Conferências sobre Meio Ambiente

3ª série de GaiaNet
Conferências Ecológicas
Conferências sobre Meio Ambiente
Editor – Rui Martins Iwersen

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15 de dezembro de 2014

COP 20

O acordo de Lima sobre o clima

Lima – O acordo fechado em Lima na 20ª conferência da ONU sobre o clima cria as bases do pacto multilateral que deve ser alcançado no próximo ano em Paris para limitar o aquecimento global. Seguem abaixo os principais pontos do documento:

Compromissos de redução dos gases do efeito estufa:

- Deverão ser apresentados até março de 2015 “pelas partes prontas”, e até a conferência de Paris pelas demais.

- Serão determinados pelos próprios países.

- Devem ir além das ações já empreendidas.

- Podem conter informações sobre o ano de referência, o período de compromisso, um calendário da colocação em prática, o método de cálculo escolhido, um plano de ação por setor.

- Serão publicados no site do secretário da Convenção da ONU Sobre as Mudanças Climáticas, nenhum processo de avaliação previsto.

- Serão compilados pelo secretário, que irá preparar uma síntese para 1º de novembro de 2015, a fim de comparar o esforço global com o objetivo de limitar a 2°C o aumento da temperatura do planeta. (…)

Leia mais em: http://zip.net/bhqsdW

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13 de dezembro de 2014

COP 20

Países não chegam a acordo em negociações sobre clima após nova sessão

As confederações dos 195 países presentes não entraram em acordo Leia mais

Ainda não houve acordo entre os 195 países presentes na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP20), que acontece há duas semanas em Lima, no Peru.

Após uma nova rodada de debates neste sábado (13) –o evento deveria ter acabado na véspera–, os representantes dos países não conseguiram chegar a um consenso sobre as medidas a serem adotadas mundialmente contra o aquecimento global. O principal impasse de hoje ficou por conta de China e EUA, os dois maiores emissores de poluentes. (…)

Limitar aquecimento global a 2ºC até 2100

As nações ricas e pobres tentam chegar a um acordo sobre qual a responsabilidade de cada país para impedir o aumento das emissões mundiais de poluentes. Outro desafio é levantar um prometido fundo de US$ 100 bilhões por ano, até 2020, para ajudar as nações pobres a lidarem com as consequências de um mundo mais quente.

Cientistas advertem que, com o atual nível de emissões de carbono, as temperaturas aumentariam 4ºC até o fim do século. O objetivo desse pacto global é reduzir as emissões de poluentes para limitar o aquecimento global a 2ºC até 2100. (…)

Leia [e veja] mais em: http://zip.net/bvqr9t

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11 de dezembro de 2014
COP 20

Montanhas precisam de mais atenção em acordos globais

Lima – Os sistemas montanhosos são cruciais para o fornecimento de água no mundo e exigem que um acordo para enfrentar as mudanças climáticas disponha de mais financiamento para sua proteção, disseram especialistas reunidos nesta quinta-feira em Lima.

No dia internacional das montanhas, um grupo de especialistas de várias regiões insistiram em que a comunidade internacional incorpore apropriadamente o cuidado com elas, como um aspecto vital para abrandar efeitos da mudança climática.

“A biodiversidade e os serviços hídricos que as montanhas oferecem exigem que sejam apropriadamente incorporadas nos objetivos da COP 21″, disse o diretor do Instituto Internacional de Montanhas, Andrew Taber, referindo-se à conferência em Paris que fixará, em 2015, um novo acordo global sobre o clima. (…)

Leia mais em: http://zip.net/bxqrXM

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27 de novembro de 2014

COP 20

Brasil vai propor metas para o efeito estufa

O Brasil vai apresentar à Conferência das Partes sobre o Clima (COP 20), na próxima semana, em Lima, uma proposta para que países em desenvolvimento também assumam metas de mitigação da emissão de gases do efeito estufa e de adaptação às consequências do aquecimento. As metas, no entanto, seriam autoimpostas e sim determinadas de acordo com o que cada país acha possível fazer.

A alternativa brasileira pretende ser a solução para o impasse que, até agora, tem dificultado as negociações para um acordo que substitua o Protocolo de Kioto a partir de 2020. (…)

Leia mais em: http://zip.net/btqjrw

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03 de novembro de 2014

Florianópolis Inicia a Semana Lixo Zero

SEMANA LIXO ZERO 2014

Logo Semana Lixo Zero 2014 (1)

LINK DO EVENTO NO FACEBOOK

LINK PROGRAMAÇÃO

LINK SITE SEMANA LIXO ZERO

FOTOS EDIÇÕES ANTERIORES

a) O que é

A Semana Lixo Zero 2014 acontecerá de 01 a 09 de novembro em diversas cidades. [inclusive em Florianópolis] As atividades, de caráter multidisciplinar, serão realizadas em diferentes locais e voltadas para diversos públicos.

b) Objetivo Geral
Fazer com que a sociedade reflita sobre a geração e a gestão de seus resíduos, difundir o Conceito Lixo Zero e promover metas Lixo Zero e suas práticas.

d) Resultados esperados
Esperamos, através destes eventos, que novas reflexões, mas principalmente práticas, sejam adotadas em busca de uma cidade e de um mundo melhor no que diz respeito à gestão de resíduos.

e) Quem realiza
A Semana Lixo Zero é organizada por diversas entidades e pelo Instituto Lixo Zero Brasil, que é uma instituição da sociedade civil autônoma sem fins lucrativos, sediada em Florianópolis e fundada em 2010, sendo pioneira na disseminação do Conceito e Princípios Lixo Zero no Brasil. Faz parte da ZIWA – Zero Waste International Alliance (www.zwia.org), movimento internacional de organizações que disseminam o Conceito e Princípios Lixo Zero no Mundo.

Mais informações e programação em: www.ilzb.org/semanalixozero

obs: Na programação da Semana Lixo Zero, o Grupo Gepea apresentará “Sujismundo e sua turma”, 5ª feira, dia 6, às 14 horas, no CDL, na Rua Felipe Schimidt.

Inscrição gratuita: https://www.sympla.com.br/sujismundo-na-semana-lixo-zero__25396

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22 de setembro de 2014

ONU realiza cúpula para relançar luta contra mudanças climáticas

NOVA YORK – Mais de 120 chefes de Estado e de governo participarão nesta terça-feira, em Nova York, de uma cúpula das Nações Unidas que busca dar um novo impulso às negociações internacionais para limitar o aquecimento global, antes da conferência crucial de Paris, em 2015.

Está previsto que nesta reunião anúncios de compromissos que facilitarão finalmente a obtenção de um acordo concreto na conferência de 2015, algo que não aconteceu em Copenhague-2009.

Segundo a ONU, trata-se da maior concentração de líderes já realizada sobre este tema. “É preciso agir urgentemente: quanto mais esperarmos, mais pagaremos em vidas humanas e em dinheiro perdido”, considera o secretário-geral, Ban Ki-moon. O objetivo das negociações é limitar o aquecimento global a dois graus Celsius com relação à era pré-industrial. (…)

Leia mais em: http://zip.net/brpDmm

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23 de agosto de 2014.

Seminário Oceanos
28/08/2014seminário oceanos

O Seminário Saúde dos Oceanos busca trazer à discussão pública durante a Virada Sustentável a temática da conservação marinha, focada especialmente no Brasil, com vistas a contribuir para a formação de consciência entre o público em geral e autoridades para a necessidade de se ter um olhar de sustentabilidade voltado para o mar brasileiro.

Mais do que trazer personalidades públicas ligadas a preservação do meio ambiente marinho, o evento pretende reunir pessoas e profissionais que de alguma forma já interagem ou atuam com nossos mares, atentos ás suas mudanças, seus problemas, necessidades e principalmente protagonistas de ações e caminhos para a mudança positiva do quadro geral e, a partir de suas trajetórias e experiências, estimular a participação do público em um debate sobre o futuro dos oceanos e o papel do Brasil em sua conservação e uso sustentável.

seminario 3

- See more at:http://www.sosma.org.br/eventos/seminario-oceanos/#sthash.WRALv1x6.dpuf.

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24 de maio de 2014

Alerta à Humanidade nº 9

Sinais do aquecimento global nº 7

Fontes de água doce, ecossistemas de montanha estão ameaçados pelo aquecimento

2011: Pinguins migram do Cabo da Boa Esperança, na África do Sul, devido às mudanças climáticas Schalk van Zuydam/AP

As montanhas, fontes vitais de água doce, são alguns dos ecossistemas mais sensíveis às mudanças climáticas e estão sendo afetadas mais rapidamente do que outros habitats terrestres, advertiu a Unesco em um relatório apresentado no Peru durante um fórum para analisar o problema.

O Fórum Mundial de Montanhas, realizado na sexta e no sábado em Cusco (sudeste), reúne cientistas, organizações internacionais e tomadores de decisão para analisar, entre outros temas, como lidar como o impacto das mudanças climáticas sobre os recursos hídricos das áreas montanhosas. (…) As montanhas e seus vales adjacentes ocupam 24% da superfície terrestre e abrigam 1,2 bilhão de pessoas, segundo dados das Nações Unidas. “Quase 50% da população mundial depende da água produzida através das montanhas”.

Os sistemas de fornecimento de água que estão sendo mais afetados pelas mudanças climáticas são aqueles que são alimentados pelas geleiras e pela neve e por áreas montanhosas, segundo estudos de agências da ONU e de organizações ambientalistas.

A reunião de Cusco também será preparatória para os documentos que serão debatidos na Cúpula de Mudanças Climáticas (COP20) que será convocada por 195 países em dezembro próximo, em Lima. (…)

Leia mais em: http://zip.net/brntqB

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21 de maio de 2014

Alternativas alimentares futuras

Conferência na Holanda quer disseminar uso de insetos na alimentação

Arnold van Huis, professor de entomologia tropical da Universidade de Wageningen, na Holanda, experimenta prato frito feito de vegetais, larvas de bicho-da-farinha e gafanhotos.

Leia [e veja] mais em: http://zip.net/bcnrq2

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09 de abril de 2014

Lentidão na implantação do Código Florestal preocupa

Na quarta-feira (2/4), a Frente Parlamentar Ambientalista (FPA) do Congresso Nacional, a Fundação SOS Mata Atlântica, o Observatório do Código Florestal e a Frente Parlamentar Catarinense da Agricultura Familiar realizaram na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC), o seminário “Dois anos de aprovação do Código Florestal”. A lentidão e dificuldades para efetiva implantação da Lei, dois anos após a sua aprovação, foi alvo da preocupação e crítica dos especialistas presentes. (…)

Mário Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, lembrou que a valorização da agricultura familiar, e, consequentemente, a justiça social, são exatamente um dos objetivos do Cadastro Ambiental Rural (CAR), considerado a principal ferramenta da Lei 12.651, o Novo Código Florestal, mas que ainda carece de regulamentação em nível federal mesmo após dois anos da vigência da lei. (…)

Leis que não pegam

João de Deus Medeiros, Professor da Universidade Federal de Santa Catarina e ex-Diretor do Departamento de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, ressaltou que o antigo Código Florestal foi alterado justamente porque não era cumprido, por ser considerado uma legislação atrasada. Teoricamente, a alteração no Código traria ajustes para que as regras ambientais fossem aplicadas. (…)

Da mesma forma, a implantação do CAR, com o qual “todos os demais instrumentos se articulam e vinculam”, está estagnada. (…) “A inércia da União infelizmente cria um quadro de incertezas e insegurança jurídica, comprometendo a repactuação promovida no Congresso Nacional” alerta.

Retrocessos

Aldem Bourscheit, do Observatório do Código Florestal e analista de políticas públicas do WWF-Brasil, comentou sobre os diversos pontos controversos das regras para a recuperação das APPs na Lei 12.651. Como um dos exemplos apresentados, Bourscheit mostrou imagens de deslizamentos de terra ocorridos na região de Teresópolis (RJ), mostrando como o respeito aos limites das APPs teria evitado muitas perdas humanas e econômicas. (…)

- See more at: http://www.sosma.org.br/17521/lentidao-de-implantacao-codigo-florestal-preocupa/#.dpuf

Fonte: Ecos da Mata nº 469

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02 de março de 2014

Alerta à Humanidade nº 3

Aquecimento climático causará perda de colheitas e outros danos, diz o IPCC

O aquecimento climático reduzirá a produção mundial de cereais em até 2% a cada dez anos e poderá representar 1,45 trilhão de dólares até o fim deste século, segundo um projeto de relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). (…) Segundo o rascunho atribuído ao IPCC, a produção mundial global perderá entre 0,2 e 2% se a temperatura aumentar 2,5 graus. (…)

A comunidade internacional fixou o objetivo de concluir até o final de 2015, durante a Conferência sobre o Clima da ONU em Paris, um acordo global e urgente de redução das emissões de gases de efeito estufa para limitar o aquecimento a 2°C em relação à era pré-industrial.

Leia mais em: http://zip.net/bgmC7X

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23 de janeiro de 2014

Alerta à Humanidade nº 1

Entre as várias informações ecológicas editadas em GaiaNet desde 2009, muitas são alertas a pessoas, a comunidades, a profissionais, a povos, a países, a regiões, a continentes e, de modo geral ou específico, à Humanidade.

Infelizmente, novos alertas serão editados. Portanto, a partir de hoje, ao lado dos quadros ‘Freud explica’ (atualmente no nº 12), ‘Darwin tinha razão’ (no nº 9) e ‘Mensagens quixotescas’ (no nº 2), editados em algumas páginas de GaiaNet, editaremos também o quadro “Alerta à Humanidade”.

Inicio o quadro ‘Alerta à Humanidade’ de GaiaNet com um alerta da ONU, através do IPCC, sobre as possibilidades do processo de aquecimento global no século XXI.

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Alerta à Humanidade nº 1

Alerta da Organização das Nações Unidas (ONU)

Para IPCC, é necessário agir antes de 2030 para manter meta de 2ºC

AFP

PARIS – A meta de limitar o aquecimento global a 2ºC será mais difícil de conseguir caso não sejam tomadas medidas necessárias em larga escala até 2030 para conter a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, informou o IPCC. Os membros do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) mostram, em uma versão final de um relatório com publicação prevista para abril os diferentes cenários, segundo as médias tomadas para atenuar o aquecimento. (…)

Os cientistas consideram que só os cenários que preveem uma concentração média de gases de efeito estufa entre 430 e 480 ppm (partes por milhão) em 2100 podem realmente limitar o aumento da temperatura média do planeta a 2ºC. Acima de 530 ppm, é improvável que se consiga.

Mas as emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera não param de aumentar (2,2% ao ano entre 2000 e 2010) e, se a tendência se mantiver, a concentração poderá alcançar as 450 ppm em 2030 e aumentar entre 750 e 1.300 ppm em 2100, segundo o IPCC. ”Limitar os níveis de concentração na atmosfera (dos gases de efeito estufa) a 530 ppm ou menos será um desafio mais difícil de alcançar e as opções de alcançá-lo serão mais reduzidas, se as medidas de redução de emissões forem adiadas para além de 2030″, diz o texto. (…)

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24 de novembro de 2013

Resultados da COP 19

Clima: principais pontos do texto adotado em Varsóvia

AFP

Seguem abaixo os principais pontos dos acordos adotados neste sábado na Conferência do Clima de Varsóvia:
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- RUMO AO ACORDO DE 2015 EM PARIS:
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O texto “convida todas as partes a lançar, ou intensificar, seus preparativos sobre as ‘contribuições’ que devem submeter, sem prejuízo de sua natureza legal” no acordo de 2015, e a “comunicá-los antecipadamente” à conferência de Paris (até o primeiro trimestre de 2015 para as partes)”.
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- AJUDA FINANCEIRA AOS PAÍSES DO SUL:
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Pede-se aos países centrais que “continuem a mobilizar dinheiro público, em níveis superiores” aos da ajuda de urgência decidida para 2010-2012, de US$ 10 bilhões por ano. Além disso, a primeira capitalização do Fundo para o Clima “deve atingir um nível muito significativo, que reflita as necessidades e os desafios que devem superar para enfrentar a mudança climática”.
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- PERDAS E DANOS:
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Criação de um “mecanismo internacional de Varsóvia sobre perdas e danos”, submetido pelos países do Sul por causa do aquecimento global, quaisquer que sejam as medidas de adaptação ou de mitigação tomadas.
Pode-se tratar ainda de eventos extremos, como furacões, ou a lenta evolução do nível dos mares.
Deverá permitir melhorar os “conhecimentos” e “aumentar o apoio, incluindo financeiro, tecnológico (…) para tratar da questão das perdas e dos danos associados aos efeitos desfavoráveis da mudança climática”. (…)
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- PROTEÇÃO DAS FLORESTAS:
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O mecanismo REDD+ (Redução das Emissões causadas pelo Desflorestamento e pela Degradação das Florestas), adotado em Cancún em 2010, foi completado. Ele consiste em levar os países com preciosas florestas tropicais a evitar que sejam derrubadas, ou a administrá-las de maneira sustentável, oferecendo-lhes compensações financeiras.
Um dos grandes avanços de Varsóvia é a “santuarização” das “cláusulas de salvaguardas”, sobre a proteção das populações autóctones, ou ainda a da biodiversidade, que possam ser ameaçadas por projetos REDD+ (ex.: proibição da caça nas zonas protegidas).
O texto prevê que os países em desenvolvimento deverão “respeitá-las antes de receber” o dinheiro, mas a questão central do financiamento desse sistema não foi acertada.

Leia mais em: http://zip.net/bmlzNW

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23 de novembro de 2013

Brasil sedia Fórum Mundial de Ciência, que debaterá a sustentabilidade global

EFE

O Brasil vai receber entre os dias 24 e 27 de novembro um dos principais eventos relacionados à ciência no mundo, e se tornará sua capital, com a participação de profissionais e pesquisadores dos mais diversos países.Esta é a primeira vez que o Fórum Mundial da Ciência (FMC) será realizado fora da Europa. As cinco edições anteriores aconteceram em Budapeste, capital da Hungria, mas em 2011 o comitê organizador do evento escolheu a cidade do Rio de Janeiro para sediá-lo.
O tema central deste ano será “Ciência para o Desenvolvimento Sustentável Global”.A importância deste fato foi destacada nesta sexta-feira no Seminário Brasil – Ciência, Desenvolvimento e Sustentabilidade, realizado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e que serviu de antessala para o evento mundial. (…)
Quatro temas foram destaque nestes encontros: Educação em Ciência; difusão e acesso ao conhecimento e interesse social; ética em ciência; e ciência para o desenvolvimento sustentável e inclusivo. (…)

Leia mais em: http://zip.net/brlzGm

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31 de outubro de 2013

Resultados da 4ª Conferência Nacional do Meio Ambiente Clique aqui

Catadores ajudam a implantar Política de Resíduos Sólidos

Fim de festa: ministra confraterniza com os delegados
Fim de festa: ministra confraterniza com os delegados
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Conferência do Meio Ambiente aprova 60 recomendações para aprimorar a lei
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A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciou neste domingo (27/10), no encerramento da 4ª Conferência Nacional do Meio Ambiente, em Brasília, a criação de um grupo de trabalho permanente, vinculado ao seu gabinete, com um representante dos catadores de produtos recicláveis, para acompanhar a implantação da Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS).
É a primeira medida a ser tomada após o evento, que reuniu quase 3 mil pessoas, de 27 Estados, para elaborar uma pauta prioritária com 60 recomendações que foram encaminhadas ao governo para tornar a política uma realidade. (…)
As propostas vencedoras do fórum nacional recomendam ao governo que amplie e diversifique suas ações na área de educação ambiental, fortaleça a fiscalização com leis e medidas mais rígidas, estimule com campanhas e recursos financeiros a reciclagem, desonere a logística reversa, valorize a mão de obra dos catadores e elabore leis que proíbam a incineração de resíduos recicláveis. (…)
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Clique aqui e confira o resultado final da 4ª CNMA
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28 de outubro de 2013

4ª Conferência Nacional do Meio Ambiente

Painel debate desafios da Política Nacional de Resíduos Sólidos

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Foto enviada por Hélio Leite, representante do Grupo Interinstitucional de Gestão dos Resíduos Sólidos (GIRS) de Florianópolis na Conferência
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Ambientalista faz histórico da tramitação do projeto no Congresso
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A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) é um marco para engajar todos os atores sociais no processo de mudança que o país está passando, desde os catadores até os empresários, disse o ambientalista Fábio Feldman, autor, como deputado, do primeiro projeto de lei que tratou do assunto.
Durante o Ciclo de Debates da 4ª Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA), nesta sexta-feira (25/10), em Brasília, Feldman presidiu o painel sobre a Lei 12.305/10, que instituiu a PNRS, discorrendo sobre o histórico que levou a lei de resíduos sólidos ficar mais de 20 anos sendo debatida no Congresso Nacional. Um dos pontos que sofreu resistência, segundo ele, foi a questão da responsabilidade pós-consumo. (…)
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Para o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas Júlio Pinheiro, a PNRS é uma lei possível de ser aplicada em sua essência, superando os desafios. Ele explica que os tribunais atuam no controle preventivo para evitar o dano ambiental. (…) Wanderley Baptista, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), opinou que a indústria brasileira pode ser tornar mais competitiva com o foco na sustentabilidade, já que os resíduos sólidos têm valor econômico. (…)
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A educação ambiental foi apontada como um tema transversal, que perpassa todos os pontos da lei, e representa uma das oportunidades de mudança cultural. (…)
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26 de outubro de 2013

4ª CNMA

4ª Conferência do Meio Ambiente vota documento final no domingo

Comissões plenárias selecionam propostas que irão à deliberação final
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Termina neste domingo (27/10) a 4ª. Conferência Nacional do Meio Ambiente, realizada para a elaboração de propostas de implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
Na cerimônia de encerramento, prevista para as 15 horas, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, recebe o documento final, com   propostas elaboradas e votadas pelos 1.340 delegados de 27 Estados.
As prioridades foram votadas neste sábado (26/10) em quatro reuniões plenárias temáticas.  São ao todo 160 sugestões, das quais somente 60 estarão na versão final, que subsidiará governo nas ações necessárias tornar a PNRS uma realidade.
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COLETA E LIXÕES
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(…) Nas votações preliminares,  realizadas após discussão em grupos específicos, os temas que dominaram os debates foram  o fim dos lixões,  a obrigatoriedade da coleta seletiva, o calendário de implantação da PNRS e a valorização dos catadores.
Temas como a ampliação das políticas públicas de geração de emprego e renda e a consolidação do mercado de reciclagem estão na  mesa das votações, como também o fortalecimento da educação ambiental e a capacitação empresarial dos catadores. (…)
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24 de outubro de 2013

4ª Conferência Nacional do Meio Ambiente

4ª Conferência do Meio Ambiente começa nesta quinta

SUGESTÃO DE PAUTA: 4ª Conferência do Meio Ambiente começa nesta quinta (24/10)
1.352 delegados estarão em Brasília para definir ações, desafios e avanços da Política Nacional de Resíduos Sólidos
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A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, abre a etapa nacional da 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente (CNMA), às 19h do dia 24 de outubro, em Brasília. O evento reunirá 1.352 representantes de todos os Estados e do Distrito Federal para propor ações prioritárias envolvendo a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
Para a ministra, os temas debatidos na conferência extrapolam a questão de resíduos sólidos e seus desdobramentos. “Estamos discutindo mobilidade urbana, qualidade de vida, direitos e deveres de cada cidadão”, afirmou. Ela espera que esta etapa nacional possa trazer propostas concretas para a coleta seletiva, o fim dos lixões, o consumo consciente, a reciclagem e a logística reversa. (…)
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PARTICIPAÇÃO
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Ao longo dos dias 25 e 26 de outubro, os delegados dos Estados participarão das reuniões dos grupos de trabalho que discutirão os quatro eixos prioritários desta edição: produção e consumo sustentáveis; redução de impactos ambientais; geração de trabalho, emprego e renda e educação ambiental.No dia 27 de outubro, serão eleitas as propostas finais relacionadas à política. Será produzido um documento final com 60 ações prioritárias, sendo 15 por eixo. Esses resultados constarão na carta de responsabilidade compartilhada da 4ª CNMA.
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ETAPAS PREPARATÓRIAS

As propostas levadas à etapa nacional vieram das 26 etapas estaduais e da etapa distrital, além das conferências livres, que podiam ser convocadas por qualquer cidadão, e a realizada via internet. Foram realizadas 224 conferências livres em 26 Estados, que mobilizaram quase 25 mil pessoas.

