em GaiaNet em 30 de dezembro de 2015

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Tagged under: alerta à humanidade, Darwin tinha razão, Freud explica, mensagens quixotescas, reflexão sobre a ciência, reflexão sobre agressividade, reflexão sobre corrupção, reflexão sobre guerra, reflexão sobre racismo, reflexão sobre religião, reflexões ambientais, reflexões ecológicas, toque ecológico

Você poderá gostar de:

Varal ecológico
Colapso

4Comentários para Reflexões ecológicas”

  1. Rui Iwersen diz:Responder
    8 de maio de 2011 at 23:22

    Olá Maduca.

    Assim como eu, talvez outros demorem a perceber que teu nome, escrito em vermelho em teu comentário, é o link de teu site.

    Aproveito esta autocrítica e estas reflexões para divulgar teu link e recomendar teu site (que eu visitei e gostei). Importantes e graves as revelações sobre a história e as estratégias da sociedade capitalista de consumo (tão nefasta para o meio ambiente) mostradas e documentadas no vídeo sobre “obsolescência programada”.

    Continuo com a opinião de que deverias, sempre que possivel e conveniente, divulgar o endereço eletrônico de teu site, o que poderia facilitar o acesso dos interessados.

    Abraço.
    Rui

  2. maduca diz:Responder
    1 de março de 2011 at 20:45

    Oi. Visite o meu blog de design ecológico; já coloquei um
    link para vocês em meio ambiente. Abraço. Maduca.

    1. gaianet diz:Responder
      3 de março de 2011 at 22:35

      Oi Maduca.
      No teu comentário a Gaianet tu não deste o nome e o endereço do teu site. Por favor, apresente para mim e para os leitores de GaiaNet o endereço eletrônico de teu blog. Seria bom e importante para nós visitarmos o teu site e lermos, vermos e aprendermos mais sobre design ecológico.
      Obrigado pelo vínculo com GaiaNet.
      Abraço.
      Rui Iwersen, editor de GaiaNet

  3. Luciana Sarno diz:Responder
    25 de agosto de 2009 at 00:08

    Olá Rui… Gostei muito do seu trabalho… E de como voce traz as informações… Parabéns!

    Estou linkando este espaço no blogue 365 Atos… Um grande abraço.

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