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 Desativada e integrada a outra em dezembro de 2013

As próximas atualizações sobre queimadas serão feitas na página Incêndios Florestais e Queimadas

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30 de novembro de 2013

Desmatamento da Amazônia

Hidrelétricas impulsionam ‘desmatamento indireto’ na Amazônia

BBC

Ao defender a construção de hidrelétricas na Amazônia, o governo federal costuma citar o argumento de que essas usinas são menos poluentes e mais baratas que outras fontes energéticas capazes de substituí-las.

Entre ambientalistas e pesquisadores, porém, há cada vez mais vozes que contestam a comparação e afirmam que o cálculo do governo ignora custos e danos ambientais indiretos das hidrelétricas. Para alguns, esses impactos colaterais influenciaram no aumento da taxa de desmatamento da Amazônia neste ano. (…)

(…) o Google criou um site que mostra um visão detalhada de cada área do mundo e seus ganhos e perdas de florestas de 2000 a 2012. (…)

Paulo Barreto, pesquisador sênior da ONG Imazon, atribui parte do aumento ao desmatamento no entorno das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira, em Rondônia, e da usina de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará.

Segundo ele, as hidrelétricas atraem migrantes e valorizam as terras onde são implantadas. Sem fiscalização e punição eficientes, diz ele, moradores se sentem encorajados a desmatar áreas públicas para tentar vendê-las informalmente. (…) Uma pesquisa do Imazon, da qual Barreto é coautor, estima que o desmatamento indireto causado pela hidrelétrica atingirá 5.100 km² em 20 anos, dez vezes o tamanho da área a ser alagada pela barragem. Na bacia do Tapajós (PA), onde o governo pretende erguer uma série de usinas, ele diz a área desmatada indiretamente chegará a 11 mil km².

Greenpeace faz sobrevoo dos canteiros das obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Na foto, obras no canteiro do Sitio Pimental. (…) EVE/Greenpeace

Fórmula do desmatamento

O engenheiro Felipe Aguiar Marcondes de Faria desenvolve em seu projeto de PhD na Universidade Carnegie Mellon (EUA) uma fórmula complexa. Ele pretende incluir os efeitos indiretos da construção de hidrelétricas na Amazônia – como o desflorestamento gerado por imigração ou especulação fundiária – no cálculo das emissões de carbono das obras. A conta, que mede a liberação de gases causadores do efeito estufa, normalmente leva em conta somente as emissões geradas pela perda de vegetação e pela degradação da biomassa na área inundada pelas barragens.

“Se a construção de uma hidrelétrica implicar taxas de desmatamento superiores às de locais onde não existem tais investimentos, nós poderemos acrescentar esse desmatamento extra ao balanço de carbono do projeto”. O pesquisador diz ainda que, além de valorizar terras e atrair imigrantes, a construção de hidrelétricas pode estimular o desmatamento ao melhorar as condições de acesso à região, expondo florestas antes inacessíveis. (…) o Brasil não pode excluir a hidroeletricidade de seus planos de expansão do sistema energético. (…) Faria defende, no entanto, que o governo mude sua postura quanto às hidrelétricas na Amazônia.

(…) para o procurador-chefe do Ministério Público Federal no Pará, Daniel César Azeredo Avelino, a construção de hidrelétricas na Amazônia não tem sido acompanhada pela manutenção de áreas protegidas. Nos últimos anos, o governo reduziu Unidades de Conservação para facilitar o licenciamento das hidrelétricas no rio Madeira e das futuras usinas no Tapajós. Segundo ele, simples sinalizações de que se pretende reduzir essas áreas já motivam o desmatamento. (…)

Leia mais em: http://zip.net/bslFgq

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14 de outubro de 2013

Mata Atlântica em risco legal

Liminar impede destruição de fornos ilegais de carvão na região serrana do Rio

do UOL

Uma liminar da Justiça fluminense impediu nesta segunda-feira (14) que 23 fornos ilegais para a fabricação de carvão fossem destruídos. Os fornos foram localizados durante uma operação da Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca), na região serrana.

A operação foi montada para embargar, multar e demolir os fornos ilegais de carvão construídos nas proximidades do Parque Estadual dos Três Picos, no município de Duas Barras. De acordo com a Secretaria de Estado do Ambiente, a atividade é considerada potencialmente poluidora e a madeira que abastece os fornos é da Mata Atlântica. A produção ilegal de carvão vegetal é altamente danosa ao meio ambiente, pois provoca a destruição de espécies de mata nativa. (…)

Leia mais em: http://zip.net/bvlbD4

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27 de setembro de 2013

Passarinhos da Mata Atlântica em risco

Perigo da falta de floresta: novo livro de Miriam Leitão

A jornalista Miriam Leitão lança neste domingo, em São Paulo, seu primeiro livro infantil: “A perigosa vida dos passarinhos pequenos”. Com maravilhosas ilustrações de Rubens Matuck, a obra conta de uma maneira muito sensível como os pássaros de pequeno porte têm sofrido com a falta da floresta – no caso a Mata Atlântica

.A perigosa vida dos passarinhos pequenos - capa - MIriam Leitão

Miriam mostra o resultado do trabalho em equipe para conseguir reverter a perda das árvores e passa o recado para as pessoas: devemos ouvir mais os pássaros. Indicada para crianças de 7 a 12 anos, a história é interessante independentemente da idade. “É uma fábula que um adulto pode ler, pois ele verá com outros olhos”, afirma a autora.

Para quem aprecia a Mata Atlântica, é leitura obrigatória, principalmente por ser baseada em fatos reais, ocorridos na fazenda Brejo Novo, em Minas Gerais.

A história começa com a queda do filhote de coleirinho, que fez seu ninho num local impróprio justamente por causa da falta de árvores na área. Mas logo se juntam à história outras espécies, como o sabiá-laranjeira, o trinca-ferro, a saíra-dourada, o beija-flor, o sebinho e o bem-te-vi, cada um com sua característica especial. Ao fim do livro, há um mini-guia com as espécies mais importantes para a história, com suas belíssimas ilustrações. (…)

- See more at: http://www.sosma.org.br/16329/perigo-da-falta-de-floresta-novo-livro-de-miriam-leitao/#.dpuf

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12 de setembro de 2013

Incêndio atinge parque ecológico em Goiás

do UOL

  • Bombeiro combate incêndio que atinge há uma semana o parque ecológico Altamiro de Moura Pacheco, em Goiás
  • Bombeiro combate incêndio que atinge há uma semana o parque ecológico Altamiro de Moura Pacheco, em Goiás

Um incêndio atinge há uma semana o parque ecológico Altamiro de Moura Pacheco, na rodovia  BR-060, no km 127 (a 12 quilômetros de Goiânia sentido Anápolis). Equipes do Corpo de Bombeiros combatem o fogo no local, que possui extensão de 3.183 hectares.

Segundo o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, Luiz Renato Piloto Lopes, a área atingida pelo incêndio está cercada, e o fogo continua sendo combatido. Na tarde desta quinta-feira (12), 62 bombeiros atuam no local, com o apoio da equipe da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos. (…)

Os trabalhos ainda não têm prazo para serem concluídos porque o local possui vegetação fechada e terreno acidentado, que estão dificultando a mobilidade das equipes. Piloto Lopes afirma que o vento é outro fator que complica o combate ao fogo. O parque Altamiro de Moura Pacheco é uma unidade de conservação de proteção integral criado em 1992, que possui 485 espécies de plantas do Cerrado e Mata Seca, da região central do Estado de Goiás, e 409 espécies de animais.

Leia mais em: http://zip.net/bxkWB1

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17 de agosto de 2013

Na falta de floresta… 

Funcionários de posto de gasolina em Blumenau recebem visita de um tamanduá, na noite desta quinta-feira (15). A Polícia Ambiental recolheu o animal na madrugada desta sexta-feira Jandyr Nascimento/Agência RBS/BOL Fotos

Leia mais em: http://zip.net/blkF5R

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03 de julho de 2013

Amazônia desconhecida

O Discovery Channel, canais 51 e 551 da NET, mostrará domingo, às 21 horas, que ‘uma área da Amazônia do tamanho da França já foi desmatada” e que, realmente, como diz um indígena da região, “o homem branco não ama a natureza”.

Amazônia Desconhecida, domingo, dia 7, 21 horas,  no Discovery channel.

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21 de junho de 2013

Receita para transformar o Brasil num grande brasil

Após algumas semanas de manifestações populares pelo Brasil, contra a corrupção e a impunidade e por saúde, educação e transporte público e gratuito, aproveite os incêndios de pneus, lixeiras, ônibus, carros e postos da polícia, carros da imprensa, bancos, estabelecimentos comerciais e repartições públicas. Acrescente uma boa dose de ódio, duas doses de sectarismo, uma pitada de individualismo e uma boa dose de vandalismo. Para não perder o ponto, impeça a ação dos bombeiros; agrida-os se necessário.

Como estamos no mês de junho, acrescente as fogueiras das festas juninas cristãs, mais comuns no Nordeste do país, e os incêndios florestais e urbanos causados pelos balões e fogos de artifício das festas cristãs de junho, mais frequentes na região sudeste do país.

Acrescente uma pitada de incêndios acidentais e criminosos em ônibus (alguns comandados de penitenciárias) e favelas, e duas colheres de incêndios em carros e caminhões em acidentes. Não deixe de aproveitar os incêndios de plataformas marítimas de extração de petróleo e incêndios de caminhões e navios petroleiros.

Agite todos os ingredientes incendiários, mantenha no forno do aquecimento global em alta temperatura e deixe queimar até virar um braseiro. Faça uma dança para que não chova tão cedo e teremos um belo e grande brasil.

Rui Iwersen, editor 

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18 de junho de 2013

Protestos pelo Brasil

Floresta urbana em chamas 

18 jun. 2013 – Veículo da TV Record estacionado em frente à Prefeitura de São Paulo é incendiado nesta terça-feira (18), sexto dia dos protestos que começaram contra o aumento da tarifa do transporte coletivo. Um grupo tentou invadir o local, e houve confronto com a Guarda Civil Metropolitana Mais Eduardo Knapp/Folhapress/BOL

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06 de junho de 2013

Desmatamento da Amazônia

Resultado consolidado do PRODES mostra redução de 29% no desmatamento na Amazônia em 2012

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE/) concluiu o mapeamento e o cálculo da taxa de desmatamento na Amazônia Legal para o período agosto/2011 a julho/2012, atividades realizadas no âmbito do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal – PRODES. O resultado final do estudo computou uma taxa de 4.571 km2/ano.

Este valor representa a menor taxa de desmatamento registrada na Amazônia Legal desde que o INPE começou a medi-la, em 1988. O PRODES computa como desmatamento as áreas maiores que 6,25 hectares onde ocorreu remoção completa da cobertura florestal – o corte raso.

O resultado consolidado do PRODES 2012 indica uma redução de 29% em relação à taxa do ano anterior, em que foram medidos 6.418 km2, e de 84% em relação a 2004, quando foi criado o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm).

A tabela abaixo apresenta a distribuição da taxa de desmatamento nos estados que compõem a Amazônia Legal:

(…) Desde 1988, este foi o primeiro levantamento feito pelo INPE em que não foram utilizadas imagens do satélite americano Landsat 5/TM. A taxa de 2012 foi integralmente calculada a partir do mapeamento das imagens do satélite inglês DMC-UK2 e do sensor LISS-3 do satélite indiano ResourceSat 1.

Confira abaixo a evolução da taxa desde 2004 por estado e para toda Amazônia Legal:

O resultado do PRODES 2012 confirma a tendência de redução na taxa de desmatamento na Amazônia Legal, conforme mostram os gráficos abaixo:


(a) Média entre 1977 e 1988,  (b) Média entre 1993 e 1994

Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE –http://www.inpe.br

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05 de junho de 2013

05 de junho – Dia Mundial do Meio Ambiente

Desmatamento da Mata Atlântica

Dados do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica

A Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgaram os novos dados do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, no período de 2011 a 2012. O estudo aponta total de supressão de vegetação nativa de 23.548 hectares (ha), ou 235 Km². Destes, 21.977 ha correspondem a desflorestamentos, 1.554 ha a supressão de vegetação de restinga e 17 ha a supressão de vegetação de mangue. Na comparação dos 10 Estados avaliados em todos os períodos (BA, ES, GO, MG, MS, PR, RJ, RS, SC e SP) o aumento foi de 29% em relação ao período anterior (2010-2011) e de 23% em relação aos três últimos anos (2008-2011).

A taxa anual de desmatamento é a maior desde 2008. No período 2008 a 2010, a taxa média anual foi de 15.183 hectares. No levantamento de 2010 a 2011, a taxa anual ficou em 14.090 ha.

Os dados foram apresentados nesta terça-feira (4/6) por Marcia Hirota, diretora de Gestão do Conhecimento e coordenadora do Atlas pela SOS Mata Atlântica; Flávio Jorge Ponzoni, pesquisador e coordenador técnico do estudo pelo INPE; e Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação.

O levantamento apresenta, pela primeira vez, os remanescentes florestais do Piauí, que totalizam 34% da área original no Estado protegida pelo Mapa da Área da Aplicação da Lei da Mata Atlântica (11428/2006). Flávio Jorge Ponzoni, do INPE, ressalta a importância de conseguir mapear toda a extensão da Mata Atlântica. Ele destaca ainda que esta nova edição do estudo apresenta  a versão preliminar do Mapa do Bioma Mata Atlântica, que inclui as áreas naturais como campos, várzeas, refúgios, cordões de restinga e dunas, o que difere das versões anteriores que apenas mapeavam os remanescentes florestais.

(…) a área original que resta do bioma é de 8,5% – a Mata Atlântica é o bioma mais ameaçado do Brasil. (…) Se forem considerados todos os pequenos fragmentos de floresta natural acima de 3 hectares, o índice chega a 12,5%. (…)

Ranking do desmatamento

Minas Gerais, Bahia, Piauí e Paraná são os Estados com situação mais crítica. Minas é o campeão do desmatamento pela quarta vez consecutiva, sendo responsável pela metade da destruição da Mata Atlântica no período analisado, com total de 10.752 hectares do bioma perdidos – o aumento na taxa de desmate no Estado foi de 70% comparado com o período anterior.

Em segundo lugar no ranking, a Bahia perdeu 4.516 hectares de floresta nativa. O Piauí, monitorado pela primeira vez, perdeu 2.658 hectares e já ficou com o terceiro lugar no ranking. O Paraná, além de ser o quarto no ranking, com 2.011 hectares perdidos no período, é um destaque negativo por ter sido observado um aumento de 50% na taxa de desmatamento do Estado. Já os destaques positivos são Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, que tiveram redução de desmatamento de 93% e 92% respectivamente.

Pernambuco foi o único Estado que perdeu área de manguezal: 17 hectares. Os manguezais funcionam como berçários marinhos e são áreas muito importantes para atividades como a pesca. Na Mata Atlântica, o total de vegetação de mangue corresponde a 224.954 ha, sendo que Bahia (61.478 ha), Paraná (33.422 ha), São Paulo (24.891 ha) e Sergipe (22.959 ha) são os Estados que possuem as maiores extensões. (…)

Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais  – INPE – http://www.inpe.br/noticias

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16 de maio de  2013

Tempo seco, queimadas e incêndios

No município de Sorocaba, no estado de São Paulo, nesta época de tempo seco são frequentes as queimadas. Para evitar as queimadas ou combatê-las, a Defesa Civil da cidade está fazendo um “curso de Combate às queimadas” de dois dias para seus brigadistas. ‘A Patrulha Verde observa do alto da Prefeitura e aciona os brigadistas em caso de queimadas’.

TV Globo News; Edição das Dez; 16 de maio de 2013

Rui Iwersen, editor

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22 de abril de 2013

Dia da Terra

História

A primeira manifestação foi em abril de 1970, promovida pelo senador e ativista ambiental [dos EUA] Gaylord Nelson para a criação de uma agência ambiental. Desta convocatória participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades. A pressão social teve seus sucessos e o governo dos Estados Unidos criou a Agência de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency) e uma série de leis destinadas à proteção do meio ambiente.

Em 26 de fevereiro de 1971 o Secretário Geral das Nações Unidas (ONU) U Thant assinou uma proclamação determinando o dia 22 de abril como o Dia da Terra.

Anualmente, em todo o mundo, no dia 22 de abril comemora-se  o Dia da Terra, um dia de alerta e de luta pelo meio ambiente e pela preservação da diversidade da vida no nosso sofrido e consumido planeta.

O território da cidade de São Paulo tinha cerca de 450 rios e riachos. (Rui Iwersen, fonte indefinida)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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29 de março de 2013

Alertas de desmatamento na Amazônia sobem 26% em seis meses, diz Ibama

Com informações da EFE

O Ibama embargou 2,5 mil hectares de áreas de floresta ilegalmente desmatadas para pecuária na região de Novo Progresso, no oeste do Pará, desde o início da Operação Onda Verde. Uma das ações ilegais foi flagrada por agentes a apenas dois quilômetros da Terra Indígena do Baú, no Distrito de Castelo dos Sonho.

A área da região amazônica em estado de alerta saltou de 1.338 quilômetros quadrados em 2012, para 1.696 quilômetros quadrados em 2013. Os detalhes – do tamanho da área devastada pelo homem ou por causas naturais , como chuva e incêndios – serão divulgados apenas em julho.

O instituto assinalou, no entanto, que não houve crescimento no índice de desmatamento na região, mas, sim, da área sob risco de corte de árvores. O alerta serve de indicação para o Ibama traçar as estratégias para operações de fiscalização. Os incêndios e a exploração madeireira foram as principais causas de desmatamento, segundo o monitoramento feito pelo Deter, sistema de detecção em tempo real que funciona a partir das imagens de satélite do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). (…)

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2013/03/29/alertas-de-desmatamento-na-amazonia-sobem-26-em-seis-meses-diz-ibama.jhtm

Rui Iwersen, editor

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20 de março de 2013

Incêndios florestais pelo mundo – uma infeliz rotina

Bombeiros tentam controlar incêndio na periferia de Xi’an, província de Shaanxi, na China. Segundo a imprensa local, uma área de 1.500 m² foi afetada. Niguém ficou feridoStringer/Reuters/BOL Fotos

Rui Iwersen, editor

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11 de janeiro de 2013

Secas, incêndios, ventos, enchentes, deslizamentos…

Incêndio que começou na Serra do Sobradinho, em Palmeiras (BA), na Chapada Diamantina, na última segunda-feira (7), destruiu área de 500 hectares, tornando-se incontrolável, como informou nesta quinta-feira (10) a Associação de Condutores e Visitantes do Vale do Capão Peu Ribeiro/A Tarde/BOL Fotos

Rui Iwersen, editor

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06 de janeiro de 2013

Calor e incêndios florestais

Incêndio de grandes proporções na Tasmânia

Casas ficam destruídas após série de incêndios florestais de grandes proporções atingir a ilha da Tasmânia (Austrália), entre Dunalley e Baía de Boomer (leste). As altas temperaturas registradas no país, de até 40°C, podem ter causado o fogo EFE/BOL Fotos

Rui Iwersen, editor

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28 de dezembro de 2012

Floresta Amazônica em rota de extinção

Desmatamento na Amazônia cresce 129% no final de 2012 em relação a 2011

do UOL Notícias

O desmatamento na Amazônia Legal entre agosto e novembro de 2012 aumentou 129% em relação ao mesmo período de 2011, informou o Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia). Neste ano, foram 1.206 km2 nos quatro meses contra 527 km2 em 2011.  Considerando o desmatamento acumulado nos quatro meses do calendário atual, o Pará lidera o ranking com 51% do total desmatado. Em seguida aparece o Mato Grosso com 21%, Rondônia com 13% e o Amazonas com 12%. (…)

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/12/26/desmatamento-na-amazonia-cresce-129-de-agosto-a-novembro-de-2012.jhtm

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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09 de novembro de 2012

Código Florestal será implantado com “muita calma” e informação, diz ministra

A ministra Izabella Teixeira diz que o novo Código Florestal será implantado com “muita calma” Carolina Gonçalves Da Agência Brasil, em Brasília Com um tom tranquilizador, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, garantiu nesta sexta-feira (9) que o processo de regularização dos produtores rurais, nos moldes estabelecidos pelo novo Código Florestal, será feito com serenidade e informação.

“Teremos uma gestão de muito tranquilidade, [os produtores] não precisam sair afobados. Todos serão informados”, disse em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro. O primeiro passo da regularização que prevê, por exemplo, a recuperação de áreas degradadas dentro de imóveis rurais será o diagnóstico das propriedades instaladas nos campos do país. A partir do mapeamento das áreas, o governo poderá definir quais serão as medidas necessárias em cada região. (…)

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/11/09/codigo-florestal-sera-implantado-com-muita-calma-e-informacao-diz-ministra.jhtm

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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05 de novembro de 2012

Rio terá quase 200 agentes para proteger parques e reservas ambientais do Estado

do UOL Notícias e Agência Brasil

O Rio de Janeiro terá reforço para proteção aos parques e reservas ambientais em todo o Estado. Até março do ano que vem, 196 guarda-parques começarão a proteger os parques e reservas ambientais fluminenses. Mas os agentes passarão, antes, por um período de treinamento e adaptação na Estação Ecológica Estadual do Paraíso, nos municípios de Guapimirim e Cachoeiras de Macacu, e no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, que abrange áreas de Teresópolis, Petrópolis, Magé e Guapimirim.

A expectativa é que, após o treinamento, todos estejam prontos para o trabalho de fiscalização, prevenção de incêndios, proteção e conservação da biodiversidade, além do patrimônio histórico, arqueológico, paleontológico e espeleológico. (…)

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/11/05/quase-200-agentes-protegerao-parques-e-reservas-ambientais-do-rio-de-janeiro.jhtm

Rui Iwersen, editor

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02 de novembro de 2012

Incêndio florestal na Bahia

“Há 15 dias  um incêndio consome o Parque da Chapada Diamantina, no estado da Bahia”.

Rede Globo de Televisão; Jornal Hoje; 02 de novembro de 2012

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01 de novembro de 2012

Incêndio florestal no estado do Rio

“Um incêndio atinge o Parque Nacional da Serra dos Órgãos , em Teresópolis, Rio de Janeiro. O incêndio já consumiu 50 hectares de florestas. Suspeita-se de incêndio criminoso”.

TV Globo News; Edição das Dez; 01 de novembro de 2012

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20 de outubro de 2012

Protesto contra desmatamento

Sting se nega a cantar em local envolvido com poda de pinheiros

do UOL Notícias e EFE

Manila – O cantor britânico Sting forçou a organização de seu show nas Filipinas a mudar o local da apresentação a pedido de grupos ambientalistas que acusaram os proprietários do lugar inicialmente previsto de promover uma poda de pinheiros, informou neste sábado a imprensa local. O músico e ativista ecologista tinha previsto levar sua turnê “Back to Bass Tour” no dia 9 de dezembro a SM Mall of Asia Arena, na cidade de Pasay, ao sul de Manila.