Tanto a modalidade livre quanto a virtual foram utilizadas pela primeira vez na Conferência Nacional do Meio Ambiente e ampliaram a participação popular..

Nas 26 etapas estaduais e na distrital foram discutidas as propostas dos municípios, levantadas durante as 643 conferências municipais e 179 regionais (que envolvia mais de um município), mobilizando 3.652 cidades.
A sociedade civil foi o segmento que mais participou das etapas estaduais, com o total de 3.421 representantes. Em segundo lugar ficou o poder público com 2.347 e em terceiro o setor empresarial com 868 representantes.
Somando todas essas etapas, foram alcançadas cerca de 200 mil pessoas, mobilização recorde em uma Conferência de Meio Ambiente. (…)
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Endereço:
Centro Internacional de Convenções do Brasil
Setor de Clubes Esportivos Sul – Trecho 2, Conjunto 63, Lote 50, Brasília/DF
Para mais informações:
Assessoria de Comunicação do MMA
imprensa@mma.gov.br – (61) 2028-1227 e (61) 9988-7113
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28 de setembro de 2013

Mudanças Climáticas

Temperatura do planeta pode subir quase 5ºC até fim do século, estima IPCC

do UOL

2013: O planeta teve o quinto junho mais quente já registrado na série história, segundo dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, a NOAA. A temperatura média global de junho ficou em 16,14 graus Celsius, empatado com a de junho de 2006, o que representa 0,64ºC acima da média do século 20. Leia mais NOAA Climate.gov team

A temperatura do planeta subirá quase 5 graus Celsius (ºC) até 2100, afirma a previsão mais pessimista do novo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), divulgado nesta sexta-feira (27). O painel reunido em Estocolmo, na Suécia, analisou quatro cenários possíveis sobre as mudanças climáticas até 2100. No caso mais otimista, a elevação da temperatura varia entre 0,3°C e 1,7ºC no período 2081-2100 frente à média observada entre 1986 e 2005.

Já na hipótese mais pessimista, o planeta ficará entre 2,6ºC e 4,8°C mais quente na mesma comparação. Os especialistas apresentaram essa variação baseada em quanto o planeta pode emitir, nas próximas décadas, de gases que provocam o efeito estufa na atmosfera. (…)

Leia mais em: http://zip.net/bqk2QR

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25 de setembro de 2013

Elevação do mar no século XXI

Elevação do nível do mar pode superar 80 cm até o fim do século

AFP

 Estocolmo – Especialistas revisarão para cima a elevação do nível do mar esperada para o próximo século na sexta-feira (27), durante a conferência sobre o clima em Estocolmo, na Suécia, alertando para uma ameaça importante provocada pelas mudanças climáticas que não deve preocupar apenas os atóis do Pacífico.

Em 2007, em seu relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) avaliou que a alta média dos oceanos poderia alcançar entre 18 e 59 centímetros em 2100. Em sua nova análise sobre o estado do planeta, que terá sua primeira parte publicada na sexta-feira, a organização científica revisará estes números para cima, referindo-se a uma alta das águas que pode superar os 80 cm no fim do século, segundo versão provisória do resumo que ainda pode ser modificada. (…)

Leia mais em: http://zip.net/bjk1ps

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08 de maio de 2013

4ª CNMA com calendário intenso

Conferências regionais confirmadas até hoje (07/05):

Estados com datas confirmadas para as etapas estaduais:

  1. Mato Grosso do Sul (15 e 16/07)
  2. Roraima (13 e 14/08)
  3. Amazonas (27, 28, 29 e 30/08)
  4. Amapá (28, 29 e 30/08)
  5. Pará (28, 29 e 30/08)
  6. Piauí (28, 29 e 30/08)
  7. Alagoas (29 e 30/08)
  8. Ceará (29 e 30/08)
  9. Santa Catarina (29 e 30/08)
  10. Pernambuco (30 e 31/08 e 01/09)
  11. Minas Gerais (30 e 31/08)
  12. Rio Grande do Sul (31/08 e 01/09)
  13. Acre (03 e 04/09)
  14. Maranhão (03, 04 e 05/09)
  15. Rio Grande do Norte (03 e 04/09)
  16. Sergipe (03/09)
  17. Espírito Santo (04 e 05/09)
  18. Rondônia (05, 06, 07 e 08/09)
  19. Paraná (05 e 06/09)
  20. Tocantins (10/09)
  21. Paraíba (10 e 11/09)
  22. Distrito Federal (11, 12 e 13/09)
  23. Goiás (13 e 14/09)
  24. Rio de Janeiro (13, 14 e 15/09)
  25. São Paulo (20, 21 e 22/09)

Fonte: Ministério do Meio Ambiente- http://www.conferenciameioambiente.gov.br/

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12 de abril de 2013

IV Conferência Nacional do Meio Ambiente

Links para Etapas Preparatórias, Regimento Interno e Eixos da Conferência

A 4ª CNMA

A Conferência Nacional do Meio Ambiente chega à sua quarta edição com o objetivo de contribuir para a implementação da Lei 12.305/2010, que trata da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A meta é qualificar poder público, setor privado, sociedade civil organizada, cooperativas de catadores e cidadãos em geral no grande esforço nacional para reduzir a geração dos resíduos sólidos, assumir responsabilidades com a construção de uma sociedade sustentável e lançar um novo olhar sobre os resíduos sólidos, reconhecendo-os como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor da cidadania.

A 4ª CNMA traz duas novidades em relação às edições anteriores: as conferências livres e a conferência virtual. Essas duas novas modalidades de participação configuram um processo que avança em relação às três conferências anteriores, estabelecendo um espaço para que toda a população interessada discuta e contribua para o tema dos Resíduos Sólidos.

Convocada pela Portaria MMA nº 185, de 04 de junho de 2012, a 4ª CNMA vai centrar a discussão da Política Nacional de Resíduos Sólidos em quatro eixos:

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11 de abril de 2013

Conferência Infantojuvenil pelo Meio Ambiente

O MEC realizará uma Web Conferência sobre a IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente – IV CNIJMA, dia 12/4/13, a partir das 15h. É importante que todos assistam.

O link para acesso a web é:

 http://portal.mec.gov.br/ambiental/transmissao

Silvane do Carmo, colaboradora de GaiaNet

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23 de janeiro de 2013

IV Conferência Nacional do Meio Ambiente – IV CNMA

Apresentação
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IV CNMA – 24 a 27 de outubro de 2013 – Brasília
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O Ministério do Meio Ambiente (MMA) mobiliza o País para a realização da IV Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA), que será realizada de 24 a 27 de outubro de 2013, em Brasília.
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A quarta edição tem o desafio de contribuir para a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, com foco em:I – Produção e Consumo Sustentáveis;II – Redução dos impactos ambientais; eIII – Geração de emprego e renda.Com o lema “Vamos cuidar do Brasil”, a CNMA faz novamente um convite para que a sociedade brasileira – governos, empresários e sociedade civil – se engaje no processo de democracia participativa. É o fórum adequado para expor preocupações, dividir responsabilidades e apresentar reivindicações e sugestões que aprimorem a política ambiental do País.A CNMA é também um importante instrumento de educação ambiental, uma chance de os cidadãos se apropriarem localmente dos compromissos planetários, assumindo responsabilidades para construção de sociedades sustentáveis.
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Flávia Orofino, GIRS, colaboradora de GaiaNet

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08 de dezembro de 2012

Encerramento de COP 18

Conferência da ONU sobre mudanças climáticas estendeu o Protocolo de Quito até 2020

A COP 18, Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU, encerrou hoje seus trabalhos. A conclusão mais importante da Conferência foi a prorrogação da validade do Protocolo de Quioto até 2020. Decidiu-se também que as nações mais ricas devem contribuir com as nações mais pobres para minimizar os efeitos das mudanças climáticas em seus territórios; estabeleceu-se em 10 bilhões de dólares a contribuição anual das nações mais industrializadas e ricas.

Para o ecologista Sérgio Besserman, entrevistado hoje no Jornal das Dez, da Globo News, para analisar os resultados  da COP 18, “a COP 18 não trouxe avanço, só prolongou o  Protocolo. (…) mas, não foi definida a fonte de pagamento, e 10 bilhões de dólares por ano é insuficiente “. Segundo Besserman, “só a cidade de Nova York necessitará gastar 1 trilhão de dólares para preparar a cidade para as mudanças climáticas futuras” e “todas as cidades precisarão se preparar, principalmente as cidades litorâneas”. Segundo ele “A África, onde estão os países mais pobres, sofrerá as piores consequências das mudanças climáticas, e outros, como o Canadá e a Sibéria, por exemplo, se beneficiarão economicamente com o aumento da temperatura”.

Para Sérgio Besserman, “o Brasil poderá ser um protagonista importante neste processo de preparação para as mudanças futuras. (…) O maior investimento do país deverá ser na  modernização de sua infraestrutura; por exemplo: o Brasil é um país continental que transporta suas cargas de um lado ao outro com caminhões a diesel”.

Rui Iwersen, editor

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06 de dezembro de 2012

COP – 18

Brasil é acusado de empacar negociações sobre preservação florestal

DOHA – Um grupo de organizações não governamentais acusou o Brasil de estar empacando as negociações sobre o financiamento da preservação de florestas tropicais na COP-18, cúpula climática da ONU que vai até sexta em Doha, Qatar. Países tentam extender Protocolo de Kyoto e fecham acordo sobre “hot air” “Exportação” da poluição de países ricos movimenta conferência do clima A delegação do Brasil se opôs à verificação internacional da conservação das florestas dentro do modelo proposto pelos EUA e outros países desenvolvidos no âmbito do chamado Redd (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação).

Esse mecanismo está em discussão há muito tempo nas cúpulas climáticas, mas foi reconhecido oficialmente na COP de Cancún, em 2010. Ele estabelece que, em troca de compensações financeiras, áreas de florestas tropicais naturais sejam preservadas. Parece simples, mas os pormenores sobre como isso vai acontecer ainda estão sendo definidos. Na reta final das negociações, houve um impasse. O grupo dos países ricos disse que pretendia aumentar a liberação de verbas para as iniciativas de Redd, mas pediu, em compensação, medidas de verificação por um grupo internacional independente. Essa verificação, por sua vez, foi considerada exagerada pelo Brasil e pelas outras nações do G77. (…)

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/12/06/brasil-e-acusado-de-empacar-negociacoes-sobre-preservacao-florestal.jhtm

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27 de novembro de 2012

Workshop Redimensionamento do Ser, em Urubicí

WORKSHOP
Redimensionamento do Ser – 2º Edição
“Preparo para a Transição”
A Terra e a humanidade estão prestes a ingressar em um novo ciclo de evolução.
Neste sentido o Workshop se propõe a potencializar as qualidades essenciais que cada indivíduo tem em seu interior, transformando-as em forças criativas de atuação no dia-a-dia.
Organização e Realização: Apoio:

Data: 01/12/2012
Horário: das 09h00 às 18h00
Local: Pousada Kiriri-Etê – Rod. SC 430, Km15 – Urubici – SC
Entrada: franca
Inscrições: http://www.kiririete.com/eventos/workshop2012_inscrevase-2.html

Gabriela Abraham
Gerente de Vendas
 +55 [49] 3278-5481 / 8809-8086 (Claro)
eventos@kiririete.com
SITE DO EVENTO: http://www.kiririete.com/eventos/workshop2012-2.html
SITE DA POUSADA KIRIRI-ETÊ: http://www.kiririete.com.

 

01 de novembro de 2012

Redimensionamento do Ser

“Um caminho para a consciência da Nova Era”

WORKSHOP
Redimensionamento do Ser
Um Caminho para a Consciência da Nova Era
Com o fechamento iminente dos grandes ciclos cósmicos em Dezembro de 2012, e com aprogressiva e crescente mudança planetária e da humanidade, a vinda das Novas Energiasvem trazendo uma grande mudança na consciência e no cotidiano do ser humano.
No sentido desta nova consciência será realizado em Urubici o Workshop“Redimensionamento do Ser – Um Caminho para a Consciência da Nova Era”.Urubici se insere de uma maneira muito particular na rede energética de nosso Planeta,e isto tem se traduzido na convergência de idéias e de pessoas em busca de um mesmo objetivo.
Desta forma, o Workshop se propõe a mostrar um caminho para a tomada de consciênciada Nova Era. A entrada é franca.
Organização e Realização: Apoio:

Gabriela Abraham; Gerente de Vendas
   +55 [49] 3278-5481 / 8809-8086 (Claro)
eventos@kiririete.com
SITE DO EVENTO: www.kiririete.com/eventos/workshop2012.html
SITE DA POUSADA KIRIRI-ETÊ: www.kiririete.com

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22 de outubro de 2012

Final da COP11

La estrategia mundial por biodiversidad

En la actualidad hay 65.518 especies en vía de extinción

Redacción Bogotá – Cuatrocentas especies de animales y plantas fueron incorporadas a la lista de especies en peligro de extinción que fue publicada durante la Conferencia del Convenio de Diversidad Biológica de la ONU, que acabó de terminar en Hyderabad (India).

La lista fue elaborada por la Unión Internacional por la Conservación de la Naturaleza ((UICN), que indicó que ahora son 65.518 las especies que enfrentan algún tipo de amenaza en el mundo. Para detener esta pérdida de biodiversidad, que algunos comparan con la que sufrió el planeta hace 65 milliones de años y que terminó con los dinosaurios, el Convención acordó duplicar, hasta 2015, la ayuda financiera que se gira a los países en desarrollo para preservar sus recursos y que hoy asciende a 10 mil milliones de dólares al año.

La idea con ese dinero extra que se consiguió es cumplir tres objetivos: reducir la sobrepesca, aumentar las zonas de reserva marinas y terrestres y restaurar el 15 por ciento de los ecosistemas degradados. Los paises en desarrollo deberán ofrecer garantías sobre la utilisación de los fondos y ejecutar estrategias para preservar la biodiversidad. Deben luchar contra la explotación excesiva de recursos, deforestación y contaminación.

Fonte: ADN Diario Gratuito Barranquilla; lunes, 22 de octubre de 2012; pg. 21

Rui Iwersen, editor de GaiaNet, de Barranquilla, Colômbia

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18 de outubro de 2012

Impasses na COP11

Índia destinará mais de R$ 100 milhões para ações de conservação biológica no mundo

do UOL Notícias e Da Agência Brasil.
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Diante dos impasses em torno da mobilização de recursos para a conservação biológica do planeta, o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, anunciou nesta quarta-feira (17) que o governo de seu país reservou US$ 50 milhões (cerca de R$ 101,5 milhões) para financiar ações que estanquem a perda de espécies no mundo.
O anúncio foi feito durante a sessão solene na 11ª Conferência das Partes da Convenção de Diversidade Biológica, conhecida como COP11, diante de autoridades de mais de 100 países que participam do encontro. Além de sinalizar o reforço do mecanismo institucional para a conservação da biodiversidade no país, o governo da Índia, que sedia o evento na cidade de Hyderabad, se comprometeu a ajudar outras nações emergentes e a trabalhar por um consenso sobre a diversidade biológica e o crescimento sustentável. (…)
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Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/10/17/india-destinara-r-101-milhoes-para-acoes-de-conservacao-biologica-no-mundo.jhtm
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Rui Iwersen, editor, de Cartagena – Colômbia

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17 de outubro de 2012

11ª Conferência das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica – COP11

Mais de 400 espécies entram para lista de espécies em risco de extinção no mundo

 do UOL Notícias e EFE
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Hyderabad, na Índia – Cerca de 400 espécies animais e vegetais foram incorporadas à lista das espécies em risco de extinção revelada nesta quarta-feira (17) em Hyderabad, na Índia, onde ocorre a 11ª Conferência das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica, a COP11 – o evento entrou em sua reta final com a presença de mais de 70 ministros nesta semana.
“Não há uma maneira única de medir a decadência da biodiversidade, é complexo, mas a ‘Lista Vermelha’ é a melhor medida de que dispomos”, ressaltou Jane Smart, diretora mundial do Grupo de Conservação da Biodiversidade da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN, na sigla em inglês).
A atualização deste registro de referência inclui 65.518 espécies, das quais cerca de um terço (20.219) estão em perigo de extinção –  sendo 4.088 espécies em risco crítico de extinção, 5.919 em risco e 10.212 vulneráveis. Desde a a última versão apresentada em junho, durante a cúpula Rio+20, mais de 400 vegetais e animais foram acrescentados à lista das espécies ameaçadas. (…)
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Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/10/17/mais-de-400-especies-entram-para-lista-de-especies-em-risco-de-extincao-no-mundo.jhtm
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Rui Iwersen, editor, de Cartagena – Colômbia

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15 de outubro de 2012

2º ENCONTRO CATARINENSE DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Para promover a troca de experiências entre os segmentos da sociedade e identificar o que vem sendo desenvolvido a partir do Programa Estadual de Educação Ambiental (ProEEA/SC), a Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) e Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (Ciea/SC) realizam, entre os dias 29 e 30 de outubro de 2012, o 2º Encontro Catarinense de Educação Ambiental, voltado para representantes das principais instituições públicas e privadas ligadas à questão ambiental.

O Encontro terá como objetivo promover a troca de experiências entre os segmentos da sociedade e identificar o que vem sendo desenvolvido a partir dos dois primeiros eixos do ProEEA/SC: FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL e DESENVOLVIMENTO DE ESTUDOS, PESQUISAS E EXPERIMENTAÇÕES

DATA E LOCAL: 2º Encontro Catarinense de Educação Ambiental – 29 e 30 de outubro

Teatro Governador Pedro Ivo Centro Administrativo – Rodovia SC 401, 4600, km 5 – Saco Grande II – Florianópolis/SC – CEP 88032-000

INSCRIÇÕES: Inscrições devem ser feitas pelo e-mail inscricoesciea@sds.sc.gov.br

Adriana Vieira, colaboradora de GaiaNet

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INFORMAÇÕES SOBRE CONFERÊNCIAS DO MEIO AMBIENTE DE 2008 A 2012

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Editorial

Dentro da idéia de divulgação em rede de informações, de  reflexões e de ações ecológicas, envio hoje, no início desta página de GaiaNet, algumas informações sobre Conferências Estaduais e Nacional do Meio Ambiente, representativas de ações ecológicas estimulantes para nossas necessárias ações ambientais, sociais e individuais para mitigarmos os efeitos do aquecimento global e de suas mudanças climáticas, ambientais, sociais e sanitárias.

Nesta página apresentaremos informações sobre conferências e estudos relacionadas ao meio ambiente.

Rui Iwersen, editor

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13 de março de 2008

Conferência Estadual do Meio Ambiente

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Palestra: “Aquecimento global: considerações sobre seus efeitos no sul do Brasil a partir dos impactos na Antártica”

Palestrante: Francisco Eliseu Aquino, Professor da UFRGS e Vice-Presidente do Programa Antártico Brasileiro.

Nos dias 6 e 7 de março realizou-se em Florianópolis a III Conferência Estadual do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina. Segundo os organizadores, ligados principalmente ao Ministério do Meio Ambiente, ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, até aquela data 5 outros Estados já haviam realizado suas Conferências Estaduais, preparatórias da III Conferência Nacional do Meio Ambiente em Brasília no mês de maio.

Durante dois dias, cerca de 150 delegados eleitos nas Conferências Regionais e cerca de 50 participantes da Sociedade Civil debateram o Regulamento da Conferência, discutiram e aperfeiçoaram os eixos temáticos sobre Mudanças Climáticas e escolheram cerca de 40 delegados para a Conferência Nacional. Marcos de Brum, engenheiro agrônomo do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF), foi sorteado e escolhido como delegado do setor público, do qual participei representando a Secretaria da Saúde de Florianópolis (onde trabalho desde 1980) e o Caps II Ponta do Coral (onde trabalho desde sua fundação em 1995). Como suplente foi escolhido um representante da administração municipal de São José.

Os trabalhos iniciaram-se com discursos de autoridades nacionais e estaduais ligadas ao meio ambiente, seguidos de uma palestra sobre considerações sobre os efeitos do aquecimento global, proferida pelo professor Francisco Aquino, e de trabalhos em grupo sobre os eixos temáticos, os mesmos da Conferência Regional e, provavelmente, os mesmos da Conferência Nacional: mitigação; adaptação; pesquisa e desenvolvimento tecnológico; educação e cidadania ambiental.Assim como nas conferências regionais e estaduais, a Conferência Nacional do Meio Ambiente em Brasília no mês de maio será aberta aos delegados estaduais e aos cidadãos em geral, os cidadãos com direito a voz e os delegados com direito a voz e voto para concluirmos a organização democrática e popular da Política Nacional do Meio Ambiente.

Rui Iwersen, editor.

 

25 de abril de 2008

III Conferência Nacional do Meio Ambiente 

III CNMA – As Mudanças Climáticas

III Conferência – “Vamos cuidar do Brasil”

Apresentação

III CNMA – 07 a 10 de Maio de 2008
Brasília, Centro de Convenções Ulysses Guimarães

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) mobiliza o País para a realização da III Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA), que será realizada de 7 a 10 de maio de 2008, em Brasília. Esta edição tem o desafio de debater uma das principais preocupações ambientais do planeta: as mudanças climáticas. O tema, que até então estava restrito à comunidade científica e governos, ganhou as ruas após a divulgação dos últimos relatórios do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). Atualmente, o mundo inteiro se debruça na busca de soluções para enfrentar os impactos causados pelo aquecimento global.

No Brasil, ao promover a III CNMA, o MMA espera contribuir para esta discussão, disseminar o conhecimento técnico-científico e político relativo ao tema e identificar soluções para sua mitigação e adaptação. As deliberações da III CNMA serão, ainda, uma importante contribuição para a Plano Nacional de Mudança do Clima, que está sendo elaborado pelo governo brasileiro.

Com o lema “Vamos cuidar do Brasil”, a CNMA faz novamente um convite para que a sociedade brasileira – governos, empresários e sociedade civil – se engaje nesse processo de democracia participativa. É o fórum adequado para expor preocupações, dividir responsabilidades e apresentar reivindicações e sugestões que aprimorem a política ambiental do País.

Além disso, a CNMA é num importante instrumento de educação ambiental, uma chance de os cidadãos se apropriarem localmente dos compromissos planetários, assumindo responsabilidades para construção de sociedades sustentáveis.

Como participar

Um amplo processo de conferências nos estados resultarão em uma plenária nacional, prevista para acontecer de 07 a 10 de maio de 2008, em Brasília.
Até a primeira quinzena de abril foram realizadas as Conferências Estaduais do Meio Ambiente, coordenadas pelos governos locais e pelo MMA, por meio do Ibama nos estados, em parceria com diversas instituições que compõem a Comissão Organizadora Estadual (COE). Elas têm a prerrogativa de eleger os delegados que participarão da plenária nacional. Esta etapa final não é aberta ao público em geral. Participam apenas os delegados eleitos dos estados e delegados natos.

Público-alvo

- Órgãos governamentais (especialmente aqueles cuja atuação institucional abranjam áreas relacionadas ao meio ambiente);

- Organizações não-governamentais;

- Estudantes de escolas públicas e privadas;

- Os diversos setores econômicos;

- Formadores de opinião (jornalistas, lideranças de entidades civis, autoridades governamentais, lideranças estudantis, professores, representantes do legislativo, etc.)

- Sociedade em geral

Fonte: http://www.mma.gov.br/cnma

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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20 de maio de 2008

Fotos da III Conferência Nacional do Meio Ambiente

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Fonte: http://www.mma.gov.br/cnma

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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26 de julho de 2009

Conferência Brasil 2020

A 2020 Climate Leadership Campaign propõe desenvolver um plano de dez anos para tentar reverter o quadro do aquecimento global. A Conferência Brasil 2020 será a cerimônia de abertura da campanha.

O evento acontecerá em Belo Horizonte, entre os dias 04 e 07 de agosto, às 19 horas, no Palácio das Artes e terá a presença do Governador do estado de Minas Gerais, Aécio Neves, e o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. A Conferência tem entrada gratuita, mas é necessário confirmar a presença, enviando e-mail com nome para brasil2020@meioambiente.mg.gov.br

Maiores informações pelo site: www.brasil2020.com.br

Fonte: Biologia na Rede – www.bionarede.blogspot.com

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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4 de agosto de 2009

2020

Brasil lidera Campanha Mundial contra aquecimento

Especialistas e cientistas de todo o mundo se reúnem esta semana em Belo Horizonte para o primeiro encontro da 2020 Leadership Campaign.

As consequências do aquecimento global acelerado em todo o planeta têm sido alvo de discussões entre especialistas nos últimos anos. A interação entre as diversas lideranças globais é tida hoje como uma das saídas viáveis para a diminuição da emissão da poluição e emissão de gases poluentes em todo o globo, fatores que têm destruído a camada de ozônio e aumentado a intensidade do efeito estufa.

Para promover a união entre as lideranças, foi criado o State of World Forum, organização não-governamental dos Estados Unidos, que visa combater os citados problemas unindo ativistas de todo o mundo e que conta com membros como Mikhail Gorbachev, ex-presidente da extinta União Soviética e ganhador de prêmio Nobel.

Nas primeiras reuniões realizadas pelo State of World foram determinadas algumas projeções para que todos os países envolvidos cumprissem prazos de diminuição na emissão de poluentes até 2050. A medida, no entanto, foi perdendo efeito com o aumento da velocidade com a qual tem se apresentado o efeito estufa. A ONG, então, chegou à conclusão de que os prazos estabelecidos deveriam ser modificados antes que consequências irreversíveis acabassem acontecendo.

É neste panorama de aceleração da busca de resultados que será realizada em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, a 2020 Leadership Campaign, comoção entre países que tem entre seus lideres o Brasil, com apoio do State of World Forum, e que busca reduzir em 30 anos o tempo para que as metas já estabelecidas sejam alcançadas.

A capital mineira receberá ao longo desta semana especialistas de todas as áreas relacionadas ao assunto em questão. E dentre os nomes que concederão palestras em Belo Horizonte estarão Carlos Minc, Ministro Brasileiro do Meio Ambiente, Nicki Gavron, ex-prefeita de Londres, e Aécio Neves, governador de Minas Gerais. O evento está dividido em quatro partes, cada uma com sua devida nomeação e executadas em dias distintos. São elas: Cerimônia Pública de Abertura (4), Alinhamento (5), Foco (6) e Planos de Ação e Próximos (7). As palestras ministradas terão exposição ao vivo e online no blog do Governo de Minas Gerais. (…)

Fonte:Biologia na Rede – www.bionarede.blogspot.com

Rui Iwersen, editor

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5 de agosto de 2009

1ª Conferência Nacional de Saude Ambiental

Informe da Comissão Organizadora Municipal de Florianópolis.

“Sobre a Conferência”.

A 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental (1ª CNSA), convocada pelo Presidente da República por meio de Decreto de 14 de maio de 2009, publicado no DOU [Diário Oficial da União] de 15 de maio de 2009 é uma resposta propositiva do Governo Federal à crescente demanda para que se construa a Política Nacional de Saúde Ambiental, voltada para o enfrentamento das repercussões e ameaças à saúde decorrentes da degradação e contaminação do meio ambiente, cada vez mais freqüentes e intensas, o que exige a identificação de políticas e respostas integradas entre órgãos do governo e a sociedade.

 Para propiciar o debate e articulação com a sociedade em prol de uma agenda voltada à sustentabilidade socioambiental, em atendimento às deliberações das Conferências Nacionais de Saúde (13ª), das Cidades (3ª) e do Meio Ambiente (3ª), ratificadas em seus respectivos conselhos nacionais, a etapa nacional da 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental (1ª CNSA) será realizada no mês de dezembro de 2009, em Brasília/DF, precedida de etapas municipais/regionais e estaduais. O principal objetivo da  1ª  CNSA é definir diretrizes para a política pública integrada no campo da saúde ambiental, a partir da atuação transversal e inter-setorial dos vários atores envolvidos com o tema.

Com o lema “Saúde e Ambiente: vamos cuidar da gente” e tema “A saúde ambiental na cidade, no campo e na floresta: construindo cidadania, qualidade de vida e territórios sustentáveis”, busca-se fomentar o debate tomando-se como ponto de partida as características demográficas, epidemiológicas, socioeconômicas, geográficas, ambientais e culturais que compõem a singularidade do território.

Foram também identificados três eixos temáticos:

Eixo I – Desenvolvimento e sustentabilidade sócio-ambiental no campo, na cidade e na floresta;
Eixo II – Trabalho, ambiente e saúde: desafios dos processos de produção e consumo nos territórios;
Eixo III – Democracia, educação, saúde e ambiente: políticas para a construção de territórios sustentáveis.

A Comissão Organizadora Nacional da 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental, a ser formalizada por Portaria Interministerial dos Ministérios da Saúde, Meio Ambiente e Cidades, é integrada por representantes indicados pelos conselhos nacionais de saúde, meio ambiente, recursos hídricos e cidades. Além destes, estão representados os Ministérios da Educação, Trabalho e Emprego, Desenvolvimento Agrário, Ministério Público Federal e a Associação Brasileira de Pós Graduação em Saúde Coletiva – ABRASCO.

A Comissão Organizadora Nacional possui 4 (quatro) subcomissões: executiva; temática e relatoria; metodologia e regimento; e articulação e mobilização. À subcomissão executiva integram-se os grupos de trabalho de comunicação e infra-estrutura. A 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental foi concebida e está sendo construída de forma coletiva. Para isso, definiu-se que, nas esferas municipais, estaduais e do Distrito Federal, os setores de saúde, meio ambiente, infra-estrutura, saneamento, educação e trabalho devem se articular, entre si e com a sociedade, para realizar suas etapas de conferência de acordo com o seguinte cronograma: conferências municipais até 30 de agosto de 2009 e conferências estaduais e do Distrito Federal até 30 de outubro. A etapa nacional da Conferência de Saúde Ambiental ocorrerá de 15 a 18 de dezembro de 2009, em Brasília.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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11 de agosto de 2009

Transferência da Etapa Municipal da Conferência em Florianópolis

Segundo a Conselheira Municipal de Saúde Maria Estela da Conceição, devido à epidemia de Gripe A, a etapa municipal de Florianópolis da 1ª Conferência Nacional de Saude Ambiental, que iria se realizar dias 13 e 14 de agosto, foi cancelada. Nosso boletim será informado da nova data da Conferência em Florianópolis e informará seus leitores.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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12 de agosto de 2009

Fwd: CANCELAMENTO da I CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAUDE AMBIENTAL [EM FLORIANÓPOLIS]

A Comissão Organizadora 1ª Conferência Municipal de Saúde Ambiental de Florianópolis, por intermédio dos seus membros, vem informar que conforme Nota Técnica 09/09/DIVE/SES, orienta quanto as condutas a serem seguidas pelas chamadas instituições fechadas com objetivo de reduzir o Vírus da Gripe H1N1 no Estado de Santa Catarina e conforme relato por e-mail enviado ao Chefe do Fundo Municipal de Saúde de Florianópolis a informação que a Diretoria de Vigilância em Saúde/SC por determinação da SES/SC, cancelou todas os eventos e reuniões cientificas e de formação de Recursos Humanos: sendo assim cabe a esta Comissão informar que foi adiado “Sine-Die” nossa Conferência de Saúde do Município de Florianópolis.

Atenciosamente,

Maria Estela da Conceição
Conselheira Municipal de Saúde
P/Coordenação da I Conferência de Saúde Ambiental- etapa municipal
fone:                                                                                 48 84520839                                                                                              48 96374598

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21 de agosto de 2009

Conferência Ambiental de Copenhagen.

No programa Cidades e Soluções da TV Globo News (WWW.g1.com.br/globonews), canal 40 da Net, que será apresentado domingo, dia 23, às 21 horas, e retransmitido 4ª feira, dia 26, às 23:30 horas (alem de outros horários alternativos), o repórter e ecologista André Trigueiro entrevistará o Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ministro Celso Amorim, sobre a participação do Brasil na Conferência Ambiental de Copenhagen e sobre as propostas brasileiras de redução de gases de efeito estufa.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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24 de agosto de 2009 

1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental

Governo e sociedade debaterão a saúde ambiental do país .1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental será realizada de 15 a 18 de dezembro, em Brasília;.Mais uma vez o governo federal convoca o povo brasileiro para debater temas estratégicos para o país. Com o tema “A saúde ambiental na cidade, no campo e na floresta: construindo cidadania, qualidade de vida e territórios sustentáveis”, será realizada de 15 a 18 de dezembro de 2009, em Brasília, a 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental (CNSA). O objetivo é definir diretrizes para políticas públicas integradas na área da saúde ambiental. Pela primeira vez, o governo brasileiro realizará uma conferência nacional coordenada por três ministérios: Saúde, Meio Ambiente e Cidades. Essa integração entre governo e sociedade revela a consolidação de um processo construído coletivamente e que representa um importante canal de democracia participativa e controle social.A 1ª CNSA é uma resposta do governo federal à crescente demanda para que se construa a Política Nacional de Saúde Ambiental.Sua realização atende às deliberações da III Conferência Nacional de Meio Ambiente (maio/2008), da 13ª Conferência Nacional de Saúde (novembro/2007), e da 3ª Conferência Nacional das Cidades (novembro/2007). É também uma iniciativa dos conselhos nacionais de Saúde, Cidades e do Meio Ambiente. O envolvimento da sociedade nesse debate contribuirá na busca por alternativas e soluções para o problema da degradaçãoambiental, causada pelo atual modelo de consumo e que tem refletido negativamente na própria condição de vida e de saúde do ser humano.A poluição do ar nas cidades, o uso indevido do solo, a falta de saneamento básico em muitos municípios, aumento no consumo de produtos artificiais ou industrializados são conseqüências desse desenvolvimento. Diante isso, fica claro que meio ambiente, infraestrutura e saúde são temas completamente indissociáveis.Até dezembro, serão realizadas conferências preparatórias em todo o país. As conferências municipais deverão ser realizadas até 30 de agosto e as estaduais e do Distrito Federal, até 30 de outubro de 2009. Os delegados eleitos nas plenárias estaduais participarão da etapa nacional, que acontecerá em Brasília, de 15 a 18 de dezembro. Durante os debates serão consideradas as características demográficas, epidemiológicas, socioeconômicas, geográficas, ambientais e culturais que compõem o território brasileiro.Além disso, as discussões serão norteadas por três eixos temáticos: I – Desenvolvimento e sustentabilidade sócio-ambiental no campo, na cidade e na floresta; II – Trabalho, ambiente e saúde: desafios dos processos de produção e consumo nos territórios; III – Democracia, educação, saúde e ambiente: políticas para a construção de territórios sustentáveis.A concretização da CNSA revela a forte intersetorialidade e a participação social que vem permeando a realização do evento, que envolve os diversos segmentos da sociedade brasileira e a articulação dos gestores públicos nas três esferas de governo..Confira a agenda das Conferências nos estados:AC – 2 a 4 de setembro
AL – 13 e 14 de outubro
AP – 14 a 16 de outubro
BA – 19 a 21 de outubro
GO – 27 a 29 de outubro
MT – 20 a 22 de outubro
RR – 13 a 15 de outubro
TO – 15 e 16 de outubro
SC – 13 e 14 de outubro (previsão)
PI – outubro
* Demais estados – decreto em fase de elaboração
.Serviço:1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental (CNSA).
Data: 15 a 18 de dezembro
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Brasília/DF
www.saude.gov.br/cnsa.Fonte: Ministério da Saude – WWW.saude.gov.br.Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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26 de Agosto de 2009

Preparação da reunião de Copenhague

Caro cyberativista,

Participação online parece pouco para você? Então faça ainda mais pelo clima do planeta.

Se você mora em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Brasília, Salvador ou Manaus venha participar do nosso apitaço, neste sábado (29/8). Vamos começar a contagem regressiva para o início da reunião histórica sobre o clima que será realizada em Copenhague, na Dinamarca. O que está em jogo é o futuro da humanidade. Não podemos ficar só assistindo. Traga seu apito, corneta ou buzina e participe.

Colabore com o Greenpeace, junte-se a nós. Um grande abraço, Equipe Greenpeace

Jorge Fernando Schneider (Maninho), Florianópolis, colaborador de GaiaNet

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01 de setembro de 2009

UFRJ promove sua I Semana de Agroecologia

Teve início nessa segunda-feira (24/08) a I Semana de Agroecologia da UFRJ. O evento, que vai até o dia 28, conta com palestras, mesas-redondas, debates, apresentação de filmes, feira de troca de livros e produtos agroecológicos, além de oficinas e atividades culturais. A realização é de alunos de vários cursos através de projetos desenvolvidos por eles em seus respectivos institutos. Os projetos são: Capim-Limão, do Instituto de Biologia (IB), Geomata, do Instituto de Geociências (IGEO), MUDA, dos alunos do curso de Engenharia Ambiental e Eco-operação, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). A abertura do evento foi feita pela professora Benedita Aglai Oliveira da Silva, coordenadora de licenciatura do curso de Biologia, representando a diretora do instituto, Maria Fernanda. Benedita deu boas-vindas a todos e ressaltou o apoio do IB aos alunos nesse projeto.

Para ela a semana será importante como estímulo à reflexão sobre a construção de uma nova coexistência homem-meio ambiente. A professora elogiou o grupo Capim-Limão, composto por estudantes de Biologia, por seu projeto de estudos e experimentações em agroecologia e agricultura. “Junto com os estudantes de outros cursos, eles demonstram a possibilidade e urgência no tratamento de questões tão importantes como agricultura, alimentos e novos vieses de consciência social, assim como novas abordagens disciplinares em suas grades de estudo que direcionem reflexões e práticas para essa nova humanidade. (…) Após à abertura houve uma breve apresentação do panorama do movimento agroecológico dentro da UFRJ, que começou em 1994 com a realização de uma série de plantios feita pelo grupo Geo-mata. Com as trocas de experiência promovidas por encontros nacionais e regionais de estudantes de biologia, a consciência sobre esse tipo de ação cresceu e suscitou o surgimento de novos grupos para praticar, dialogar e experimentar por conta própria. O primeiro dia do evento contou ainda com uma palestra da professora Mônica Cox, do departamento de Geografia da Universidade Federal Fluminense (UFF) e com a exibição do filme “Neste chão tudo dá”. No restante dos dias, além de palestras ocorrerão as feiras, as oficinas e as atividades culturais.

Fonte: Boletim Olhar Vital; UFRJ; ano 4 – nº 186 – 27/08/2009

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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02 de setembro de 2009

Conferência Municipal de Saúde Ambiental

Macapá realiza hoje etapa municipal

O evento será realizado até o dia 3 de setembro, no Teatro Leonor Barreto Franco – SESI, em Macapá/AP

Começa hoje (02/09), a partir das 19h, no Teatro Leonor Barreto Franco – SESI, em Macapá/AP, a abertura oficial da 1ª Conferência Municipal de Saúde Ambiental (COMSAM), promovida pela Prefeitura de Macapá e coordenada pelas Secretarias Municipais: Saúde, Meio Ambiente e Manutenção Urbanística. A 1ª COMSAM terá duração de dois dias (02 e 03), e reunirá os setores público, privado e sociedade civil organizada para discutir e analisar a situação da saúde e sua relação com meio ambiente na busca de soluções para a construção e gestão de políticas públicas de saúde ambiental. Assim como na etapa nacional a 1ª COMSAM tem como lema “Saúde e Ambiente: vamos cuidar da gente!” e tema “A Saúde Ambiental na cidade, no campo e na floresta: construindo cidadania, qualidade de vida e territórios sustentáveis”. Serão dois os eixos temáticos que nortearão os trabalhos na conferência: Democracia, Educação, Saúde e Ambiente: Políticas para a construção de territórios sustentáveis e desenvolvimento sócio-ambiental no campo, na cidade e na floresta e. Trabalho, Ambiente e Saúde: Desafios dos processos de produção e consumo nos territórios.

Em preparação a 1ª COMSAM, a Prefeitura de Macapá realizou nos oito distritos da cidade as pré-conferências que elegeram delegados para garantir a representatividade de cada localidade e formularam propostas que serão apresentadas durante esta etapa municipal. Macapá é a última cidade a realizar o evento, fechando as etapas municipais no Estado do Amapá.

Do Ministério da Saude; www.saude.gov.br/cnsa

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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10 de setembro de 2009

Jornada Catarinense de Psiquiatria sobre crises e desastres

A Jornada Catarinense de Psiquiatria tem se consolidado como o grande evento de aprimoramento e confraternização dos psiquiatrase outros profissionais de saúde mental do Estado. Neste ano optamos pela realização em 02 e 03 de outubro (…).

O tema deste ano, no entanto, é da maior seriedade. “Crises, Desastres e a Psiquiatria, Podemos evitar o Adoecimento Mental em Situações Extremas?

Como é de conhecimento de todos, Santa Catarina é um dos Estados onde fatores climáticos e geográficos favorecem o acontecimento de enchentes, ciclones extratropicais, deslizamentos de terra e outros desastres naturais, que podem atingir grandes proporções, com danos humanos e materiais significativos. O psiquiatra precisa estar familiarizado com as conseqüências psicológicas e sociais destes eventos, pois as repercussões se estendem para além do socorro imediato, podendo aparecer muito tempo depois do evento.

Desde as enchentes de novembro de 2008, em Santa Catarina, a Associação Brasileira de Psiquiatria, através do programa ABP – Comunidade e a Secretaria de Estado da Saúde vem realizando um trabalho que segue orientação da Associação Mundial de Psiquiatria e da Organização das Nações Unidas para intervenções em situações de catástrofes. Trata-se em muitos aspectos de um trabalho pioneiro no Brasil, que vem somar a outras ações institucionais nestas ocorrências. Como forma de reconhecer o imprescindível trabalho realizado e colaborar para a sua continuidade, com o envolvimento de outros setores da sociedade, a ACP resolveu franquear a Jornada para estes profissionais que tanto tem realizado pelos catarinenses afetados por este desastre. Ampliar o que vem sendo feito no Vale do Itajaí para todo o Estado, nos pareceu importantíssimo. Despertar os profissionais de saúde mental para o fato de que muito além do socorro e da solidariedade, existem procedimentos técnicos, cuidados específicos e que isto é objeto de estudo e constante aprimoramento, criando a possibilidade de uma atuação em sintonia com o que é preconizado em todo o mundo. Por fim, agradecemos imensamente a vinda de autoridades de renome internacional e que estão à frente da condução destas intervenções nestas novas abordagens para enfrentar situações de grande impacto psicológico. Esperamos que sua vinda sensibilize os diversos setores envolvidos para que Santa Catarina se torne referência em prevenir, socorrer e reconstruir a saúde mental em crises e desastres.

Comissão Organizadora

ACP – Associação Catarinense de Psiquiatria -www.acp.med.br, Av. Osmar Cunha, 183, Bloco B, Sala 1.009 – Florianópolis – SC

Fonte: ACP – Associação Catarinense de Psiquiatria - www.acp.med.br

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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27 de setembro de 2009

Realizada a Conferência Intermunicipal de Saude Ambiental da Grande Florianópolis

Cerca de 150 pessoas de 22 municipios da Grande Florianópolis participaram no dia 23 de setembro da Conferência Intermunicipal de Saude Ambiental da Grande Florianópolis no município de Santo Amaro. Apos as palestras de abertura, os delegados participaram de grupos de trabalho e discutiram diretrizes e ações ambientais e sanitárias para a região, para o estado e para o pais. Apos os trabalhos de grupo, os delegados elegeram as principais diretrizes e ações para defender nos futuros trabalhos da Conferência (etapas estadual e nacional) e, conforme o Regimento da Conferência, elegeram os delegados para a Conferência Estadual.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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11 de outubro de 2009

Ceará é o primeiro a realizar a Conferência Estadual de Saúde Ambiental

Com o tema “A Saúde Ambiental na cidade, no campo e na floresta: Construindo cidadania, qualidade de vida e territórios sustentáveis”, inicia na próxima quarta-feira (7) a 1ª Conferência Estadual de Saúde Ambiental (CESA). O Ceará é o primeiro a realizar a etapa estadual. A 1ª CESA vai até o dia 9 e será sediada no Hotel Mareiro, na Avenida Beira Mar nº 2380, em Fortaleza. Participam da cerimônia de abertura representantes dos Ministérios da Saúde e Meio Ambiente, entre eles o diretor da Coordenação de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador (CGVAM/SVS/MS), Guilherme Franco Netto (MSaúde); a secretária nacional de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (SAIC/MMA) Samyra Crespo; o coordenador da Conferência Nacional do Meio Ambiente, Geraldo Abreu (MMA) e Secretários Estaduais.

Em agosto o estado realizou 14 Conferências Regionais e a municipal da capital, e mobilizou cerca de 1.100 pessoas. As Conferências Regionais contaram com a participação de segmentos sociais, tais como organizações não-governamentais, entidades acadêmicas e de pesquisa, poder público, trabalhadores formais e informais, sindicatos, empresários, dentre outros. As Conferências Municipais, Regionais e a Estaduais são preparatórias para a plenária nacional, que será realizada de 9 a 12 de dezembro, em Brasília. A 1ª CNSA terá o desafio de debater um tema novo que é a Saúde Ambiental. (…)

Fonte: Ministério da Saude; WWW.saude.gov.br/cnsa

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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12 de outubro de 2009

Conferência Estadual de Saude Ambiental de Santa Catarina

Nos dias 13 e 14 de outubro será realizada a I Conferência Estadual de Saude Ambiental do Estado de Santa Catarina. O evento, que terá a participação de organizadores, palestrantes, delegados e observadores, acontecerá na Arena Multiuso do município de São José, na Grande Florianópolis. Maiores informações no site da Secretaria Estadual de Saude de SC: WWW.saude.sc.gov.br

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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12 de outubro de 2009

VIII Jornada Catarinense de Psiquiatria discutiu sobre crises e desastres

Nos dias 2 e 3 de outubro realizou-se em Florianópolis a VIII Jornada Catarinense de Psiquiatria. O evento, que contou com cerca de 100 psiquiatras e profissionais de outras áreas da saude mental, discutiu sobre o tema Crises, Desastres e a Psiquiatria. A Jornada contou com a participação de palestrantes, do representante da Defesa Civil, da representante da Secretaria Estadual de Saude e de assessores do Programa para as Enchentes em Santa Catarina, especialmente o Dr José Touflic Thomé – São Paulo (Coordenador do Programa ABP – Comunidade da Associação Brasileira de Psiquiatria e da Secretaria do Estado da Saúde para as Enchentes em Santa Catarina) e o Dr Moty Benyakar – Buenos Aires (Representante da Unesco para Eco-Bioética e Presidente da Seção de Intervenção em Desastres da Associação Mundial de Psiquiatria – WPA).