Sting se negou a cantar no local após saber que pertence ao mesmo grupo empresarial que em abril planejou arrancar 182 pinheiros para ampliar o estacionamento de um centro comercial na cidade de Baguio, no norte do país. “Esgotamos todas as medidas para que o espetáculo acontecesse” disse hoje em comunicado a direção da Mall of Asia, que se desvinculou da atividade da empresa que opera em Baguio. Sting tomou a decisão após receber um pedido de um coletivo ambientalista que lhe pedia que cortasse todo vínculo com o grupo SM para não “violar o meio ambiente”, indicou o canal “ABS-CBN”. (…)

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/10/20/sting-se-nega-a-cantar-em-local-envolvido-com-poda-de-pinheiros.jhtm

Rui Iwersen, editor de GaiaNet, de Barranquilla, Colômbia

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15 de outubro de 2012

Dilma vai vetar alguns pontos da MP do Código Florestal, diz ministro da Agricultura

Ministro da Agricultura diz que Dilma vai esclarecer pontos da MP do Código Florestal com alguns vetos Carolina Gonçalves Da Agência Brasil, em Brasília Sem antecipar detalhes ou números, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, disse nesta segunda-feira (15) que a presidenta Dilma Roussef vai vetar poucos pontos do projeto de lei que altera a Medida Provisória do Código Florestal. O texto foi aprovado há 20 dias pelo Senado Federal. (…)

Apesar de declarar que o objetivo é esclarecer pontos do texto, o ministro Mendes Ribeiro sinalizou que as questões referentes às APPs (áreas de preservação permanentes) em margens de rios e de nascentes, alteradas pelos parlamentares, devem ser revistas com o decreto. (…)

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/10/15/dilma-vai-vetar-alguns-pontos-da-mp-do-codigo-florestal-diz-ministro-da-agricultura.jhtm

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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12 de outubro de 2012

Incra é responsável por um terço do desmatamento na Amazônia, diz MPF

do UOL Notícias e da Agência Brasil

Brasília – A Justiça Federal proibiu o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) de criar assentamentos sem regularização ambiental no estado do Pará. A ação judicial, que culminou na decisão, apontou o Incra como responsável por um terço do desmatamento na Amazônia.

“Os procedimentos irregulares adotados pelo Incra na criação e instalação dos assentamentos vêm promovendo a destruição da fauna, da flora, dos recursos hídricos e do patrimônio genético, provocando danos irreversíveis ao bioma da Amazônia”, registrou a ação, aberta pelo Ministério Público Federal. LEIA MAIS Governo cria nova Força Nacional para combater desmatamento na Amazônia

A decisão da Justiça Federal, publicada na última terça-feira (9), determina ainda que o Incra deverá apresentar, no prazo de 90 dias, um plano de recuperação de todas as áreas degradadas apontadas na ação e obrigou o Incra a interromper qualquer desmatamento que esteja em andamento nos projetos de assentamento. A autarquia terá ainda que apresentar todo mês à Justiça imagens de satélite que comprovem o cumprimento da determinação. (…)

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/10/10/ministerio-publico-federal-aponta-incra-como-responsavel-por-um-terco-do-desmatamento-da-amazonia.jhtm

Rui Iwersen, editor de GaiaNet, de Cali, Colombia

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27 de setembro de 2012

MP do Código Florestal que beneficia desmatadores é aprovada no Senado; texto segue para sanção da presidente

Uma semana depois de aprovada na Câmara dos Deputados, a MP (Medida Provisória) que altera o Código Florestal é aprovada no Senado. O texto segue para sanção presidencial.
 A pressão pela rápida aprovação da matéria se deve ao fato de que ela expira no próximo dia 8 de outubro. A votação da última terça-feira (18) na Câmara, foi feita a base de muita discussão e negociação entre os deputados e contou com o apoio maciço da bancada ruralista para que o projeto aprovado ficasse igual ao que foi aprovado na Comissão Especial em agosto, com a ampliação de benefícios aos desmatadores ilegais. (…)
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Fonte: UOL Notícias
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Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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25 de setembro de 2012

Amazônia Legal tem alta de desmate em agosto

Dados divulgados nesta segunda-feira (24) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que no mês de agosto foi registrada a maior área de desmatamento da Amazônia Legal nos últimos três anos, Alavancada por altos índices nos Estados de Mato Grosso e Pará, a devastação do bioma foi de 522 km² no período. Recorde no ano, a degradação representa aumento de 220% em relação a agosto do ano passado. Desde julho de 2009, quando foram registrados 836 km² de áreas desmatadas, a Amazônia Legal não havia atingido um nível tão alto – em 2012, o índice mensal não havia passado de 306 km², em fevereiro. (…)

“Existe um afrouxamento deste controle do desmatamento em meio a questões como as mudanças no Código Florestal. E esses Estados são áreas de maior pressão para o desmatamento, pois é onde avança o agronegócio”, explica Miguel Scarcello, presidente da ONG S.O.S. Amazônia. (…)

Fonte: UOL Notícias e O Estado de S. Paulo

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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13 de setembro de 2012

Reflorestamento

Rio plantará 34 milhões de mudas de espécies da Mata Atlântica para reduzir emissão de gases estufa até Olimpíadas

do UOL Notícias e Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Secretaria Estadual do Ambiente pretende plantar 34 milhões de mudas de espécies de Mata Atlântica até 2015. O programa de replantio foi anunciado nesta quinta-feira (13) pelo secretário Carlos Minc. O reflorestamento faz parte do plano de encargos assinado pelo governo do Estado para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016. Uma das obrigações estabelecidas no documento trata da redução das emissões de gases de efeito estufa no período do evento. Foram demonstradas, por meio de um mapa, as áreas que receberão as mudas. Empresas que, por algum motivo, precisaram desmatar alguma área de preservação ficarão responsáveis pelo replantio. Para fiscalizar os envolvidos no reflorestamento, o cidadão terá, no próximo mês, uma página na internet com acesso a essas informações.

Minc informou que o número de mudas a serem plantadas é mais do que o dobro da necessidade real do Estado, que está em aproximadamente 15 milhões de árvores. (…) A secretaria estima que, com a iniciativa, 5 mil empregos diretos sejam criados. Para suprir a necessidade da produção das mudas, 15 viveiros estão sendo construídos na região noroeste do estado e no Vale do Paraíba. Essas duas regiões vão ganhar também um projeto de criação de renda com a plantação de seringueiras para extração de látex. (…)

Rui Iwersen, editor

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06 de setembro de 2012

Floresta Amazônica em rota de extinção

Desmatamento na bacia do Amazonas causará dramática redução das chuvas

Paris – O desmatamento na bacia do rio Amazonas poderá causar uma dramática redução das chuvas em toda essa região do Brasil, alertaram cientistas britânicos em um estudo publicado na última quarta-feira (5) na revista Nature. O volume de chuvas na bacia amazônica pode ser reduzido em 12% durante a temporada de chuvas e em 21% durante o verão, se o desmatamento nessa área continuar no ritmo registrado de 1997 a 2002, sugere o estudo. Os pesquisadores destacam que esta redução das precipitações teria impacto negativo na produção hidrelétrica e causaria sérios danos a agricultores da região amazônica.

O estudo elaborado pelo pesquisador da Universidade de Leeds (Inglaterra), Dominick Spracklen e seus colegas se baseia em um modelo virtual que elaboraram com base nas informações recolhidas por satélites, e que leva em conta também os dados das precipitações registradas nessa área. Com base nesse modelo, os pesquisadores descobriram que o ar que passa sobre áreas com densa vegetação tropical gera pelo menos o dobro da quantidade de água de chuva que o que atravessou terrenos com pouca vegetação. O motivo dessa diferença se deve a um fenômeno chamado evapotranspiração, disseram os cientistas.

As florestas tropicais são altamente eficazes em absorver água da terra, muita da qual é logo enviada à atmosfera como vapor. Isso ajuda não só a manter a umidade local das florestas a um nível constante, mas também carrega os ventos com água que logo se transforma em chuvas. Por outro lado, os terrenos desmatados são muito menos eficazes em reciclar água dessa maneira, o que significa que o ar que os rodeia é menos úmido, disseram os especialistas.

Segundo alguns estudos, o desmatamento na região do Amazonas alcançará 40% da superfície em 2050. Isso provocará uma redução dramática das precipitações em toda a bacia do rio, de leste a oeste, destacou a pesquisa publicada pela Nature. (…) ”Mudanças no clima regional poderiam aumentar a mortandade das árvores ligada à seca, o que por sua vez reduziria os depósitos de carbono, aumentaria os riscos de incêndio e reduziria a diversidade”, afirmou. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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22 de agosto de 2012

São Paulo tem umidade do ar menor que a do Saara

 do BOL e da Folha.com

Apesar de não ter registrado níveis de umidade emergenciais como ontem, a cidade de São Paulo tinha 20% de umidade por volta das 15h desta quarta-feira (22). Mesmo assim, o valor ficou abaixo do registrado hoje, no mesmo horário, no Saara Ocidental.

Segundo o site especializado “Weather Channel”, a cidade de El Aauin registrou umidade de 29% às 15h (horário local). No norte da África, o Saara Ocidental é um território anexado e ocupado por Marrocos.
Em São Paulo, a medição foi feita no mirante de Santana (zone norte) pela estação automática do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

De acordo com o órgão, ao menos outras 23 cidades no Estado também tinham índices de umidade abaixo dos 30%: (…)

Apu Gomes/Folhapress
Crianças se refrescam em chafariz na praça da Sé (centro de São Paulo), onde não chove há cerca de 35 dias
Crianças se refrescam em chafariz na praça da Sé (centro de São Paulo), onde não chove há cerca de 35 dias

Na quinta-feira, um sistema de alta pressão atmosférica mantém o tempo permanece quente e seco, e a umidade do ar varia entre 20% e 25% durante a tarde. O tempo só deve mudar no domingo, com a chegada de uma frente fria. Há possibilidade de aumento de nuvens e chuva fraca no sudeste do Estado.Às 15h de ontem, a estação do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) no mirante de Santana, na zona norte, registrou 10%, índice que empatou com o registrado no dia 14 de agosto de 2009.
Segundo o Inmet, foi o menor valor registrado desde que a medição do instituto começou, em 1963, mas não é possível fazer comparações porque houve mudanças na tecnologia –hoje ela é mais precisa. Foi a menor umidade registrada em todo o país pelo instituto hoje. (…)

Rui Iwersen, editor

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21 de agosto de 2012

Jornal do Tempo | Notícias

Cidades de Nordeste não registram chuva forte há mais de 200 dias

Região lidera número de queimadas e só o MA tem aproximadamente 25% do total no Brasil

Uma grande massa de ar seco inibe a formação de nuvens de chuva em São Paulo, interior de Minas Gerais, sul do Rio de Janeiro, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, o interior do Nordeste e o sul e leste da Região Norte.

De acordo com os meteorologistas da Somar, em municípios da Bahia, Maranhão, Pernambuco e Piauí, não chove forte há mais de 200 dias, fazendo da Região a primeira colocada em número de queimadas no país. Apenas no Maranhão, foram registrados quase 12 mil focos de queimadas neste ano, correspondendo a aproximadamente 25% do total no Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaci ais (INPE).

A umidade do ar também está muito baixa no interior do Brasil. Ontem, Cuiabá registrou a menor umidade do ano, chegando a apenas 15% e colocando a capital em estado de alerta.(…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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15 de agosto de 2012

Queimadas na Mata Atlântica jogam carvão vegetal no oceano

 do UOL Notícias

Gustavo Luna Peixoto/ICMBio Rio de Janeiro

Prática de corte e queima em área preservada de mata Atlântica, em São Paulo

O desmatamento por queimadas na mata Atlântica deixou uma enorme quantidade de carvão vegetal no solo. Segundo pesquisa de Carlos Eduardo de Rezende, biogeoquímico da UEFN (Universidade Estadual do Norte Fluminense), a prática criminosa não destruiu apenas a área verde do Brasil, hoje reduzida a menos de 8% do terreno original, como também pode devastar o resto do ecossistema por milênios.

O estudo, feito em parceria com o centro de estudos alemão Max Planck, descobriu que mais de 2,7 toneladas de carvão vegetal são despejadas no oceano Atlântico todo ano. (…) Como os sedimentos são levados pela chuva, eles chegam até os rios e, depois, desembocam no oceano. Este processo de limpeza do solo, feito durante a época das tempestades, pode demorar entre 630 e 2.200 anos para terminar. Por isso, mesmo após quase 40 anos da proibição das queimadas, os vestígios de carvão vegetal ainda são despejados no mar. Sem apontar as consequências reais, o material demonstra que a queimada vai além do ato isolado na área e gera uma reação em cadeia e prejudicial ao restante do ambiente.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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10 de agosto de 2012

Com 22 mil focos de incêndio, Cerrado lidera ranking do Inpe

O Cerrado brasileiro lidera o ranking de biomas com maior número de focos de incêndio registrados de janeiro a julho deste ano. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mais de 22 mil focos foram mapeados. O número chega perto do total de queimadas registrados no Brasil no mesmo período de 2011. Ano passado, foram identificadas 23,6 mil queimadas em todo em todo o país. A Amazônia fica em segundo lugar no rankingde queimadas deste ano, com 9,2 mil focos de incêndio, seguida pelas regiões de Mata Atlântica (3,4 mil) e Caatinga (3,2 mil).

O Maranhão foi o estado onde ocorreu o maior número de focos de incêndio, chegando a um total de 7,4 mil. Mato Grosso é o segundo com maior volume de queimadas, com 6,8 mil casos, seguido pelo Tocantins (4,3 mil), o Piauí (4 mil) e a Bahia (3,3 mil). (…) Mesmo tendo a ação do homem como a principal origem das queimadas, é a combinação da falta de chuva, clima seco e temperatura alta que amplia o problema.

Rui Iwersen, editor

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17 de julho de 2012

http://www.greenpeace-comunicacao.org.br/email/cyberativismo/ciber_17-07-2012d.html

Dia de proteção às florestas
Olá Jorge Fernando Schneider do,Você sabia que o Brasil ainda tem 60% de seu território coberto por florestas? Esta riqueza natural, que é de todos nós, está no alvo de muita gente, que quer derrubá-la em benefício próprio.Para mostrar nossa indignação às leis recentes que enfraquecem as leis ambientais do Brasil, o Greenpeace organiza nesta terça-feira, Dia de Proteção às Florestas, uma grande mobilização online pelo Desmatamento Zero.Para participar é fácil. Das 15h às 22h, use seu Twitter, Facebook, Google+ e outras redes sociais para convidar seus amigos a assinarem a petição por uma lei popular pelo fim do desmatamento. Clique nos botões abaixo para compartilhar no Twitter e Facebook e divulgue a campanha direto pelo site.

Facebook Twitter

Quase 400 mil pessoas já deram seu apoio à iniciativa. Com mais 1 milhão de assinaturas, poderemos levar o projeto ao Congresso Nacional.

Entre você também neste movimento. Espalhe as hashtags #BrasilcomFlorestas e#DesmatamentoZero pela internet e mostre que você quer um país mais verde.

Contamos com sua participação!

Divulgue a Campanha
Tatiana de Carvalho Um abraço,
Tatiana de Carvalho
Coordenadora da Campanha da Amazônia
Greenpeace
Ajude o Greenpeace a proteger o planeta
Recebeu este e-mail de alguém?» Torne-se um ciberativista também» Encaminhe esse e-mail para um(a) amigo(a) Junte-se a nós
O Greenpeace respeita sua privacidade e seu conforto na internet. Caso não queira mais receber nossos emails, por favor, descadastre-se aqui.
 
Jorge Fernando, Mano, colaborador de GaiaNet
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11 de julho de 2012

Parecer sobre Código Florestal desagrada a ambientalistas e ruralistas

 UOL Notícias e Agência Brasil

O parecer do senador Luiz Henrique (PMDB-SC) apresentado hoje (11) na comissão especial do Congresso que analisa a admissibilidade da Medida Provisória 571, que trata do do Código Florestal, desagradou a representantes das bancadas ambientalista e ruralista Os deputados que formam maioria na comissão resolveram entrar em obstrução e não dar quórum para a votação do parecer, amanhã (12). Ela foi marcada pelo presidente da comissão, Elvino Bohn Gass (PT-RS) para as 10 horas desta quinta-feira mesmo com o aviso dos parlamentares que não comparecerão. As duas bancadas querem adiar para a primeira semana de agosto a análise e votação da matéria na comissão e no plenário da Câmara. (..Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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NOTÍCIAS SOBRE INCÊNDIOS EM FLORESTAS E QUEIMADAS DE 2009 A JUNHO DE 2012

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Editorial

Dentro da idéia de construção processual de uma necessária e oportuna Rede de Informação Ambiental para mitigarmos as alterações climáticas, ambientais e humanas devidas ao desequilíbrio antropogênico do planeta Terra, publico hoje algumas reflexões minhas e alheias sobre queimadas e incêndios florestais.

No início do século 21, com a globalização econômica, social e cultural, isto é, com a ocupação e domínio total do planeta Terra pela humanidade, uma espécie animal com cerca de 7 bilhões de indivíduos que comem, bebem, plantam, criam gado, constroem casas, andam de automóvel, guerreiam, explodem prédios, bombardeiam cidades e incendeiam florestas cheias de vida, por ódio, por idéias religiosa, por ganância ou ignorância, a prática humana regular de queimadas e incêndios florestais adquire uma importância extraordinária e exige de nós ações e reflexões ecológicas e outras reflexões e ações.

Nesta página de GaiaNet editaremos matérias midiáticas ou bibliográficas sobre queimadas, incêndios e cuidados florestais.

Rui Iwersen, editor

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18 de julho de 2007.

100 anos de queimadas nas Raízes do Brasil

ZooNews; publicação: 18/07/2007

Impressiona como o autor da obra “Raízes do Brasil” apresenta as características do país e dos brasileiros com tamanha exatidão. Em conjunto com Celso Furtado, Caio Prado Júnior e Gilberto Freire, o professor Sérgio Buarque de Holanda faz parte de um seleto e pequeno grupo de estudiosos que se aventuraram na complexa tarefa de desvendar, para os próprios brasileiros, os ingredientes de sua formação social e econômica, bem como a contribuição que os negros, portugueses e indígenas [e outros povos, alguns com presumida tradição agrícola] deram para constituir a sociedade brasileira.

Mas é bem provável que nenhum outro autor tenha dado tanta atenção à maneira predatória de como se realizava a produção agropecuária no país. O livro foi publicado em 1936 e discute a tecnologia de produção rural empregada desde o período da colonização até o final do século dezenove. A preocupação com a sustentabilidade agronômica e ecológica (apesar de na época ainda não existirem esses termos) da produção agropecuária praticada pelo camponês é recorrente.

Uma preocupação que se acentua no Capítulo 2, intitulado “Trabalho e Aventura”, sobretudo em suas notas explicativas. Para o autor, todos os camponeses, sem exceção, quer seja ele o próprio colonizador português, quer seja ele descendente de outros países da Europa (inclusive o alemão que migrou para o Sul do país e era tido como produtor exemplar), quer seja ele negro ou, até mesmo, das tribos indígenas nativas, fazem uso desregrado da prática das queimadas para viabilizar sua produção agrícola e pecuária.

Reitera que o emprego descabido das queimadas demonstraria, com clareza, a total ausência de tradição agropecuária em nossa sociedade, tendo em vista que “Além de prejudicar a fertilidade do solo, as queimadas, destruindo facilmente grandes áreas de vegetação natural, trariam outras desvantagens, como a de retirar aos pássaros a possibilidade de construírem seus ninhos. Sem pássaros, não haveria predadores para as pragas e assim”… (…)

Rui Iwersen, editor

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19 de julho de 2009

Queimadas no Mato Grosso do Sul

Da TV Globo News, Jornal das 10, 22 horas.

Até o dia de hoje, já foram registrados 1.200 focos de queimadas no estado do Mato Grosso do Sul, superando o total de queimadas registradas em 2008 naquele estado brasileiro.

Rui Iwersen, editor

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22 de julho de 2009

2.000 focos de queimadas em julho no Brasil

Jornal Bom Dia Brasil, TV Globo.

No mês de julho já foram registrados 2.000 focos de queimadas no Brasil, 1.050 só no estado do Mato Grosso do Sul.

Rui Iwersen, editor

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30 de julho de 2009

Queimadas na região de Goiânia

Globo News; Bom Dia Brasil; 9:10 h. – www.g1.com.br/globonews

Em Goiânia, capital do Estado de Goias, a fumaça das queimadas da região dificulta a visibilidade dos motoristas e dos pedestres e prejudica a respiração da população local, causando dificuldades respiratórias em algumas pessoas. Em julho, no Estado de Goias, foram registrados 484 focos de queimada.

De GaiaNet

Nas crianças, nos idosos e nas pessoas com problemas pulmonares ou alérgicos, a fumaça das queimadas pode causar crises respiratórias graves que, muitas vezes, necessitam atendimento nos Centros de Saude e Hospitais com nebulização ou medicação.

As queimadas, alem de prejudicarem as pessoas com a feiura e a fumaça, com o fogo destroem a vida vegetal e animal e matam os organismos e microorganismos do solo e do subsolo, importantes para a fertilidade da terra e para a existência e continuidade da vida e da beleza. Muitas queimadas saem do controle e queimam mais florestas do que ja se queimou ou derrubou. Por vezes, este é o objetivo do autor de queimadas. “Sem querer” aumentam suas terras disponiveis para plantar, criar gado ou vender. Por vezes é ganância, em geral é ignorância.

Para o capim das pastagens, as queimadas são como a poda para as árvores, arbustos e trepadeiras, uma violenta agressão seguida de uma forte recuperação, o que dá aos humanos que as produzem a sensação de vantagem e benefício, especialmente econômico ou estético, quando, na realidade, são um erro e, às vezes, um crime ambiental.

Rui Iwersen, editor

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02 de agosto de 2009

Proteção e Recuperação da Floresta Amazônica

Cidades e Soluções; Globo News; 21:30 h

O programa Cidades e Soluções, que será transmitido às 21:30 horas deste domingo e retransmitido durante a semana pela TV Globo News (WWW.g1.com.br/globonews), apresentará um projeto da cidade e do município de Paragominas para parar a destruição e iniciar a recuperação da Floresta Amazônica.

Pará sustentável

Veja como é possível promover desenvolvimento sem destruir o verde. Paragominas (PA) deixou de ser uma das cidades que mais desmatavam a Floresta Amazônica para se transformar em um município-modelo de gestão sustentável dos recursos naturais. Prefeitura, Ongs (Imazon e TNC) e empresários se uniram em defesa da recuperação das áreas verdes, das águas e do solo.

Rui Iwersen, editor

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10 de agosto de 2009

Incêndios na Espanha

Há varios dias as florestas das Ilhas Canárias, na Espanha, estão incendiando e colocando em risco as casas e os moradores locais.

Rui Iwersen, editor

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13 de agosto de 2009

Queimadas em Minas Gerais.

Globo News; Jornal Bom Dia Brasil; 9:10 h. – WWW.g1.com.br/bomdiabrasil

O clima seco no estado de Minas Gerais tem originado, com a ajuda do homem, vários focos de incêndio em campos e florestas. Para ajudar na prevenção e combate destes incêndios, populares estão sendo treinados pelo Corpo de Bombeiros.

Segundo o Instituto Estadual de Florestas, no ano de 2008 ocorreram cerca de 20.000 focos de incêndio em Minas Gerais.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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22 de agosto de 2009

Incêndios Florestais na Região de Atenas.

As florestas da região de Atenas, na Grécia, estão incendiando. Várias casas estão em risco e a população precisando ser resgatada pelos bombeiros, que tentam, sem sucesso, apagar o incêndio florestal.