Alem de discussões teóricas, especialmente sobre Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) e Patologias Desruptivas, os participantes da Jornada discutiram tambem sobre ações práticas, especialmente sobre treinamento para assistência em situações desruptivas e aos afetados por desastres, sobre transdisciplinaridade, intermunicipalidade, assessoria nacional e internacional e sobre o uso da informática para registro e uso rápido de informações sobre locais e pessoas em situação de risco ou afetados, e sobre profissionais treinados e disponíveis. Discutiu-se também sobre prevenção e/ou mitigação de desastres, especialmente os desastres ambientais relacionados às mudanças climáticas. Estas ações assistenciais e preventivas são necessárias, pois, como disse Andrea Altman, de Buenos Aires, representante da Associação Iberoamericana de Eco-Bioética e como vemos acontecer nas últimas décadas, “de 1985 a 1994 registrou-se 174 milhões de pessoas afetadas por desastres no Planeta e, de 1995 a 2004 foram registradas 254 milhões de pessoas”. A continuidade e o aprimoramento destas ações também são necessários. Em Santa Catarina, por exemplo, segundo a Sra Maria Cecilia R. Heckrath, da Coordenação Estadual de Saude Mental, “a Defesa Civil está se transformando em Política Pública, passando a ser política de Estado e não de Governo, com mais garantia de continuidade”.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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27 de outubro de 2009

1ª Conferência Estadual de Saúde Ambiental de Santa Catarina

Agricultura familiar é um dos focos da Conferência de Saúde Ambiental em SC.

A melhoria da agricultura familiar é um dos temas em destaque na 1ª Conferência Estadual de Saúde Ambiental (CESA) de Santa Catarina, iniciada na manhã de hoje (13), no Centro Multiuso de São José, município da Região Metropolitana de Florianópolis. Entre os diversos assuntos que serão discutidos na 1ª CESA até amanhã (14) estão as estratégias que o poder público deve adotar para fortalecer a produção familiar no campo e reduzir a saída permanente de jovens do meio rural. (…) De acordo com Zanotto, a ausência da população jovem no campo, além de comprometer o futuro da agricultura familiar, representa menos produção de alimentos orgânicos e comprometimento financeiro para pequenos agricultores. Para mudar esse cenário, os municípios catarinenses apostam em ações como a garantia de acesso a financiamentos desburocratizados e inclusão de temas relativos à produção orgânica na grade do ensino formal. “Precisamos definir como o Poder Público pode incentivar a agriculta familiar e a permanência do homem do campo no meio rural”, diz Zanotto. (…) De acordo com a comissão organizadora, a Conferência em Santa Catarina conta com a participação de 600 delegados, dos quais mais de 50% ligados a movimentos sociais, organizações não governamentais, trabalhadores, entre outros representantes da sociedade. Os delegados foram eleitos durante as conferências municipais de Saúde Ambiental, que mobilizou aproximadamente 10 mil pessoas nos 273 municípios do Estado. Também participam da 1ª CESA 60 convidados que representam órgãos como o Ministério Público.

Duas palestras abriram as atividades. A primeira foi proferida pelo professor Hermano Castro, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e teve como tema a “Saúde, ambiente e trabalho: processos produtivos nos territórios”. Durante a apresentação, Castro expôs os problemas enfrentados no mundo produtivo e a penalização ao qual o trabalhador é submetido. Um dos exemplos é o de pessoas que cortam e colhem cana, que podem morrer por exaustão. Isso porque é muito grande a quantidade de cana que o trabalhador deve colher, chegando à média de 12 toneladas por dia. A segunda palestra abordou a “Saúde, ambiente e governança”, do professor Daniel José da Silva, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Para ele, “a saúde ambiental estabelece uma nova relação, que é a saúde dos homens e a saúde da natureza”, o que valoriza e exige novas atitudes em relação ao meio ambiente, como a consolidação de políticas públicas que assegurem a proteção dos recursos naturais.

Nos Estados – O Ceará foi o primeiro a realizar a etapa estadual da Conferência, em Fortaleza, entre os dias 7 a 9 de outubro. Nesta semana, além de Santa Catarina, também realizam suas plenárias os estados de Alagoas, Roraima, Tocantins, Amapá e Rio de Janeiro. No Ceará, os delegados definiram seis diretrizes e doze ações estratégicas, entre elas a estruturação da vigilância em vigilância ambiental, o desenvolvimento e fortalecimento de processos de educação nessa área, a garantia de política de infraestrutura e saneamento básico para a população urbana e rural. (…) As Conferências contaram com a participação de segmentos sociais, tais como organizações não-governamentais, entidades acadêmicas e de pesquisa, poder público, trabalhadores formais e informais, sindicatos, empresários, dentre outros. Nestes encontros foram discutidos os principiais problemas, processos de produção e consumo nos territórios e seus impactos ao meio ambiente e à saúde humana.

Fonte: Ministério do Meio Ambiente; http://www.mma.gov.br

Assessoria de Imprensa da 1ª CNSA; Ubirajara Rodrigues –          61-9225 7197

Rui Iwersen, florianópolis, editor de GaiaNet

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05 de novembro de 2009

V Fórum da Cidade de Florianópolis

*Auditório do Centro Sócio Econômico – CSE / UFSC*
*11 de novembro de 2009 – Quarta-feira

*18h* – Abertura

*18h30’* – Estado, Sociedade Civil e Políticas Públicas

*19h30’* – Gestão Democrática e Controle Social – Instrumentos
*21h* Debate e Propostas
*12 de novembro de 2009 – Quinta-feira.

*18h* – Políticas Públicas em Debate – Um diagnóstico dos Conselhos de
Direito do Município – Participação e Controle Social

*19h30’ *– O Conselho da Cidade de Florianópolis – Participação e Controle
Social

*20h30’* –
Debate e Propostas

Fonte: Coordenação de Saude Mental da Secretaria Municipal de Saude de Florianópolis.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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7 de dezembro de 2009

Começou hoje a Conferência do Clima em Copenhague

Com representantes de governos, de organizações não governamentais (ONGs) e ecologistas de 192 países, iniciou-se hoje, na capital da Dinamarca, a Conferência do Clima – COP 15, para refletir coletivamente sobre o aquecimento global antrópico e suas consequentes alterações climáticas, ambientais, sociais, culturais, sanitárias e humanitárias. Os milhares de participantes de todos os países do Planeta discutirão tambem sobre a possibilidade, ainda real, de evitar um aquecimento global maior que 2 graus centígrados até o final do século.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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10 de dezembro de 2009

Símbolos da COP 15

Considerando nossa religiosidade milenar e nossa conseqüente dificuldade coletiva de compreensão e de admissão de nossa responsabilidade, como espécie animal de Gaia, na alteração do processo de aquecimento do planeta Terra, e considerando as dificuldades sócio-econômicas capitalistas globais de mitigar o aquecimento e de organizar a adaptação popular às suas conseqüentes alterações climáticas e ambientais, analisemos, para nossa reflexão e ação ecológica, alguns possíveis símbolos da Conferência sobre o Clima da ONU, a COP 15. Neste clima pessimista do início da COP 15, comecemos pela matéria de UOL Notícias do dia 4 de dezembro.

Felizmente, ainda imagino e reservo alguns símbolos melhores para o fim da Conferência da ONU sobre o Clima – COP 15 – em Copenhague, em dezembro de 2009.

Um urso de gelo derretendo será o símbolo da cúpula de Copenhague

COPENHAGUE, 4 dez 2009 (AFP) – Uma escultura em gelo de um urso polar será inaugurada neste sábado, em Copenhague, e seu derretimento será o símbolo do aquecimento global durante a realização da conferência da ONU sobre o clima.O escultor Mark Coreth começou nesta sexta-feira a trabalhar num bloco de gelo de 11 toneladas, que tem em seu interior uma armadura em bronze do esqueleto do animal em tamanho natural.”Um esqueleto do urso em meio a uma poça de água é tudo que restará na praça Kongens Nytorv, em pleno coração de Copenhague, para recordar os desafios que enfrentamos sobre nosso clima”, afirmaram os organizadores em um comunicado. (…)

Fonte: UOl Notícias – WWW.noticias.uol.com.br e AFP [Agência France Press]

Rui Iwersen, editor

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10 de dezembro de 2009

Começou hoje a 1ª Conferência Nacional de Saude Ambiental

Alerta em relação ao futuro do planeta abre o debate na 1ª CNSA

Teve canto, dança e confraternização. Teve também protestos, aplausos e a simplicidade da quebradeira de coco, que arrancou palmas da plateia. E muitos alertas em relação ao futuro do planeta Terra. A 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental (CNSA) começou hoje (10/12) com dezenas de delegados formando uma roda e cantando, de mãos dadas, uma das músicas-temas do encontro. Por volta das 9h45, o grande auditório abriu espaço à democracia: representantes de quase todas as unidades da Federação saudaram o público e se apresentaram, em clima de cordialidade.

Filósofo, teólogo, cientista social e educador popular, Ivo Poletto levou à 1ª CNSA sua experiência com movimentos sociais de todo o país e avisou: “Precisamos compreender que não somos os únicos seres vivos que existem no planeta. É preciso que superemos a visão antropocêntrica das ciências sociais”, defendeu, ao referir-se à idéia errônea, do ponto de vista ambiental, de que o homem é o centro de todas as coisas. “Por termos organizado todos os meios de consumo com base em nossos interesses, colocamos em risco a saúde da Terra”, acrescentou. Para Poletto, o homem precisa estabelecer o diálogo e a complementaridade com a Terra, “também um ser vivo”. (Foi nesse tom de preocupação que o sociólogo dissociou a saúde nos distintos biomas brasileiros. “É muito diferente pensar a saúde na Amazônia ou pensá-la no pampa. Ou pensar a saúde no cerrado e na caatinga”, explicou. “Se queremos propor uma política que integre ambiente e saúde, precisamos pensar as condições dessa relação em cada bioma”, recomendou. (…) O último participante da palestra magna levou à 1ª CNSA uma problemática do cotidiano bastante relacionada à saúde ambiental e humana: o saneamento básico. Professor do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Leo Heller disse que o consumo de água no planeta leva a grandes impactos no meio ambiente e na saúde da população. Segundo ele, o saneamento reproduz a desigualdade social e, ao mesmo tempo, pode causar riscos à saúde humana, por meio da ingestão de água, manejo inadequado de resíduos sólidos, entre outros. (…)

Fonte: Ministério do Meio Ambiente – WWW.mma.gov.br; Repórter – Rodrigo Craveiro

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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12 de dezembro de 2009

Termina a 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental

Após quatro dias de debates terminou hoje (12/12), em Brasília, a 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental (CNSA), coordenada pelos Ministérios da Saúde, Meio Ambiente e Cidades. Cerca de 1.500 pessoas, entre delegados, convidados e observadores internacionais participaram do evento que definiu 24 diretrizes e 48 ações estratégicas para a construção da primeira Política Nacional de Saúde Ambiental.

Na avaliação de Guilherme Franco Netto, coordenador geral da 1ª CNSA e diretor de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde, a CNSA conseguiu trabalhar de maneira muito propositiva, e vai contribuir na elaboração de diversas políticas públicas, o que vai contribuir para a qualidade de vida dos brasileiros. (…) O gerente de projetos do Ministério do Meio Ambiente e membro da Comissão Organizadora Nacional (CON/CNSA) ressaltou a importância do evento para as discussões sobre as propostas de políticas públicas. “A CNSA aponta diversas ações para o fortalecimento das áreas da saúde, meio ambiente, infrastrutura e planejamento urbano”. (…)

O objetivo da 1ª CNSA foi o de promover o debate social sobre as relações entre produção e consumo, seus impactos na saúde e no ambiente, estruturação de territórios sustentáveis nas cidades, no campo e nas florestas. Dessa forma, as ações e diretrizes definidas na Conferência devem subsidiar a construção de uma política integrada para a redução de riscos à saúde pela melhoria das condições de vida da população, bem como pela diminuição dos danos ao meio ambiente.

A 1ª CNSA mobilizou mais de 60 mil pessoas em todo o país durante as etapas preparatórias. Foram realizadas 285 conferências municipais, 151 regionais ou microrregionais, 26 estaduais e uma distrital.  Os temas debatidos na plenária nacional incluíram a necessidade de processos produtivos e consumo sustentáveis; melhoria de infraestrutura, como o saneamento; articulação interinstitucional, ações integradas e controle social; territórios sustentáveis, planejamento e gestão integrados; educação, informação, comunicação e produção de conhecimento; e marco regulatório e fiscalização.

Estes assuntos foram discutidos e eleitos como prioritários com base nos três eixos temáticos da 1ª CNSA: I – Desenvolvimento e sustentabilidade sócio-ambiental no campo, na cidade e na floresta; II – Trabalho, ambiente e saúde: desafios dos processos de produção e consumo nos territórios; III – Democracia, educação, saúde e ambiente: políticas para a construção de territórios sustentáveis.

Fonte: Ministério do Meio Ambiente – WWW.mma.gov.br

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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14 de dezembro de 2009

Símbolos da Conferência do Clima de Copenhague – COP 15:

1) Greenpeace faz ‘cavalgada apocalíptica’ em Copenhague

Copenhague, 14 dez (Lusa) – Ativistas da organização ambientalista Greenpeace organizaram nesta segunda-feira uma “cavalgada apocalíptica” em Copenhague para lembrar aos políticos o que eles acreditam que pode acontecer em menos de cinquenta anos se não for assinado um tratado vinculativo na conferência sobre alterações climáticas. (…) Quatro ativistas montados a cavalo, mascarados de Cavaleiros do Apocalipse, partiram do navio da Greenpeace Artic Sunrise em direção ao Ministério do Meio-Ambiente, terminando o protesto em frente ao Edifício do Parlamento Dinamarquês. Um grupo de ativistas com estandartes juntou-se a passeata, hasteando mensagens de anúncio de peste, guerra, fome e morte. (…) O Greenpeace indica que estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que doenças como a malária e o dengue podem alastrar-se para partes da Europa e América do Norte em 2030. Além disso, cientistas da Universidade de Copenhague fizeram estudos que atestam que uma subida da temperatura em 2ºC na China pode afetar milhares de pessoas, devido a ampliação em duas vezes da zona de schistosomiase (doença provocada pelo parasita schistosoma). “Estes são alguns exemplos da peste que pode atingir o globo”, acrescenta a ativista.

Os ambientalistas acreditam ainda que os conflitos de guerra possam multiplicar-se devido aos efeitos das alterações climáticas. Citando estudos do organismo britânico RUSI (Royal United Services Intitute), o Greenpeace salienta que “podem surgir conflitos com magnitude similar à das duas grandes guerras, mas desta vez ao longo de séculos”. “A fome poderá aparecer por causa da destruição das colheitas nas zonas tropicais devido a períodos de cheias e de secas prolongados”, (…)

Fonte: UOL Notícias – WWW.noticias.uol.com.br e Agência Lusa; 14/12/2009

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2) Enquete do UOL mostra pessimismo brasileiro

A cúpula do clima trará soluções concretas?

Não
69,87%
Estou por fora
15,17%
Sim
14,96%

Total de votos: 6037

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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18 de dezembro de 2009

09h31

Em Copenhague, Lula critica falta de acordo e oferece ajuda para fundo climático

Em novo discurso na Conferência do Clima, em Copenhague, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou na manhã desta sexta-feira (18) o comportamento dos países ricos e em desenvolvimento para se chegar a um acordo sobre as mudanças climáticas. Lula também disse que o Brasil está disposto a oferecer ajuda ao fundo global de US$ 100 bilhões para ajudar países pobres. “Estamos dispostos a participar do financiamento se nos colocarmos em acordo para uma proposta final. (…) Lula disse que a culpa por tal reunião era não ter trabalhado antes com responsabilidade. “Todos nós poderíamos oferecer um pouco mais se tivéssemos assumido boa vontade no último período. Todos nós sabemos o que é preciso para manter o compromisso das metas e o compromisso dos financiamentos. Temos que manter os princípios adotados no protocolo de Kyoto. Temos reponsabilidades comuns.”

Lula afirmou ainda que “gostaria de sair daqui com o documento mais perfeito do mundo, mas se não conseguimos fazer até agora não sei se algum anjo ou algum sábio descerá nesse plenário e colocará na nossa cabeça a inteligência que nos faltou até agora”. (…) O presidente disse que todos concordaram com o acordo inicial que cita o limite do aumento da temperatura global em 2 graus Celsius, “mas mesmo as metas, que deveriam ser uma coisa mais simples, tem muita gente querendo barganhar”. Lula foi muito aplaudido durante o discurso e ressaltou que o Brasil se comprometeu em apresentar metas de redução de emissão de gases em até 2020. “Assumimos nossos compromissos e transformamos em lei a redução de 36,1% a 38,9%.” Lula citou que foram aprovadas mudanças na agricultura, no sistema siderúrgico, no aprimoramento da matriz energética e na redução do desmatamento da Amazônia em 80%.

Fonte: UOL Notícias – WWW.noticias.uol.com.br; 18/12/2009 – 09h31

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12h13

Líderes optam por “acordão” e ignoram metas para o clima em Copenhague

(…) Cúpula terminará sem acordo

A 15ª Conferência da Mudança do Clima da ONU (COP-15) acabará sem acordo entre países ricos e emergentes. Líderes optaram por fazer apenas uma declaração política, segundo fontes ouvidas pela Folha. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que há dois dias tenta mediar com o francês Nicolas Sarkozy uma saída do impasse, declarou-se “frustrado” em sessão plenária com líderes mundiais, em discurso antes da declaração final. (…) O secretariado da ONU responsável pela convenção do clima estuda convocar um novo encontro no próximo semestre, uma espécie de COP-15 “bis”. Esta, segundo fontes que tiveram acesso à proposta, deve acontecer fora das mãos da presidência dinamarquesa. A avaliação geral no Bella Center, sede do evento, é que a Dinamarca foi um redundante fracasso, dizem delegações de países emergentes e europeus ouvidas pela Folha. A crise de confiança provocada pela apresentação abrupta de uma proposta unilateral logo no início da conferência é uma das principais razões para o naufrágio da cúpula.

A versão de declaração que circula pelo Bella Center, resultante de horas de reunião entre os principais líderes mundiais, não estabelece metas de corte de gases-estufa para 2020. Fala-se apenas em uma redução de 50% das emissões até 2050 e genericamente de um fundo de US$ 100 bilhões para o mesmo ano, sem dizer de onde vem o dinheiro nem como ele será usado.

Em discurso duro, feito de improviso e longamente aplaudido, Lula enumerou as ações do Brasil e disse que o país estaria disposto a contribuir para um fundo se isso salvar a conferência. “Não sei, se não fizemos até agora, um anjo ou um sábio descerá e colocará na nossa cabeça a inteligência que faltou até agora”, afirmou Lula. “Todos nós poderíamos oferecer um pouco mais se tivéssemos assumido boa vontade nos últimos tempos.” O presidente também ressaltou os esforços dos países emergentes. “No Brasil tem muitos pobres, na África tem muitos pobres, na China e na Índia tem muitos pobres.” (…)

Fonte: FolhaOnLine  – WWW.folha.com.br; 18/12/2009 – 12h13

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15h18

Esboço de acordo prevê reduzir emissões pela metade até 2050

O mundo deve ter o objetivo de reduzir em 50 por cento as emissões de gases-estufa até 2050 a partir dos níveis de 1990, de acordo com novo esboço de acordo da cúpula da ONU sobre clima, que indica concessões às nações em desenvolvimento e a pequenas ilhas-países. O documento ainda está em discussão na conferência, que ainda não terminou.

“Concordamos que cortes maiores nas emissões globais são necessários… com uma visão para reduzir as emissões globais em 50 por cento em 2050 abaixo dos níveis de 1990″, diz o texto. A meta é nova em relação aos esboços anteriores no encontro de 120 líderes em Copenhague nesta sexta-feira. O esboço afirma que uma alta nas temperaturas globais deveria ser limitada a até 2 graus Celsius sobre as temperaturas pré-industriais, com uma revisão em 2016 que consideraria um limite de 1,5 graus Celsius.

Fonte: UOL Notícias – WWW.noticias.uol.com.br e Reuters; 18/12/2009 – 15h18

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21 horas

Símbolos da Conferência do Clima de Copenhague – COP15

“Gostaria de sair daqui com o documento mais perfeito do mundo, mas se não conseguimos fazer até agora não sei se algum anjo ou algum sábio descerá nesse plenário e colocará na nossa cabeça a inteligência que nos faltou até agora”.

Luis Inácio Lula da Silva; Presidente do Brasil; discurso de encerramento.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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19 de dezembro de 2009

Cúpula do clima de Copenhague termina sem acordo unânime

Terminou em completo desacordo a conferência mundial do clima, em Copenhague. Depois de horas de discussão, os 193 países encerraram a fracassada negociação ao “tomar nota” do acordo que havia sido aprovado, ontem (18), por Estados Unidos, China, Índia, Brasil e a África do Sul. Isso significa, segundo especialistas, que o acordo não teve a unanimidade de que precisava para vigorar, mas que, ainda assim, pode ser aplicado. Pelas regras da ONU (Organização das Nações Unidas), um acordo precisa de unanimidade para vigorar. Neste caso, no entanto, essa unanimidade exigia a conciliação de interesses de países exportadores de petróleo com os de ilhas tropicais preocupadas com as elevações do nível do mar –o que, afinal, se mostrou impossível. (…)

O desacordo levou algumas delegações a afirmar que o impasse na cúpula do clima estava próximo do da rodada Doha. Um integrante da delegação sudanesa comparou políticas dos países desenvolvidos ao Holocausto, dizendo que o aquecimento global está matando gente na África. Já ontem, diante do inevitável fiasco de Copenhague, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, convocou uma nova reunião para Bonn, na Alemanha, em junho. A próxima COP está marcada para dezembro de 2010 no México.

Fonte: Uol Notícias – WWW.noticias.uol.com.br – com Folha de S.Paulo – WWW.folha.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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19 de dezembro de 2009

COP 15 encerra com dificuldades de colaboração financeira

Congresso dos EUA aprova orçamento de $ 128 bilhões … para a guerra!

O congresso americano aprovou hoje um orçamento de 128 bilhões de dolares para a guerra no Oriente Médio no ano de 2010.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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24 de fevereiro de 2010

Florianopolitanos refletem e discutem sobre defesa civil. Secretaria Municipal de Saude participará da Conferência.

1ª Conferência Municipal de Defesa Civil

Data: 25/02/2010

Local: Auditório FECOMÉRCIO

Rua Felipe Schmidt, 785, Centro, Florianópolis, SC

09:00h às 18:00h;

Programação:

09:00h – Abertura

Palestrante: Defesa Civil de Florianópolis

09:30h – Limite para Credenciamento para o Evento

10:00h – Gestão de Risco e a Defesa Civil –

Palestrante: Prof. Antonio Pinheiro – Especialista em Gestão de Riscos de Desastres

11:00h – Impacto das ações humanas no solo

Palestrante: Rodrigo Del Olmo Sato – Geólogo e Presidente da Associação Catarinense de Geólogos

11:30h – Estratégia de Motivação Comunitária vinculado a Defesa Civil

Palestrante: Ten. Cel. BM Evandro Carlos Gevaerd e Cmte. 1º BBM

12:00h – Intervalo Almoço

13:30h – Assembléia Legislativa de Santa Catarina

Palestrante: Deputado Décio Góes – Comissão Mudanças Climáticas ALESC

14:00h –  Defesa Civil de Santa Catarina

Palestrante: Major PM Márcio Luiz Alves e Diretor da Defesa Civil de SC

14:30h – Atuação dos Agentes Voluntários de Defesa Civil

Palestrante: Roberto Pertile – Agente Voluntário de Defesa Civil e Coordenador do Grupo Ecologia Ativa – Instituto Nova Acrópole

15:00h – Formação visando a Prevenção

Palestrante: Prof. MsC. Charles Schnnor e Bombeiro Comunitário

15:30 – Intervalo Coffee Break

16:00h – Grupos de Trabalho e Debates Livres

17:30h – Eleição dos Delegados

18:00h – Encerramento

“DEFESA CIVIL”

VOCÊ TAMBÉM FAZ PARTE!

Fonte: Maria Estela da Conceição, Conselheira Municipal de Saúde, Florianópolis.

 

15 de abril de 2010

Conferência Municipal de Saúde Mental de Florianópolis 

Preparando a Conferência Nacional, profissionais de saúde, gestores, usuários do SUS e população em geral discutem sobre política de saude mental

Conferência Municipal de Saúde Mental de Florianópolis

Convidamos Vossa Senhoria para participar da Conferência Municipal de Saúde Mental de Florianópolis, a ser realizada no dia 17 de abril de 2010, das 8h30 às 12h e das 13h30 às 18h, no auditório da Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), localizado na Rua Padre Roma, n°. 404, Centro, Florianópolis/SC.

João Candido da Silva; Secretaria Municipal de Saude

As Conferências de Saúde são espaços destinados a analisar os avanços e retrocessos do SUS e a propor diretrizes para a formulação das políticas de saúde. Segundo a Lei 8142/90 As Conferências de Saúde são espaços que contam com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo Conselho de Saúde. Espero a participação de todos para contribuir na formulação da política de saúde mental de Florianópolis.

Sonia Saraiva; Coordenação de Saude Mental de Florianópolis.

A ACP [Associação Catarinense de Psiquiatria] reitera o convite da Coordenação de Saúde Mental de Florianópolis para a participação dos psiquiatras na Conferência de Saúde Mental do município, no dia 17 de abril de 2010, 08h30, no auditório da Unisul. A participação dos médicos nestes fóruns é muito importante para a melhor representação de pleitos da categoria.

Flávio Vicente; Presidente da ACP – www.acp.med.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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04 de maio de 2010

Reunião de 45 países na Alemanha prepara pauta da Cúpula do Clima

Diálogo de Petersberg, em Bonn, organizado por Alemanha e México, reúne representantes de 45 países até esta terça-feira (4). Apesar de não produzir documento oficial, encontro é preparação para a Cúpula do Clima, marcada para dezembro em Cancún, no México.

Não se trata de uma reunião diplomática em que a presença dos ministros seja obrigatória, mas os participantes da Conferência do Clima de Petersberg querem demonstrar engajamento no combate contra o aquecimento global. (…)

Fonte:  UOL Notícias e Folha.com – WWW.folha.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

18 de junho de 2010

2ª conferência Internacional de Países de Língua Portuguesa: Mudanças Globais e Desastres Naturais

Mudanças Globais e Desastres Naturais em pauta na UFRJ

Rio de Janeiro – RJ, 21 a 23 de Junho de 2010.

Em outubro de 2008 a Universidade de Coimbra (em Portugal) realizou a I Conferência Internacional de Países de Língua Portuguesa. O evento realizou-se no contexto do Ano do Planeta Terra, e o tema discutido foram as mudanças climáticas. Neste ano, o Instituto de Geociências (Igeo) da UFRJ realiza a segunda edição da Conferência, continuando com o tema, que agora leva o nome de “Mudanças Globais e Desastres Naturais”. (…)

Fonte: Boletim Olhar Vital – www.olharvitalufrj.br – UFRJ, edição 220, 17/06/10

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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21 de julho de 2010

ONU lista opções para falta de acordo mundial para clima

A agência climática da ONU detalhou pela primeira vez opções de contingência caso o mundo não chegue a um acordo para suceder o Protocolo de Kyoto, cuja atual rodada vence em 2012 sem nenhum novo acordo em vista. O documento reflete o lento progresso nas negociações da ONU para estender ou substituir o pacto de Kyoto e o decepcionante resultado da cúpula de Copenhague, em dezembro passado.

Países que participam do Protocolo de Kyoto pediram em junho à agência do clima da ONU para informar as opções legais que possam evitar um vácuo político. Kyoto estabeleceu limites para as emissões de gás carbônico em quase 40 países desenvolvidos entre 2008 e 2012. Sob as atuais regras, uma nova rodada de metas deve ser aprovada por 143 países — ou três quartos de todos os integrantes do protocolo.

Mas o novo acordo parece estar a meses ou anos de distância, e mesmo depois de um acordo, sua implementação exigiria a ratificação dos parlamentos nacionais ou entidades relevantes dos mais de 100 países. O processo de ratificação nacional do protocolo original demorou oito anos.

“Os processos de ratificação internos provavelmente irão envolver… as entidades legislativas nacionais, um processo que pode levar um tempo considerável, disse o documento da ONU, divulgado na Internet e datado em 20 de julho. (…) Soluções legais para evitar a lacuna se concentravam em pequenos ajustes ao tratado, como o corte no número de países necessários para aprovar qualquer nova meta ou estender os limites existentes até 2013 ou 2014, detalhou o documento da ONU.

As negociações na ONU agora estão no terceiro ano para chegar a um novo acordo, depois de ter passado o prazo em Copenhague, e uma nova grande conferência programada para novembro em Cancun, no México.

Fonte: Reuters – http://noticias.bol.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/reuters/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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27 de julho de 2010

Conferência do Clima

Emergentes pedem proposta única de redução de gases

Os países emergentes estudam levar à próxima Conferência do Clima uma proposta única de redução das emissões de gases de efeito estufa. O texto deverá estabelecer critérios que permitam o desenvolvimento sustentável e cobrar que as nações ricas assumam mais responsabilidade pelo aquecimento global. Durante um encontro realizado ontem no Rio, ministros do grupo Basic (Brasil, África do Sul, Índia e China) anunciaram a realização de estudos técnicos nos próximos meses para elaborar os parâmetros que serão levados à cúpula da ONU, marcada para novembro e dezembro em Cancún, no México. “Estamos dialogando para estabelecer posições convergentes, mas ainda precisamos avaliar o impacto das propostas de redução da emissão de gases nas economias domésticas”, disse a ministra brasileira do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

As autoridades cobram a adoção de metas diferenciadas de redução das emissões para cada nação, mas ainda não chegaram a um acordo em relação aos critérios que serão usados para estabelecer esses limites. Segundo a proposta, cada país teria direito a emitir um volume máximo de gases de efeito estufa, para tentar evitar um aumento significativo da temperatura do planeta. Para impedir um aquecimento de mais de 2°C em relação ao período pré-industrial, o Brasil defende o uso de parâmetros históricos, em que os países desenvolvidos estariam sujeitos a restrições maiores. A Índia sugere a adoção de metas de emissão per capita, em que as nações mais populosas teriam direito a limites mais altos. Representantes das quatro nações se encontrarão novamente em outubro, em Pequim, para acertar os pontos do documento, que será proposto aos países em desenvolvimento do chamado G-77 e levado a Cancún. (…)

Fonte: Agência Estado: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

19 de agosto de 2010

ONU promove debate para tentar conter a desertificação mundial que atinge 1 bilhão de pessoas

A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou dia 16, em Fortaleza, a Campanha da Década dos Desertos e da Desertificação. O objetivo é atrair a atenção e a sensibilidade das autoridades e da população em defesa de medidas de proteção e gestão adequada das regiões atingidas pela seca.A degradação da terra ameaça a subsistência de mais de 1 bilhão de pessoas em cerca de 100 países.

As informações são das Nações Unidas Os principais problemas são causados pela degradação contínua do solo devido às mudanças climáticas, à exploração agrícola desenfreada e à má gestão dos recursos hídricos.

De acordo com especialistas, este conjunto de dificuldades provoca ameaça para a segurança alimentar e pode levar à fome das comunidades afetadas, além de gerar a degradação de solo produtivo. (…) A desertificação abrange mais de 3,5 milhões de hectares, que representam 25% do solo da Terra. (…)

Fonte: UOL Ciência e Saúde – http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ e Agência Brasil

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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13 de setembro de 2010

COP 10

Brasil deve assumir papel relevante na COP-10, diz ONU

O Brasil deve assumir um papel importante na Conferência das Partes sobre Biodiversidade (COP-10), a ser realizada em outubro em Nagoya, no Japão, na avaliação do assessor especial do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Pavan Sukhdev. “O Brasil é o centro do capital natural. Por isso, deve assumir uma postura afirmativa sobre o valor da conservação ambiental”, afirmou o economista à Agência Estado, após evento hoje em São Paulo.

Sukhdev disse esperar que o Brasil tome como referência para essa ação dados do estudo A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (Teeb, na sigla em inglês), que foi encomendado pelo grupo dos países desenvolvidos e emergentes (G8+5). Na semana passada, o estudo foi apresentado por ele em Curitiba e apontou que a destruição ambiental provoca perdas anuais de US$ 2 trilhões a US$ 4,5 trilhões por ano à economia mundial. O governo brasileiro deve apresentar, na COP-10, a própria conta para a preservação ambiental e pleitear recursos para o seu cumprimento. (…)

Fonte: Agência Estado – http://noticias.uol.com.br/ultnot/agencia/ e UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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19 de setembro de 2010

COP 10

Brasil vai a reunião de biodiversidade sem atingir metas

A apenas um mês do encontro global para discussões sobre a preservação da natureza, o Brasil ainda não apresentou um relatório oficial com o resultado de metas e compromissos assumidos nos últimos anos. A décima edição da Conferência das Partes sobre Biodiversidade (COP-10) vai reunir em Nagoya, no Japão, de 18 a 29 de outubro representantes de cerca de 170 países para analisar o resultado das metas de preservação da fauna e da flora assumidas em 2002 e definir quais serão os próximos objetivos até 2020. Dados preliminares mostram que o Brasil teve avanços isolados na conservação do meio ambiente, mas não atingiu os objetivos mais importantes.

Uma das metas brasileiras mais relevantes era a de alcançar pelo menos 30% da Amazônia e 10% dos demais biomas e da zona costeira e marinha inseridos em unidades de conservação (zonas protegidas por lei, com restrição ao uso e exploração).

Balanço preliminar do Ministério do Meio Ambiente antecipado à Agência Estado mostra que a Amazônia chegou perto, com 26,2% do território protegido. Cerrado (7,9%) Mata Atlântica (7,8%), Caatinga (7,3%), Pantanal (4%), Pampa (3,5%) e zonas costeira e marinha (1,5%) também ficaram abaixo do estipulado, mesmo com o crescimento do total de reservas nos últimos anos.

O aumento no número de unidades de conservação faz parte de uma lista com 51 metas de conservação, estipuladas por resolução da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio) de 2006 (…)

Brasil na COP-10

O Brasil pretende ter um papel de protagonista em Nagoya, liderando o grupo de países ricos em biodiversidade, conforme antecipou em agosto a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O plano é apresentar os custos para a preservação ambiental e pleitear recursos para o seu cumprimento, por meio de mecanismos em que países do Hemisfério Norte financiem projetos em prol da biodiversidade nos países do Hemisfério Sul. (…)

Passado e futuro

A meta geral da COP-10 é definir novas ações para barrar a devastação da fauna e da flora até 2020. Soma-se a isso um conjunto de temas mais específicos, como incentivo ao desenvolvimento sustentável, criação de reservas naturais e a repartição justa de benefícios originários de recursos genéticos (como produtos cosméticos e farmacêuticos). (…)

Fonte: Yahoo Notícias – http://br.noticias.yahoo.com e Agência Estado – http://br.rd.yahoo.com/headlines/agestado/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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20 de setembro de 2010

Começa Cúpula da ONU sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio

Nações Unidas – Governantes de todo o mundo iniciaram hoje uma reunião de três dias na sede da ONU em Nova York para renovar e acelerar a promessa que fizeram há dez anos de erradicar a fome e a pobreza extrema no mundo, buscando um financiamento inovador para o desenvolvimento. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou na cerimônia de abertura que, apesar da crise, os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) “são alcançáveis”.

A Cúpula sobre o cumprimento dos ODM foi convocada pelo secretário-geral da ONU para os dias 20, 21 e 22 de setembro, para lembrar a comunidade internacional que devem ser cumpridos os compromissos de ajuda aos mais necessitados. (…) A reunião precede o debate anual da Assembleia Geral da ONU, que será realizado entre 23 e 30 de setembro, no qual chefes de Estado e chanceleres de 192 países dialogarão sobre temas da atualidade internacional.

Fonte: EFE – http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/ e UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br

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Gisele Bündchen irá a evento de apoio a biodiversidade e Objetivos do Milênio

NOVA YORK – A modelo Gisele Bündchen participa hoje à noite de uma reunião de gala em apoio à biodiversidade e aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que estão sendo discutidos nesta segunda-feira por governantes de vários países em Nova York. Além da brasileira, que é Embaixadora da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), também participarão do evento o ator norte-americano Edward Norton e diversos líderes internacionais.

O encontro, que será realizado no Museu Americano de História Natural (AMNH, na sigla em inglês), pretende celebrar o trabalho de grupos indígenas na preservação da natureza.
(…) A cúpula da ONU sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio iniciada hoje pretende discutir as metas traçadas há dez anos que incluem uma série de parâmetros de bem-estar social, entre os quais erradicar a fome, reduzir o número de pessoas sem acesso a água potável, a mortalidade materna e a infantil. Os ODM foram assinados por 189 países e seu prazo de realização é até 2015.

Fonte: Ansa – http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/ansa/ e UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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22 de setembro de 2010

Cúpula das Nações Unidas sobre as Metas do Milênio

Degradação da biodiversidade mundial acelera-se, diz Ban Ki-moon

NOVA YORK – O mundo não consegue frear o ritmo no qual as espécies animais e vegetais desaparecem, advertiu nesta quarta-feira o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em uma reunião sobre biodiversidade durante a cúpula das Nações Unidas sobre as Metas do Milênio em Nova York. “A degradação da diversidade acelera-se no mundo”, enfatizou Ban aos líderes reunidos na sede da ONU. “A razão é simples: as atividades humanas, de vocês, minhas, as de cada um (…). Muita gente continua sem entender as consequências dessa destruição”, completou.

Relatórios recentes advertem que o ritmo natural da extinção de espécies multiplicou-se por 1.000 devido à atividade humana e também às mudanças climáticas. Mas a comunidade internacional tinha se comprometido a reduzir o ritmo da perda de espécies e habitats até 2010, declarado o ano internacional da biodiversidade. “A meta para 2010 não foi alcançada”, disse Ban. O secretário-geral também advertiu que na convenção sobre diversidade biológica em outubro na cidade japonesa de Nagoya, os representantes de 193 nações deverão discutir a distribuição equitativa das responsabilidades sobre os recursos naturais e seus benefícios. (…)

“Não seremos capazes de mitigar a mudança climática nem de nos adaptar a seu impacto, nem de prevenir a desertificação e degradação dos solos, se não protegermos nossos ecossistemas e biodiversidade”, enfatizou o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso.

Fonte: AFP – http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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26 de setembro de 2010

Fórum Global de Sustentabilidade

SWU e Nestlé apresentam o Fórum Global de Sustentabilidade – Fazer um Mundo de Diferença

Evento reunirá 44 personalidades nacionais e internacionais  para uma agenda positiva de debates com o público em torno de soluções, oportunidades, idéias e experiências para um mundo mais sustentável. Entre os participantes, a indiana Ruma Bose, os brasileiros Alessandra França, presidente do Banco Pérola e Ladislau Dowbor e os americanos Leonard Schelesinger, presidente da Babson e consultor da Casa Branca para empreendedorismo, eStephen D’Esposito, da Resolve, que apresentarão no Fórum soluções e projetos inéditos para a sustentabilidade.

O movimento de conscientização em prol da sustentabilidade SWU e a Nestlé apresentam a programação do Fórum Global de Sustentabilidade que acontece nos dias 9, 10 e 11 de outubro na fazenda Maeda, em Itu (SP), durante o SWU Music and Arts Festival. O evento reunirá um time de grandes personalidades internacionais e nacionais para três dias de debates em torno de soluções, oportunidades, ideias e experiências de um mundo mais sustentável. São 24 speakers e outros 20 convidados entre especialistas, pensadores, empresários e representantes de entidades não-governamentais. Durante os três dias do Fórum eles discutirão com o público alguns dos principais temas da sustentabilidade no século 21: Negócios Sustentáveis, Inclusão de Minorias e Jovens e Meio Ambiente.

Sob curadoria da americana Kate Dohring, fundadora do Wealth Living and Giving (organização filantrópica que reúne uma revista, website e consultoria para fundo de doações), e da brasileira Lala De Heinzelin e com consultoria da Visão Sustentável, o Fórum Global de Sustentabilidade SWU, cuja assinatura é “Fazer um Mundo de Diferença”, foi concebido para inspirar pessoas para a prática da sustentabilidade por meio do exemplo positivo de personalidades que já começaram a agir e que refletem o conceito do SWU, de que a mudança que você quer ver no mundo “Começa com Você”.

O Fórum será também palco para apresentações de projetos inéditos. Entre os destaques estão:

  • a indiana Ruma Bose, que fará no evento o pré-lançamento do livro “Madre Teresa CEO: Unexpected Principles for Practical Leadership”.
  • Leonard Schelesinger, presidente da Babson (maior faculdade de empreendedorismo do mundo) e Consultor da Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA e da Casa Branca. Ele lança no Fórum o projetoEntrepreneurial Planet, plataforma global que fornecerá ferramentas e capital para novos negócios sustentáveis entre os alunos das melhores faculdades do mundo.
  • Stephen D’Esposito, presidente da Resolve – instituição mediadora entre Ongs e empresas, que apresentará o Solutions Network, iniciativa desenvolvida para catalisar, incubar e premiar soluções para desafios ambientais urgentes.

Entre as presenças nacionais, o Fórum contará com as participações do músico Marcelo Yuka, Alessandra França (presidente do Banco Peróla, de microcrédito), Lucia Araújo (canal Futura) e Ladislau Dowbor (presidente do Conselho do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC-SP).

O Fórum funcionará entre 12h e 14h40, com apresentações dos palestrantes e debates com a participação do público.

Programação sujeita a alterações.

Fonte: SWU Music & Arts Festival – WWW.swu.com.br; Fórum Global de Sustentabilidade.

Pedro Salles Iwersen, colaborador de GaiaNet

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27 de setembro de 2010

Principais países poluidores debatem mudanças climáticas em Nova York

NOVA YORK – Representantes do Brasil e de outros países responsáveis por 80% das emissões de gases de efeito estufa se reúnem esta segunda e terça-feiras, em Nova York, para abordar as mudanças climáticas e tentar impulsionar negociações para combatê-las, embora analistas esperem poucas mudanças. O Fórum das principais economias sobre Energia e Clima conta com a presença de altas autoridades governamentais, inclusive o enviado especial americano para as mudanças climáticas, Todd Stern.

Representantes de Brasil, Austrália, Grã-Bretanha, Canadá, China, União Europeia, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Rússia, África do Sul, Coreia do Sul e Estados Unidos participam do encontro. O presidente americano, Barack Obama, promoveu a reunião para facilitar as negociações sobre o tema, após a decepção da cúpula de Copenhague, no ano passado. (…)

Ministros de Meio Ambiente de 45 países têm previsto reunir-se em Genebra, ainda este mês, a convite dos governos de México e Suíça. E os negociadores dos 194 países signatários da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas se reunirão em outubro, em Tianjin, China, para uma rodada final de conversações preparatórias para a conferência de Cancún.

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br e AFP – http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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04 de outubro de 2010

China sedia conferência sobre mudança climática e assume compromissos

Tianjin, China – Governos, ONGs e organizações internacionais se reunem a partir de hoje na Conferência de Mudança Climática de Tianjin, em um encontro em que a China deseja mostrar seu compromisso na luta contra o aquecimento global. Três mil representantes de 170 países se reúnem até o dia 9 de outubro nesta cidade chinesa, situada a 150 quilômetros de Pequim, com o objetivo principal de mostrar que é possível negociar e se chegar a um acordo em novembro e dezembro em Cancún, evitando assim o fiasco que foi a Cúpula de Copenhague no ano passado.

Além disso, a nível político se trata da primeira reunião promovida pelas Nações Unidas sobre mudança climática realizada na China, o que, segundo os participantes, é uma importante conquista e uma demonstração de que o país asiático, atualmente o maior emissor mundial de dióxido de carbono, está disposto a assumir compromissos.

A secretária executiva da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança Climática, Christiana Figueres, destacou que há dados que geram otimismo em relação a Cancún, especialmente no terreno financeiro, já que as nações desenvolvidas parecem ter avançado na criação de um fundo para ajudar os países em desenvolvimento a lutar contra a mudança climática. (…) As ONGs advertem que o planeta está dando demonstrações da urgência que existe na hora de mudar mentalidades, como as inundações no Paquistão e na China e os incêndios florestais na Rússia. EFE

Fonte: UOL Ciência e Saúde – http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ e EFE –http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/

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ONU afirma que chegou o momento de decidir sobre o clima

TIANJIN, China – A principal autoridade da ONU para o clima, Christiana Figueres, enviou nesta segunda-feira, em Tianjin (norte da China), uma mensagem urgente aos governos do mundo: “Vocês podem parar ou avançar, o momento das decisões chegou”.

A secretária executiva da Convenção para o Clima das Nações Unidas (UNFCCC) – fórum mundial de negociações criado em 1994 para examinar as mudanças climáticas – fez o alerta aos negociadores dos mais de 190 países reunidos para a abertura da última sessão de negociações antes da grande reunião de Cancún, México, que acontecerá de 29 de novembro a 10 de dezembro. Quase 3.000 delegados de todo o mundo – governos, centros de pesquisa, grupos industriais e organizações não governamentais – permanecerão reunidos até sábado em Tianjin, a 150 km de Pequim. (…)

Fonte: Yahoo Notícias – http://br.noticias.yahoo.com

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Al Gore vê com otimismo Cúpula sobre Mudança Climática

MÉXICO – Al Gore, ex-vice-presidente dos Estados Unidos e Prêmio Nobel da Paz em 2007, se disse otimista nesta segunda-feira sobre os progressos que poderão ocorrer na Cúpula sobre Mudanças Climáticas de Cancún, já que o mundo conta com as tecnologias necessárias para reduzir a poluição.
“Sou um dos que estão otimistas sobre a reunião de Cancún…”, revelou Al Gore ao participar na Cidade do México de uma reunião para discutir as chamadas “tecnologias verdes”. (…) Além de Al Gore, o encontro de hoje teve representantes de multinacionais como Nestle, Cemex, Volvo, General Motors, Bimbo e Pepsico. Da reunião sairá uma série de propostas do setor privado para a Cúpula de Cancún.

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br e AFP – http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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09 de outubro de 2010

Brasil pode travar acordo global de biodiversidade

O Brasil chegará à Conferência da Biodiversidade de Nagoya, que começa neste dia 18, exigindo pelo menos US$ 1 bilhão por ano dos países ricos para a proteção da fauna e da flora até 2020. Também demandará a aprovação de um acordo, há muito protelado, que estabelece pagamento pelo uso da diversidade biológica pelas indústrias de alimentos, fármacos e cosméticos.
Sem dinheiro na mesa e sem o protocolo, o país deve travar as negociações da COP-10 (10ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica), nome oficial da reunião do Japão. Isso significa não apoiar os dois pontos que os anfitriões estabeleceram como objetivos da conferência: a redefinição de metas para proteção dos ecossistemas até 2020 e a criação de um painel científico para avaliar o conhecimento sobre a biodiversidade –o IPBS, uma espécie de IPCC biológico. Para o Brasil, ou Nagoya aprova o pacote completo ou não aprova nada. (…)

Fonte: Folha.com – http://www.uol.com.br/folha/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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27 de outubro de 2010

Reunião sobre biodiversidade tem fase decisiva no Japão

A mais importante reunião do mundo sobre biodiversidade entra hoje em sua fase decisiva, com muita coisa ainda a ser negociada. Os pontos mais críticos na agenda continuam em aberto e terão de ser fechados nos próximos três dias pelos ministros de Estado que chegaram ao Japão para o chamado “segmento de alto nível” da 10.ª Conferência das Partes (COP-10) da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), que termina na sexta-feira, em Nagoya.