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23 de agosto de 2009

Incêndios Florestais na Grécia Ameaçam a Cidade de Atenas.

Os incêndios florestais na Grécia, que já duram três dias, já consumiram 12.000 hectares de florestas e queimaram várias casas. Há focos de incêndio espalhados por todo o pais.

A cidade de Atenas corre perigo, pois as chamas estão há 15 quilômetros da cidade, a vegetação está seca e há fortes ventos, o que dificulta a ação dos bombeiros e populares. O governo decretou estado de emergência.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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25 de agosto de 2009

Continuam os incêndios florestais na região de Atenas.

Ontem, quarto dia de incêndio florestal na Grécia, com a diminuição dos ventos e com a ação dos bombeiros e voluntários, todos os focos de incêndio haviam sido apagados. Os incêndios consumiram 20.000 hectares de florestas, incendiaram várias casas e ameaçaram construções históricas.

Porém, após quatro dias de incêndios florestais no berço da civilização ocidental, no oeste de Atenas surgiram novos focos de incêndio. Como ficou comprovado em incêndios florestais gregos anteriores, suspeita-se novamente da ação criminosa de especuladores imobiliários.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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26 de agosto de 2009

O Brasil e as Mudanças Climáticas.

Domingo, dia 30 de agosto, às 23 h, a TV Globo News, WWW.g1.com.br/globonews, canal 40 da Net, apresentará o programa O Brasil e as Mudanças Climáticas, na série Globo News Especial.

O programa O Brasil e as Mudanças Climáticas apresentará as discussões e conclusões do Forum Brasil e as Mudanças Climáticas, realizado ontem em São Paulo pela Globo News e pelo Jornal Mercado Econômico, sobre os papeis do governo, dos empresários e do pais na Economia de Baixo Carbono.

O Forum Brasil e as Mudanças Climáticas, mediado pelo jornalista e ecologista André Trigueiro, discutiu sobre “o que estamos fazendo”, “o que pretendemos fazer” e sobre “metas de redução de emissão de gases de efeito estufa”. As lideranças empresariais se comprometeram a trabalhar dentro da idéia de Economia de Baixo Carbono e pedem “que o Brasil assuma a liderança do processo em dezembro em Copenhague na Conferência do Clima” e que o governo adote “medidas que indiquem este caminho”, principalmente reduzindo o desmatamento de nossas florestas.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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27 de agosto de 2009

Desmatamento no estado de Mato Grosso.

TV Globo; Jornal Hoje; 13:15; WWW.g1.com.br/jornalhoje

“No estado do Mato Grosso, 40% das florestas já desapareceram”! “Neste ano foram desmatados 202.000 quilômetros quadrados de florestas, equivalente a nove estados de Sergipe”. “O Mato Grosso só perde para o Pará em desmatamento”!

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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28 de agosto de 2009

TV Globo News, Edição das Dez, 10 h, WWW.g1.com.br/globonews

Incêndios em florestas dos Estados Unidos.

“Duas mil pessoas precisam deixar suas casas na cidade de Los Angeles por causa dos incêndios florestais na região”.

Rui Iwersen, editor

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30 de agosto de 2009

Incêndios florestais nos EUA e Austrália.

Os incêndios florestais em Sidney estão fora de controle. No norte de Los Angeles, no estado da California, continuam os incêndios florestais que já queimaram 3 casas e ameaçam outras dez mil. Alguns moradores resistem em abandonar suas casas.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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31 de agosto de 2009

A Revanche de Gaia no Velho Oeste; incêndios florestais fora de controle na Califórnia.

Jornal Nacional; 20,15 h.; WWW.g1.com.br/jn

Após dez anos de seca na costa oeste dos Estados Unidos e com uma temperatura média acima de 30 graus, os incêndios no estado da Califórnia já queimaram 340 quilômetros quadrados de florestas e dezenas de casas.

Os incêndios estão fora de controle e três cidades do Estado estão em Estado de Emergência. A previsão é de mais ventos nos próximos dias, o que pode piorar a situação socio-ambiental na região.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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01 de setembro de 2009

Destruição cultural e recuperação natural da Floresta Amazônica.

A Voz do Brasil; 19 horas.

O Ministério do Meio Ambiente divulgou os números do desmatamento em agosto. 836 quilômetros quadrados da Floresta Amazônica foram destruídos pela ação humana no mês de agosto de 2009, apesar de registrar-se 46% de diminuição do desmatamento no último ano.

Para o nosso consolo, os satélites mostraram também floresta se recuperando: “Pela primeira vez detectamos regeneração natural das terras desmatadas que não estão mais sendo exploradas”.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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01 de setembro de 2009

Incêndios florestais nas Américas do Norte e do Sul.

Enquanto os incêndios florestais na Califórnia, o maior nos últimos sessenta anos, já duram seis dias e já consumiram mais de 70 casas, queimaram aproximadamente cinqüenta mil hectares de florestas e ameaçam doze mil casas, um incêndio florestal, “talvez criminoso”, iniciou na região de Córdoba, na Argentina, ameaçando uma floresta de cinqüenta mil hectares.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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03 de setembro de 2009

Incêndios florestais no Paraná.

As florestas do Parque Estadual de Vila Velha, no Paraná, estão tambem incendiando. O tempo chuvoso no sul do Brasil talvez evite mais um desastre ecológico causado pelo fogo nesta triste época de incêndios em florestas na Grécia, nos Estados Unidos e na Argentina e de queimadas nos campos, lavouras e canaviais do Brasil.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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05 de setembro de 2009

Queimadas e poluição atmosférica.

Da revista Super Interessante.

A névoa seca ataca o céu.

Agosto e setembro, quando a umidade do ar é menor e o céu fica aberto mais tempo, seriam ótimos para a observação astronômica na região sudeste. Se não fosse a névoa seca que prejudica a transparência do ar. São partículas finíssimas, geradas nas queimadas, que ficam longo tempo em suspensão no ar. Elas refletem de volta para o céu a luz de onda mais curta, apagando o brilho das estrelas. A paisagem fica azulada, e o por-do-sol, com aquela cor sangrenta que alguns acham lindo.

Super Interessante, ano 7, nº 8, agosto de 1993.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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07 de setembro de 2009

Lula vetará o plantio da cana em 50% do país.

UOL Notícias; WWW.noticias.uol.com; 07/09/2009 – 07h34

Com um ano e dois meses de atraso, o presidente Lula vai anunciar o veto à expansão das plantações numa área de 4,6 milhões de quilômetros quadrados –mais da metade do território nacional– e em regiões que mantenham a vegetação nativa no restante do país.
Segundo informa reportagem e Marta Salomon na Folha desta segunda-feira –íntegra disponível para assinantes do jornal ou do UOL–, essas serão as principais medidas do “selo verde” que quer imprimir ao projeto do álcool combustível, escanteado devido à prioridade ao pré-sal. O anúncio do zoneamento da cana está confirmado para o dia 17.

Em discurso na sede da União Europeia, em Bruxelas, em julho de 2007, Lula afirmou que o biocombustível brasileiro não aumentaria o desmatamento nem avançaria sobre a produção de alimentos.  (…)

Rui Iwersen, Florianòpolis, editor de GaiaNet

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08 de setembro de 2009

Incêndios em pastagens e áreas nativas do Pantanal.

Globo News, Jornal das Dez, WWW.g1.com.br/globonews

Áreas nativas e pastagens estão queimando na região do Pantanal do estado do Mato Grosso do Sul, colocando em risco a flora e a fauna da região. Segundo o Ibama o incêndio pode ter sido provocado.

Em 2009 já foram registrados 1.400 focos de incêndio na região.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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11 de setembro de 2009

Dia Nacional do Cerrado.

Em comemoração ao Dia Nacional do Cerrado, Ministério do Meio Ambiente lança o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado.

Ministério do Meio AmbienteWWW.mma.gov.br

Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado – PPCERRADO

O Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado (PPCerrado) integra e articula ações do Ministério do Meio Ambiente e suas instituições vinculadas visando a redução do desmatamento no Cerrado. Incorpora as diretrizes e operacionaliza o Programa Nacional de Conservação e Uso Sustentável do Bioma Cerrado (Programa Cerrado Sustentável). (…)
O PPCerrado é uma ação estratégica do Governo Federal articulada às
políticas nacionais, como a Política Nacional da Biodiversidade e a Política Nacional dos Recursos Hídricos. Articula-se ainda com o Plano Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) e com os planos estaduais de redução e controle de desmatamento e queimadas. Deve também interagir com instrumentos de gestão ambiental e territorial, tais como os zoneamentos ecológicoseconômicos estaduais, zoneamentos agroecológicos, comitês e planos de bacias hidrográficas.
O Cerrado é responsável por 5% da biodiversidade do planeta e é uma das savanas mais ricas do mundo, entretanto, é um dos biomas mais
ameaçados. Segundo estimativas, o total acumulado de desmatamento no Cerrado em 2002 era de cerca de 80 milhões de hectares (39%). As lavouras e a pecuária são os principais vetores do desmatamento. Do total desmatado, 54 milhões de hectares (26,5% do bioma) são ocupados por pastagens cultivadas e 21,56 milhões de hectares (10,5% do bioma) por culturas agrícolas.
Em 2009, o Programa de Monitoramento do Desmatamento nos Biomas
Brasileiros por Satélite (MMA/IBAMA/PNUD) quantificou as áreas de desmatamento da vegetação nativa no bioma Cerrado. Segundo os dados desse mapeamento, entre 2002 e 2008 o Cerrado teve sua cobertura vegetal suprimida em 127.564 km², o que representa uma taxa anual de aproximadamente 21.300 km²/ano para esse período. O percentual de áreas desmatadas em 2002 era de 41,95% e, em 2008, subiu para 48,2%. Caberá ao PPCerrado definir estratégias e atividades conjuntas com órgãos federais e estaduais para definir as ações de fiscalização e combate aos desmatamentos ilegais e aos incêndios florestais, e promover o monitoramento contínuo, estabelecendo sistemas de acompanhamento. (…)

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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4 de novembro de 2009

Amazônia perde em setembro área equivalente à cidade de Porto Alegre.

O desmatamento na Amazônia Legal chegou em setembro a 500 quilômetros quadrados (km²) de floresta, segundo o sistema de detecção em tempo real do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A área equivale a quase o tamanho da capital gaúcha Porto Alegre. O índice sofre variação de acordo com a quantidade de nuvens nos pontos analisados e, portanto, as comparações não são precisas. Em setembro, houve baixa ocorrência de nuvens na Amazônia e os radares conseguiram observar de 82% da região. Em agosto, quando foi possível observar 83% da região,o desmatamento tinha alcançado 498 km². Já em julho, a área devastada somava 836 km² e em junho, 578 km². Em relação setembro de 2008, quando o desmate atingiu 587 km², houve queda de 31,8%.

Mato Grosso liderou o desmatamento e foi responsável pela derrubada de 134 km² de floresta em setembro, em seguida aparece o Pará, com 133 km². Em Rondônia, o Inpe observou 71 km² de novas derrubadas, no Amazonas, 31 km² e no Maranhão, 14 km². O Acre aparece em seguida, com 9 km², Roraima com 7 km² e Tocantins com 1 km².

Fonte: UOL Notícias; WWW.noticias.uol.com.br; 04/11/2009 – 14h26

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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04 de dezembro de 2009

Seca e Queimadas na Floresta Amazônica.

Pela terceira vez nos últimos dez dias, Manaus está sob uma espessa nuvem de fumaça e cinza causada por queimadas na floresta. Durante o dia, automóveis tem que circularcom farois acesos e, no aeroporto, os pousose decolagens são realizados através de instrumentos.

Vários rios e riachos da região Amazônica estão com baixos níveis de água, causando problemas e dificuldades à polulação.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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31 de dezembro de 2009

Fogos de artifício, poluição e incêndios

Devido ao danoso hábito humano de lançar fogos de artifício em festas, especialmente em comemorações esportivas, no natal e no “ano novo”, causando poluição ambiental e sonora, incêndios florestais e urbanos e prejudicando a vida dos outros animais do Planeta, especialmente os pássaros, que ainda conseguem viver perto de nós, publicamos hoje 2 matérias ilustrativas destes danos ambientais.

Fogos de artifício fazem poluição piorar no México

A capital mexicana amanheceu neste sábado com altos níveis de poluição devido à queima de fogos de artifício durante as comemorações do Ano Novo. As autoridades devem acionar um programa de contingência ambiental, informou a Comissão Ambiental Metropolitana (CAM). Muitos moradores registraram queixas contra o forte cheiro de pólvora durante a manhã e a CAM detectou níveis de partículas poluentes acima do permitido, motivo pelo qual já acionou a primeira fase do plano de contingência em algumas áreas da Cidade do México.

(…) “A recomendação fundamental é que a população evite realizar atividades ao ar livre enquanto os níveis de poluição não voltarem a patamares aceitáveis e isso vale para toda a população do vale do México, em especial os da região onde os valores estão mais altos”, explica Reina. Além disso, as pessoas com problemas respiratórios devem beber muita água, comer frutas e verduras e não podem se expor a mudanças bruscas de temperatura.

Fonte: WWW.folha.uol.com.br e France Presse, 01/01/2005 – 21h21

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Fogo de artifício é perigoso para o ambiente

É habitual rebentar por todo o País, em festas populares e no fim do ano. Mas o fogo-de-artifício provoca graves problemas ambientais que não foram bem estudados: risco de incêndio, ruído elevado e libertação de substâncias tóxicas perigosas

Milhares de partículas de dióxido de carbono espalhadas pelo ar. Um estrondo de 120 decibéis que espanta as aves em período de nidificação. E um clarão vermelho que ilumina o céu e liberta estrôncio, uma perigosa substância tóxica. É este o resultado sempre que se lança fogo-de-artifício. (…) O principal problema, segundo o responsável da Quercus, vem da “combustão, que aumenta as emissões de dióxido de carbono para a atmosfera, e também das partículas tóxicas inaláveis”.
(…) O País produz tantas peças de pirotecnia que o número é incontável: “Estamos a falar de vários milhões. Só num espectáculo pode-se usar mais de 60 mil peças”, revela.  Hélder Spínola sublinha que um dos maiores problemas é o efeito dos foguetes na fauna: “Apercebemo-nos das implicações do ruído quando, no lançamento e explosão do foguete, as aves levantam voo, assustadas.” Segundo o ecologista, há o risco de se incomodar aves em período de reprodução ou até de lhes alterar a rotina, o que pode fazer com que as aves se mudem para outras paragens mais calmas. Um foguete atinge no momento da explosão os 120 decibéis, tanto quanto um martelo pneumático. Neste valor está localizado o limiar da dor, isto é, o nível máximo de intensidade sem perigos fisiológicos. (…)

Fonte: WWW.dn.sapo.pt, 12 de julho de 2009.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet.

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26 de abril de 2010

Superfície florestal mundial diminui 3,1% de 2000 a 2005, diz estudo

WASHINGTON – A superfície florestal diminuiu 3,1% entre 2000 e 2005 no mundo, com as matas boreais representando um terço desta perda, seguidas pela zonas florestais tropicais úmidas, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira, baseado em observações por satélites. A perda bruta de superfície florestal é definida nesta investigação como produto de causas naturais, como incêndios provocados por raios, e atividades humanas.

Brasil lidera lista de desmatamento

Segundo estudo baseado em observações por satélites publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos, o Brasil foi o país que sofreu a maior redução de suas matas.

Por país, o Brasil, segundo em quantidade de área florestal (4,6 milhões de km2), atrás apenas da Federação Russa (5,12 milhões de km2), sofreu a maior redução de suas matas no período, 165 mil km2 (3,6% do total).

Estimativas precisas são indispensáveis nos esforços de contabilização das emissões de dióxido de carbono (CO2), um dos principais gases de efeito estufa, e para elaborar modelos climáticos, explicaram os autores da pesquisa, divulgada pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.

No total, a perda foi de 1.011.000 km2 de 2000 a 2005, o que representa 0,6% por ano. A superfície florestal mundial era de 32.688.000 km2 no início do estudo. (…)

As matas tropicais úmidas, que cobrem 11,5 milhões de km2 e representam a maior superfície florestal da Terra, perderam 2,4% de sua superfície, o que equivale a 27% da perda total. As florestas tropicais em zona seca – 7,13 milhões de km2, ou 21,8% das superfícies de mata do mundo – diminuíram 2,9% de 2000 a 2005, o que representou 20,2% das perdas florestais totais. Já as matas das zonas temperadas – 5,2 milhões de km2 – ou 16,1% do total mundial em 2000, perderam 3,5% de sua superfície, 18,2% do total do planeta neste período.

Fonte:UOL Ciência e Saúdehttp://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ e AFP.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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28 de abril de 2010

Frigoríficos descumprem meta ambiental para Amazônia

Quase um ano após a publicação do relatório do Greenpeace que aponta a pecuária como principal vetor do desmatamento na Amazônia, os frigoríficos avançaram no processo de cadastrar e monitorar seus fornecedores no bioma. Mas ainda não conseguem rastrear 100% da cadeia e estão revendo os prazos do compromisso assinado com a organização não-governamental (ONG) em outubro de 2009. Em outubro do ano passado, a promessa dos frigoríficos era cadastrar seus fornecedores dentro de um prazo de 180 dias.

Os principais frigoríficos que têm fornecedores de carne na Amazônia, como Marfrig, Minerva e JBS Friboi, pediram mais três meses de prazo para concluir o monitoramento de suas cadeias. Na última reunião com o Greenpeace, no início do mês, representantes da indústria alegaram dificuldades no rastreamento. “Enquanto os frigoríficos que têm fornecedores não monitorarem 100% da cadeia, será impossível afirmar que não existe mais gado em área de desmatamento”, diz Marcio Astrini, da campanha Amazônia do Greenpeace. (…)

Fonte: Agência Estado – WWW.estadao.com.br e UOL NotíciasWWW.noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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05 de maio de 2010

País tem área de 4 vezes o Estado de SP [São Paulo] sem proteção ambiental

Um estudo inédito elaborado pela Universidade de São Paulo em parceria com a Universidade de Chalmers (na Suécia) aponta que, mesmo que todos os produtores rurais regularizassem suas terras e obedecessem ao Código Florestal, ainda sobrariam 100 milhões de hectares de vegetação não protegidos ambientalmente e que podem, portanto, sofrer desmatamento. A área equivale a quatro vezes o Estado de São Paulo.

O grupo de pesquisadores criou um mapa e demonstrou que existem 537 milhões de hectares de vegetação natural no Brasil (cerca de 60% do território nacional). Para chegar ao resultado foram usados os dados mais recentes de fontes, como o Programa Nacional de Meio Ambiente (Probio, do Ministério do Meio Ambiente), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Boa parte dos 100 milhões de hectares desprotegidos não é adequada para a expansão da agricultura, ressalta Gerd Sparovek, professor do departamento de solos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP. “Cerca de 74 milhões de hectares têm aptidão baixa para atividades agrícolas.” O receio, porém, é que a pecuária possa tentar ocupar essas áreas de floresta. O pesquisador defende que, enquanto as terras com vegetação não são protegidas, um pacto de “desmatamento zero” deve ser firmado pelos setores produtivos no Brasil. A agricultura tem como possibilidade, segundo ele, ser expandida para 60 milhões de hectares onde hoje é feita a pecuária extensiva – que têm solos e clima adequados à produção agrícola. “A pecuária brasileira tem um boi por hectare. É como ter um homem para cada quarteirão.” (…)

Fonte: Agência Estado – WWW.estadao.com.br e UOL NotíciasWWW.noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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17 de junho de 2010

Lula defende gratificação para moradores atuarem como “guardas” em reservas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira que o governo federal pague salário às pessoas que moram dentro das reservas ambientais do país. Em troca, disse Lula, esses moradores atuariam como “guardas”, protegendo a floresta. “Ao criar uma reserva, ao invés de a gente tentar tirar as pessoas que moram lá é pagar um salário para essas pessoas tomarem conta da reserva e serem o guarda da floresta. Alguma coisa desse tipo nós temos que fazer para fazer evoluir”, disse Lula durante o anúncio do Plano Safra da Agricultura Familiar 2010/2011, em Brasília.

Lula afirmou que é “o presidente da República que mais fiz reserva no mundo”, mas disse que apenas demarcá-las não é o suficiente. Para o presidente, ocupar estas áreas por meio de políticas de desenvolvimento sustentável pode evitar que elas sofram desmatamento ilegal. “Eu também acho que nós não podemos apenas ficar fazendo a reserva. É preciso que a gente faça a reserva e a gente comece a discutir o que fazer dessa reserva para que as pessoas possam tirar proveito dessa reserva. De vez em quando a gente faz uma reserva e a gente é pego de surpresa com desmatamento e venda de madeira daquela reserva.” (…)

Fonte: Folha.comhttp://www.folha.uol.com.br/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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05 de julho de 2010

As matas ciliares brasileiras em risco legal

Aldo mantém redução de área de proteção na reforma do Código Florestal

O relator do Código Florestal, deputado Aldo Rebelo (PcdoB-SP), apresentou hoje (5) as alterações ao substitutivo do projeto. Foi mantida no texto a redução de 30 metros para 15 metros da Área de Proteção Permanente na beira de rios entre 5 metros e dez metros de largura. Ele retirou dos estados a possibilidade de reduzir essa área pela metade mais uma vez, passando para 7,5 metros. O relator prevê ainda que o Conselho Nacional de Recursos Hídricos e os conselhos estaduais possam reduzir em 50% as faixas mínimas nos rios de domínio da União e dos estados. Essa faixa tem uma previsão de extensão dependendo da largura do rio.

Outra sugestão proposta pelo deputado é a de que, em caso de desmatamento ilegal, o dono da terra, além da obrigação de recompor a vegetação, responda a sanções administrativas, civis e penais cabíveis. Aldo Rebelo ainda incluiu no texto a possibilidade de a compensação da área desmatada ser feita em outro estado, mas ainda dentro do bioma. A ideia é permitir que donos de terras em São Paulo, por exemplo, possam fazer a compensação em outro estado, mas ainda dentro da Mata Atlântica. As alterações ao Código Florestal estão em discussão na comissão especial. A ideia é votar o relatório amanhã de manhã.

Fonte: Agência Brasil e UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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08 de julho de 2010

Projeto do novo código florestal é “desserviço” ao ambiente e à agricultura

(…) A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o novo Código Florestal aprovou o texto na última terça. Ainda precisam ser votados nove destaques, que podem mudar o texto final. Depois disso, o projeto será analisado no plenário da Câmara após a votação na comissão, que deve ocorrer após as eleições.

Os principais pontos da proposta aprovada são: anistia aos produtores rurais que desmataram até julho de 2008 (estão isentos do pagamento de multa e há brechas para que não haja recuperação de áreas); redução de 30 metros para 15 metros da faixa mínima de área de preservação permanente (APP) ao longo dos rios; e desobrigação das pequenas propriedades de recompor a reserva legal, mas tendo que manter a vegetação que sobrou.

Fonte: Folha.comhttp://folha.uol.com.br/

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Salvação das florestas brasileiras talvez venha do exterior

União Europeia proíbe importação de madeira ilegal

Após sete anos de promessas e adiamentos, a União Europeia (UE) deu ontem um passo histórico no combate ao desmatamento ao proibir o comércio de madeira ilegal em seus 27 países. O marco legal tem impacto na preservação da Amazônia, já que 47% da madeira consumida na Europa vem da floresta brasileira. A partir de 2012, empresas de setores de transformação, como móveis e papel, terão de indicar a rastreabilidade de seus produtos até os autores do corte das árvores. E traficantes serão passíveis de cadeia.

A legislação foi aprovada pelo Parlamento Europeu com 644 votos a favor, 25 contra e 16 abstenções. O texto estipula que, em cada etapa da cadeia produtiva, os produtos derivados da madeira terão de indicar de quem a matéria-prima foi comprada e para quem será vendida, assim como os meios de localizar os responsáveis. A votação no Parlamento Europeu será agora encaminhada ao Conselho Europeu, o órgão que reúne os chefes de Estado e de governo dos 27 países, onde será homologado – já há um acordo prévio para tanto. Em seguida, cada país realizará sua própria regulamentação, prevendo os casos passíveis de condenação e as penas para os infratores.

Fonte: Agência Estado – http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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13 de julho de 2010

A Amazônia em risco atual e futuro

Uma única tempestade derrubou meio bilhão de árvores na Amazônia, diz estudo

Uma única, violenta e avassaladora tempestade que varreu toda a floresta amazônica em 2005 pode ter destruído meio bilhão de árvores, diz um estudo americano.

Embora tempestades sejam uma causa conhecida de mortes de árvores na Amazônia, o novo estudo – feito por especialistas da Tulane University, em Nova Orleans, em parceria com cientistas brasileiros do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e da Unesp – é o primeiro a oferecer uma contagem mais precisa. Segundo seus autores, o trabalho revela perdas muito maiores do que se pensava, sugerindo que tempestades cumprem um papel bem mais importante do que se supunha na dinâmica da floresta amazônica. Os cientistas advertem que, por causa das mudanças climáticas, tempestades violentas deverão se tornar mais frequentes na região, matando mais árvores e, consequentemente, aumentando as concentrações de carbono na atmosfera. (…)

Estudo

Uma pesquisa anterior tinha atribuído um aumento na mortalidade de árvores em 2005 na região a uma seca prolongada que afetou partes da floresta naquele ano. Mas o estudo recente identificou uma área não atingida pela seca onde houve grande perda de árvores (a região de Manaus). Segundo os cientistas, entre 16 e 18 de janeiro de 2005, uma única linha de instabilidade com 1000 km de comprimento e 200 km de largura cruzou toda a bacia amazônica de sudoeste a nordeste, levando tempestades violentas, com raios e chuvas pesadas, provocando várias mortes nas cidades de Manaus, Manacaparu e Santarém. Ventos verticais fortes, com velocidades de 145 km/hora, arrancaram ou partiram árvores ao meio. Em muitos casos, ao cair, as árvores atingidas derrubaram outras a seu redor. Para calcular o número de árvores mortas, os pesquisadores usaram uma combinação de imagens de satélite, contagens feitas por especialistas em áreas pré-selecionadas da floresta e modelos matemáticos. (…) Os cientistas concluíram que entre 441 e 663 milhões de árvores foram destruídas em toda a floresta. Nas regiões mais atingidas, cerca de 80% das árvores foram atingidas.

Fonte:UOL Ciência e Saúdehttp://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ e BBC Brasil – http://noticias.uol.com.br/bbc/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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30 de julho de 2010

Incêndio obriga a evacuação de 2.200 na região de Los Angeles

Um incêndio que ainda não foi controlado obrigou as autoridades a emitirem uma ordem de evacuação na localidade de Leona Valley, ao nordeste de Los Angeles, onde residem 2.200 pessoas, segundo autoridades. As chamas consumiram 800 hectares de vegetação desde a tarde desta quinta, enquanto cerca de 600 bombeiros apoiados por dezenas de máquinas tentam conter seu avanço e proteger as edificações localizadas na zona.

O incêndio em Leona Valley é mais um entre vários que aconteceram nos últimos dias no sul da Califórnia, onde o governador Arnold Schwarzenegger declarou estado de emergência para o condado de Kern. (…)

Fonte: EFE – http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/ e UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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02 de agosto de 2010

Rússia declara estado de emergência em 7 regiões por incêndios

O presidente russo, Dmitri Medvedev, declarou hoje estado de emergência em sete regiões da parte europeia da Rússia devido aos graves incêndios florestais, que nos últimos dias deixaram 34 mortos. O decreto diz respeito às regiões de Moscou, Vladimir, Voronej, Riazan, Nizhni Novgorod e às repúblicas de Mari-El e Mordóvia, informou o Kremlin em comunicado. Além disso, a medida limita o acesso dos cidadãos e restringe as atividades econômicas nas áreas mais castigadas pelos incêndios florestais, que já destruíram mais de 500 mil hectares em todo o país. (…)

Provocados pela maior onda de calor dos últimos tempos na parte europeia da Rússia, onde não chove há várias semanas, os incêndios destruíram vários povoados e causaram prejuízos de 6,5 bilhões de rublos (165 milhões de euros).

Fonte: EFE – http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/ e UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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15 de agosto de 2010

Portugal segue com 23 incêndios, o mais grave em um parque natural

Portugal continuava lutando hoje contra 23 incêndios, o mais grave no parque natural de Peneda-Gerés, em um dia no qual as autoridades registraram uma diminuição nos focos, que castigaram severamente o norte do país durante a semana passada. (…) Após uma semana dura de incêndios, a situação melhorou ligeiramente – o calor diminuiu -, embora as autoridades continuem em estado de alerta, sobretudo pelo vento, que dificultou a extinção de vários focos. As últimas estimativas elevavam a superfície queimada durante este ano em Portugal para mais de 74 mil hectares, dos quais 58 mil corresponderam a agosto. No entanto, estes dados ainda estão longe dos números trágicos de 2003 e 2005, anos que terminaram com um saldo de mais de 300 mil hectares afetados pelas chamas.

Os incêndios, atribuídos em sua maioria à ação do homem, provocaram a morte de três bombeiros, a evacuação temporária de aldeias e o bloqueio de estradas.

Fonte: EFE – http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/ e UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br

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Fogo afeta área da nascente do Rio Aiuruoca em Itatiaia

Cerca de 170 bombeiros e brigadistas tentam combater o incêndio que atinge o planalto do Parque Nacional do Itatiaia, no sul do Estado do Rio, próximo a Minas Gerais. O fogo começou na última sexta-feira e afeta principalmente a área da nascente do Rio Aiuruoca, localizada em um ponto de difícil acesso. Ainda não há estimativas sobre a área devastada.

Segundo os responsáveis pelo parque, as equipes têm dificuldades para controlar o incêndio devido ao grande número de focos, espalhados pelo distrito de Visconde de Mauá, no município de Resende, e na região do planalto do Pico das Agulhas Negras. Os brigadistas formaram diversos grupos e se dividiram para combater cada um dos focos simultaneamente.

Fonte: Agência Estado – http://noticias.uol.com.br/ultnot/agencia/ e UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br

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Incêndio no Parque Nacional do Itatiaia, no Rio, começa a ser controlado

O incêndio que atinge o Parque Nacional do Itatiaia, na fronteira do Rio com Minas Gerais, começou a ser controlado na noite deste domingo. De acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão responsável pelo parque fundado em 1937, a maior parte do fogo já foi controlada, mas ainda há focos de incêndio. (…) De acordo com o instituto, a região mais afetada pelo fogo fica próxima à nascente do rio Aiuruoca. A área atingida ainda não foi calculada, mas está localizado em uma região de difícil acesso.

Por este motivo, o apoio aéreo foi fundamental para a contenção das chamas. Um helicóptero Cougar, do Exército, que chegou ao local no sábado, auxiliou no transporte dos brigadistas para os locais de incêndio.

Fonte: Folha.com – http://www.uol.com.br/folha/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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16 de agosto de 2010

Pará registra mais de 5.000 focos de incêndio; no Tocantins, fogo atinge áreas urbanas

Pouco mais de 12 mil focos de incêndio foram registrados nesta segunda-feira em todo o país, segundo relatório do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Os focos estão espalhados por 18 Estados e pelo Distrito Federal. A maioria (5.046) concentra-se no Pará. (…) No Tocantins, onde foram registrados 1.750 focos, a situação preocupa os bombeiros pois o fogo chegou às áreas urbanas e novos registros têm surgido todos os dias. Nas proximidades de Palmas, os bombeiros trabalham há uma semana na Serra do Carmo. Hoje um grupo foi enviado ao distrito de Taquaraçu, a 20 quilômetros da capital, para combater o fogo. (…) Apesar de atingir áreas urbanas da capital tocantinense, o fogo não fez nenhuma vítima na cidade. Uma chácara foi incendiada, mas não havia ninguém na propriedade. O major recomenda que nesta época de estiagem haja sempre alguém em casa para avisar os bombeiros no caso de o fogo se aproximar. Ele também faz um apelo à população: “É preciso denunciar quem está colocando fogo em entulhos e pastagens. Se a sociedade não ajudar, podemos colocar mil homens no combate que o fogo não vai ser contido”, afirmou.

Fonte: Folha.com – http://www.uol.com.br/folha/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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17 de agosto de 2010

Focos de queimadas aumentaram 100% em relação a 2009

O número de focos de incêndios acumulado entre os dias 1° de janeiro e 16 de agosto aumentou 100% em relação ao mesmo período de 2009. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) até ontem (16) registrava 30.825 focos de incêndios em todo o Brasil, o dobro de 2009, quando foram registrados 15.228 focos.  De acordo com o coordenador do Monitoramento de Queimadas do Inpe, Alberto Setzer, 2010 está sendo um ano muito mais seco do que 2009, com temperaturas mais altas, umidade relativa do ar mais baixa e sem chuvas, o que facilita o uso e a propagação do fogo. (…)

Além da questão climática, Setzer disse que o aumento expressivo dos focos de queimadas de um ano para o outro também se deve á dinâmica do setor agropecuário e ao período eleitoral. Na avaliação do pesquisador, o momento econômico favorável à expansão dos rebanhos e das áreas agrícolas leva ao aumento do uso de fogo pelos produtores rurais, para abrir pastagem e limpar a terra para o cultivo. Com a estiagem e a vegetação seca, o risco de perder o controle da queimada é quase inevitável. (…)

Pelo menos para os próximos dias, a previsão é que as condições climáticas continuem favoráveis às queimadas, com a combinação de estiagem, altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar. Hoje (17), em todo o Brasil, o Inpe registrou 13,5 mil focos de incêndios.

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br e Agência Brasil

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Queimadas levam a Brasília nível de poluição semelhante a de SP

Orgulhosos de viverem numa cidade de céu limpo, os brasilienses ontem (16) tiveram seu dia de São Paulo: uma névoa seca encobria o horizonte e os níveis de poluição do ar eram comparáveis aos da capital paulista. Enquanto o ar frio dava aos paulistanos uma trégua, mantendo boa a qualidade do ar na região metropolitana, as queimadas no Centro-Oeste e na Amazônia elevavam os níveis de monóxido de carbono (CO) e particulados na capital federal.

(…) Segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o Distrito Federal teve à 0h de ontem 30 microgramas de material particulado fino por metro cúbico de ar. “Em São Paulo, nos períodos críticos de poluição, você tem de 50 a 100 microgramas”, diz o físico Saulo Ribeiro de Freitas, do Inpe. (…) Segundo Freitas, o número de focos de queimada neste ano é 300 vezes maior do que em 2009. E o inverno mais seco do que a média só explica parte do problema. (…)

Fonte: Folha.com – http://www.uol.com.br/folha/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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18 de agosto de 2010

ONU promove debate para tentar conter a desertificação mundial que atinge 1 bilhão de pessoasA Organização das Nações Unidas (ONU) lançou hoje (16), em Fortaleza, a Campanha da Década dos Desertos e da Desertificação. O objetivo é atrair a atenção e a sensibilidade das autoridades e da população em defesa de medidas de proteção e gestão adequada das regiões atingidas pela seca.A degradação da terra ameaça a subsistência de mais de 1 bilhão de pessoas em cerca de 100 países. As informações são das Nações Unidas Os principais problemas são causados pela degradação contínua do solo devido às mudanças climáticas, à exploração agrícola desenfreada e à má gestão dos recursos hídricos.

De acordo com especialistas, este conjunto de dificuldades provoca ameaça para a segurança alimentar e pode levar à fome das comunidades afetadas, além de gerar a degradação de solo produtivo. (…) A desertificação abrange mais de 3,5 milhões de hectares, que representam 25% do solo da Terra. (…)

Fonte: UOL Ciência e Saúde – http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ e Agência Brasil

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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20 de agosto de 2010

Mato Grosso concentra 46% dos focos de incêndio registrados pelo Inpe

O Estado do Mato Grosso, na região Centro-Oeste, concentra 46% do total de focos de incêndios registrados nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). No total, 377 das 829 queimadas ocorreram no Estado. Os dados são de levantamento feito com bases no satélite Noaa-15. Outros Estados que também preocupam pelo número de queimadas registrado em um só dia são: Tocantins, com 181 focos; Goiás, com 115; São Paulo, com 34; Bahia, com 31; Minas Gerais, com 30; Paraná, com 26, e Mato Grosso do Sul, com 24.  Desde o início do ano, o Inpe já registrou um total de 33.181 focos de incêndio. Desses, 9.168 (28%) ocorreram em Mato Grosso. Em seguida aparecem Tocantins (16%), Pará (13%), Bahia (7%) e Goiás (6%). Cinco vezes mais poluição
Campeão no número de focos de incêndio neste mês, o Mato Grosso emite cinco vezes mais monóxido de carbono (CO) do que todo o Estado de São Paulo, que possui o maior parque industrial e a mais ampla frota de veículos do país. Enquanto São Paulo emitiu 571.032 toneladas de CO de 1º até 20 de agosto, devido a queimadas e a fontes urbano/industriais, o Mato Grosso lançou 3.105.411 toneladas do mesmo poluente.

Expansão rural
O coordenador do Centro Nacional de Prevenção aos Incêndios Florestais (Prevfogo) em Mato Grosso, Cendi Ribas Berni, afirmou que o período de seca e a expansão rural são os principais responsáveis pelo aumento no número de focos de incêndio registrados no mês de agosto em todo país. Segundo ele, é preciso uma mudança de pensamento sobre o meio ambiente. (…)

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br e Agência Brasil

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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21 de agosto de 2010

Calor na Rússia afasta ideia de benefício com mudança climática

A forte onda de calor no verão russo alterou as perspectivas de que países do norte do hemisfério poderiam “ganhar” com mudanças climáticas, obtendo vantagens como o prolongamento da estação do plantio ou número menor de mortes causadas por invernos rigorosos, disseram especialistas.

O Canadá, países nórdicos, e a Rússia vinham sendo listados entre as poucas nações de clima frio que se beneficiariam com o aquecimento global. Entre as vantagens, estariam menos gastos com aquecimento durante o inverno, mais florestas e lavouras e, talvez, mais turismo de verão.

O presidente Dmitry Medvedev atribuiu a forte onde de calor, de dois meses de duração, a mudanças climáticas, apesar de muitos especialistas dizerem ser impossível relacionar climas de uma determinada área com mudanças climáticas. (…)

Fonte: UOL Ciência e Saúde – http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ e

Reuters – http://noticias.bol.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/reuters/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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22 de agosto de 2010

Os blogueiros russos venceram o fogo

Adeus calor, incêndios nas florestas, fumaças tóxicas! A onda de calor que dobrou a taxa de mortalidade em Moscou – 700 mortes por dia no momento em que o termômetro marcava 40 graus centígrados – terminou. Após seis semanas de seca e de incêndios, a Rússia respira. O fogo foi controlado. A meteorologia mostra temperaturas em baixa e até uma indicação de tempestade. O saldo é pesado: 200 mil hectares de florestas foram devastados, 2 mil construções foram reduzidas a cinzas, 54 pessoas morreram nas chamas, um terço da colheita de cereais virou fumaça, 25 regiões foram colocadas sob estado de emergência.

Mais uma vez, as autoridades foram pegas de surpresa. O calor e os incêndios, apesar de previstos pelo Greenpeace desde fevereiro e pela NASA desde abril, escaparam da vigilância dos serviços de previsão do ministério russo das Situações de Emergências (MTchS). A catástrofe revelou o esfacelamento da infraestrutura, a vulnerabilidade da população, e a incompetência das autoridades. Após o fim da URSS, o parque florestal, mais importante recurso do país depois do gás, do petróleo e dos metais, foi à ruína. As florestas foram privatizadas, mas não cuidadas. A adoção, em 2007, do novo código florestal não resolveu nada. (…)

Entretanto, se os incêndios acabaram sendo controlados, foi porque um formidável movimento de bombeiros voluntários surgiu por meio de redes sociais. Seminários de formação foram organizados, sem que as autoridades tenham feito nada para ajudar. A internet funcionou a todo vapor. Quer ser voluntário? Entre em http://community.livejournal.com/pozar_ru/.  Quer informações sobre como dar ou receber ajuda? Entre em http://www.doctorliza.ru. Está procurando o mapeamento dos incêndios? Entre em http://russian-fires.ru. (…)

Fonte: LeMonde – http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/lemonde/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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25 de agosto de 2010

“Estima-se que nos Estados Unidos se gaste mais de 1 bilhão de dólares por ano combatendo incêndios florestais”.

Animal Planet; Ao Extremo; Inventores Radicais; 28 de janeiro de 2010.

Fonte: GaiaNet – http://gaianet.wordpress.com , Curiosidades Ecológicas.

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08 de setembro de 2010

Incêndios florestais destroem mais de 400 residências na Sibéria

Incêndios florestais atingiram diversos vilarejos na Sibéria, queimando cerca de 400 casas na quarta-feira, informou o Ministério das Emergências da Rússia, seguindo-se a uma onda de incêndios na Rússia que causou a morte de 54 pessoas entre julho e agosto.

Desta vez, não foi registrada nenhuma morte pelas chamas na região de Altai, na fronteira com o Cazaquistão. No verão, a Rússia registrou a pior onda de calor desde o início das medições, há 130 anos. (…)

Fonte: Reuters – http://noticias.bol.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/reuters/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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13 de setembro de 2010

Incêndio já destruiu 40% de parque ecológico em Goiás

Um incêndio que atinge desde a tarde de sábado o Parque Ecológico Altamiro de Moura Pacheco, em Goiás, já destruiu cerca de 40% da vegetação do local, conforme o secretário do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Estado (Semarh), Roberto Gonçalves Freire. Ele sobrevoou hoje o parque, de aproximadamente 4 mil hectares, para ver o tamanho do estrago. Ainda não está confirmado o que começou o fogo.

De acordo com o coronel do Corpo de Bombeiros, Múcio Ferreira, agora restam dois grandes focos de incêndio, que estão sendo combatidos por mais de cem bombeiros. A dificuldade no trabalho da corporação, diz Múcio, é que a vegetação do serrado é densa, com relevo acidentado. A baixa umidade, o calor e o forte vento na região contribuem para fortalecer o fogo. (…)

Fonte: Agência Estado – http://noticias.uol.com.br/ultnot/agencia/

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Com umidade em torno de 21%, São Paulo sai de estado de alerta e fica em atenção

A cidade de São Paulo saiu do estado de alerta e está em estado de atenção de acordo com a Defesa Civil, por conta da baixa umidade relativa do ar. O índice chegou a ficar em 15% durante o dia e agora está em torno de 21%, segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências). Às 18h, a cidade paulista monitorada oficialmente pelo Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) que teve o menor índice de umidade do ar foi São Simão (278 km de São Paulo), com 15%. Em São Carlos (232 de São Paulo), a umidade relativa estava em 17% às 18h. Os dois valores caracterizam estado de alerta.

Outras cidade paulistas monitoradas pelo Inmet tiveram umidade relativa entre 20% e 30% neste fim de tarde. Franca (400 km de São Paulo) registrou 22% de umidade às 18h. Já Catanduva (385 km de São Paulo) teve 23%, assim como Sorocaba (99 km de São Paulo) (…)

Fonte: Folha.com – http://www.uol.com.br/folha/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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15 de setembro de 2010

Lula lança plano de ação para prevenir desmatamento e queimadas no Cerrado

Para conseguir reduzir as taxas de desmatamento e de queimadas, o PPCerrado pretende promover ações como fomento a atividades produtivas sustentáveis, monitoramento e controle, ordenamento territorial e educação ambiental. O plano, coordenado pela Casa Civil, também conta com a participação de outros 15 ministérios.

Dentre os principais resultados aspirados pelo governo até o ano de 2020, estão a redução do desmatamento em pelo menos 40%; a redução das queimadas e dos incêndios florestais; a disseminação de práticas silviculturais sustentáveis; o aumento do consumo de carvão de florestas plantadas de ferro gusa; o aumento do volume de recursos disponibilizados em linhas de crédito rural subvencionadas para ações de recuperação de áreas degradadas; e o aumento da agilidade das ações de controle e fiscalização do desmatamento.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, a iniciativa é importante para a consagração dos compromissos nacionais apresentados em dezembro de 2009, durante a 15ª Conferência das Partes (15ª COP) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. Na ocasião, o governo brasileiro se comprometeu a reduzir, entre 36,1% e 38,9%, as emissões de gases de efeito estufa projetadas até 2020. Dentre os compromissos, constava o objetivo de reduzir em pelo menos 40% as emissões provenientes do desmatamento do Cerrado. (…)

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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20 de setembro de 2010

Incêndio consome 25% do Parque Nacional de Brasília

O incêndio que atinge desde ontem o Parque Nacional de Brasília, no Distrito Federal, já destruiu 25% de um total de 42 mil hectares da reserva, de acordo com o Instituto Chico Mendes. Cerca de 350 pessoas trabalham no combate às chamas.

Um helicóptero do Corpo de Bombeiros também presta serviço no local. O tempo seco e os fortes ventos prejudicam os trabalhos, pois ajudam na propagação do fogo. Na semana passada, pequenos focos de incêndio foram registrados nos arredores da reserva. (…)

Fonte: Agência Estado – http://noticias.uol.com.br/ultnot/agencia/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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21 de setembro de 2010

Com 7% de umidade, Corumbá-MS entra em emergência

O município de Corumbá (MS) registrava no início desta tarde, no aeroporto da cidade, temperatura de 38ºC e índice de umidade relativa do ar de apenas 7%, o que caracteriza estado de emergência, de acordo com os padrões da Organização Mundial de Saúde (OMS), que considera estado de emergência índices de umidade do ar abaixo de 12%.

De acordo com a Climatempo, além do calor e do tempo seco, o ar está muito poluído por fumaça. A visibilidade no aeroporto local era de apenas 2.000 metros e a redução era justamente provocada pela fumaça sobre o local. Não há expectativa de chuva para esta região até a próxima sexta-feira. No fim de semana deve chover devido à atuação de uma frente fria.

Fonte: Agência Estado – http://noticias.uol.com.br/ultnot/agencia/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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22 de setembro de 2010

Bolívia alerta para incêndios e fumaça oriundos de desmatamento no Brasil

LA PAZ – Os incêndios e a forte fumaça que atingem atualmente o território boliviano se devem, em grande parte, ao desmatamento gigantesco que ocorre no sudoeste do Brasil, alertou nesta quarta-feira o vice-presidente boliviano Alvaro García. “Uma boa quantidade da fumaça que está chegando à Bolívia vem do sudoeste brasileiro, não todo, mas uma boa parte vem do processo de desmatamento que está sendo feito no sudoeste brasileiro”, declarou García em coletiva de imprensa.
Um relatório do Serviço Nacional de Meteorologia e Hidrologia da Bolívia indica que atualmente a fumaça se concentra nas regiões do oriente do país, fronteiriços com o Brasil, como Santa Cruz, Beni e Pando.