A conferência tem três objetivos: definir um novo plano estratégico de ação, com metas de conservação da biodiversidade para 2020; garantir que haverá recursos suficientes para alcançar essas metas; e aprovar um protocolo internacional sobre regras de acesso e repartição de benefícios oriundos da exploração de recursos – como moléculas vegetais usadas na fabricação de fármacos e cosméticos. (…)

Fonte: Agência Estado e UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br/ultnot/agencia/

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ONU busca acordo histórico para proteção da natureza

NAGOIA – Ministros de todo o mundo iniciaram nesta quarta-feira um esforço final pela aprovação de um novo tratado da ONU para a proteção da biodiversidade, enquanto o Banco Mundial sugeriu que sejam quantificados os benefícios que florestas, oceanos e rios representam para as economias e para o bem-estar humano. Autoridades de quase 200 países estão reunidas em Nagoia, no Japão, para estabelecer novas metas de proteção das espécies animais e vegetais a serem cumpridas até 2020. As metas para 2010 em geral foram descumpridas. Falando no início dos três dias da fase ministerial do evento da ONU, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, disse que autoridades e empresas precisam atentar para o valor representado pela natureza em termos de alimentação, medicamentos, turismo e outras atividades.

“A produtividade da terra e dos mares está diminuindo, e com ela os serviços do ecossistema que são cruciais para que as pessoas saiam da pobreza”, afirmou. “Espécies ameaçadas estão sumindo para sempre diante dos nossos olhos.” Delegados discutem desde a semana passada as novas metas para 2020 e um plano estratégico de 20 itens destinado a proteger estoques pesqueiros, evitar a perda e degradação de habitats naturais e promover a conservação de maiores áreas terrestres e marítimas. (…)

Fonte: Reuters e UOL Notícias – http://noticias.bol.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/reuters/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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30 de outubro de 2010

7ª Conferência Internacional Lixo Zero

7th Zero Waste International Conference and Dialog

Durante os dias 28 e 29, aconteceu em Florianópolis a 7ª Conferência Internacional Lixo Zero, realizada pelo Instituto Lixo Zero Brasil em parceria com Aliança Internacional Lixo Zero (Zero Waste International Alliance) e a Novo Ciclo Ambiental. As seis Conferências anuais anteriores sobre Lixo Zero aconteceram na Malásia, Pais de Gales, Estados Unidos, Suiça, Itália e Filipinas. Durante os dois dias de trabalho, os participantes debateram “soluções Lixo Zero no contexto clima, crise financeira e segurança química”.

Dezenove especialistas internacionais e representantes de universidades, de ONGs de governos discutiram a sustentabilidade com cerca de duzentos cidadãos, ambientalistas, catadores, profissionais, servidores públicos, professores e muitos estudantes, e apresentaram “cases de políticas e projetos, bem como ações que deram certo no cenário nacional e internacional”.

Do setor público de Florianópolis havia servidores da Comcap, da Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano e da Secretaria Municipal de Saude, especialmente funcionários da Vigilância em Saude. A Conferência iniciou com uma reflexão sobre Revolução da Consciência e sobre Política Nacional de Resíduos Sólidos, recentemente aprovada no Brasil, seguidas de reflexões sobre as Políticas Municipais e sobre os Planos Gerenciais de indústrias, condomínios, supermercados e outros. A Conferência encerrou com a assinatura da meta “Supermercados Lixo Zero 2020” pelo presidente da Associação dos Supermercados de Santa Catarina.

O Conceito Lixo Zero

“O conceito Lixo Zero tem como principal objetivo o reaproveitamento de resíduos e a redução – ou mesmo o fim – da emissão de lixo para os aterros sanitários”. Durante o evento, ficou claro que entre os materiais reaproveitáveis estão os resíduos orgânicos, que podem e devem ser reaproveitados através da compostagem e utilizados como adubo para hortas ou terras degradadas. “E, para evitar que o meio ambiente seja contaminado por substâncias perigosas, materiais tóxicos ou não reaproveitáveis, estes devem ser encaminhados a indústrias especializadas em destiná-los corretamente”.

Entre os debatedores nacionais e internacionais houve consenso de que o processo de obtenção da meta Lixo Zero necessita educação e treinamento, particularmente de professores e crianças. “A ignorância é o inimigo”, precisamos “investir nas crianças”, disse o biólogo Wayne Willians, da Califórnia que apresentou o painel Educação em Lixo Zero. Para a representante do Havaí – WWW.hawaiizerowaste.org -, por exemplo, “os resultados se devem a programas de educação”. Para o representante filipino, “os educadores ambientais devem manter-se ligados às escolas e acompanhar a evolução do processo de educação e de ação Lixo Zero”. Os europeus – WWW.zerowasteeurope.eu – deram ênfase na compostagem doméstica. Das experiências sul americanas evidenciou-se a importância dos catadores, que foram chamados “catadores de recursos”. Há uma semana realizou-se em Bogotá um Congresso de Catadores, com discussões paralelas sobre Lixo Zero. Segundo os conferencistas, precisamos também “falar na imprensa”.

Como uma conclusão genérica dos debates sobre Lixo Zero diria-se que houve unanimidade em considerar que os Rs deveriam ser muitos mais do que 3, mas que 5 poderiam sintetizar as necessidades humanas atuais na relação com seus resíduos sólidos: reduzir; reutilizar; reciclar; repensar; e reorganizar nossa sociedade de consumo, predatória e perigosa para a Terra, para a vida do Planeta e para nossa própria espécie e sua civilização.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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12 de novembro de 2010

COP 16

Como “a temperatura vai subir ainda mais”, a Globo News – WWW.g1.com.br/globonews, canal 40 da Net, “vai acompanhar a COP 16 e apresentar sua evolução no programa Retratos do Clima, a partir de 27 de novembro.

Alerta Animal

No dia 29 de novembro, a TV Animal Planet, canal 69 da Net, abordará as dificuldades e perigos da maioria das espécies animais em um novo programa: Alerta Animal.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet; de Mídia Ecológica.

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16 de novembro de 2010

ONU busca acordo climático limitado em Cancún

OSLO – Quase 200 países se reúnem a partir do final do mês no México para tentar definir a criação de um fundo ambiental para países pobres e de outras medidas que levem à adoção de um novo tratado climático mundial, em meio a alertas de que a falta de ação está elevando os custos do combate às mudanças no clima. As expectativas de adoção desse tratado se frustraram na cúpula climática de Copenhague em 2009. Para a reunião deste ano as ambições também são menores. “Os países perceberam desde Copenhague que não há uma grande solução”, disse Christiana Figueres, chefe do Secretariado Climático da ONU. (…)

O objetivo das negociações de Cancún é prorrogar e ampliar o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012. A atual versão do protocolo só exige cortes nas emissões dos países desenvolvidos, mas os EUA não participam. Outro impasse entre países ricos e pobres diz respeito aos cerca de 30 bilhões de dólares da ajuda climática imediata para as nações em desenvolvimento, um dos poucos resultados concretos do evento de Copenhague-2009. (…)

Fonte: Reuters – http://noticias.bol.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/reuters/ e

UOL Ciência e Saúde – http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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29 de novembro de 2010

Aberta em Cancún a conferência da ONU sobre o clima

CANCÚN, México – A conferência das Nações Unidas de luta contra a mudança climática foi aberta nesta segunda-feiram em Cancún, no México, com a ambição de dar impulso e credibilidade a difíceis negociações, após a decepção de Copenhague, há um ano.

Tropas do exército e policiais mexicanos, apoiados por três navios de guerra, participam do esquema de segurança em torno ao hotel Moon Palace, um complexo em frente ao mar, onde está sendo realizada a conferência de 12 dias

Fonte: Yahoo! Notícias – WWW.br.noticias.yahoo.com e AFP – WWW.afp.com/afp.com/pt

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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30 de novembro de 2010

Acordo sobre florestas em conferência de Cancún beneficiaria Brasil

A criação de instrumentos para promover a redução de emissões por desmatamento e degradação (conhecidos pela sigla REDD) em países em desenvolvimento tem boas chances de ser um dos resultados práticos da conferência das Nações Unidas sobre mudança climática em Cancún, no México. Um acordo na área pode significar o aporte de bilhões dólares ao Brasil, com suas vastas reservas florestais. Se aprovados, instrumentos de REDD+ (o sinal acrescenta a remuneração de atividades que levem a conservação de florestas, manejo sustentável e reforço de estoques de carbono de florestas em países em desenvolvimento) poderiam canalizar este dinheiro de um fundo específico financiado por governos, bem como da iniciativa privada ou mercados de carbono e verbas para mitigação (redução de emissões). (…)

A 16ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas começou na segunda-feira, 29 de novembro, e vai até o dia 10 de dezembro. Poucos esperam que um acordo abrangente saia do encontro no México. A expectativa é de que representantes de mais de 190 países pavimentem um possível acordo para o encontro de 2011, na África do Sul.

Fonte: BBC Brasil –http://noticias.bol.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/bbc/ e UOL Ciência e Saúde – http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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04 de dezembro de 2010

Primeiro consenso da COP-16 é sobre educação ambiental

Acordo sobre educação, formação e sensibilização da população sobre as mudanças climáticas é o primeiro em que os 189 países membros entraram em consenso na COP-16, Conferência do Clima que acontece em Cancún, no México. O texto aprovado determina a promoção do conhecimento sobre mudanças climáticas para a população, em especial os jovens, e sua participação neste processo, o desenvolvimento de projetos nacionais e regionais, e ainda estratégias formais e não formais de educação ambiental. A proposta, liderada pela República Dominicana junto com o grupo G-77 + China, especifica o artigo 6 da Convenção, que previa de maneira ampla a conscientização sobre a mudança climática. (…)

A atitude foi tida como uma vitória para o subgrupo chamado Sica (Sistema da Integração Centro-americana) que reúne além da República Dominicana, os sete países da América Central continental: Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua e Panamá. Segundo Ramirez, a região é a uma das três zonas mais vulneráveis ao aquecimento global. As ações serão focadas em educação, formação, participação, cooperação internacional e reporte de ações. O financiamento de ações também está previsto, assim como um maior destino de verbas nacionais para esta área. Os países devem formar planos nacionais para estabelecer estratégias.

Fonte: UOL Ciência e Saúde – http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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09 de dezembro de 2010

Negociadores tentam aparar arestas em Cancún para fechar acordo do clima

CANCÚN, México – Os negociadores do clima esperam que as negociações do clima organizadas pela ONU eliminem as diferenças que impedem a conclusão de um acordo para combater o desmatamento e ajudar os países pobres mais atingidos pelos efeitos do aquecimento global. Um ano depois do fracasso da cúpula de Copenhagen, as Nações Unidas e o anfitrião México tentam manter as esperanças nas negociações, abordando um tema de cada vez para então chegar a um acordo mais amplo.
As discussões estão previstas até sexta-feira, e muitos negociadores acreditam ser possível chegar a um acordo que contemple três pontos fundamentais: a montagem de um fundo global para o clima, o suporte para desencorajar o desmatamento e a verificação das garantias de cada país. (…) Um primeiro rascunho da proposta estabelece detalhes técnicos para definir o fundo global de combate às mudanças climáticas, que será destinado a auxiliar as nações mais pobres sujeitas a seca e outras condições extremas provocadas pelo aumento da temperatura.

Antes da reunião de Copenhagen, União Europeia, Japão e Estados Unidos prometeram contribuir com 100 bilhões de dólares por ano para ajudar estes países. Além disso, o Banco Mundial (Bird) anunciou uma iniciativa para ajudar países emergentes e em desenvolvimento a estabelecer um mercado de carbono, que também pode ajudá-los a arrecadar fundos para combater os efeitos das mudanças climáticas.

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br e AFP  – http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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11 de dezembro de 2010

COP-16 chega a pacote de decisão sobre mudanças climáticas

Discussões técnicas dominaram a plenária final da COP-16, Conferência do Clima, que acabou nesta madrugada, em Cancún, no México. (…) a presidente da COP, Patrícia Espinosa, aprovou a adoção do pacote balanceado de Cancún. Ele, na verdade, só implementa questões já acordadas anteriormente como financiamento, adaptação, transferência de tecnologia e florestas. (…) O pacote é chamado de balanceado por abarcar diversos temas considerados chave na questão do aquecimento global. Entre eles, foi decidido como vai funcionar o financiamento de ações de corte de emissões e adaptação às mudanças climáticas em países em desenvolvimento e os mecanismos de transferência de recurso para preservar florestas. O pacote abarca ainda o comprometimento dos países do Protocolo de Kyoto de que não haverá um intervalo entre as metas legais de redução dos gases do efeito estufa. (…)

A grande decisão foi sobre o Fundo Verde, que será “a entidade operacional de mecanismos de financiamento da Convenção”. Ele estará sob responsabilidade da ONU, mas terá o Banco Mundial como tesoureiro nos primeiros três anos. Deverá ser governado por 24 países, divididos igualmente, entre ricos e pobres. (…) O pacote balanceado também determina regras para a criação do REDD (Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação de floresta), que proveria recursos para os países preservarem suas florestas (grandes armazenadores de CO2).O texto diz que países devem coletivamente seguir o objetivo de retardar, deter e reverter a perda de cobertura florestal e de carbono, de acordo com as circunstâncias de cada país.(…)

Nas discussões sobre visões para ações a longo prazo, foi estabelecida uma temperatura limite de 2ºC e uma revisão futura para 1,5 ºC. Além disso, as partes concordam com um objetivo final de identificar uma meta global para 2050. O texto reconhece ainda que as mudanças climáticas representam um urgente problema que precisa de solução por todas as partes e que os países em desenvolvimento precisam alcançar economia sustentada, erradicar pobreza e lidar com mudanças climáticas.

Fonte: UOL Ciência e Saúde – http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

30 de maio de 2011

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Estudos sobre Saneamento Ambiental em Florianópolis
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II Fórum Brasileiro de Altos Estudos de Direito Público - Saneamento Ambiental - Participe!
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Abertura 
Luís Cláudio Rodrigues Ferreira – Editor e Presidente da Editora Fórum
Leodegar Tiscoski - Secretário Nacional de Saneamento Básico – Ministério das Cidades
Sustentabilidade e saneamento ambiental 
Juarez Freitas
Plano Nacional de Saneamento Básico
Viviana Boff Simon

Prestação dos serviços públicos de saneamento ambiental 
Presidente: Rodrigo Valgas
A titularidade dos serviços públicos de saneamento ambiental
Maria Sylvia Zanella Di Pietro
A gestão associada em saneamento ambiental
Luciano Ferraz

Parcerias com a iniciativa privada para a prestação dos serviços de saneamento ambiental
Joel de Menezes Niebuhr
Competência das Agências Reguladoras e a remuneração dos serviços de saneamento ambiental
Carlos Ari Sundfeld

Controle das atividades de saneamento ambiental 
Presidente: Alexandre Pasqualini 
Atuação dos Tribunais de Contas em relação ao saneamento ambiental
Salomão Ribas 
O Ministério Público e o saneamento ambiental 
José dos Santos Carvalho Filho 
Cases de saneamento ambiental 
O Saneamento ambiental no Estado de Santa Catarina 
Adelor Francisco Vieira 
Diretor de Expansão da Companhia Catarinense de águas e Saneamento – CASAN
O saneamento ambiental no Estado de Santa Catarina 
CASAN - Companhia Catarinense de águas e Saneamento
Agência Reguladora Intermunicipal: a experiência da Federação Catarinense dos Municípios 
Marcos Fey Probst 
Apresentação de case SABESP Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo
Resíduos sólidos 
Presidente: Pedro de Menezes Niebuhr 
Lei de Resíduos Sólidos: questões concretas 
Daniela Libório 
Resíduos sólidos e danos ambientais 
José Rubens Morato Leite 
Encerramento: síntese geral do evento 
Juarez Freitas e Joel de Menezes Niebuhr

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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15 de julho de 2011

Conferência Municipal de Saúde de Florianópolis

Evento é aberto ao público e decisões serão tomadas pelo voto
Dr. João José cândido, Secretário de Saúde da Capital, durante a cerimônia de abertura

O prefeito da capital, Dário Berger, abriu nesta quinta-feira (14) a 8ª Conferência Municipal de Saúde de Florianópolis. O evento, que pretende traçar os rumos do SUS no município nestes próximos anos, vai até o sábado no ginásio do Instituto Federal de Santa Catarina. A mesa de abertura contou com a participação de diretor de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Heider Pinto, do ex-ministro da pasta, José Gomes Temporão, um dos palestrantes da noite, e do secretário municipal, João Candido da Silva, além de representantes da Câmara Municipal e outras autoridades.

Falando sobre a importância do evento o prefeito Dário Berger lembrou que antes da criação do Sistema Único de Saúde, no final da década de 80, nem todos tinham acesso à saúde pública.  Já o secretário João Candido da Silva voltou a afirmar que este é um direito e não uma concessão, e que fóruns como a CMS são o caminho correto para se determinar o SUS que se quer ter. “O SUS foi um sonho sonhado numa época em que o povo brasileiro estava aprendendo que podia sonhar”, destacou ele.  O representante do ministro Alexandre Padilha, Heider Pinto, afirmou que a saúde pública é uma das prioridades do governo da presidenta Dilma Roussef. Ele lembrou que uma recente pesquisa entre as mais de 30 milhões de pessoas que migraram das classes D e E para a classe C nos últimos oito anos apontou o desejo de ter um plano de saúde privado como um de seus objetivos. “Isto indica que precisamos melhorar o SUS, seguir exemplos como o de Florianópolis onde os resultados tem sido excelentes”, destacou ele.

Fonte: Secretaria Municipal de Saude de Florianópolis – http://portal.pmf.sc.gov.br/entidades/saude/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

 

29 de setembro de 2011

Rio+20 

Cidades sustentáveis serão uma das principais discussões na Rio+20

UOL Ciência e Saúde e Agência Brasil

O presidente da Câmara de Desenvolvimento Sustentável da prefeitura do Rio de Janeiro, o economista Sergio Besserman, quer estimular a mobilização e participação da cidade, principalmente dos jovens, na Conferência das Nações Unidas sobre Sustentabilidade (Rio+20), que ocorrerá em junho de 2012, na capital fluminense. Para ele, é importante que o Rio “não só acolha, como cidade anfitriã, mas participe com toda a sua vida política, cultural e social da discussão do tema do desenvolvimento sustentável”.

Também presidente do grupo de trabalho do município para a Rio+20, Besserman participou do 4º Congresso Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável (Sustentável 2011), no Pier Mauá. O evento é promovido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável. (…) O Rio de Janeiro participará das discussões de conteúdo da Rio+20 por meio do debate sobre o tema das cidades. “Certamente, o projeto Cidades Sustentáveis, do Instituto Ethos, será um dos atores relevantes na discussão de como as cidades podem participar desse processo de grandes transformações em direção à sustentabilidade”, destacou Besserman.

O presidente do Instituto Ethos, Jorge Abrahão, confirmou à Agência Brasil que não há ainda no país cidades que possam ser definidas como sustentáveis. Segundo ele, São Paulo e o Rio de Janeiro estão entre as cidades brasileiras que se mostram mais interessadas em ter processos que avancem rumo à sustentabilidade. O programa Cidades Sustentáveis foi lançado em São Paulo, em agosto passado, e até o final deste ano chegará à capital fluminense. (…)

Na Europa, os países elegem cidades sustentáveis anualmente. A atual cidade sustentável europeia é Hamburgo, na Alemanha. Para 2012, a cidade escolhida é Vitória, na Espanha, e, para 2013, Nantes, na França. “Eles pegam as práticas dessas cidades em diferentes temas. Por exemplo, quanto a cidade reduziu o volume de transporte por automóveis e passou para transporte coletivo e para bicicleta. (…)

Rui Iwersen, editor

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03 de novembro de 2011

Efeito Estufa na Rio+20

Brasil defende redução na emissão de gases do efeito estufa em metas para Rio+20

 e  UOL Ciência e Saúde

Tema polêmico no debate entre líderes mundiais, a tentativa de conter as emissões de gases de efeito estufa no planeta entrará de contrabando na pauta da Rio+20, Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, marcada para junho. O Brasil encaminhou ontem à ONU a proposta brasileira para a conferência, com a defesa de metas “restritivas vinculantes” para áreas como a geração de energia, com influência direta no aquecimento global.

“A Rio+20 não tem mandato para negociar mudanças climáticas, mas lidará com a solução da crise do clima”, avaliou o embaixador Luiz Alberto Figueiredo, negociador brasileiro na conferência. No documento enviado às Nações Unidas, o País encampa a proposta de estabelecer “metas restritivas vinculantes” sobre um conjunto de temas ligados ao desenvolvimento sustentável, como a erradicação da pobreza e o acesso à água. Um dos temas obrigatórios nessa agenda é a adoção de geração de energia por meio de fontes renováveis. “A conferência não é sobre meio ambiente nem sobre crise econômica”, insistiu a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, ao apresentar a proposta brasileira, que oferece o pensamento do País anfitrião da conferência, embora oficialmente não tenha peso diferente das propostas dos demais países. (…)

Rui Iwersen; de Lima, Peru

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04 de novembro de 2011

México faz apelo a EUA e China sobre acordo climático

 e UOL Notícias

CANNES, França – O presidente mexicano, Felipe Calderón, pediu nesta quinta-feira aos Estados Unidos e à China que aceitem reduzir suas emissões de gases do efeito estufa, para assegurar o sucesso das novas negociações climáticas da ONU marcadas para o final deste mês na África do Sul.

“Um acordo entre EUA e China é absolutamente necessário”, disse Calderón a líderes empresariais, num evento paralelo à cúpula do G20 (grupo de economias desenvolvidas e emergentes) no sul da França. “É importante, crucial para a humanidade, que a maior economia do mundo (os EUA) e o maior emissor mundial (de gases do efeito estufa, a China) firmem um compromisso formal”, acrescentou Calderón, cujo país irá assumir a presidência do G20 depois da reunião de Cannes. (…)

Rui Iwersen; de Lima, Peru

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09 de novembro de 2011

Aquecimento Global e Conferências do Meio Ambiente

Limite de aquecimento está em risco sem ação climática até 2017

 UOL Ciência e Saúde

Em Londres

O mundo pode não ser capaz de limitar o aumento da temperatura global a níveis seguros se uma nova ação climática internacional não for tomada até 2017, já que muitas usinas de energia de combustível fóssil e fábricas estão sendo construídas, alertou a Agência Internacional de Energia nesta quarta-feira. Se o mundo limitar o aquecimento global a 2 graus Celsius — que segundo cientistas é o nível mínimo de segurança antes que efeitos devastadores das mudanças climáticas ocorram — os volumes de emissão de gases não devem ter mais de 450 partes por milhão (ppm) de dióxido de carbono. Com as emissões já chegando a 390 ppm de CO2, está se esgotando o tempo para tomar uma atitude.

A infraestrutura energética existente já está liberando 80% das emissões permitidas sob esse cenário, advertiu a AIE em seu Relatório Mundial de Energia. Quatro quintos do total das emissões de carbono relacionadas à energia permitida até 2035 para limitar o aquecimento já vêm das usinas, prédios e fábricas existentes, apontou a agência. (…) O alerta vem apenas algumas semanas antes de uma reunião de negociadores internacionais na África do Sul para tentar trabalhar em um novo pacto global para combater o aquecimento global. São baixas as expectativas de um acordo juridicamente vinculante este ano. A União Europeia está pressionando por um acordo até 2015, mas alguns outros países foram acusados de atrasar um pacto até 2018 ou 2020.