Fonte: AFP – http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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25 de dezembro de 2010

“A ONU decretou 2011 o Ano Mundial das Florestas”.

“Devemos parar de falar de desmatamento e começar a falar em produção de floresta”.

“Hoje não há condições de saber se uma carne veio de área ilegalmente devastada ou não”.

TV Globo News; Jornal das Dez; Jornalista Agostinho Vieira; 25 de dezembro de 2010

Fonte: GaiaNet; Curiosidades Ecológicas; O Ambiente do Planeta Terra

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29 de dezembro de 2010

Fogos de artifício, poluição e incêndios

Devido ao danoso hábito humano de lançar fogos de artifício em festas, especialmente em comemorações esportivas, no natal e no ano novo, causando poluição ambiental e sonora, incêndios florestais e urbanos e prejudicando a vida dos outros animais do Planeta, especialmente os pássaros que ainda conseguem viver perto de nós, publicamos hoje 2 matérias sobre fogos de artifícios publicadas em dezembro de 2009 em GaiaNet, ilustrativas de danos e riscos ambientais desta prática.

Fogos de artifício fazem poluição piorar no México

A capital mexicana amanheceu neste sábado com altos níveis de poluição devido à queima de fogos de artifício durante as comemorações do Ano Novo. As autoridades devem acionar um programa de contingência ambiental, informou a Comissão Ambiental Metropolitana (CAM). Muitos moradores registraram queixas contra o forte cheiro de pólvora durante a manhã e a CAM detectou níveis de partículas poluentes acima do permitido, motivo pelo qual já acionou a primeira fase do plano de contingência em algumas áreas da Cidade do México. (…)

Fonte: WWW.folha.uol.com.br e France Presse, 01/01/2005 – 21h21

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Fogo de artifício é perigoso para o ambiente

É habitual rebentar por todo o País, em festas populares e no fim do ano. Mas o fogo-de-artifício provoca graves problemas ambientais que não foram bem estudados: risco de incêndio, ruído elevado e libertação de substâncias tóxicas perigosas

Milhares de partículas de dióxido de carbono espalhadas pelo ar. Um estrondo de 120 decibéis que espanta as aves em período de nidificação. E um clarão vermelho que ilumina o céu e liberta estrôncio, uma perigosa substância tóxica. É este o resultado sempre que se lança fogo-de-artifício. (…) O principal problema, segundo o responsável da Quercus, vem da “combustão, que aumenta as emissões de dióxido de carbono para a atmosfera, e também das partículas tóxicas inaláveis”. (…) … um dos maiores problemas é o efeito dos foguetes na fauna: “Apercebemo-nos das implicações do ruído quando, no lançamento e explosão do foguete, as aves levantam voo, assustadas.” Segundo o ecologista, há o risco de se incomodar aves em período de reprodução ou até de lhes alterar a rotina, o que pode fazer com que as aves se mudem para outras paragens mais calmas. (…)

Fonte: WWW.dn.sapo.pt, 12 de julho de 2009.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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02 de janeiro de 2011

Cidade americana tem estranha chuva de pássaros negros mortos no Ano-Novo

Agentes estaduais passaram de casa em casa neste domingo na pequena cidade de Beebe, no Arkansas (EUA), para coletar pássaros mortos, após milhares de aves negras terem misteriosamente caído do céu.

Os funcionários faziam buscas em Beebe, cidade de cerca de 4.500 pessoas, para coletar por volta de 5.000 pássaros. Eles começaram a cair do céu no final da noite de Ano-Novo, e continuaram até o dia seguinte. “Pode ter ligação com o clima, ou com estresse”, disse Keith Stephens, porta-voz da Comissão de Caça e Pesca do Arkansas. “Houve disparos de fogos de artifícios à meia-noite e é possível que os pássaros estivessem em sua rota e ficaram estressados. (…)

Fonte: Folha.com – WWW.folha.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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03 de janeiro de 2011

Morte misteriosa de milhares de pássaros é investigada nos EUA

Cerca de dois mil pássaros morreram de forma misteriosa na cidade de Beebe, no estado de Arkansas, nos Estados Unidos. Especialistas ambientais investigam o que teria causado a morte dos animais da mesma espécie naquela determinada região. Conhecido como pássaro-preto-da-asa-vermelha, os animais começaram a cair mortos do céu pouco antes da meia-noite, na sexta-feira, véspera de Ano Novo. Alguns do animais apresentavam sinais de trauma físico, o que sugere que possam ter sido atingidos por forte iluminação ou chuva de granizo. Os especialistas levantaram ainda a hipótese de que os fogos de artifício do Ano Novo tenham levado à morte dos pássaros por estresse.

Fonte: UOL Ciência e Saúde – http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ e BBC Brasil –http://noticias.bol.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/bbc/; 03/01/2011 – 18h35

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Estresse por fogos pode ter matado 5.000 pássaros nos EUA

LITTLE ROCK – O estresse causado por fogos de artifício do Ano-Novo pode ter causado a morte de 5.000 pássaros na cidade americana de Beebe, no Estado do Arkansas, informaram autoridades estaduais nesta segunda-feira, depois que os animais misteriosamente começaram a cair do céu. Autoridades acreditam que o estresse deve ser uma causa mais provável do que chuvas de granizo ou relâmpagos, já que não havia tempo ruim na região na noite do Réveillon.

“Estamos mais inclinados à ocorrência de estresse”, disse o porta-voz da Comissão de Jogos e Pesca do Arkansas, Keith Stephens. Ele disse que a ocorrência de fogos de artifício pode ter sido a causa do choque dos pássaros contra casas e de ataques cardíacos nas aves. Os resultados de exames devem ser divulgados ainda esta semana.

A comissão também está tentando determinar o que causou as mortes de até 100 mil peixes em uma área do rio Arkansas perto de uma represa em Ozark. A mortandade foi descoberta no dia 30 de dezembro. (…)

Fonte: Folha.com – http://www.uol.com.br/folha/ e Reuters –http://noticias.bol.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/reuters/; 03/01/2011 – 21h54

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Morte de milhares de pássaros e peixes no Ano Novo; fogos de artifício são a principal hipótese

“Cientistas americanos tentam compreender porque 5.000 pássaros cairam para morrer minutos antes da meia noite de 31 de dezembro numa cidade dos Estados Unidos”. Na mesma região do Arkansas, e ao mesmo tempo, mais de 5.000 peixes, todos de uma só espécie, apareceram mortos. Como os pássaros, eles tambem não tem sinais de trauma. “A principal hipótese é a queima de fogos”.
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Fonte: TV Globo News; Jornal das Dez; 03 de janeiro de 2011; 22h45

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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04 de janeiro de 2011

Chuva de pássaros mortos volta a cair nos EUA

WASHINGTON – Uma nova e inexplicável morte em massa de pássaros ocorreu nesta semana no sul dos Estados Unidos, desta vez no estado da Louisiana, anunciaram funcionários nesta terça-feira. O último incidente afetou cerca de 500 pássaros que foram encontrados mortos no distrito de Pointe Coupee, disse Olivia Watkins, do Departamento de Vida Silvestre de Louisiana. Watkins disse que há uma investigação em curso sobre a causa destas mortes, que ocorrem poucos dias após milhares de pássaros morrerem no estado vizinho de Arkansas. (…)

No Arkansas também são esperados os resultados para descobrir a causa das mortes de 5 mil melros que caíram sobre o pequeno povoado de Beebe pouco depois da meia-noite do Ano Novo, assim como das mortes de cerca de 80 mil a 100 mil peixes que apareceram flutuando no rio Arkansas a 160 km. (…) Funcionários destacaram que algum tipo de distúrbio – possivelmente os fogos de artifício do Ano Novo – pode ter levado os pássaros a voar durante a noite. Os melros têm pouca visão noturna e provavelmente morreram ao se chocarem contra casas ou árvores por causa do medo. Os testes preliminares não mostram sinais de doenças nos pássaros e que suas mortes foram por “trauma físico agudo”, segundo os funcionários do Arkansas.

Fonte: Yahoo! Notícias – WWW.br.noticias.yahoo.com e AFP

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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05 de janeiro de 2011

EUA investigam misteriosa morte de pássaros

Washington – Estados americanos abriram uma investigação para tentar esclarecer a misteriosa morte de milhares de aves em pleno voo nos últimos dias, algo que assombrou e desconcertou a população. Por enquanto, tal como informa a imprensa dos Estados Unidos, as autoridades trabalham com várias teorias para explicar este estranho fenômeno, que começou no dia 1º de janeiro em Arkansas e se repetiu posteriormente em Maryland e Louisiana. Entre as hipóteses, suspeita-se que o colapso das aves em pleno voo se deva ao impacto de um tornado, ao efeito de uma chuva de granizo ou ao estresse causado por fogos de artifício, mas nenhum delas até agora foi confirmada.

Uma das investigações foi aberta em Arkansas, onde aconteceu o primeiro dos incidentes, e também o maior deles, com a morte de até 5 mil pássaros que caíram do céu sobre Beebe (Arkansas) pouco antes da meia-noite do último dia de 2010. (…) Também na Louisiana, as autoridades estão investigando a morte de cerca de 500 pássaros no trecho de uma estrada, supostamente também caídos do céu. Uma primeira autópsia das aves mortas em Arkansas revelou que elas estavam com o estômago vazio, o que faz descartar um envenenamento em massa. George Badley, veterinário de Arkansas, também afirmou recentemente que as aves já caíram mortas no chão, ou seja, não morreram por causa do impacto da queda.

Fonte: Yahoo! Notícias – WWW.br.noticias.yahoo.com e EFE

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Teorias ‘explicam’ mortes em massa de animais nos EUA

Mortes em massa de animais nos Estados Unidos nos últimos dias detonaram uma onda de especulação sobre as causas dos episódios. Cientistas esperam que autópsias revelem mais detalhes sobre a causa da morte dos pássaros na virada do ano, mas já começaram a pipocar teorias alternativas na internet, entre elas, uma que culpa a proximidade do fim do mundo e até uma colisão com um disco voador.

Primeiro, 3 mil pássaros negros caíram do céu na pequena cidade de Bibi, no Arkansas. Ninguém sabe exatamente o motivo. O veterinário da cidade diz que todos os pássaros apresentavam hemorragias. O chamado apocalipse dos animais foi reforçado pela morte de 100 mil peixes no rio Arkansas. Os primeiros indícios apontam para algum tipo de doença, mas os resultados dos testes devem sair em até um mês. Agora, mais ao sul, no Estado da Louisianna, outros 500 passarinhos caíram dos céus. Alguns apresentam asas e espinhas quebradas.

Fonte: BBC Brasil –http://noticias.bol.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/bbc/ e UOL Bichos

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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06 de janeiro de 2011

Vírus que mata pássaros selvagens deixa Japão em alerta

Santuários de pássaros japoneses, criações de aves e zoológicos entraram em alterna no mês passado após várias espécies de pássaros migratórios em diferentes regiões terem sido encontrados mortos pelo que parece ter sido gripe aviária H5N1. O vírus assustou especialistas em gripe quando ressurgiu em Hong Kong em 2003 e rapidamente se espalhou por toda a Ásia e ao longo de rotas de pássaros migratórios na Europa e na África. Ele não sofreu mutação para contaminar humanos, embora ainda mate algumas pessoas ocasionalmente _ o Egito relatou sua 38ª morte no mês passado.

Segundo matérias da imprensa japonesa coletadas pelo ProMED, que monitora surtos de doenças, um ave foi encontrada morta por H5N1 na Planície de Izumi, em Kagoshima, sul do Japão. A planície é o maior local de hibernação de grous do Japão e a região é a principal área de criação de aves do país. Enquanto isso, em Tottori, muitos quilômetros ao norte, um cisne selvagem da tundra foi encontrado numa varanda morrendo do que foi inicialmente identificado como o vírus da gripe encontrado numa granja de aves a cerca de 6 km do local. Isso deflagrou uma busca na área _ e foram encontrados outros 23 pássaros mortos, que estão sendo examinados. (…)

Fonte: UOL Ciência e Saúde – http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/The New York Times

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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07 de janeiro de 2011

Após EUA e Suécia, morte em massa de aves atinge cidade da Itália

Cerca de 400 pombos foram encontrados mortos na região de Faenza, na Itália.  Segundo o jornal italiano “Corriere della Sera“, a causa da morte das aves ainda não foi identificada. O fato ocorre dias após fenômeno semelhante ter atingido os EUA e a Suécia.

Segundo o “Corriere della Sera”, um “tapete” de pássaros mortos cobriu a estrada estadual de Faenza em um cenário que fazia lembrar um filme de Alfred Hitchcock, uma referência a “Os Pássaros”. Alguns pássaros mortos passarão por exames toxicológico e virológico para se tentar identificar a causa das mortes. A região onde as aves foram encontradas é conhecida pela grande quantidade de fazendas. Por isso, especialistas não descartam a possibilidade de os pássaros terem sido envenenados.

O caso se segue a outros semelhantes que ocorreram recentemente nos EUA e na Suécia. Na quarta-feira (5), dezenas de pássaros apareceram mortos nas ruas da localidade sueca de Falköping, por causas desconhecidas. Na virada do ano, 5 mil pássaros caíram mortos sobre Beebe, cidade americana do estado de Arkansas, provavelmente pelo impacto de raios, granizo e fogos de artifício. Na segunda-feira passada outros 500 pássaros apareceram mortos na localidade de Pointe Coupee, no estado americano da Louisiana. (…) A palavra “pássaro” se tornou a mais procurada no site do jornal “The New York Times”.

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br com informações da Corriere della Sera, Reuters e EFE

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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14 de janeiro de 2011

Luta pela Amazônia

Domingo, às 19 horas, o Animal Planet, canal 69 da Net, no programa “Luta pela Amazônia”, apresentará  ‘sem interrupção’, análises sobre ‘ganância, interesses econômicos, capitalismo e imperialismo’, mas mostrará tambem ‘lutas ecológicas e ambientalistas’ pela preservação e recuperação desta importante floresta brasileira.

A tragédia das chuvas

Reflexões e análises sobre ‘enchentes e destruição’ e sobre ‘como evitar e enfrentar’: Globo News Especial – “A Tragédia das Chuvas”; TV Globo News; 40 da Net; domingo; 23 horas.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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16 de janeiro de 2011

Revisão do Código Florestal pode legalizar área de risco e ampliar chance de tragédia

O projeto do novo Código Florestal amplia a chance de ocupação de áreas de risco, uma das razões das mortes causadas pela chuva no Sudeste. (…) O texto em tramitação no Congresso não considera topos de morro como áreas de preservação permanente e libera a construção de casas em encostas. Em locais assim houve deslizamentos que mataram centenas de pessoas no Estado do Rio.

O projeto reduz ainda a faixa de preservação nas margens de rios, criando brecha para o uso de áreas como o alagado Jardim Pantanal, zona leste paulistana. O relator da revisão do Código Florestal, Aldo Rebelo (PC do B-SP), nega que o projeto trate de regras nas cidades. O texto, porém, cita a regularização fundiária de áreas urbanas.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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20 de janeiro de 2011

Projeto do Google usa satélites para ajudar a proteger florestas

O Google revelou nesta quinta-feira uma tecnologia para ajudar a criar confiança entre países ricos e pobres sobre projetos criados para proteger as florestas tropicais do planeta. A medição do sucesso de planos contra desmatamento em lugares como Amazônia, Indonésia e Congo sempre foi uma tarefa difícil por causa de doenças de árvores, corrupção e corte ilegal de madeira em áreas vastas e remotas que não podem ser monitoradas em terra por cientistas.

(…) A tecnologia do Google, chamada de Earth Engine, reúne grandes quantidades de imagens de florestas feitas por satélites dos Estados Unidos e França que são analisadas em centrais compartilhadas de processamento de dados por meio da tecnologia de computação em nuvem. O sistema permite que cientistas monitorem florestas a partir de seus próprios computadores em questão de minutos ou segundos em vez de terem de esperar horas ou dias. (…) O Google.org, unidade filantrópica da gigante das buscas on-line, vai doar 10 milhões de horas de computação do Earth Engine para países em desenvolvimento nos próximos dois anos enquanto o mundo tenta chegar a um acordo que vai suceder o Protocolo de Kyoto sobre aquecimento global.

Fonte: Folha.com – WWW.folha.com.br e Reuters –http://noticias.bol.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/reuters/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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25 de janeiro de 2011

Inventário sobre florestas é mais um avanço na política de meio ambiente

O Serviço Florestal Brasileiro lançou o Inventário Florestal Nacional, que vai levantar dados das florestas do país para construir um retrato geral dessas áreas. Durante 2011, equipes de pesquisadores, estudantes e engenheiros florestais vão percorrer 20 mil pontos amostrais. Os principais aspectos a serem analisados são: o diâmetro e a altura das árvores, o número de árvores com diâmetro acima de 10 centímetros, a condição fitossanitária (saúde) das árvores, o tipo de solo, a quantidade de matéria orgânica morta, os vestígios de exploração florestal e o tipo de relevo.

(…) o mapeamento vai dar subsídios para a elaboração de políticas públicas do clima, de biodiversidade e de uso sustentável das florestas. “Isso vai permitir que a gente conheça não só a nossa biomassa aérea e subterrânea, mas que conheça os estoques de carbono, o status de conservação da biodiversidade na parte de flora. (…)

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br e Agência Brasil – WWW.agenciabrasil.gov.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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14 de fevereiro de 2011

Estudo aponta impacto de seca na Amazônia sobre o clima mundial

UOL Ciência e Saúde

A seca do ano passado na Amazônia foi pior que a “estiagem do século” de 2005, e pode ter tido para o aquecimento global um impacto maior do que os Estados Unidos provocam em um ano, disseram cientistas brasileiros e britânicos nesta quinta-feira.

A maior frequência de secas como as de 2005 e 2010 ameaça transformar a maior floresta tropical do mundo em uma fonte de gases do efeito estufa, ao invés de uma esponja que os absorve, acelerando o aquecimento global. Isso ocorre porque as árvores, que normalmente absorvem o dióxido de carbono ao crescerem, ajudando a refrescar o planeta, liberam esses gases quando morrem e apodrecem. (…) O estudo, publicado na revista Science, mostra que a seca do ano passado provocou redução de chuvas numa área de 3 milhões de quilômetros quadrados da floresta – bem mais do que o 1,9 milhão de quilômetros quadrados afetados em 2005.

Além de mais ampla, a seca de 2010 foi também mais intensa, causando uma maior mortalidade de árvores, e com três grandes epicentros. A seca de 2005 estava focada principalmente no sudoeste da Amazônia. Por causa disso, segundo o estudo, a Amazônia irá deixar de absorver em 2010 e 2011 o seu volume habitual de 1,5 bilhão de toneladas de dióxido de carbono da atmosfera. Além disso, as árvores mortas ou agonizantes irão liberar 5 bilhões de toneladas de gás nos próximos anos, o que faz com que o impacto acumulado chegue a 8 bilhões de toneladas. (…)

CÍRCULO VICIOSO

A seca do ano passado esvaziou rios importantes da Amazônia e isolou milhares de pessoas em comunidades ribeirinhas. Ela causou perplexidade em cientistas que haviam estimado que uma seca como a de 2005 só ocorreria a cada cem anos. (…) As secas tornam a mata mais propensa a queimadas, o que por sua vez afeta sua capacidade de se regenerar. (…) Sob os cenários mais extremos desses modelos, grandes partes da Amazônia podem se transformar em cerrado até meados do século, com uma forte redução da sua biodiversidade animal e botânica. (…)

Rui Iwersen, editor

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17 de fevereiro de 2011

Cientistas criticam novo Código Florestal

As duas principais organizações científicas do país publicam nos próximos dias um aguardado relatório sobre a nova versão do Código Florestal Brasileiro. O texto deve esquentar mais ainda o debate sobre a lei no Congresso. No documento, a SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) e a ABC (Academia Brasileira de Ciências) dirão que as áreas de preservação permanente, como matas em margens de rio, não podem ser alteradas.

A flexibilização dessas áreas está prevista no texto que segue em análise na Câmara dos Deputados. Na verdade, continuam os especialistas, a lei atual dá a elas menos proteção do que elas precisam hoje. Essa proteção apenas diminuiria. (…) Os cientistas dirão também que o Brasil tem terras de sobra para a expansão da agropecuária, bastando para isso mudar a política agrícola, e que também é possível recuperar as áreas desmatadas de forma irregular.

Fonte: Folha.com

Rui Iwersen, editor

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23 de fevereiro de 2011

“O desmatamento na Amazônia Legal aumentou 1.000% em 2010″.

“175 quilômetros quadrados de floresta foram destruidos na Amazônia em dezembro de 2010″.

“No amazonas, nove cidades estão em Estado de Emergência por causa da dengue”.

TV Globo News; Jornal das Dez; 23 de fevereiro de 2011

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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04 de abril de 2011

A sustentabilidade é sustentavel?

Deputado confirma redução ainda maior em área de proteção do novo Código Florestal

Relator do projeto do Código Florestal na Câmara, o deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) confirmou ontem que deve reduzir as áreas de preservação permanentes (APPs) em margem de rio de um mínimo de 15 metros (o que já é uma redução de 50% em relação à lei atual) para 7,5 metros.
O texto final deve ser apresentado no máximo até o final dessa semana, para votação no plenário ainda este mês. A mudança atende a uma reivindicação da Contag (Confederação dos Trabalhadores na Agricultura). Rebelo diz que “se dependesse só dele reduziria ainda mais”. O problema é que os ambientalistas são contra até a redução para 15 metros. “Não vou fazer um texto para amanhã alguém dizer que fui o responsável por expulsar quatro milhões de famílias do campo”, disse o deputado em referência aos pequenos agricultores que teriam dificuldade em continuar produzindo sem a medida. O deputado também deve alterar a área de proteção de 50 metros nas nascentes. Segundo ele, muitas pequenas propriedades acabariam sem a alteração. “Estou muito inclinado a achar uma solução para isso. Só não sei como fazer ainda”, afirmou. (…)
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Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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23 de maio de 2011 

Brasil votará seu Código Florestal. Boa sorte Brasil

As lições florestais dos países ricos

Enquanto o Brasil debate como lidar com sua mata nativa, algumas nações mostram como conciliar o progresso econômico com a preservação

O futuro das florestas brasileiras está em jogo no Congresso Nacional. Os deputados federais debatem uma das mais ousadas mudanças no conjunto de leis que regulam o uso de nossas matas, o chamado Código Florestal. (…)

De um lado, os produtores rurais querem mais flexibilidade nas leis para ampliar a produção e consolidar áreas já desmatadas. Por outro, pesquisadores e conservacionistas defendem medidas de proteção florestal para manter a biodiversidade, evitar a erosão do solo, preservar mananciais e alimentar o ciclo de chuvas. Por trás do debate, o que está em jogo é o modo como o Brasil vê a vocação de suas florestas. Mas um exame da estratégia adotada por alguns países ricos mostra como eles conseguiram conciliar o desenvolvimento humano e econômico com a preservação. (…) O que esses países ensinam.

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CANADÁ
O dinheiro dá em árvores

O Canadá concentra 10% da área florestal do planeta. Quase metade de seu território é coberta por florestas. (…) Os canadenses aprenderam a tirar dinheiro das árvores. A extração de madeira, que não pode ultrapassar 1% da área florestal do país, rende US$ 23 bilhões por ano. Por lei, toda árvore cortada deve ser substituída por outra igual. (…)

   Reprodução
ESTADOS UNIDOS
As árvores somos nós

O país foi um dos primeiros a perceber que as florestas eram um tesouro nacional. O presidente Theodore Roosevelt, que governou de 1901 a 1909, criou 150 áreas de conservação para florestas, 51 reservas federais para pássaros e cinco parques nacionais. Isso numa época em que outros países nem pensavam em preservação. Os Estados Unidos desmataram apenas 23% de suas florestas nativas até o início do século XX. Desde então, a vegetação vem sendo conservada. O Brasil, em comparação, devastou 92% da Mata Atlântica. Os americanos têm uma ligação cultural com suas florestas. (…)

   Reprodução
NOVA ZELÂNDIA
Todos saem ganhando

A Nova Zelândia mostra como grupos com interesses distintos sobre o uso da terra podem chegar a um acordo. “O país é uma ilha com plantações, criações de carneiro, florestas nativas, plantio florestal e população indígena. Todos competindo por espaço”, afirma Tasso Azevedo, consultor do Ministério do Meio Ambiente. Em 1991, após longas negociações, os setores concordaram com um código florestal. Ele estabeleceu cotas para pecuária e agricultura. Também prevê que a produção de madeira só vem de florestas plantadas. E que é preciso repor as árvores cortadas. Uma associação sem fins lucrativos, financiada pelas madeireiras, fiscaliza sua conduta ambiental.

   Reprodução
JAPÃO
As montanhas são sagradas

Há 300 anos, o país sofria desmatamento acelerado. As florestas nativas minguavam graças à extração da madeira para construção, navegação e aquecimento. Em 1670, a população do país atingia os 30 milhões, e não só a madeira das florestas nativas chegava ao fim, como o país começava a sofrer com a erosão, as enchentes e os desabamentos. Até que o imperador Higashiyama resolveu adotar medidas drásticas de preservação. O governo passou a pesquisar e ensinar métodos de reflorestamento. Os habitantes de vilas rurais adotaram práticas como a manutenção de mata entre as plantações e as florestas. Uma das regras de ouro do país é conservar a cobertura vegetal nas montanhas, para evitar erosão, e ocupar intensamente o fundo dos vales. Hoje, apesar de abrigar 128 milhões de pessoas, o Japão tem 67% de sua área coberta por florestas.

Fonte: Época – http://www.epoca.com.br; ediçao 678; Brasil/Meio Ambiente; Margarida Telles; página 72

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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24 de maio de 2011

Recado à presidente, aos parlamentares e aos ruralistas sobre o futuro, pensando no presente e lembrando do passado 

Geoffrey Blainey, Uma Breve História do Mundo, Editora Fundamento Educacional Ltda, São Paulo, 2007

Capítulo 5

As Cidades dos Vales

Onde a Roda Rolou pela Primeira Vez.

“Passos ousados no avanço do conhecimento foram dados nesses grandes vales de rios e suas regiões mais elevadas, às vezes chamados de Crescente Fértil. Com o tempo, esses mesmos vales vieram a conhecer a decadência. (…) É um milagre que a terra verde arável da parte baixa do Rio Eufrates e do Rio Tigre tenha durado tanto assim. Em seu interior montanhoso, cada vez mais árvores eram cortadas para fornecer lenha e material de construção. Enquanto isso, o solo sofria erosão, os vales se enchiam de sedimentos e os rios tendiam a transbordar. Em partes das planícies, a irrigação constante do solo e a destruição das árvores com sua rede profunda de raízes forçavam o sal subjacente a subir até a superfície. Lagos de água doce tornaram-se salgados. Observou-se que as plantações de trigo, ao contrário das de cevada, não podiam tolerar o sal no solo e, em algumas regiões, o trigo tornou-se uma raridade. As planícies eram uma prova antecipada do que acabaria acontecendo nas zonas irrigadas de várias terras áridas, estendendo-se da Austrália à Califórnia”. (pg. 58)

Fonte: GaiaNet; Séries de GaiaNet; Blog Action Day; Água; A água e a vida no planeta Terra

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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27 de maio de 2011

Câmara aprova texto do novo Código Florestal

25/05/2011 | do BOL  e da Folha.com

Após semanas de embate, negociações e troca de acusações, a Câmara dos Deputados aprovou ontem o texto da reforma do Código Florestal com alterações que significaram uma derrota para o governo.

Uma emenda aprovada por 273 votos a 182 rachou a base do governo levando os principais partidos governistas, PT e PMDB, para lados opostos. O texto da emenda consolida a manutenção de atividades agrícolas nas APPs (áreas de preservação permanente), autoriza os Estados a participarem da regularização ambiental e deixa claro a anistia para os desmates ocorridos até junho de 2008. (…)

Rui Iwersen, editor

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03 de junho de 2011

Florestas brasileiras em rota de extinção

Fotos do casal de ambientalistas mortos mostram ação de madeireiros

Fotos tiradas pelo casal de ambientalistas José Cláudio Ribeiro da Silva, 52, e Maria do Espírito Santo da Silva, 50, mortos no último dia 24, mostram a ação ilegal de madeireiros em Nova Ipixuna, sudeste do Pará. A maioria das fotos foi tirada por Maria. O homem que aparece nas imagens é José Cláudio.

Fonte: BOL Fotos

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Ibama aplica multas e fecha cinco madeireiras em município onde casal foi morto

02/06/2011 – 19h37 | do UOL Notícias

O Ibama aplicou R$ 752,3 mil em multas e fechou cinco madeireiras em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, em cinco dias de fiscalização. Na terça-feira da semana passada (24), o casal de ambientalistas José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo da Silva foi morto no município, que denunciavam a atuação ilegal de madeireiros na região.

Os fiscais do Ibama também destruíram dezenas de fornos ilegais de carvão e multaram assentados que se associaram a madeireiras para exploração irregular da floresta dentro do projeto Agroextrativista Praialta-Piranheira, onde o casal morava. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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08 de junho de 2011

Código Florestal deixaria de recompor 29 mi de hectares, diz Ipea

e UOL Notícias

Um dia após a presidente Dilma Rousseff afirmar que não vai “["negociar desmatamento"]“, o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgou estudo que reforça a intenção do governo em reverter a “anistia” a desmatadores concedida no texto aprovado pela Câmara. O projeto de lei para o novo Código Florestal foi enviado para o Senado, onde o governo pretende alterar “[11 pontos]” aprovados no mês passado pelos deputados.
O texto atual prevê que propriedades de até quatro módulos fiscais ficarão isentos da obrigação de recompor a reserva legal já desmatada. Cada módulo fiscal vai de 5 a 110 hectares, a depender da região onde está localizado. Segundo o estudo, divulgado na manhã desta quarta-feira, mais de 29 milhões de hectares deixariam de ser recompostos se o projeto virar lei nos termos atuais. Um hectare corresponde a, aproximadamente, um campo de futebol. O maior bioma afetado seria a Amazônia (61% do passivo de reserva legal total), seguida pela mata atlântica e cerrado (13% cada um). A aprovação do novo Código Florestal também dificultaria que o Brasil cumprisse os compromissos assumidos internacionalmente quanto à emissão de carbono, de acordo com o Ipea.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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09 de junho de 2011

Unidades de conservação podem render cerca de R$ 6 bilhões por ano

07/06/2011 – 19h30 | do UOL Ciência e Saúde e da Agência Brasil

A implementação efetiva das unidades de conservação e o aproveitamento do potencial econômico dessas áreas – que cobrem cerca de 15% do território do país – podem gerar pelo menos R$ 5,77 bilhões por ano, considerando um cenário conservador.

O cálculo é do estudo Contribuição das Unidades de Conservação (UCs) para a Economia Nacional, coordenado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado hoje (7). A conta considera o potencial econômico de cinco bens e serviços proporcionados pelas unidades de conservação: produtos florestais, uso público das áreas – principalmente para o turismo –, estoque de carbono conservado, água e repartição de receitas tributárias, baseada no modelo de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) Ecológico já adotado por alguns estados. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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12 de julho de 2011

Cientistas querem entrar no debate do Código Florestal

 e UOL Notícias

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) enviaram carta ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), em que pedem que a proposta do novo Código Florestal seja discutida na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) da casa. Por enquanto, o texto passará pelas comissões de Meio Ambiente e de Agricultura. (…)  O interesse público deve prevalecer.” Aleixo, pesquisador da Universidade Federal Rural de Pernambuco, coordenou o grupo criado pelas entidades científicas para discutir o Código.

Para a presidente da SBPC, Helena Nader, não faltou insistência aos cientistas. “Já enviamos várias cartas. Estamos sendo ignorados”, disse, durante a 63ª Reunião Anual da SBPC, iniciada domingo em Goiânia. (…) A carta enviada a Sarney diz que, sem participação da ciência, o novo Código “será, já de nascença, considerado defasado”. Os cientistas argumentam que os limites rígidos de distância estipulados na atual proposta para determinar até onde as áreas devem ser preservadas (na beira de rios, por exemplo) só se justificam porque o texto em que a lei se baseia foi escrito em 1965. A carta aponta que “um novo método quantitativo, baseado em imagens de radar e análises digitais de terreno”, pode “definir com precisão as larguras funcionais de matas ciliares em função das características variáveis dos solos, da vegetação e dos rios”. Não usar as imagens seria como obrigar pessoas diferentes a calçar sapatos do mesmo tamanho, compara Aleixo.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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25 de julho de 2011

Dilma anuncia construção de 750 mil cisternas no Nordeste até 2014

da Folha.com

Em discurso para os governadores do Nordeste e sete ministros, a presidente Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira, em Arapiraca (120 km de Maceió, AL), a construção de 750 mil cisternas no Nordeste até o fim de 2014.

De acordo com a presidente, as obras de combate à seca fazem parte do programa Água para Todos, que complementa o plano Brasil Sem Miséria na região. (…)
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Rui Iwersen, editor
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26 de julho de 2011

Consequências do desmatamento, das queimadas e da urbanização desordenada

Onça no quintal

Suçuarana invade casa e é capturada no interior de SP

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O armador de ferragens Carlos Alberto da Costa e Silva, morador do imóvel, achou que o que viu era um cachorro, mas um vizinho o alertou que se tratava de uma onça.

(…) O fato de o bicho ter aparecido na cidade pode estar associado com a falta de alimento nas matas próximas, segundo o Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis). A onça-parda, também conhecida como suçuarana, tem hábitos noturnos.

Após passar por exames, o animal foi solto no Parque Estadual do Morro do Diabo, que possui 800 mil hectares e está localizado em Teodoro Sampaio, município às margens do rio Paranapanema, na divisa com o Paraná.

Fonte: BOL Fotos e UOL Notícias

Rui Iwersen, editor

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05 de agosto de 2011

Incêndios mantêm Flórida em estado de emergência

 e UOL Notícias 

Miami – A Flórida, na costa leste dos Estados Unidos, continuará sob estado de emergência por causa dos incêndios que consumiram mais de 82 mil hectares e porque as condições de seca continuam sendo uma ameaça, disse nesta sexta-feira o governador Rick Scott. (…) O setor de semeadura de árvores e produtos de madeira é uma grande indústria agrícola na Flórida e sua incapacidade para retirar as árvores afetadas poderia ter um impacto significativo na economia do estado. A ordem emitida em junho e que foi prolongada nesta sexta-feira assegurava que os Governos estaduais, regionais e locais podiam empreender as ações necessárias para proteger vidas e propriedades nas áreas ameaçadas.
Segundo a Divisão Florestal, entre janeiro e julho de 2011 foram contabilizados 4.088 incêndios na Flórida que queimaram 82 mil hectares.
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Rui Iwersen, editor
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07 de agosto de 2011

ONGs lançam comitê e abaixo-assinado contra novo Código Florestal

05/08/2011 – 16h46 | do UOL Ciência e Saúde

Integrantes de 97 organizações da sociedade civil, movimentos sociais, parlamentares e ex-ministros participaram hoje (5), na capital paulista, do lançamento do Comitê Paulista em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável Contra o Projeto de Lei Complementar 30/2011, que altera o Código Florestal Brasileiro. Também foi lançado um abaixo-assinado contra o projeto do novo código. (…)

Rui Iwersen, editor

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08 de agosto de 2011

Consequências do desmatamento

Em Manaus, aposentado encontra jiboia de quatro metros e 55 quilos no quintal de casa

07/08/2011| do UOL Notícias.

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Aposentado é surpreendido na manhã deste domingo (6) por uma cobra jiboia de quatro metros e aproximadamente 55 quilos no quintal de casa, em Manaus Mais

O aposentado Raimundo Nonato Santana, 67, foi surpreendido na manhã deste domingo (6) por uma cobra jiboia de quatro metros e aproximadamente 55 quilos no quintal de sua casa, localizada na avenida Ayrão, centro de Manaus (AM).

Rui Iwersen, editor

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10 de agosto de 2011

Ameaças às florestas, ameaças à vida, ameaças a Gaia 

Eventos climáticos extremos ameaçam florestas

Eventos climáticos extremos e acidentes naturais serão uma ameaça crescente às florestas mundiais nos próximos anos, alertou esta terça-feira a Organização da ONU para Agricultura e Alimentação, FAO. No estudo “Distúrbios Abióticos e sua Influência sobre a Saúde das Florestas”, a agência pede o reforço da cooperação entre regiões e países numa parceria internacional em prol da conservação e melhoramento florestal.

Quase 4 mil eventos extremos – os chamados “distúrbios abióticos”, que incluem ciclones, enchentes, deslizamentos, tornados, terremotos, erupções vulcânicas e “mega” incêndios florestais – ocorreram entre 2000 e 2009. (…)

Rui Iwersen, editor

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14 de agosto de 2011

Grande incêndio atinge região próxima à reserva ambiental em Minas Gerais

Folha.com

Um incêndio de grandes proporções atingiu a região próxima ao Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, uma das mais importantes áreas verdes do estado de Minas Gerais, na cidade de Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte.Foram queimados aproximadamente 60.000 m² de vegetação nativa até o momento, segundo o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. Os bombeiros afirmaram em nota que os focos de incêndio foram controlados e não há mais risco de que o fogo se expanda até as áreas de preservação ambiental do Parque da Serra do Rola-Moça. (…)
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Rui Iwersen, editor
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24 de agosto de 2011

Ex-ministros pedem ao Senado mudanças no novo Código Florestal

 Folha.com e UOL Notícias

Os quatro últimos ministros do Meio Ambiente foram ao Senado na manhã desta quarta-feira (24) defender mudanças no novo Código Florestal. O texto, de autoria do deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), foi aprovado em maio pela Câmara dos Deputados, na primeira derrota do governo Dilma no Congresso. (…)Compareceram à audiência pública José Sarney Filho (o Zequinha Sarney, ministro entre 1999 e 2002), José Carlos Carvalho (ministro entre março e dezembro de 2002), Marina Silva (entre 2002 e 2008) e Carlos Minc (entre 2008 e 2010). Encontro similar havia sido feito na Câmara antes da votação no plenário. Os ex-ministros repetiram as críticas à anistia aos desmatamentos feitos até 22 de julho de 2008 e à possibilidade de a recomposição da reserva legal poder ser feita em Estado diferente daquele onde houve o desmatamento. (…)
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Rui Iwersen, editor
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05 de setembro de 2011.

Queimadas atingem 746 hectares de Cerrado no Distrito Federal

 UOL Notícias e Agência Brasil

O clima seco por causa da falta de chuva e a baixa umidade do ar têm colaborado com a grande quantidade de focos de incêndio que atinge a região do Distrito Federal (DF)..

Só no último fim de semana, segundo o Corpo de Bombeiros do DF, foram registrados 82 focos de queimadas, destruindo 746 hectares de vegetação do Cerrado. (…)
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Rui Iwersen, editor
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08 de setembro de 2011

Bombeiros registram 91 queimadas na região de Belo Horizonte

do BOL

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais registrou 91 ocorrências de focos de incêndio em vegetações nesta quinta-feira (8) na região metropolitana de Belo Horizonte. O maior incêndio ocorreu na Reserva Particular do Patrimônio Natural do Caraça, que tem área total de 10.187 hectares, em Catas Altas (a 118 km da capital).O fogo consumiu o equivalente a mais de 242 campos de futebol na reserva, segundo a ONG Amda (Associação Mineira de Defesa do Ambiente).Houve mais nove registros de incêndio em terrenos da região de BH. A situação é preocupante também em outros pontos do Estado, onde há centenas de focos de incêndio, alertou a Amda. “O número de incêndios florestais registrados no Estado de Minas Gerais hoje [quinta] tomou proporção preocupante. Dados fornecidos por satélites disponibilizados pelo Instituto Nacional de Meteorologia apontam centenas de focos de fogo em todo Estado”, informou a ONG. (…)
Rui Iwersen, editor
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09 de setembro de 2011
Queimadas pelo Brasil
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Foco de fogo é identificado na vegetação do Parque do Caraça, em Minas Gerais. Incêndios atingem várias cidades de Minas Gerais desde ontem (7). O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) registrou nesta quinta-feira (8) 2.792 focos de queimadas em todo o país Mais
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Fonte: UOL Notícias
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Rui Iwersen, editor

14 de setembro de 2011

Juristas discordam sobre efeitos do Código Florestal

13/09/2011 | do BOL

Na véspera do início do debate do Código Florestal na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, juristas discordaram nesta terça-feira sobre os efeitos do texto. As principais divergências apresentadas em audiência pública envolvem os pontos polêmicos da proposta, como a chamada a anistia aos desmatadores e a participação de Estados no processo de regularização ambiental.Representantes do Ministério Público sustentaram que o texto apresentado pelo senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), relator em três das quatro comissões que analisam a matéria, traz prejuízos para as APPs (áreas de preservação permanente). As APPs são áreas sensíveis que recebem proteção especial por estarem localizadas em topos de morro e várzeas de rios, importantes para a produção de água e a proteção do solo contra a erosão. (…)
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Rui Iwersen, editor
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18 de setembro de 2011

Brasília completa 100 dias sem chuva, que só deve ocorrer daqui a uma semana

Apesar do aumento da umidade relativa do ar na última semana, há 100 dias não chove em Brasília. A previsão, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), é que o período de seca na capital brasileira dure pelo menos por mais uma semana.

Queimadas pelo Brasil
Foco de incêndio atinge mata próximo ao autódromo internacional Ayrton Senna, em Goiânia (GO), nesta sexta-feira (9) Mais Ricardo Rafael/O Popular/AE

Neste período, a umidade relativa do ar na capital federal também permanecerá abaixo dos 30%. É o que disse a meteorologista do Inmet Márcia Seabra, que afirma que as temperaturas amenas da semana passada devem continuar até amanhã (19). “As madrugadas podem ser mais frias com temperaturas mínimas de 15 ºC. As máximas podem chegar a 28 ºC.” (…) Brasília não é a única cidade brasileira que sofre com a seca. Em Alto Paraíso de Goiás (Goiás), Chapada Gaúcha (MG) e Gilbués (PI) não chove há 121 dias.

Queimadas

O número de queimadas no Distrito Federal (DF) diminuiu na semana passada. De acordo com o Corpo de Bombeiros, na quarta-feira (14) existiam apenas sete focos de incêndio na região. Para a corporação, a diminuição deve-se ao aumento da umidade relativa do ar. (…) Na terça-feira (13), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) informou que a Polícia Federal vai rastrear seis áreas de conservação ambiental do DF. Técnicos do instituto suspeitam que nestes locais as queimadas foram provocadas criminosamente. O incêndio na Floresta Nacional de Brasília é um dos alvos da investigação.

 Rui Iwersen, editor
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20 de setembro de 2011

Queimadas crescem em dez Estados este ano, diz Inpe; Amapá tem aumento de 321%

19/09/2011 – 20h42 | do UOL Notícias

Ainda que o número de focos de incêndio no Brasil em 2011 seja 45% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado, dez Estados brasileiros têm aumento de até 321% em queimadas neste ano. É o que aponta o relatório do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), divulgado nesta segunda-feira (19).

Queimadas pelo Brasil

Mapa reproduz os 3.735 focos de queimadas registrados na região Nordeste nesta segunda-feira (19), segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) Mais Divulgação/Inpe

Enquanto entre 1º de janeiro e 18 de setembro de 2011 foram registradas 72.677 queimadas por todo Brasil, no mesmo período de 2010 o número de focos de fogo foi 133.800. O resultado deste ano, no entanto, é superior ao registrado em 2009 e 2008, que tiveram 52.877 e 53.656 incêndios neste período, respectivamente.

Como um aumento de 321%, Amapá lidera o ranking dos Estados brasileiros que registram mais queimadas em 2011 do que no ano passado. O Estado pulou de 18 focos de incêndios, em 2010, para 80, em 2011. Na sequência, aparecem Espírito Santo (60%), Bahia (30%), Pará (26%), Rio Grande do Sul (26%), Sergipe (19), Minas Gerais (8%), Alagoas (3%) e Pernambuco (1%).

O Pará, entretanto, conseguiu reduzir em 76% o número de incêndios neste período. Entre janeiro e setembro de 2011, o Estado registrou 5.487 focos de incêndio, contra 22.867 queimadas contabilizadas no mesmo período de 2010.

Líder de queimadas

Com 9.932 focos de incêndio, o Mato Grosso é o Estado com maior número de queimadas no Brasil. No segundo lugar aparece a Bahia (7.953), seguida de Minas Gerais (7.792), Maranhão (6.774) e Tocantins (6.563). (…)

Rui Iwersen, editor

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22 de setembro de 2011

Incêndio consome 300 hectares em Itamonte,

 UOL Notícias

Um incêndio consome, desde o dia 19 de setembro, o Parque Estadual da Serra do Papagaio, no município de Itamonte, em Minas Gerais. Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de 300 hectares já foram atingidos pelo fogo até hoje. Trabalham no combate às chamas dezessete moradores que atuam como brigadistas e seis bombeiros. Um helicóptero do Instituto Estadual de Florestas (IEF) está sendo usado no trabalho de extinguir as chamas.

O Parque Estadual da Serra do Papagaio tem uma área de 22.917 hectares e localiza-se na região do rebordo ao norte do Maciço do Itatiaia, alto Rio Grande, no sul de Minas Gerais, abrangendo os municípios de Aiuruoca, Alagoa, Itamonte, Pouso Alto e Baependi.