(…) Melhorias na eficiência energética precisariam responder por metade das reduções adicionais de emissão necessárias, disse a AIE. Em maio, a AIE informou que as emissões globais de CO2 atingiram seu nível mais alto em 2010, impulsionadas principalmente pelas economias dependentes de carvão. Se novas políticas climáticas forem implementadas cautelosamente, as emissões de CO2 acumuladas nos próximos 25 anos equivaleriam a três quartos do total dos últimos 100 anos, disse a AIE. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet; de Cusco, Perú.

 

25 de novembro de 2011

Prazo está se esgotando para acordo sobre aquecimento global

O tempo está acabando para se chegar a um acordo nas negociações climáticas globais a fim de salvar o agonizante Protocolo de Kyoto e fazer grandes reduções nas emissões de gases do efeito-estufa, os quais, segundo cientistas, estão provocando o aumento das temperaturas, fenômenos climáticos mais fortes e o declínio das safras.

As principais partes envolvidas na discussão estão em desacordo há anos, alertas sobre desastres climáticos estão se tornando mais terríveis e diplomatas se preocupam se a anfitriã África do Sul está a altura do desafio de intermediar as duras discussões entre quase 200 países, entre 28 de novembro e 9 de dezembro, na cidade costeira de Durban. Há alguma esperança de que um acordo possa ser alcançado sobre um fundo para financiar projetos para países em desenvolvimento mais atingidos pela mudança climática, e que economias avançadas responsáveis pela maior parte das emissões globais façam reduções maiores nas negociações conhecidas como a Conferência das Partes, ou COP 17. (…)

Rui Iwersen, editor

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28 de novembro de 2011

Começa conferência da ONU sobre mudanças climáticas

 e UOL Notícias


Em Durban (África do Sul)

A conferência da ONU sobre a luta contra as mudanças climáticas começou nesta segunda-feira na cidade de Durban (África do Sul), com o objetivo de dar um novo estímulo às negociações sobre o protocolo de Kioto.

Dos 194 países membros da ONU, 183 participam na conferência. A cerimônia de abertura no centro de conferências de Durban aconteceu na presença do presidente sul-africano Jacob Zuma. O tratado de Kioto, símbolo do compromisso dos países desenvolvidos, cristaliza as expectativas, a poucos meses para o 20º aniversário da Rio-92, onde teve início o processo sobre o clima instaurado pela ONU. (…)

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Conferência sobre aquecimento começa sem clima na África do Sul

Já virou clichê dizer que as conferências do clima nunca alcançam o objetivo desejado. A COP-17 (17ª Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas), que começou nesta segunda-feira sob o signo da crise econômica, deve romper esse padrão: nela, o próprio objetivo foi diluído. Os diplomatas de 190 países que se reúnem até 10 de dezembro em Durban, na África do Sul, não perseguem mais um acordo global contra emissões de gases-estufa. O que está em jogo é a continuidade ou não do acordo que existe hoje, o pífio Protocolo de Kyoto.
Editoria de Arte/Folhapress

Para a diplomacia brasileira, a reunião terá sido um sucesso se as nações desenvolvidas concordarem em prolongar a vida do protocolo até 2020. E um fracasso em Durban traria um ônus extra para o Brasil, que sediará a próxima conferência ambiental da ONU, a Rio +20.

Kyoto, assinado em 1997, previa que os países industrializados cortassem suas emissões em 5,2% em relação a 1990 até 2012. Como se sabe, os EUA ficaram de fora, e o acordo teve impacto virtualmente nulo sobre a concentração global de gases-estufa na atmosfera, que cresceu 7% de 1997 a 2011. (…).

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.
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05 de dezembro de 2011.

Conferência do clima se propõe a acabar com guerras mundiais

 Folha.com

Os ministros de Meio Ambiente que chegam nesta semana a Durban para a fase final da COP-17, a conferência do clima da ONU, terão diante de si duas tarefas monumentais: além de evitar o aquecimento global, acabar com as guerras no mundo.Essa ambição um tanto surreal é um dos itens do documento de 130 páginas produzido pelos diplomatas na primeira semana de negociações na África do Sul. Daqui até sexta-feira, o catatau precisa ser transformado num “mapa do caminho” para o enfrentamento futuro da mudança do clima. “Parar as guerras, defender vidas e cessar as atividades destrutivas protegerão o sistema climático”, afirma o documento, que pede dos 190 países membros da Convenção do Clima das Nações Unidas a “garantia” de que as partes pararão suas guerras e direcionarão os recursos financeiros e os investimentos associados ao esforço global compartilhado de combater um inimigo comum: a mudança climática. (…)
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Rui Iwersen, editor de GaiaNet.
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11 de dezembro de 2011 

Dilma considera positivo resultado da conferência do clima da ONU

 UOL Notícias e AFP

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, avaliou como positivo o resultado da conferência do clima na África do Sul, na qual foi formulado um mapa do caminho para reunir os maiores emissores de gases do efeito estufa, informou a imprensa brasileira neste domingo.

A Agência Brasil indicou que Dilma telefonou para a sua ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e disse a ela que está “satisfeita com o resultado da conferência, especialmente com a atuação do país durante as negociações”.
O mapa do caminho, considerado uma importante arma na luta contra as mudanças climáticas, foi aprovado em Durban neste domingo depois de 14 dias de duras negociações na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC, sigla em inglês).
Se for aprovado como está previsto em 2015, o pacto será operacional a partir de 2020 e se tornará o principal instrumento na luta contra as mudanças c limáticas. (…)
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Greenpeace classifica resultado da COP-17 como “fracasso”

 UOL Notícias
Nairóbi – A ONG internacional Greenpeace criticou duramente a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-17) – realizada nas últimas duas semanas em Durban -, descreveu-a como uma “fracasso” e afirmou que os governos participantes “deveriam se sentir envergonhados”.
“As negociações de Durban acabaram da mesma forma como começaram: em fracasso”, diz um comunicado divulgado no site da entidade. “Os governos preferiram ouvir os poluidores ao povo”.
O Greenpeace acusa os líderes que participaram da Conferência de terem fracassado no reforço de medidas anteriores de proteção do clima e se manterem “à margem de novas normas globais para lutar contra a mudança climática”.(…) Apesar do pacto obtido na COP-17 para prorrogar o Protocolo de Kyoto – único acordo de caráter legalmente vinculante contra a mudança climática -, o Greenpeace alega que houve poucos avanços na cúpula. A organização menciona Estados Unidos, União Europeia, China e Índia como obstáculos para um acordo com nações menos desenvolvidas. “Nos decepcionaram e seu fracasso será medido com a vida dos pobres, os mais vulneráveis e menos responsáveis pela crise da mudança climática”.
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Rui Iwersen, editor
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12 de dezembro de 2011

COP 17

Em decisão histórica, EUA e China comprometem-se a cortar gases estufa em pacto global

Um dos principais e inéditos resultados da Conferência do Clima, COP-17, foi o estabelecimento do grupo de trabalho da Plataforma de Durban, que vai desenvolver um “protocolo”, “instrumento legal” ou “resultado acordado com força legal” de comprometimento de todos os países para cortar as emissões de gases do efeito estufa. É a primeira vez que EUA e China concordam com um acordo legal neste sentido, que deve ser implementado em 2020. A Índia e a União Europeia concordaram no último momento, com a mudança no texto, que trocou o fraco termo “resultado legal” que estava nos documentos anteriores por “resultado acordado com força legal”, que exige um comprometimento maior. O Fundo Verde e a prorrogação do Protocolo de Kyoto também foram aprovados.

 Para a ministra do meio ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, o resultado da COP-17 é histórico por fazer com que todos os países se comprometam. O documento “nota com grave preocupação” a lacuna significativa entre as promessas de corte nas emissões dos gases estufa dos países até 2020 e o que deveria ser feito para se ter uma chance de conter o aquecimento global a 2°C ou 1.5°C acima dos níveis pré-industriais. (…)

Rui Iwersen, editor

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14 de dezembro de 2011

Florestas ficam à sombra na conferência do clima de Durban

A conferência do clima em Durban, na África do Sul, trouxe avanços insuficientes para frear o desmatamento das últimas grandes florestas do planeta, avaliam especialistas, que pressionam para que a questão volte ao centro da luta contra as mudanças climáticas.”Durban não trouxe o progresso de que necessitamos em questões fundamentais, que são regras estritas para assegurar que o desmatamento será reduzido no planeta”, avaliou Lars Lovold, diretor da Fundação Rainforest, da Noruega.

Uma das principais decisões da conferência do clima da ONU, em Cancún, em 2010, foi o programa REDD+, destinado a garantir apoio financeiro e técnico para que os países combatam o desmatamento, do Congo e Indonésia a Brasil e Guatemala, e que incorpora as florestas à luta contra as mudanças climáticas.O desmatamento florestal representa cerca de 17% das emissões de gases de efeito estufa, causadores do aquecimento global, mais do que o volume emitido por todo o transporte no planeta. (…)

Rui Iwersen, editor

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23 de janeiro de 2012

Conferência do meio ambiente

Rio + 20 reforçará imagem de expansão sustentável

 UOL Notícias

A Conferência Rio+ 20, que acontecerá de 20 a 22 de junho próximo, no Rio de Janeiro, será um espaço para o Brasil mostrar ao mundo sua experiência de crescimento sustentado, afirmou nesta segunda-feira a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante a reunião ministerial, no Palácio do Planalto, convocada para a apresentação das linhas gerais do governo para o presente ano.

 Ela explicou que antes mesmo do início do encontro, já haverá grande presença de autoridades estrangeiras no Brasil. “Nós teremos, de 13 a 22 de junho, todos os holofotes do planeta, em termos de desenvolvimento sustentável, olhando para o Brasil. Portanto, não é uma conferência stricto sensu de meio ambiente. É uma conferência sobre desenvolvimento sustentável”.

Segundo a Ministra, a percepção externa é que o Brasil é um país líder nesse tema. “A síntese e a imagem que a gente quer consolidar, pós-conferência, é um país que cresce, inclui e conserva. E essa é a percepção que está internacionalmente em torno do Brasil, também consolidado por uma sociedade democrática, transparente e com um governo que procura adotar o paradigma do desenvolvimento sustentável como uma referência para a sua tomada de decisão em políticas públicas”.

Rui Iwersen, editor

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14 de fevereiro de 2012

Rio+20 terá aldeia para discutir questões indígenas

do UOL Ciência e Saúde e da Agência Brasil

Uma aldeia com pelo menos quatro ocas será montada no Rio de Janeiro para discutir questões ligadas aos indígenas durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), marcada na cidade para o final de junho. Segundo o articulador indígena para a conferência, Marcos Terena, o espaço deverá se chamar Kari-oca 2, nome que remete aos moradores da cidade do Rio de Janeiro, os cariocas, e cujo significado original, na língua indígena tupi, é “casa do homem branco”.

Na aldeia haverá duas ocas com redes para abrigar 80 pessoas, uma “oca eletrônica” e uma grande oca com capacidade para 500 pessoas, onde serão feitas as discussões. Terena e um grupo de indígenas estiveram no Rio de Janeiro para definir a área exata onde a aldeia será montada. A ideia é que o espaço ocupe o Autódromo de Jacarepaguá, próximo aos locais onde ocorrerão as conferências oficiais das Nações Unidas.

“É uma iniciativa para abrigar povos indígenas do mundo inteiro aqui no Rio de Janeiro durante a Conferência Rio+20 e para que a gente possa ter um lugar para debater a economia verde e o desenvolvimento sustentável. Ao mesmo tempo vai servir para que a gente possa mostrar a força cultural dos povos indígenas do Brasil. O projeto é uma iniciativa indígena brasileira, que é conectada com os índios da África, das Américas, da Ásia”, afirmou Terena. (…)

Rui Iwersen, editor

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16 de fevereiro de 2012

Atuação da sociedade na Rio+20 dará densidade ao conceito de desenvolvimento sustentável

do UOL Ciência e Saúde e Agência Brasil

O governo brasileiro está consciente de que o crescente engajamento da sociedade civil nas discussões a serem apresentadas no fórum ambiental Rio+20, que ocorrerá em julho, no Rio de Janeiro, “é fundamental para que o próprio conceito de desenvolvimento sustentável ganhe mais densidade”.

A avaliação foi feita pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, ao instalar hoje (15) o encontro Diálogos Sociais rumo à Rio+20, organizado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES/PR), no auditório do Palácio do Planalto. Foi o primeiro de quatro encontros mensais, até o fórum internacional. (…)

Rui Iwersen, editor

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21 de fevereiro de 2012

Rio+20

A TV Globo News, canal 40 da Net, iniciará em março, no Cidades e Soluções, uma série de programas sobre a Rio+20, a conferência internacional sobre o clima que se realizará em junho no Rio de Janeiro, 20 anos após a Conferência do Clima no Rio de Janeiro em 1992.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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29 de fevereiro de 2012

Ministra do Meio Ambiente avisa que Rio+20 não será uma revisão da Eco 92

 UOL Ciência e Saúde e Agência Brasil

Brasília – Para a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, não deve ser vista como uma revisão da conferência que o Rio sediou há 20 anos, a Eco 92. “Não se trata de voltar ao passado, de rever documentos acordados. A Rio+20 não está modelada na Eco 92, mas no desenvolvimento sustentável a partir de duas mensagens-chave: economia verde e governança de modo sustentável”, disse a ministra ao participar hoje (29) de audiência pública no Senado. (…)

Rui Iwersen, editor

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16 de março de 2012

Europa quer metas na Rio+20, mas não dará dinheiro, diz comissário

da Folha.com

Principal negociador da União Europeia para a Rio +20, o comissário europeu do Ambiente, Janez Potocnik, diz que o bloco está pronto para adotar metas concretas de desenvolvimento sustentável e de economia verde na conferência. Mas avisa: que ninguém venha pedir dinheiro público da UE para implementá-las. “Não estamos recuando dos nossos compromissos, mas olhar apenas para o setor público não é a resposta”, afirmou o comissário, um economista esloveno de 54 anos que está no Brasil participando de uma série de reuniões com membros do governo em preparação para a cúpula do Rio, em junho. Segundo ele, a economia verde, um dos principais eixos da Rio +20, é algo que diz respeito sobretudo ao setor privado.
“Trata-se de criar condições, trata-se de mandar os sinais certos para o mercado”, afirmou o comissário.”É claro, quando se pergunta como acelerar isso quando se trata de desenvolvimento tecnológico, transferência de  conhecimento, etc., essas são questões importantes, que precisamos considerar. Mas, quando você fala de economia verde, é praticamente impossível sem falar sobre o papel do setor privado. São eles que praticam a atividade econômica.
Nós achamos que, se criarmos as condições adequadas, esses investimentos virão. Mas precisamos criar as condições certas antes e ter muita clareza, e isso precisa de visão política, sobre aonde estamos indo. E isso seria fundamental para atrair o setor privado, especialmente no mundo em desenvolvimento, porque é lá que estão as maiores oportunidades.” (…)
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Rui Iwersen, editor
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19 de março de 2012

Metas do fórum da água serão levadas para conferência Rio+20

da Folha.com

 MARSELHA – Na prática, não é lei e não há nenhuma obrigatoriedade. Mesmo assim, 140 países se comprometeram na última sexta-feira a aumentar o acesso à água potável, ao tratamento de esgoto e a promover o uso inteligente da água na conclusão do Fórum Mundial da Água.

O evento, coordenado por um engenheiro da USP, Benedito Braga, reuniu 20 mil pessoas na semana passada em Marselha, na França. Mesmo em crise econômica, a França abriu a carteira e doou € 600 milhões para iniciativas de água na África –uma das regiões que mais sofrem no mundo por falta de saneamento básico. Os acordos tomados em Marselha não têm caráter vinculante. Isso significa que ninguém vai cobrar quem disse que ia fazer e não fez. A ideia, no entanto, é levar o documento de Marselha para a Rio+20, conferência da ONU para o desenvolvimento sustentável que acontecerá em junho no Brasil. (…)
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Rui Iwersen, editor 
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22 de março de 2012

Dia Mundial da Água

Rio+20 não deve resultar em ações concretas para o uso da água, diz presidente do Brasil Pnuma

UOL Ciência e Saúde e Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que será realizada em junho deste ano na capital fluminense, não deverá resultar em ações concretas que permitam avanços nas políticas globais sobre o uso da água. A declaração é do presidente do Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Brasil Pnuma), Haroldo Mattos de Lemos.

Segundo ele, o pré-documento da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Rio+20 aborda apenas “intenções”. Para Lemos, se a Rio+20 não discutir ações mais concretas, será uma “oportunidade perdida” para avançar em temas como o acesso da população à água potável e ao esgotamento sanitário. (…) Lemos lembrou que um dos Objetivos do Milênio, documento aprovado pela ONU em 2000 que prevê metas para melhorar o mundo no prazo de 15 anos, é reduzir pela metade o número de pessoas sem acesso à água potável e ao esgotamento sanitário. (…)

Rui Iwersen, editor

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29 de março de 2012

Mais de 100 chefes de estado devem discursar na Rio+20

 UOL Notícias e EFE

Rio de Janeiro – Mais de 100 chefes de Estado devem discursar na Rio+20, de acordo com organizadores da conferência da ONU que será realizada no Rio de Janeiro em junho.A cúpula contará com 50 mil pessoas credenciadas de 193 países, além de outros milhares de participantes que estarão em eventos paralelos na chamada “Cúpula dos Povos”. Os líderes de mais de 100 nações já se inscreveram para discursar na conferência, e 84 deles já fizeram reservas em hotéis do Rio, informou o secretário do comitê organizador brasileiro, Laudemar Aguiar. Entre os credenciados estão incluídos 5 mil jornalistas e cerca de 1,4 mil voluntários, oriundos de comunidades carentes e universidades cariocas. (…)
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Organização da Rio+20 promete reduzir impacto ambiental do evento

UOL Ciência e Saúde e Agência Brasil

A organização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) deverá tomar medidas para reduzir o impacto ambiental do evento, que deverá reunir mais de 50 mil participantes, apenas no Riocentro. Entre as medidas adotadas pela organização estão a compensação pela emissão de gases do efeito estufa, o uso racional da água e a gestão de resíduos sólidos.
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Rui Iwersen, editor de GaiaNet
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31 de março de 2012

20H30 – 21H30: Hora da Terra

Rio+20 também dará prioridade ao combate à fome e à pobreza no mundo

UOL Ciência e Saúde e Agência Brasil

Na 32ª Conferência Regional da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em Buenos Aires, na Argentina, um dos temas discutidos foi a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, marcada para ocorrer em junho, no Rio de Janeiro. Representantes dos 33 países da América Latina e do Caribe ratificaram a necessidade de fixar como meta para os próximos anos a erradicação da fome, com a adoção de políticas de desenvolvimento sustentável integradas à chamada economia verde, temas da Rio+20.

A secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Maya Takagi, disse à Agência Brasil que, na Rio+20, haverá uma arena social com 18 mesas de discussões destinadas exclusivamente ao tema. Representantes da sociedade civil e organizações não governamentais também participarão dos debates. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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03 de abril de 2012

ONGs farão grande marcha de protesto durante a Rio+20

UOL Ciência e Saúde

Rio de Janeiro – Ainda não se sabe o número de chefes de Estado que participarão da Rio+20, mas para as ONGs uma coisa é certa: a orla carioca será tomada por uma grande marcha de protesto no dia 20 de junho, quando devem começar as reuniões intergovernamentais da conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável. “Vamos convidar representantes de movimentos como o Occupy, de Nova York, dos Indignados, da Espanha, da Primavera Árabe e vários outros”, diz Fátima Mello, da ONG Fase, que participa da organização da Cúpula dos Povos, evento paralelo ao encontro oficial das Nações Unidas. Na agenda dos ambientalistas envolvidos nos preparativos está previsto um “Toxic Tour”. A ideia é levar visitantes da cúpula, que começa no dia 15 de junho, para conhecer de perto problemas ambientas causados por grandes projetos no Rio. (…) “Vamos protestar contra o que está sendo debatido na Rio+20 porque as propostas se organizam dentro do mercado, o que a gente considera uma falsa solução. Trata-se de uma grande reunião de chefes de Estado com corporações. O povo vai cobrar na rua”. Ficarão acampados na cidade cerca de 1.200 índios que virão da Amazônia e dos Andes, entre outros grupos.

Segundo os organizadores, toda a alimentação para as 10 mil pessoas esperadas durante a cúpula será fornecida pela produção da agricultura familiar, camponesa e agroecológica. “Além do debate, queremos dar visibilidade para experiências e práticas do que queremos para o mundo”, diz Fátima Mello, reconhecendo a dificuldade de dar conta de tudo o que está sendo prometido para realizar uma cúpula de fato sustentável. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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10 de abril de 2012

Cúpula dos Povos pretende lutar contra mercantilização da natureza

UOL Ciência e Saúde e Agência Brasil

Rio – O principal desafio que a Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental terá que enfrentar é a desconstrução das propostas que dominam a agenda oficial da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, programada para junho próximo, no Rio. A Cúpula dos Povos está sendo organizada por movimentos da sociedade civil e ocorrerá paralelamente à Rio+20, no Aterro do Flamengo. A conferência da ONU tem três temas centrais: economia verde, erradicação da miséria e governança global.

Para a representante do Comitê Facilitador da Sociedade Civil para a Rio+20 e diretora da organização não governamental Fase-Solidariedade e Educação, Fátima Mello, a meta da Cúpula dos Povos é, “de um lado, desconstruir essas ilusões e as teses da agenda oficial e, de outro, transmitir a mensagem de que o mundo passa por uma crise global sem precedentes. Essa crise será enfrentada por meio de soluções, cujo caminho é o fortalecimento dos direitos, a recuperação dos bens comuns, ao contrário da mercantilização da natureza, que a agenda oficial propõe”.

Fátima Mello destacou a necessidade de que bens comuns, como a água, a terra, o ar, as florestas, e o solo urbano sejam apropriados coletivamente e não pelo mercado financeiro. Durante as atividades que serão promovidas durante a Cúpula dos Povos, no período de 15 a 23 de junho, o objetivo é promover um diálogo amplo com a sociedade. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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19 de abril de 2012

Dia do Índio

ONU pede mais atenção aos direitos humanos na cúpula Rio+20

18/04/2012 – | do UOL Notícias e EFE

Genebra – A Alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, pediu nesta quarta-feira (18) aos organizadores da cúpula Rio+20 sobre mudança climática para prestarem mais atenção na questão dos direitos fundamentais.

Em carta enviada aos Estados-membros da ONU, Navi lamenta que a minuta do documento que orientará as delegações nesta cúpula, que será realizada entre os dias 20 e 22 de junho, no Rio de Janeiro, “não reúna os imperativos relacionados com os direitos humanos de maneira suficiente”. (…) Segundo Navi, “a incoerência” entre os padrões internacionais de direitos humanos, as estratégias ambientais e as políticas econômicas pode terminar por fragilizar estas três linhas de trabalho.

“As estratégias baseadas em uma busca limitada ao crescimento econômico, sem as devidas considerações ambientais, sociais e de direitos humanos correspondentes, podem prejudicar os objetivos econômicos, o próprio planeta e também os direitos fundamentais das pessoas”, afirmou Navi. (…)

Rui Iwersen, editor

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10 de maio de 2012

Rio+20 deveria levar países a assumirem compromissos

Rio – Indagada sobre um possível resultado concreto da Rio+20, a ministra brasileira do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, defendeu nesta quinta-feira que os países sejam obrigados a assumir compromissos para a produção e o consumo sustentáveis. Para ela, seria “excepcional” se a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável terminasse, em junho, com “uma obrigação para todos” nesse sentido.Izabella não detalhou como seriam essas obrigações. Citando especificamente os países desenvolvidos, ela afirmou que “os padrões de consumo deles não podem ser replicados para todo o planeta”. (…)
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Rui Iwersen, editor
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17 de maio de 2012

Afinal, o que é a Rio+20?

do BOL

O Brasil e o mundo falam cada vez mais sobre a Rio+20, que acontece no Rio de Janeiro de 20 a 22 de junho deste ano. No entanto, pouca gente sabe do que se trata: uma pesquisa internacional, que inclui o Brasil, revelou que apenas 19% das pessoas “ouviram falar” sobre o tema. Dessas, somente 6% mostraram conhecer de fato o assunto.