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Fogo em canavial deixa 14 mil imóveis sem energia no interior de SP

Moradores de três cidades do interior paulista tiveram o fornecimento de energia elétrica interrompido nesta quinta-feira depois que a rede de distribuição foi atingida pelo fogo durante a queima de um canavial na zona rural de Igarapava (446 km de SP).Além de moradores da cidade onde ocorreu a queimada, o fornecimento também foi interrompido para consumidores de Aramina e Buritizal, em um total de 14 mil imóveis. As informações são da CPFL Paulista. (…)

Rui Iwersen, editor

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28 de setembro de 2011

Queimadas

Incêndio destrói área que equivale a 600 campos de futebol em São Paulo

Três focos de incêndio que já duram 12 dias destruíram o equivalente a 600 campos de futebol em áreas próximas à serra do Japi, em Cabreúva (78 km de SP). A estimativa é da Defesa Civil da cidade. Na terça-feira (27), o órgão conseguiu conter o segundo foco, mas na manhã desta quarta já foi notificado de um novo incêndio.O fogo está em local de difícil acesso na serra dos Cristais, que integra o complexo da serra do Japi. Segundo o coordenador da Defesa Civil de Cabreúva, Fernando César Zarantonello, é necessário mais de uma hora de caminhada por mata densa para chegar ao local. Além disso, o incêndio está em área com mais de 45 graus de inclinação, o que dificulta o combate. (…) De acordo com Zarantonello, suspeita-se d e incêndio criminoso, já que na região ainda há o costume de “limpar” pastagens com fogo, que se descontrola e atinge as áreas de preservação ambiental. (…) Há mais de um mês não chove na região. Não há previsão de chuva para os próximos dias, e o vento está forte. (…) No último sábado, foi controlado um incêndio que durou uma semana na área mais próxima a Jundiaí.
Rui Iwersen, editor de GaiaNet
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04 de outubro de 2011

Incêndio devasta reserva ecológica próxima à Chapada Diamantina

Um incêndio de grandes proporções está devastando uma área de proteção ambiental na região da Chapada Diamantina, no sudoeste da Bahia. A reserva particular de proteção natural fica na serra do Capa Bode, no município de Mucugê (a 438 km de Salvador). Desde a noite desta segunda-feira (3), cerca de 200 hectares foram queimados –isso representa dois terços da reserva, que fica próxima ao Parque Nacional da Chapada Diamantina.
(…) O difícil acesso à reserva atrapalha o controle do fogo. Com cerca de 11 mil habitantes, Mucugê não tem quartel do Corpo de Bombeiros, e a prefeitura pediu reforço para cidades vizinhas. “É uma região de mata nativa sobre as rochas de chapada. Estamos fazendo o que podemos para evitar que a reserva seja toda destruída”, disse Ribeiro. Nessa época do ano, disse o secretário, chove pouco na região da chapada, e incêndios são comuns. A causa do fogo ainda não foi determinada.
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Rui Iwersen, editor
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05 de outubro de 2011

Incêndio atinge região da Chapada Diamantina

UOL Notícias

Um incêndio de causa ainda não determinada, iniciado na segunda-feira, já consumiu cerca de 300 hectares de vegetação da Serra do Capa Bode, município de Mucugê (BA), 448 quilômetros a oeste de Salvador, na região da Chapada Diamantina. O fogo se alastrou por reservas naturais de propriedades particulares da área e o temor das autoridades é que ele alcance o Parque Nacional.

Um grupo de 60 homens, entre bombeiros e voluntários, trabalha para tentar conter as chamas, que se espalham rapidamente por causa dos ventos fortes e da vegetação seca – a região passou quase três meses sem receber chuva intensa. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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10 de outubro de 2011

Incêndios florestais

Metade das florestas incendiadas poderia ter sido poupada, estima especialista

UOL Ciência e Saúde e Agência Brasil 

O Brasil poderia ter poupado metade de suas florestas incendiadas, caso já tivesse regulamentado o uso de retardantes no combate ao fogo. A estimativa é do professor Alexandre Beutling, doutor em comportamento do fogo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 94.521 focos de incêndios de pelo menos 30 metros quadrados foram registrados no país, do início do ano até o dia 6 de outubro. “Infelizmente, enquanto não houver essa regulamentação, o Prevfogo, órgão responsável pela prevenção e combate a incêndios florestais no país, não utilizará esse produto”, disse Beutling à Agência Brasil. (…)

Segundo Beutling, a aplicação do retardante, quando feita de forma correta, atua com 50% de eficácia na redução da velocidade de propagação do fogo e na altura das chamas. (…) Os retardantes são basicamente constituídos de água, argila e alguns aditivos químicos que mantêm a umidade da água por mais tempo. A aplicaç ão não é feita diretamente nas áreas onde o incêndio já esteja ocorrendo, mas nos arredores, a fim de evitar que o fogo se alastre.

Apesar de ter estudos preliminares, que mostram situações em que o uso do retardante não é prejudicial, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ainda não tem respaldo legal que aponte a instituição como responsável por aprovar o uso desses produtos. “Os incêndios no Brasil ainda são combatidos com meios que não são os melhores. Precisamos otimizar o combate, com maquinários e aeronaves mais adequados. Um combate aéreo efetivo é, no caso de grandes incêndios, a única forma de possibilitar a aproximação dos combatentes de solo”, destacou. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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13 de outubro de 2011

Fuga de queimadas

Onça invade quintal de residência na zona norte de SP

UOL Notícias

Uma onça suçuarana invadiu, por volta das 2h, o quintal de uma das duas casas localizadas no imóvel nº 24 da Rua Capitão Oliveira Carvalho, no Jardim Rincão, região do Jaraguá, na zona norte de São Paulo. Bombeiros e policiais militares ambientais foram acionados pelos moradores da residência dos fundos. Às 4h30, a onça já havia sido laçada pelos policiais e colocada em uma gaiola. Não houve necessidade de sedar o animal, informou a PM.

(…) Na semana passada, outra onça invadiu uma casa aqui no mesmo bairro. A gente acredita que esses bichos estão se deslocando para cá por causa da queimada que atingiu o Pico do Jaraguá recentemente, disse o motorista Wilson Marciano dos Santos, uma das seis pessoas que residem nas duas residências. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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14 de outubro de 2011

Metade das queimadas é convertida em gases de efeito estufa, diz estudo

13/10/2011 | do UOL Ciência e Saúde e Agência Fapesp

Um grupo de pesquisadores de diversas instituições brasileiras realizou, na última semana de setembro, uma queimada controlada para análise científica em quatro hectares de floresta na região de Rio Branco (Acre). O estudo, que faz parte do Projeto Temático “Combustão da biomassa em florestas Tropicais”, financiado pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), tem o objetivo de avaliar o impacto das queimadas na atmosfera, na regeneração da floresta e no solo da Amazônia.

(…) De acordo com Carvalho, as queimadas controladas têm sido realizadas pelo projeto no Acre e em Mato Grosso. Estudos sobre o tema têm sido financiados pela Fapesp desde 1993 em diversos projetos sucessivos. O atual Temático, iniciado em 2009, prevê a realização de três queimadas. A primeira havia sido realizada na região de Cruzeiro do Sul (Acre), em setembro de 2010. A terceira deverá ser realizada em 2013.

(…) Os resultados do projeto indicam até agora que a eficiência de combustão é de 50% na área onde foi realizada a queimada. Isto é, metade do estoque de carbono armazenado em um hectare de floresta se transforma, com a queimada, em gases de efeito estufa. Na queimada anterior, realizada também quatro hectares, mas em Cruzeiro do Sul, foram emitidas cerca de 305 toneladas de gás carbônico.

“Constatamos que aproximadamente metade do material que é queimado se transforma em gases de efeito estufa como CO2 e metano. (…) Se o dado obtido em Cruzeiro do Sul pudesse ser extrapolado para toda a floresta amazônica, os níveis atuais de desmatamento, da ordem de 7 mil quilômetros quadrados anuais, provocariam uma emissão de CO2 equivalente comparável às emissões de cerca de 50 milhões de automóveis. (…) Dois meses antes da queima, foi realizado o inventário florestal, para identificação e medicão das árvores e a coleta de amostras de solos. A etapa seguinte foi o corte da floresta. Os resultados das análises serão comparados e servirão para aferir a quantidade de carbono, nutrientes e microorganismos permanecem no solo após a queima. Além disso, será avaliado o que ocorre com a qualidade do ar. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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02 de novembro de 2011

Degradação ambiental ameaça progresso em países emergentes, diz ONU

 UOL Ciência e Saúde

Se persistirem as atuais tendências globais de degradação ambiental, a progressiva melhora nos índices sociais dos países emergentes será interrompida antes de 2050, segundo o Relatório de Desenvolvimento de 2011 do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), lançado nesta quarta-feira (2). “Se não fizermos nada para deter ou inverter as tendências atuais, o cenário de catástrofe ambiental conduz a um ponto de virada antes de 2050 nos países em desenvolvimento – a sua convergência com os países ricos em termos de progresso no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) ao longo das últimas décadas começa a se inverter”, afirma o documento.

Segundo o Pnud, o mundo tem assistido a um enorme progresso em termos de desenvolvimento humano nas últimas décadas. Desde 1970, o IDH cresceu 41% em termos globais e 61% nos países com IDH baixo, refletindo fortes avanços na saúde, na educação e na renda. No entanto, o órgão diz que a melhora dos padrões de renda tem estado associado à deterioração em indicadores ambientais fundamentais, como as emissões de dióxido de carbono, a qualidade do solo e da água e a cobertura florestal.

Como resultado, o Pnud prevê que, em 2050, o IDH global será 8% inferior ao que seria esperado caso não houvesse graves problemas ambientais. A redução se deveria principalmente aos efeitos adversos do aquecimento global na produção agrícola, no acesso à água potável e saneamento e na poluição.

Rui Iwersen; de Lima, Peru

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17 de novembro de 2011

Fórum Amazônia Sustentável

Marina pede moção contra novo Código Florestal

 Folha.com

A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva pediu que a sociedade se mobilize contra a aprovação do novo Código Florestal, que está em tramitação no Senado. “Vivemos um momento de retrocesso gravíssimo no licenciamento ambiental e no debate do manejo florestal”, disse Marina nesta quarta-feira durante o Fórum Amazônia Sustentável, em Belém (PA).

Ela sugeriu que o fórum faça uma moção contra o texto que foi aprovado na Câmara dos Deputados em maio e que está debate no Senado. As principais divergências apresentadas envolvem a anistia a quem já tenha desmatado, a regularização das APPs (Áreas de Preservação Permanente) e a participação de Estados no processo de regularização ambiental. (…) O texto-base do novo Código Florestal, apresentado em relatório pelo senador Luiz Henrique (PMDB-SC), foi aprovado no último dia 8 pelas comissões de Agricultura e de Ciência e Tecnologia do Senado. (…)
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Rui Iwersen, editor de GaiaNet
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25 de novembro de 2011

Minas Gerais quer utilizar mão de obra de detentos no combate a incêndios florestais

A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) de Minas Gerais pretende contar com a mão de obra de detentos do regime semiaberto para combates a incêndios florestais em áreas de preservação no Estado.

A ideia seria replicar para outras localidades experiência considerada bem-sucedida na cidade histórica de Ouro Preto (MG), onde presos da cadeia pública do município inseridos no Programa de Liberdade e Assistência ao Encarcerado (Prolae), vinculado à prefeitura, já fazem o trabalho. Os voluntários foram treinados pela secretaria estadual. Os detentos são acompanhados e monitorados por agentes penitenciários nas incursões de combate a eventuais incêndios tanto em áreas de preservação de responsabilidade da prefeitura local quanto em unidades sob tutela estadual na região. Um chamariz para o preso participar do programa seria a redução de um dia na pena, após 12 horas de capacitação no curso de brigadista, ou nas subsequentes reciclagens. O projeto faz parte do Plano Operacional de Ação, Prevenção e Combate a Incêndios Florestais 2012.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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29 de novembro de 2011

Ecologistas pressionam Dilma contra mudanças no Código Florestal

 e UOL Notícias

Centenas de ativistas de diversos grupos ambientalistas protestaram nesta terça-feira em Brasília contra a aplicação de um projeto de reforma do Código Florestal que afirmam que irá favorecer o desmatamento na região amazônica.O protesto foi convocado pelo Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, um coletivo que reúne mais de 200 organizações como o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês) e o Greenpeace. Com intenção de chamar atenção da presidente Dilma Rousseff, a manifestação foi realizada em frente à sede do Congresso, onde está sendo debatida a reforma do Código Florestal, um conjunto de leis que de 1965 e que regula todas as questões relativas à ocupação e o uso dos solos em regiões florestais. (…) Em caso de aprovação, a medida ainda poderá ser vetada pela própria presidente Dilma.
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Rui Iwersen, editor
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02 de dezembro de 2011

Brasil ganha prêmio “Fóssil do Dia” por menção ao Código Florestal

O Brasil ganhou seu primeiro “Fóssil do Dia”, nesta sexta-feira, durante a conferência mundial do clima que acontece em Durban, na África do Sul. O prêmio é oferecido diariamente por um coletivo formado por várias ONGs –a Climate Action Network– a países que protagonizam, na opião deles, os piores discursos ambientalistas em época de cúpula climática da ONU.O mérito se deve à sugestão da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, de que o Código Florestal brasileiro, prestes a ser votado no Senado, pode ajudar Brasil a chegar à meta de redução dos gases-estufa em nível global. Os ambientalistas criticam a lei ambiental do Brasil. Se aprovada, afirmam, pode se tornar um desastre para as florestas, o povo indígena, a Amazônia e o clima como um todo. (…)
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Rui Iwersen, editor de GaiaNet
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05 de dezembro de 2011

WWF afirma que Código Florestal é um golpe mortal para o Amazonas

 UOL Ciência e Saúde Em Madri

O Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês) afirmou nesta segunda-feira que, se o Senado aprovar o novo Código Florestal, dará um enorme passo para trás na proteção das florestas e representará um “golpe mortal” para a região amazônica.

Em comunicado, o WWF explicou que a aprovação da nova legislação permitirá que se reduzam drasticamente as áreas de proteção nessa região e fará com que as zonas desflorestadas de maneira ilegal não sejam restauradas. A organização ambientalista também ressaltou que essa lei abrirá as portas para a agricultura e pecuária em grande escala, principal causa, em sua opinião, da destruição de florestas tropicais no Brasil. A proposta de lei foi aprovada pela Câmara dos Deputados e será votada amanhã pelo Senado.

A WWF explicou que, mesmo com a lei, 79 milhões de hectares (equivalente às superfícies de Alemanha, Áustria e Itália juntas), poderiam ser desflorestados, o que significaria a emissão adicional de 29 gigatoneladas de CO2 à atmosfera. Além disso, salientou que o Código impediria o cumprimento do compromisso de redução de emissões firmado pelo Brasil na última cúpula de Copenhague e teria um impacto nas atuais negociações de Durban (COP-17). (…)

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Conferência do clima se propõe a acabar com guerras mundiais

 Folha.com

Os ministros de Meio Ambiente que chegam nesta semana a Durban para a fase final da COP-17, a conferência do clima da ONU, terão diante de si duas tarefas monumentais: além de evitar o aquecimento global, acabar com as guerras no mundo.Essa ambição um tanto surreal é um dos itens do documento de 130 páginas produzido pelos diplomatas na primeira semana de negociações na África do Sul. Daqui até sexta-feira, o catatau precisa ser transformado num “mapa do caminho” para o enfrentamento futuro da mudança do clima. “Parar as guerras, defender vidas e cessar as atividades destrutivas protegerão o sistema climático”, afirma o documento, que pede dos 190 países membros da Convenção do Clima das Nações Unidas a “garantia” de que as partes pararão suas guerras e direcionarão os recursos financeiros e os investimentos associados ao esforço global compartilhado de combater um inimigo comum: a mudança climática. (…) .
Rui Iwersen, editor de GaiaNet
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06 de dezembro de 2011

Senado aprova projeto que reforma o Código Florestal

Folha.com

Por 59 votos contra 7, o Senado aprovou nesta terça-feira o texto-base do projeto que reforma o Código Florestal. Em seguida, os senadores analisaram os destaques ao projeto e 26 emendas foram incluídas. Agora, o texto volta para análise da Câmara, uma vez que sofreu alterações no Senado.

(…) Peça-chave da legislação ambiental brasileira, o Código Florestal impõe limites ao avanço da produção agrícola e da pecuária no país ao definir quais áreas podem ser ocupadas pelos proprietários rurais e quais devem ser obrigatoriamente preservadas. (…) O texto da Câmara regularizava toda a produção agropecuária nas áreas de preservação permanente, deixando sem recuperação 34 milhões de hectares de florestas desmatadas até 22 de julho de 2008 –uma área do tamanho da França. Os desmatadores ficariam livres de multa. Os senadores obrigam os fazendeiros a recompor de 15 metros a 100 metros de mata ciliar. Propriedades até quatro módulos são isentas. Na volta do texto para Câmara, esse ponto deve ser rediscutido.

Antonio Cruz/Agência Brasil
Ativistas do Greenpeace protestam em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, contra votação do Código Florestal
Ativistas do Greenpeace protestam em frente ao Congresso, em Brasília, contra votação do Código Florestal

O projeto mantém 2008 como data-limite para a regularização, livrando de multa os proprietários que aderirem a planos de regularização a serem implantados em um ano.

A proposta agrada ao governo que avalia que os senadores melhoraram e avançaram na proposta encaminhada pela Câmara. A ministra Izabela Teixeira (Meio Ambiente) e assessores participaram ativamente das negociações, permitindo, por exemplo, a anulação de multas aplicadas a fazendeiros que desmataram sem autorização áreas que podiam ser exploradas, mas só com licença ambiental. O projeto estabelece ainda que o Brasil poderá impor barreiras comerciais a produtos agrícolas de países que não adotem legislações ambientais “compatíveis” com a brasileira.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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07 de dezembro de 2011

Código Florestal anistia multas dos doadores de 50 políticos

Grandes doadoras eleitorais do agronegócio que terão multas ambientais suspensas com a aprovação do Código Florestal injetaram cerca de R$ 15 milhões na campanha de 50 congressistas que participam da votação da norma (…) É o que revela cruzamento de autos de infração do Ibama com as doações eleitorais. As contribuições foram feitas no pleito de 2010, quando a reforma do código já estava em andamento em comissão especial da Câmara. O valor é 42% maior do que o total doado pelas mesmas empresas na eleição anterior (2006).As empresas foram autuadas, num total de R$ 1,6 milhão, por irregularidades como destruir vegetação nativa, áreas de preservação permanente, e consumir carvão de mata nativa. Há ainda multas impostas pela Justiça. Com a nova lei, ao aderir a um programa de regularização ambiental, a empresa terá suas multas suspensas e convertidas em serviços de recuperação ambiental.
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Greenpeace usa sites para criticar Código Florestal

do BOL

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Site internacional do Greenpeace protesta contra novo Código Florestal brasileiro

A possível implementação do novo Código Florestal brasileiro tem provocado reações de ambientalistas do mundo todo, como o Greenpeace, que incluiu seus sites entre as diversas maneiras que está usando para se manifestar contra a proposta. Tanto a página do Greenpeace em inglês quanto sua versão brasileira trazem críticas aos políticos favoráveis ao texto novo e apelos à presidente Dilma Rousseff para que a lei não seja sancionada.

O novo Código foi aprovado no Senado na última terça-feira (6) por 59 votos contra 7. Agora, o texto volta para análise da Câmara, uma vez que sofreu alterações no Senado. (…)

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Ambientalistas criticam Código Florestal do Brasil

 e UOL Ciência e Saúde em Durban

O Brasil coloca em dúvida seu papel de líder ambiental e pode perder milhões de hectares de floresta na Amazônia com a aprovação do Código Florestal no Senado, advertiram nesta quarta-feira (7) organizações ambientalistas presentes na conferência da ONU contra as mudanças climáticas (COP-17) em Durban, África do Sul. “Dilma para a motosserra”, escreveu o Greenpeace em um grande painel luminoso refletido sobre o principal hotel onde acontece a conferência da ONU, que reúne 190 países em Durban.

(…) “A aprovação desta legislação fará com que seja praticamente impossível para o Brasil alcançar seus compromissos apresentados na conferência do clima em 2009, quando se comprometeu a reduzir em 80% o desmatamento da Amazônia”, completou. A rede de ONGs Observatório do Clima considera que o novo código coloca em risco até 79 milhões de hectares de florestas que ficarão sem proteção ou deixarão de ser reflorestados, uma superfície equivalente ao território conjunto de Alemanha, Áustria e Itália. (…)

Rui Iwersen, editor
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12 de dezembro de 2011

Chamas atingem floresta na região metropolitana de Porto Alegre

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Incêndio com mais de dois quilômetros de extensão atinge uma floresta de eucaliptos em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre. O local de difícil acesso, com pedras e buracos, dificultou o trabalho dos bombeiros, que conseguiram controlar as chamas na madrugada desta segunda-feira (12) Agência RBS e BOL Fotos

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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06 de janeiro de 2012

Incêndios no Chile

Em dez dias, Chile sofre com 50 incêndios

 UOL Notícias e Agência Brasil

Um incêndio na Região Sul do Chile causou seis mortes, todas de bombeiros, quatro feridos e dois desaparecidos. Nos últimos dez dias, mais de 50 incêndios queimaram 50 mil hectares de florestas. As áreas mais afetadas são Bío-Bío, Maule e Araucanie, localizadas a 500 e 700 quilômetros de Santiago, a capital chilena.

O governo chileno suspeita que boa parte dos incêndios foi provocada por ações criminosas. No caso de Carahue, a 700 quilômetros de Santiago, os bombeiros tentaram apagar as chamas, mas ficaram cercados pelo fogo devido aos ventos fortes que atingiam a região. Desde a semana passada, o governo do presidente Sebastian Piñera, com a ajuda de estrangeiros, tenta conter o fogo na região do Parque Nacional Torres del Paine, na Patagônia, Sul do país. O parque é um dos principais polos de turismo e atrai pessoas do mundo inteiro. (…)

Rui Iwersen, editor

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13 de fevereiro de 2012

Relator diz que Código Florestal não tratará de anistia a desmatadores

da Folha.com

O relator do Código Florestal no seu retorno à Câmara, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), afirmou que não pretende restaurar em seu texto a polêmica emenda que anistiava desmatadores. Piau foi um dos proponentes da chamada emenda 164, aprovada por 410 votos a 63 no plenário da Câmara em maio, que impôs à presidente Dilma Rousseff sua primeira derrota no Legislativo. O texto permitia a continuação de todas as atividades agropecuárias nas chamadas APPs (áreas de preservação permanente), inclusive desmatamentos futuros.A emenda foi o principal cavalo de batalha do código no Senado, com a ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente) empenhada em mudá-la, o que os relatores Luiz Henrique (PMDN-SC) e Jorge Viana (PT-AC) fizeram. A bancada ruralista na Câmara nunca aceitou a eliminação da emenda 164, e tem ameaçado rejeitar o texto do Senado em favor da emenda polêmica –que Dilma disse que vetaria. (…) Ele disse que o texto da emenda Câmara “foi bom, mas não se sustenta tecnicamente”.A decisão final da Câmara sobre a anistia, porém, ainda será objeto de muita barganha política. “Na última semana antes do dia 6 [de março, quando o código deve começar a ser votado] vamos sentar com consultores e gente de fora para tomar uma decisão”, disse o relator. Nesta terça-feira, Piau deve ser reunir com os ministros Mendes Ribeiro (Agricultura), Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Izabella para apresentar propostas de alteração ao Código Florestal do Senado. O governo não quer mexidas no texto do Senado. Os ruralistas querem mexer em tudo. (…).
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Rui Iwersen, editor
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06 de março de 2012

Governo não aceita mudanças no Código Florestal, diz Ideli

da Folha.com

Em visita ao Congresso nesta terça-feira (6), a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) afirmou que o governo não abre mão de manter, na Câmara, o texto que já foi aprovado pelo Senado sobre o Código Florestal. Segundo Ideli, a votação no Senado foi feita após um acordo costurado, inclusive, com deputados da bancada ruralista.A principal polêmica em torno do Código Florestal acontece na chamada emenda 164, que anistiava desmatamentos em APPs, que são áreas de preservação permanente, como topos de morro, encostas e margens de rios. Os ruralistas insistem em deixar de fora do texto do código qualquer obrigação de recomposição dessas áreas, o que seria definido depois pelos Estados. O texto do Senado determina a recomposição. (…).
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Rui Iwersen, editor
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14 de março de 2012

Dia Nacional dos Animais

Incêndio atinge parque nacional no Paraná

da Folha.com

Um incêndio atinge o Parque Nacional de Ilha Grande, no noroeste do Paraná, desde segunda-feira (12). Segundo a direção do parque, o fogo já consumiu uma área de 800 hectares.
Os focos estão concentrados na área localizada no município de Altônia (677 km de Curitiba).
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A direção do parque suspeita que o incêndio tenha origem criminosa e foi iniciado por pescadores que queriam limpar áreas para a formação de acampamentos no período de pesca na bacia do rio Paraná. Uma perícia após o incêndio deve apontar a causa. (…) O parque tem 78.875 hectares e abrange as ilhas Grande, Peruzzi, do Pavão, Bandeirantes e dezenas de outras ilhotas no rio Paraná. Criado em 1997, o parque é constituído de um ecótono (zona de transição) entre mata atlântica, cerrado e pantanal e já havia sido atingido por incêndios em anos anteriores.
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Rui Iwersen, editor
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19 de março de 2012

Em meio a crise, Planalto ameaça vetar Código Florestal

da Folha.com

Sob o efeito da rebelião em sua base de sustentação no Congresso, a presidente Dilma Rousseff já ameaça vetar o Código Florestal caso os deputados forcem a aprovação de um texto que não seja de agrado do Planalto. A bancada ruralista pressiona para que o projeto seja votado logo, mas Dilma já avisou que não tem pressa e trabalha para que a votação fique para depois da Rio +20.A aprovação, à vésperas da conferência mundial sobre ambiente, do texto que os ruralistas querem poderia representar constrangimento internacional para o governo. O veto presidencial poderia, assim, neutralizar as críticas dos ambientalistas. (…).
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Rui Iwersen, editor
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25 de março de 2012

Ato em Sorocaba planta 100 mil árvores

Sorocaba – Em pouco mais de cinco horas, 30 mil pessoas se mobilizaram para plantar 100 mil mudas de espécies nativas da região, em Sorocaba, a 92 km de São Paulo. O megaplantio, na avenida de acesso à nova fábrica da Toyota, na zona norte da cidade, deve criar uma mata com área equivalente a 20 campos de futebol. (…)
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A prefeitura pôs 150 ônibus à disposição do público e montou tendas com monitores para auxiliar os participantes. Nesses locais havia água potável à disposição de quem enfrentava o sol forte. O plantio se estendeu por uma área de seis quilômetros ao logo da Avenida Itavuvu. As mudas de 80 espécies de árvores nativas, entre elas muitas frutíferas, como pitanga e amora, e de madeira nobre, como cedro rosa e jequitibá, foram produzidas em viveiros das duas penitenciárias da cidade. A ação faz parte do Plano Municipal de Arborização Urbana, que tem como meta o plantio de 500 mil árvores em Sorocaba até o final do ano. De acordo com a professora de Engenharia Florestal Fátima Pina Rodrigues, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), que assessorou o plantio, foi adotado o sistema adensado, de cinco mudas por metro quadrado, que facilita a manutenção da área e a formação mais rápida da mata. (…)

Rui Iwersen, editor

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10 de abril de 2012

Relator tem até terça para entregar parecer definitivo sobre Código Florestal

O presidente da Câmara, Marco Maia, disse que o deputado Paulo Piau (PMDB-MG) tem até terça-feira da próxima semana (17) para entregar o parecer definitivo sobre o Código Florestal. A votação está prevista para os dias 24 e 25 de abril. “Isso daria uma semana para a discussão e o debate em torno do texto definitivo”, disse Maia.

O governo defende a aprovação do texto do Senado, mas há polêmica sobre uma emenda, aprovada na Câmara, que libera os agricultores de recompor áreas de proteção permanente desmatadas e consolida as atividades pastoris, de agricultura e de turismo nessas regiões. (…)

Rui Iwersen, editor

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15 de abril de 2012

Secas e queimadas

De 2011 para 2012, Nordeste tem aumento de 469% de cidades em emergência por estiagem

do UOL Notícias

Maceió – O número de municípios que decretaram situação de emergência por conta da estiagem que atinge o Nordeste não para de crescer e já é o maior dos últimos cinco anos, segundo levantamento realizado pelo UOL nesta sexta-feira (13). Pelo menos 458 municípios estão com decretos em vigor, sendo que metade deles já tiveram reconhecimento federal. Mais de 140 decretos foram publicados esta semana. Cerca de 4 milhões de pessoas já estão em áreas atingidas.

De acordo com a Secretaria Nacional de Defesa Civil, 222 decretos de emergência já haviam sido reconhecidos pelo órgão federal. Fora esses, mais de 200 municípios que também decretaram a situação terão a documentação analisada e poderão ser reconhecidos ou não. Ao todo, houve um aumento de 469% em relação ao número de cidades com decretos reconhecidos pelo governo federal, em comparação ao ano passado.

Foto de 8.abr.2012 – O Parque Nacional Chapada Diamantina, na Bahia, voltou a registrar focos de incêndio. Bombeiros e dois aviões-tanque do Instituto Chico Mendes atuam desde sexta-feira (6) para conter o fogo no morro do Pai Inácio, na Serra da Bacia, e na vila do Campo de São João. Nesse último local, as chamas se aproximaram de residências, assustando moradores. A Bahia tem registrado um número acima da média de focos de incêndios em decorrência da seca na região Parque Nacional da Chapada Diamantina/Divulgação

Em 2011, por exemplo, até o dia 5 de abril, o número de municípios com decretos reconhecidos era de apenas 39. Em 2010 –quando o país teve recorde de municípios em situação de emergência– foram 134 municípios homologados por seca ou estiagem no Nordeste. Segundo o meteorologista e professor da Universidade Federal de Alagoas, Humberto Barbosa, existe uma transição do La Niña (responsável por mais chuvas no sertão) para El Niño, o que explica a maior estiagem neste período de 2012. O professor explicou também que outra parte do problema está nas mudanças climáticas que ocorrem nos oceanos. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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23 de abril de 2012

Código florestal ontem, no Dia da Terra …

Veja imagens do Dia da Terra pelo Brasil e pelo mundo (22/4/12)

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Ativistas realizaram ato no Dia da Terra contra o novo Código Florestal Brasileiro, em frente ao Hotel Copacabana Palace, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro Mais Luis Cleber/Agência Estado/BOL Fotos

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… e hoje em Brasilia

Governo trabalha para mudar relatório do Código Florestal antes da votação

 UOL Notícias

Brasília – Previsto para ser votado nesta terça-feira (24) no plenário da Câmara, o relatório do novo Código Florestal do deputado Paulo Piau (PMDB-MG) não agrada o Palácio do Planalto e não é consenso entre os líderes partidários. Diante do impasse, o líder do governo na Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), defendeu nesta segunda-feira (23) que tentará entre hoje e amanhã alinhavar um texto de consenso entre os líderes.

“Possível é [votar amanhã], mas vai depender de tratativas que nós vamos fazer, de hoje até amanhã, porque o parecer apresentado pelo relator, deputado Piau, não tem o apoio do governo na medida em que consolida uma anistia” (…)

Rui Iwersen, editor

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30 de abril de 2012

Situação das florestas no Dia do Índio de 2012 – dia 19 de abril

Desmatamento na Amazônia Legal no mês de março foi 15% maior, registra Imazon

19/04/2012 | do UOL Notícias e Agência Brasil 

Brasília – O desmatamento da Amazônia Legal em março atingiu 53 quilômetros quadrados, área 15% maior que a de março de 2011, quando foram desmatados 46 quilômetros quadrados. Os dados são do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).Cerca de 60% do desmatamento ocorreu em Mato Grosso. O Pará está em segundo lugar, com 25% e Rondônia em terceiro, com 9%.

Entretanto, houve redução de 22% do desmatamento acumulado entre agosto de 2011 a março de 2012, totalizando 760 quilômetros quadrados a menos de floresta. No período anterior (de agosto de 2010 a março de 2011), foram desmatados 969 quilômetros quadrados. (…)

Rui iwersen, editor

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08 de maio de 2012 

Ideli diz estar convicta de que Dilma vetará pontos do Código Florestal

do UOL Notícias e Agência Brasil

A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, disse nesta terça-feira (8) que tem convicção de que a presidenta Dilma Rousseff vetará pontos do texto do novo Código Florestal, aprovado no mês passado pela Câmara dos Deputados.

De acordo com a ministra, já é pacífico que a presidenta não permitirá os dispositivos que concedam anistia a desmatadores e que causem prejuízos a pequenos agricultores. “Está consagrado. Anistia a desmatadores e prejuízo aos pequenos agricultores são duas questões que a presidenta já havia sinalizado claramente que não admitira no Código Florestal”, disse a ministra após se reunir no Senado com líderes governistas. “Tenho a convicção de que alguns artigos com certeza serão vetados e portanto a tramitação de um projeto que possa suprir essas lacunas oriundas dos vetos seria bastante positivo”, disse a ministra.

Ideli disse ainda que o governo considera positiva a proposta alternativa do Senado, de autoria de Luiz Henrique (PMDB-SC) e Jorge Viana (PT-AC). Essa proposta foi apresentada no dia 25 de abril e trata da consolidação de áreas de preservação permanente (APPs) às margens de rios, próximos a encostas e a topos de morro, além da reserva legal – parte de mata nativa em propriedades que deve ser preservada (o tamanho varia conforme o bioma). ”O governo vê com bons olhos [essa proposta], até porque, o governo estava torcendo, apoiando e fazendo um apelo para que a Câmara aprovasse o texto que foi fruto de um acordo muito positivo entre ambientalistas e ruralistas que foi obtido aqui no Senado. Como a Câmara acabou apoiando mais a posição dos ruralistas, a presidenta deverá tomar como decisão, nos próximos dias, o veto”, explicou a ministra. (…)

Campanha “Veta, Dilma!” vira fenômeno nas redes sociais

 Anúncio publicado pelo Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, uma coalizão formada por 163 organizações da sociedade civil brasileira contrárias ao projeto que modifica o Código Florestal. A peça, que mostra a assinatura da presidente Dilma, diz que as florestas brasileiras levaram milhões de anos para se formar, mas que bastam apenas dois segundos (o suficiente para completar a assinatura) para destruí-las Mais Reprodução
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Rui Iwersen, editor de GaiaNet
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20 de maio de 2012

Manifestação ‘#VetaTudoDilma’ reúne 1.500 pessoas em SP

Cerca de 1.500 pessoas se reuniram, na manhã deste domingo, em frente ao Monumento das Bandeiras, nas proximidades do Parque do Ibirapuera, na zona sul de São Paulo, em um ato público a favor do veto ao novo Código Florestal Fabio Braga/Folhapress/BOL Fotos

Rui Iwersen, editor de GaiaNet
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22 de maio de 2012

Dilma vetará de 12 a 14 artigos do Código Florestal, diz Carlos Minc

Folha.com

RIO – O ex-ministro e atual secretário de Meio Ambiente do Rio, Carlos Minc, afirmou ontem que a presidente Dilma Rousseff irá vetar entre 12 e 14 artigos do Código Florestal aprovado pelo Congresso.Segundo ele, que garantiu conversar frequentemente com Dilma sobre o tema, o veto não será total porque a decisão precisa ter “sustentabilidade política”: “Não adianta a presidenta fazer bonito, vetar tudo e o veto ser derrubado”, explicou.

De acordo com Minc, após o veto será editada uma medida provisória com novas regras para as áreas de proteção permanente e margens de rios, entre outros pontos. Pequenos produtores terão tratamento diferenciado. A estratégia, disse, é reestabelecer alguns itens acordados no Senado que depois foram derrubados pela Câmara. (…) A presidente Dilma Rousseff tem até o dia 25 para sancionar ou vetar o Código.
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Rui Iwersen, editor
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24 de maio de 2012

Dilma deve decidir nesta quinta por veto parcial a Código

UOL Notícias 

Brasília – A presidente Dilma Rousseff fechará nesta quinta-feira (24) a posição do governo pela sanção e vetos parciais ao texto do Código Florestal aprovado na Câmara dos Deputados, mas deve fazer o anúncio após falar com líderes aliados, disseram à Reuters nesta quarta-feira dois ministros que participam das negociações. Dilma tem nova reunião sobre o tema com os ministros no início da tarde de quinta. O prazo para sanção presidencial termina na sexta-feira. Segundo o relato de um ministro, devem ser sancionadas partes do texto da Câmara e do Senado. (…) Segundo um ministro, haverá um escalonamento na exigência de recomposição de áreas consolidadas em áreas de preservação permanente (APPs) para dar um tratamento diferenciado ao pequeno agricultor, para que ele precise recompor menos do que proprietários de grandes áreas de terra.

Campanha “Veta, Dilma!” vira fenômeno nas redes sociais

Nova imagem de Mauricio de Sousa traz recado de Chico Bento: “Licença, dona Dirma! A gente num intendi muito das coisa da lei mais intendi das nossa necessidade! I nóis percisa das mata, dos rio, dos peixe…! Tá todo mundo achando qui isso vai sê mexido pra pior! A sinhora podi ajudá pra isso num acontecê? Nossa gente vai agardecê por toda a vida! Eu juro!”
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Nesta quarta, a ministra Ideli Salvatti, das Relações Institucionais, afirmou que o veto parcial deve ser anunciado na quinta. “Estamos todos na expectativa de que, no mais tardar até amanhã, ela deva estar já com a decisão tomada para poder fazer a publicação no Diário Oficial da sexta-feira”, disse Ideli. Nos últimos dias os ministros ouviram especialistas de universidades e órgãos técnicos do governo, além de ex-ministros da área da Agricultura.(…)
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Rui Iwersen, editor 
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25 de maio de 2012

Governo veta 12 artigos e faz 32 modificações no Código Florestal

 Folha.com

BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff vetou 12 artigos do projeto do novo Código Florestal aprovado pelo Congresso. As alterações estão sendo apresentadas nesta sexta-feira no Palácio do Planalto pelos ministros Izabella Teixeira (Ambiente), Mendes Ribeiro (Agricultura), Pepe Vargas (Desenvolvimento Agrário) e Luis Inácio Adams (Advocacia-Geral da União). (…)

Evaristo Sá – 24.mai.12/France Presse
Manifestante fantasiado de Dilma pressionou para que a presidente vetasse projeto do Código Florestal
Manifestante fantasiado de Dilma pressionou para que a presidente vetasse projeto do Código Florestal

As alterações pretendidas pelo governo serão editadas através de Medida Provisória, que deverá ser publicada, juntamento com os vetos, no “Diário Oficial da União” de segunda-feira.

Na apresentação, a ministra Izabella Teixeira afirmou que o governo buscou “recompor o texto do Senado, preservar acordos, respeitar o Congresso, não anistiar o desmatador”. O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, tentou evitar que as decisões sejam consideradas como pró-ambientalistas ou como pró-ruralistas. “Esse não é código dos ambientalistas, não é o código dos ruralistas, este é o código do bom senso”, afirmou Mendes Ribeiro. (…) Prevaleceu no governo a posição de Izabella, que defendia o texto do Senado como o melhor acordo possível para conciliar produção agrícola e conservação. Ontem à noite, ambientalistas iniciaram uma vigília em frente ao Planalto. A Polícia teve de intervir, mas não houve confronto. O governo recebeu uma petição com 1,9 milhão de assinaturas pedindo o veto ao novo código.

Rui Iwersen, editor

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29 de maio de 2012

Mata Atlântica perdeu 13 mil hectares em um ano

SOS Mata Atlântica

Mapa mostra os remanescentes da Mata Atlântica

Mais de 13 mil hectares de Mata Atlântica foram desmatados no Brasil no período de maio de 2010 a maio de 2011, segundo o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, divulgado hoje (29) pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Na pesquisa anterior (2008–2010), a área desmatada correspondia a 15.597 hectares, na média anual. Atualmente, restam apenas 7,9% da cobertura de vegetação no bioma.

De acordo com o levantamento, os Estados onde a situação é mais preocupante são Minas Gerais, onde foram desmatados 6.339 hectares entre maio de 2010 e maio de 2011, e a Bahia, onde o desmate atingiu 4.493 hectares no período. Já os Estados com menos áreas desmatadas (em hectares) são Goiás, com 33; o Paraná, com 71; e o Rio de Janeiro, com 92. (…)

Rui Iwersen, editor

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30 de maio de 2012

Desmate na mata atlântica cai 58%; restam 7,9% da área original

 BOL

Se a mata atlântica tem inimigos, boa parte deles está em Minas Gerais. Cerca de metade dos 13,3 mil hectares desmatados nesse bioma em 2011 está em terras mineiras. Os dados são do “Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica”, divulgado ontem pela Fundação SOS Mata Atlântica em parceria com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).O desmate total na região da mata atlântica –vegetação de florestas, de mangues e de restingas (cobertura vegetal rasteira próxima ao mar) que aparece em 17 Estados do país– equivale a mais de 13 mil campos de futebol. Além do destaque para Minas (com 6.339 hectares a menos), há também a Bahia (4.493 hectares). O número total caiu 58% em relação ao levantamento de 2010, quando o desmate atingiu 31,19 mil hectares. (…).
Rui iwersen, editor
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20 de junho de 2012

Temas da Rio+20 – reflorestamento

Um compromisso de Brasil, EUA e Ruanda pelas florestas

A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) anunciou ontem, no Rio Centro, que instituições de Brasil, estados Unidos e Ruanda, na África, comprometeram-se a restaurar mais de 18 milhões de hectares degradados de florestas até 2020. (…) o que injetaria US$80 bilhões nas economias locais. Governos estaduais e ONGs se comprometeram a restaurar 1 milhão de hectares da Mata Atlântica, o bioma mais degradado do Brasil. Os EUA farão sua parte em 20 florestas, onde pretendem recuperar 15 milhões de hectares de florestas; e Ruanda , em 2 milhões de hectares. (…)
Fonte: O Globo; Especial Rio+20; 19/06/2012
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Rui Iwersen, editor de GaiaNet, Rio de Janeiro
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01 de julho de 2012
As próximas postagens serão feitas no início da página
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5 Comentários

  1. beatriz said,

    23 de abril de 2012 at 6:49

    parabens. nunca vi algo tao importante
    escrito mediante aos olhos.

  2. 16 de março de 2012 at 18:31

    eu nao acredito q as matas estao pegando fogo sozinhas. vos de brasilia e culpado. entao eu digo cade os satelites espioes, cade as naves do poder. os homens inteligentes so sabem escrever os fatos e sair de helic para camentar os danos causados de proprosito. ou eu sou otario, falando coco. eu to ligado q vos tem tudo mas nao querem fazer o q é que tem q fazer, pq o interese é outro. entao…vamos arranca oleo, fazer barragem, alcool e todas essas imundisse q humanos limitados faz cem ofenças…jcc

  3. joao kuffel said,

    1 de dezembro de 2009 at 10:24

    A técnica rudimenar de queimada vem de geração a geração. Felizmente a agricultura vem abolindo a tempo esta pratica. A dificuldade maior é aboli-la nas regiões onde a agricultura continua sendo rudimentar, como, por exemplo, o oeste da Bahia, onde, para realizar a caça era comum queimar milhares de hectares, ateando fogo do lado do vento e esperar na outra extremidade, as vezes queimando mais de 50 mil ha. A agricultura técnificada cortou este ciclo, porém o nordeste é muito extenso, bem como o norte, onde ainda se utiliza esta forma de buscar alimento para a familia, segundo eles.

  4. 6 de outubro de 2009 at 19:10

    Queimadas continuam a destruir as florestas brasileiras.
    O relatório de Novembro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela a contínua degradação da floresta amazónica em detrimento das grandes áreas agrícolas e pecuárias. A floresta brasileira corre o risco de diminuir nas imediações dos campos de cultivo, devido à falta de financiamento que poderia garantir métodos alternativos às queimadas, admitiu Homero Alves Pereira. O secretário de Desenvolvimento Rural e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Mato Grosso (Famato), no Brasil, disse que esta situação se deve aos métodos utilizados, em especial às queimadas (prática que utiliza o fogo de forma controlada), que continuam a ser uma das causas da desflorestação da mata e floresta brasileira.
    Para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), se nada for feito, milhares de hectares de floresta serão perdidos. Para já, é certo que a expansão da agricultura, em regiões próximas da floresta Amazónica, está a reflectir-se de uma forma acentuada no próprio meio ambiente. O estudo do IBGE sobre o desenvolvimento sustentável no Brasil, divulgado este mês de Novembro, revelou que não só aumentou a utilização de fertilizantes, assim como cresceu a prática das queimadas e os incêndios florestais. Estes métodos são utilizados com frequência para transformar uma densa mancha verde nativa em áreas específicas para a agricultura e pecuária. De acordo com a IBGE, que recorreu aos dados recolhidos por satélite, só em 2003, foram detectados no Brasil 213 mil focos de incêndio. No referido relatório, o presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes, salientou que “a expansão da agricultura tem uma repercussão ambiental”. Convém não esquecermos que a floresta é um recurso natural não-renovável.
    Pereira Nunes alertou ainda que se nada for feito, “as regiões a sul e leste da Amazónia [ainda intacta], que compreendem hoje o que se chama de arco de desmatamento (…) podem ser a próxima fronteira a ser destruída”, anunciou no relatório divulgado pela IBGE.
    No interior do Brasil existem inúmeros pequenos agricultores pobres e com fracos recursos cujo único meio de subsistência é a terra. Se não houver apoios financeiros, estes pequenos agricultores vão continuar a usar os mesmos métodos, ou seja, queimam áreas que pertencem à floresta, cultivam o terreno até este deixar de ser produtivo e voltam a recorrer às queimadas. O problema é que esta não é prática comum apenas dos pequenos agricultores; as grandes indústrias agrícolas não deixam de ter a sua parte de culpa.
    De acordo com Homero Alves Pereira, o Brasil é um dos maiores exportadores de bens como o café, cana de açúcar, sumo de laranja, carne e “é de esperar que ultrapasse, nos próximos anos, os Estados Unidos no que respeita à exportação de feijão”, declarou à Reuters. Aquele responsável não deixou ainda de observar: “toda a gente sabe qual é o grande negócio no Brasil: é o ‘agronegócio’. A agricultura é o chamamento primário do país”. E os dados estatísticos parecem justificar esta afirmação; a exportação de bens agrícolas produzidos nas grandes fazendas brasileiras representam 40 por cento do total das exportações do país.
    Encontrar o ‘meio termo’ entre o desenvolvimento sustentável e a necessária produção agrícola continua a ser um desafio num país que apresenta a pior distribuição de riqueza do mundo. Enquanto as soluções não forem equacionadas, a marcha lenta da destruição do “pulmão da Terra” continuará.
    Segundo o IBGE, a taxa de desflorestação da Amazónia apresenta valores altos, preocupantes, e não se tem verificado tendência para a sua diminuição.

  5. marcos vinicius dos santos said,

    6 de outubro de 2009 at 19:09

    adorei este trabalho


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