Rio+20 é o “apelido” da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que marca os 20 anos da Eco-92, cúpula sobre meio ambiente realizada no Rio de Janeiro em 1992, também chamada de Rio-92. Trata-se de uma reunião com líderes mundiais para discutir e fechar acordos para garantir a preservação do meio ambiente no processo de desenvolvimento de cada país. Tanto o encontro de 1992 quanto o deste ano fazem parte do ciclo de conferências ambientais da ONU, que teve início em 1972, em Estocolmo, na Suécia.

Fotos mostram carvão na China e usina eólica na Dinamarca. As chamadas “energias sujas” estão aquecendo a atmosfera. A solução é aumentar os investimentos nas energias limpas, como eólica, solar e biomassa. Mais Reuters/France Presse

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

01 de junho de 201

Guia Rio+20 reúne informações para participantes da conferência

A ideia é oferecer ao público um conteúdo com opções de deslocamento e os principais temas a serem abordados

Para orientar os participantes sobre os debates e atividades paralelas à Rio+20, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) lançou na tarde desta quarta-feira no Rio de Janeiro um guia com as principais informações relacionadas à conferência. O Guia Rio+20, disponível para download no site do conselho (http://www.cebds.org.br/media/uploads/pdf/guia_riomais20.pdf), apresenta ao público do evento os objetivos, os setores envolvidos no debate e os principais temas que serão abordados pelos chefes de estados na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável.

O Guia+20 também traz informações práticas para os participantes, como opções de deslocamento para os locais da conferência. A publicação discute os objetivos e desafios da Rio+20, apresentando os diferentes atores envolvidos no evento. A iniciativa partiu do conselho que reúne empresários e pesquisadores da questão ambiental no País. “Na Rio 92, a ideia de sustentabilidade era só um sonho. Hoje temos o conhecimento para tornar isso real, mas precisamos acelerar este processo”, afirmou a presidente do conselho, Marina Grossi. Segundo ela, com investimentos de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) global seria possível começar uma transição rumo a uma economia de eficiência de recursos. (…)

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/guia-rio-20-reune-informacoes-para-participantes-da-conferencia

Pedro Salles Iwersen, colaborador de GaiaNet

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10 de junho de 2012

Saude ambiental na Rio+20

‘Há uma simbiose entre saúde e ambiente’, diz presidente da Fiocruz

do UOL Notícias e AE

Na última rodada de negociação para o documento final da Rio+20, que começa hoje em Nova York, a expectativa de pesquisadores brasileiros é de que o tema saúde e clima sejam incluídos nos debates. Diante da falta de menção ao assunto no Rascunho Zero, preparatório para o documento “O futuro que queremos”, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) encaminhou ao governo federal relatório em que aponta a relação entre degradação ambiental e risco à saúde, para ajudar a embasar as discussões.

O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, fala do desapontamento pela omissão do documento oficial. “Há uma relação simbiótica entre saúde e ambiente. E a face mais visível é a deterioração da qualidade de vida e da saúde”. A Fiocruz preparou documento pleiteando que o tema saúde entre nos debates da Rio+20. “A consequência imediata da redução da biodiversidade é a exposição maior do ser humano ao surgimento de doenças emerg entes, como hantavirose. O aquecimento global leva a agravos diretos, como é o caso das doenças pulmonares associadas à poluição”, disse Gadelha, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. “Áreas de clima temperado, onde antes não circulavam vetores da malária, dengue, passam a ter condições climáticas para a expansão desses mosquitos. Há uma relação simbiótica entre saúde e ambiente”, acrescentou. (…)
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Rui Iwersen, editor
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12 de junho de 2012

ONU se diz otimista com Rio+20, apesar de ausências importantes

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A conferência sobre desenvolvimento sustentável da Organização das Nações Unidas, a Rio+20, será bem sucedida e terá bons resultados, apesar da ausência de importantes líderes mundiais, disse nesta segunda-feira o secretário geral da ONU para o evento, Sha Zukang. “As pessoas só mostram suas cartas no último minuto, infelizmente”, disse o secretário da ONU ao ser questionado sobre a dificuldade dos países na elaboração do documento prévio para a Rio+20. (…)

Rui Iwersen, editor

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13 de junho de 2012

Abertura oficial da Rio+20

Rio+20: preparativos, protestos e bastidores da Conferência

Ônibus híbrido a hidrogênio da Coppe/UFRJ é movido à energia elétrica obtida da rede convencional e produzida pelo próprio motor do veículo Júlio César Guimarães/UOL

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Carros elétricos de diversas marcas surgem no estacionamento da RIO +20, no Riocentro Marco Antonio Teixeira/UOL

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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14 de junho de 2012

Temas da Rio+20: povos indígenas

Brasil espera acordo até amanhã, depois assume negociações até encontro de chefes de Estado

Se os diplomatas reunidos na Rio+20 não chegarem a um consenso até amanhã (15), o Brasil pode ter de abandonar alguns de seus interesses na negociação. Isso porque, neste caso, o país-sede assume a coordenação da reunião para buscar um texto de acordo.“Aí então o Brasil deixa sua posição de negociador forte para vestir o chapéu da presidência e buscar pontos de convergência”, afirma Luiz Alberto Figueiredo Machado, secretário-executivo da comissão nacional brasileira para a Rio+20, a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorre de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro.

Segundo o diplomata brasileiro, o interesse do Brasil é uma declaração final “o mais ambiciosa possível”, principalmente no que diz respeito a medidas concretas de transferência de tecnologias limpas e financiamento de iniciativas de desenvolvimento sustentável. “Não nos interessa o meio-termo”, disse.Figueiredo deixou claro que, mesmo se assumir a coordenação da reunião, o Brasil deve procurar soluções para os pontos no texto que já está em discussão. “É muito comum que em conferências desse porte surjam rumores de que o país-sede tem um texto na manga; este não é o caso”, afirmou.

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Menina da etnia indígena Caiapó participa da primeira assembleia indígena da Rio+20, na vila Kari-Oca Mais Ricardo Moraes/Reuters

Os meios de implementação – questões relativas ao financiamento e transferência de tecnologias limpas e de manejo sustentável – são o principal tema prolongando as discussões do comitê preparatório da reunião de cúpula da Rio+20. (…)(…)

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‘Que o mundo deixe os índios viverem em paz’, pede cacique Raoni na Rio+20

UOL Notícias

Rio de Janeiro – O cacique caiapó Raoni, conhecido mundialmente por sua luta em defesa da Amazônia, pediu nesta quinta-feira, na conferência Rio+20, que o planeta deixe os índios em paz, “sem represas” como a da usina Belo Monte, em construção no coração da maior floresta do mundo.”Quero pedir que o mundo respeite o povo indígena, que nos deixem viver em paz, sem represas”, pediu Raoni, 82, entrevistado pela AFP com a ajuda de um tradutor, paralelamente à conferência da ONU Rio+20, sobre desenvolvimento sustentável. O Brasil está construindo hidrelétricas em várias partes da Amazônia. Belo Monte, sobre o rio Xingu, avaliada em cerca de 13 bilhões de dólares, é a maior obra de infraestrutura em andamento no país.

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O cacique caiapó Raoni, conhecido mundialmente por sua luta em defesa da Amazônia, pediu na conferência Rio+20, que o planeta deixe os índios em paz, “sem represas” como a da usina Belo Monte, em construção no coração da maior floresta do mundo Mais Christophe Simon/AFP

O impacto sobre os mais de 2 mil índios da região do Xingu é uma das grandes questões geradas pela represa, que terá 11.233 MW de potência (cerca de 11% da capacidade instalada do país) e inundará 502 km2, praticamente duplicando o espaço ocupado agora pelo rio. Belo Monte não alagará nenhuma terra indígena, mas as comunidades que vivem nas redondezas poderão sofrer com a perda de água no rio que garante a pesca e seu sustento. “Nesta reunião de cúpula, vou pedir que sejam respeitados os direitos daqueles que vivem perto da represa, para que continue havendo pesca no rio, para que meus filhos e netos possam pescar e comer. (…)

Rui Iwersen, editor

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15 de junho de 2012

Temas da Rio +20: economia verde

Estudo da ONU mostra que economia verde tem adeptos

Rio – Apesar de toda a suspeição das nações em desenvolvimento em relação ao conceito de economia verde nas discussões sobre o documento final da Rio+20, diversos países pobres abraçaram o conceito e estão se beneficiando economicamente e reduzindo a pobreza – é o que tenta mostrar o relatório lançado nesta quinta-feira no Riocentro pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). (…)
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Rui Iwersen, editor de GaiaNet
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16 de junho de 2012

Temas da Rio+20: Carta da Terra

Rio+20 entra em nova etapa de debates

Nos próximos três dias da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), negociadores de 193 países se reúnem em dez painéis de debates intitulados Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável. Essa é a segunda etapa das negociações que antecedem a reunião de cúpula dos chefes de Estado e de Governo, nos dias 20 a 22. Nesta fase, os negociadores se concentrarão nos temas apontados como essenciais pela comunidade internacional.

Os painéis se concentram nas discussões sobre desemprego, trabalho decente e migrações, e o desenvolvimento sustentável como resposta às crises econômicas e financeira. A ideia é buscar a convergência em três dimensões – social, ambiental e econômica.Depois de quase 72 horas de reuniões nos últimos dias, sem consenso, os negociadores ao menos chegaram a uma conclusão comum: não é possível manter o modelo atual de desenvolvimento, pois ele não atende à demanda crescente projetada para o futuro. Com essa certeza, os representantes dos países prometem buscar um acordo geral sobre os assuntos considerados fundamentais. (…)

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Texto da Rio+20 é enviado sem divergências para negociadores; pontos importantes são debatidos em paralelo

O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, afirmou neste sábado (16) que o documento final da Rio+20 não tem mais colchetes (a sinalização diplomática que indica divergência entre os países) e deve estar concluído até a noite de segunda-feira (18). Agora, os negociadores analisam o texto, que será apresentado aos chefes de Estado dia 20. Pontos importantes como objetivos do desenvolvimento sustentável, governança e oceanos ainda não estão completamente fechados e devem ser debatidos em paralelo. O texto está limpo. O objetivo é de chegarmos a um texto já acordado pelos participantes até a noite de segunda-feira. (…)

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Rio+20: Carta da Terra quer ser um “mapa” para uma sociedade mais justa

15/06/2012 – | do UOL Notícias

Mais preocupadas com as atitudes do que com as palavras e vírgulas de um documento, as entidades que fazem parte do grupo de implementação da Carta da Terra querem criar uma espécie de “mapa” para que atitudes sustentáveis possam ser seguidas por pessoas, empresas e governos. A Carta da Terra é uma declaração de princípios que busca inserir na sociedade princípios mais éticos na relação com o meio ambiente. Empresas e governos utilizam os princípios do documento para nortear decisões e projetos. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet, de Florianópolis

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17 de junho de 2012

Discussões pré Rio+20

1º Seminário P.A.R.A.- Programa Regional de Análise de Resíduos Tóxicos em Alimentos

O seminário sobre a Análise de Resíduos Tóxicos em Alimentos, realizado em Florianópolis nos dias 14 e 15 de junho, contou com a presença de autoridades e profissionais de várias áreas dos estados Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

O estado de Santa Catarina é conhecido como berço da agricultura familiar, o que o torna importante referência na segurança alimentar. Por essas questões, ressalta-se a importância do monitoramento e da rastreabilidade na cadeia produtiva de produtos in natura, como frutas, legumes e verduras, para a saúde humana, para a defesa do consumidor e da saúde ambiental.

Dados alarmantes demonstram, em análises feitas em laboratórios desses três estados, que produtos vegetais consumidos diariamente pela população podem conter de12 a17 tipos diferentes de resíduos de agrotóxicos. O representante da Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina –FATMA, Murilo Flores, apresentou na Cúpula Mundial dos Estados e Regiões, a política de gestão ambiental – Terra Sustentável, valorizando a certificação dos produtos com base em origem e em forma de produção, o que beneficiará o produtor de alimentos sem pesticidas com um selo de procedência, além de proteger o consumidor na escolha de produtos mais seguros para a sua saúde.

Existe uma nova via, proposta no seminário pelo Dr. Maximiliano Ribeiro, do Ministério Público do Paraná, com a apresentação da pesquisa sobre agrotóxicos nanoestruturados, criados a partir de nanomoléculas químicas, que pode ser um propulsor na competitividade econômica, tanto para produção e consumo dos produtos orgânicos quanto na de produtos com agrotóxicos tradicionais. Nanopesticidas são menos poluidores e ocupam menos espaço nas embalagens. Mas não deixam de ser pesticidas. Caberá ao consumidor a escolha

As patentes que monopolizam tecnologia ainda são um entrave para o princípio da precaução e para agricultura sustentável. Nesse sentido, vários participantes do Programa Regional de Análises de Resíduos Tóxicos em Alimentos – P.A.R.A. – propuseram que saísse do encontro um documento para uso da legislação na responsabilização das indústrias de agrotóxicos, tradicionais ou não, com relação aos impactos causados à saúde, como nos casos de câncer, das malformações fetais congênitas e das mortandades de peixes, abelhas e outros animais.

Janine Mara Alves, colaboradora de GaiaNet

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18 de junho de 2012

Temas da Rio+20: nações

Na Rio+20, Dilma terá encontros privados com líderes da França, China e Turquia

UOL Notícias e Agência Brasil

Rio – A presidente Dilma Rousseff vai se reunir com oito a dez presidentes e primeiros-ministros estrangeiros assim que chegar ao Rio de Janeiro, vindo da Cúpula do G20, reunião que se realiza no México. Na relação de nomes confirmados estão o presidente da França, François Hollande, e os primeiros-ministros da China, Wen Jiabao, e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet, de Florianópolis

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19 de junho de 2012

Temas da Rio+20: educação

Basta educação para economizar 30% de água e 50% de energia nas cidades, diz ONU

do UOL Notícias

Rio – O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) estima que economias na ordem de 30% de água e 50% de energia podem ser obtidas praticamente sem investimento algum. O “incentivo às mudanças de comportamento”, diz a entidade, é suficiente para alcançar a maior parte destes objetivos. “Em outras palavras, educação?”, questionou oUOL. “Sim. Educação”, respondeu o executivo da ONU durante o lançamento,  nesta segunda-feira (18), de uma iniciativa com o objetivo de reduzir os níveis de poluição, melhorar a eficiência de recursos e reduzir os custos de infraestrutura em cidades do planeta.

Intitulado Iniciativa Global para Cidades Eficientes no Uso de Recursos, o programa está aberto à participação de cidades com mais de 500 mil habitantes e espera receber a adesão de 200 metrópoles até 2015.
Estima-se que 80% da população mundial estará concentrada em cidades até 2050. Segundo projeções da ONU, essa nova onda de urbanização deve resultar em mais 3 bilhões de pessoas morando em cidades num período de apenas 80 anos, especialmente na África e na Ásia.
As áreas urbanas, que ocupam 3% da superfície da Terra, respondem por 50% de todo o lixo, geram de 60% a 80% de todas as emissões de gases de efeito estufa e consomem 75% dos recursos naturais.

As cidades ocupam apenas 2% de toda a terra do planeta, mas respondem por 60% a 80% do consumo de energia e por 75% das emissões de carbono. Hoje, metade da humanidade – 3,5 bilhões de pessoas – vive em cidades. Mas o desafio é fazer com que a alta densidade populacional traga ganhos em eficiência e em inovação tecnológica enquanto reduzem o consumo de recursos naturais e energia AP/Mary Altaffer
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Rui Iwersen, editor de GaiaNet, do Rio de Janeiro
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20 de junho de 2012

Temas da Rio+20: reflorestamento

Um compromisso de Brasil, EUA e Ruanda pelas florestas

A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) anunciou ontem, no Rio Centro, que instituições de Brasil, Estados Unidos e Ruanda, na África, comprometeram-se a restaurar mais de 18 milhões de hectares degradados de florestas até 2020. (…) o que injetaria US$80 bilhões nas economias locais. Governos estaduais e ONGs se comprometeram a restaurar 1 milhão de hectares da Mata Atlântica, o bioma mais degradado do Brasil. Os EUA farão sua parte em 20 florestas, onde pretendem recuperar 15 milhões de hectares de florestas; e Ruanda , em 2 milhões de hectares. (…) No Brasil, o trabalho com as áreas degradadas caberá ao Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, que reúne 219 instituições (…)
Fonte: O Globo; Especial Rio+20; 19/06/2012
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Rui Iwersen, editor de GaiaNet, do Rio de Janeiro
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22 de junho de 2012

Encerramento oficial da Rio+20

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – Rio+20 – realizou-se entre 193 países com o objetivo de formular um plano para que a humanidade se desenvolvesse de modo a garantir vida segura e digna a todos os habitantes do Planeta, utilizando os recursos naturais sem prejuízo para as  gerações futuras. As ONGs e os ambientalistas esperavam que a reunião conseguisse determinar metas de desenvolvimento sustentável, mas isso não foi atingido e houve manifestações de protesto. O documento final cita que estas metas devem ser criadas para adoção a partir de 2015. O texto final da Rio+20, intitulado “O futuro que queremos”, foi publicado no site oficial da conferência e traduzido para os idiomas oficiais da ONU: inglês, francês, espanhol, chinês, russo e árabe. Os ambientalistas prefeririam o termo “O futuro que necessitamos”.

Na Cúpula dos Povos, no Aterro do Flamengo, as discussões sobre “Crescer, Incluir e Proteger” continuaram até o final da tarde de hoje nos diversos foros, como a Arena SOS Clima Terra – www.sosclimaterra.org, e a Arena Socioambiental – www.arenasocioambiental.org, onde ontem à tarde discutiu-se sobre as questões de gênero e de raça, especialmente as dificuldades das mulheres negras no Brasil, e das mulheres em geral nas diversas nações. A participação da Cúpula dos Povos na Rio+20 encerrou oficialmente com discussões, na Arena Socioambiental, sobre energia. Como era de se esperar, a construção da usina de Belomonte gerou os maiores debates. Após o encerramento dos debates, a Arena Socioambiental foi palco para músicos cariocas que interpretaram, sob a direção do DJ Man, músicas afrobrasileiras de suas autorias representativas de diversas regiões do Brasil, contando com a participação da cantora Rita Ribeiro, do cantor Lúcio Sanfelippo e do grupo Rio Maracatú.

Depois de vários dias de filas quilométricas, 210 mil pessoas visitaram, no Forte Copacabana, a exposição Humanidades 2012.

Dentre os cientistas que opinaram sobre a Rio+20, merece destaque o sociólogo francês Edgar Morin, 93 anos, professor da Universidade Paris VIII e presidente do Institut International de Recherche Politique et Civilisation, para quem o combate da pobreza exige o resgate de um nobre valor humano: a solidadriedade entre as pessoas e as nações.

Entre participantes de mesas, de discussões paralelas e da mídia, já falava-se hoje em rediscutir uns temas em 2013, outros em 2015 e alguns na Cairo+20…

Rui Iwersen, editor de GaiaNet, do Rio de Janeiro

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23 de junho de 2012

Temas da Rio+20: documento final

Com declaração fraca, compromissos individuais “salvam” a Rio+20

 UOL Notícias e Reuters

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Quando o consenso é fraco, ganham força as atitudes individuais. Os 705 “compromissos voluntários” apresentados à ONU por governos, empresas e ONGs são apontados pelo próprio secretário-geral da Rio+20, Sha Zukang, como o melhor resultado da conferência. Apenas os 13 maiores compromissos, segundo a ONU, vão injetar US$ 513 bilhões em projetos para o desenvolvimento sustentável nos próximos dez anos.

“É importante haver um entendimento político, mas o que realmente faz a diferença são iniciativas sérias de implementação”, afirmou Zukang.
A Rio+20, Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, terminou nesta sexta (22) no Rio com um documento classificado por diplomatas, chefes de Estado, e ONGs como “pouco ambicioso”. A declaração “O Futuro que Queremos” não define metas nem gera obrigações adicionais para os Estados.

Metas de transição para fontes de energia renovável, redução do consumo de água, neutralização de emissões de carbono pelo plantio de árvores e implementação de sistemas de compras e transporte sustentáveis foram alguns dos compromissos assumidos e entregues voluntariamente à ONU. (…)

Rui Iwersen, editor, do Rio de Janeiro
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26 de junho de 2012

Informações da Rio+20: 1992; 2012; 2050

Em 1º de dezembro de 1992 havia 162 países membros da ONU. Hoje são 193.

Fonte: ONU

62% das emissões de gases de efeito estufa provém de três setores: produção elétrica e de aquecimento (26%); indústria (19%); exploração florestal (17%).

Fonte: GIEC 2007

Estima-se que o número de carros e caminhões vai triplicar até 2050, passando de quase 1 bilhão a 2,6 bilhões. Cerca de 80% desse aumento acontecerá nos países em desenvolvimento.

Fonte: PNUMA

Os 10 anos mais quentes desde 1880 foram todos registrados depois de 1998.

Fonte: UK – MetOffice (Reino Unido)/JMA (Japão)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet; Rio de Janeiro; Cinelândia; Rio+20; A Terra Vista do Céu – www.terravistadoceu.com

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28 de junho de 2012

Informações da Rio+20: água

Entre 1992 e 2009, a Antártica e a Groenlândia perderam a cada ano, em média, 36,3 bilhões de toneladas de gelo a mais que o ano anterior.

Fonte: NASA

No mundo, 10% das terras irrigadas se tornaram saturadas em água ou salgadas.

Fonte: World Water Assessment Programme

2,1 bilhões de pessoas vivem nas zonas secas. As zonas secas e os desertos representam 41,2% da superfície mundial.

Fonte: UNPDD

Rui Iwersen, editor de GaiaNet; Rio de Janeiro; Cinelândia; Rio+20; A Terra Vista do Céu – www.terravistadoceu.com

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30 de junho de 2012

Informações da Rio+20: consumismo humano

1,5 bilhões de pessoas com mais de 20 anos no mundo estão com sobrepeso, e dentre elas 200 milhões de homens e quase 300 milhões de mulheres são obesos. O número de casos duplicou desde 1980.

Fonte: OMS [Organização Mundial de Saude]

O consumo médio de carne por habitante no mundo entre 1992 e 2007 passou de de 34Kg a 43Kg por pessoa. No Brasil, cerca de 70% das terras desmatadas foram transformadas em ranchos [fazendas].

Fonte: PNUMA [Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente]

Entre 1990 e 2005, 113 milhões de hectares de florestas passaram do público ao privado.

Fonte: GoodPlanet Info

Em 2011, 12,5% das espécies de pássaros estavam em perigo de extinção. Desde 1998, data da primeira avaliação global, a situação dos pássaros se deteriorou de forma constante e regular

Fonte: ULNC/BirdLife International

A taxa de extinção das espécies poderia ser [é estimada] de 100 a 1.000 vezes a taxa de extinção natural.

Fonte: UINC

Rui Iwersen, editor de GaiaNet; Rio de Janeiro; Cinelândia; Rio+20; A Terra Vista do Céu www.terravistadoceu.com

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2 Comentários

  1. NADYELEN MARQUES said,

    21 de maio de 2012 at 9:45

    NOSSA N ERA ISSO Q EU QUERIA AGENTE PROCURA UMA COISA E VEM OUTRA TOTALMENTE DIFERENTE; AFFS MT RUIM !!!

  2. odair paiva moreira said,

    24 de maio de 2010 at 0:28

    Resumo da conferencia muito bom, valeu para mim que estudo no curso de Gestão Ambiental.


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