Aquecimento global – ciclones e tornados regionais

Destroços causados pela passagem do furacão impossibilitam o fluxo em rodovia perto da cidade de Atlantic Beach, na Carolina do Norte

Séries de GaiaNet 

2ª série de GaiaNet – Aquecimento Global

Editor – Rui Iwersen

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12 de abril de 2014

Sinais do aquecimento global

Ciclone Ita alcança costa leste da Austrália com ventos de até 230 km/h

12.abr.2014 - Imagem da Nasa (agência espacial dos Estados Unidos) mostra o ciclone Ita, que alcançou a costa leste da Austrália com ventos de até 230 km/h

Imagem da Nasa (agência espacial dos Estados Unidos) mostra o ciclone Ita.

O ciclone Ita, com ventos de até 230 km/h de velocidade, que podem provocar graves danos, alcançou a costa leste da Austrália nesta sexta-feira (11) à noite, anunciaram as autoridades.

Na noite desta sexta, milhares de moradores das áreas, pelas quais o ciclone deve passar, já estavam em abrigos.

O Ita está classificado como força 2, em uma escala que vai até 5, depois de perder parte de sua energia. Ainda assim, os ventos podem produzir chuvas muito fortes e inundações, além de ondas altas com potencial para afetar a costa. (…)

Leia mais em: http://zip.net/bwm4xt

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03 de abril de 2014

Efeitos do aquecimento global nos EUA

Uma árvore caiu sobre uma casa, partindo-a ao meio, e um carro em Belleville, no Illinois (EUA), nesta quinta-feira (3) após forte tempestade. Partes do sul de Illinois estão sendo orientadas a se prepararem para uma segunda rodada de tempestades após um tornado atingir o Missouri.

Stephanie S. Cordle/St. Louis Post-Dispatch/AP

Leia e veja mais em: http://zip.net/btm0Bk

 

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31 de março de 2014

Alerta à Humanidade nº 5

Novo relatório da ONU reforça ameaças do aquecimento global

O aquecimento global constitui uma crescente ameaça à saúde, às perspectivas econômicas e aos recursos hídricos e alimentares de bilhões de pessoas, disseram cientistas influentes em um relatório que defende uma ação imediata para fazer frente aos efeitos das emissões de carbono.

O novo trabalho do órgão da ONU Painel Intergovernamental para a Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês) diz que os efeitos do aquecimento estão sendo sentidos em todo lugar, contribuindo para possíveis crises de escassez alimentar, desastres naturais e guerras. (…)

Leia mais em: http://zip.net/bxmY92

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17 de novembro de 2013

Alerta da ONU sobre mudanças climáticas

Ban Ki-moon: tufão nas Filipinas é um alerta ao planeta

O tufão que devastou as Filipinas deve servir de advertência para que as mudanças climáticas sejam levadas a sério, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, neste sábado na Estônia. ”Vivemos um momento histórico crucial. Nosso futuro dependerá do que decidirmos fazer, mas ainda há gente na Terra que parece acreditar que temos dois planetas”, declarou Ban Ki-moon diante de uma centena de estudantes, diplomatas e jornalistas.
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“Vimos o que acaba de acontecer nas Filipinas. É um alerta urgente para a Terra, um exemplo de mudança climática que mostra como essas mudanças afetam a todos na Terra”, acrescentou. ”É preciso agir antes que seja muito tarde. A ameaça de um aumento de apenas 2ºC da temperatura do globo afetará a todos. A ameaça é muito real e todos temos a responsabilidade de evitá-la”, insistiu. (…)
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Leia mais em: http://zip.net/bxlw4C

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09 de novembro de 2013

Tufão mais intenso da história do Planeta atinge as Filipinas, com ventos de 275km/h

O tufão Hayan, o décimo primeiro do Oceano Pacífico Noroeste, se formou no último domingo e chegou na quinta-feira nas Filipinas. (…) Na manhã desta sexta-feira o Hayan chegou as Filipinas, com rajadas de ventos de 275km/h. A pressão atmosférica no olho do tufão é maior já vista pelos meteorologistas.

A tormenta está sobre a ilha de Samar, 600 quilômetros a sudeste de Manila, capital das Filipinas. Várias áreas, que estão no caminho do fenômeno, sofrerão com chuvas intensas, ventos devastadores, inundações e as ondas nas regiões costeiras podem chegar a seis metros de altura. (…) Por causa da velocidade e do tamanho, Hayan está classificado como Super Tufão de Categoria 5, a mais alta da escala Saffir-Simpson. (…)

Fonte: Jornal do Tempo/Notícias

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28 de setembro de 2013

Mudanças Climáticas

Temperatura do planeta pode subir quase 5ºC até fim do século, estima IPCC

do UOL

2013: O planeta teve o quinto junho mais quente já registrado na série história, segundo dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, a NOAA. A temperatura média global de junho ficou em 16,14 graus Celsius, empatado com a de junho de 2006, o que representa 0,64ºC acima da média do século 20. Leia mais NOAA Climate.gov team

A temperatura do planeta subirá quase 5 graus Celsius (ºC) até 2100, afirma a previsão mais pessimista do novo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), divulgado nesta sexta-feira (27). O painel reunido em Estocolmo, na Suécia, analisou quatro cenários possíveis sobre as mudanças climáticas até 2100. No caso mais otimista, a elevação da temperatura varia entre 0,3°C e 1,7ºC no período 2081-2100 frente à média observada entre 1986 e 2005.

Já na hipótese mais pessimista, o planeta ficará entre 2,6ºC e 4,8°C mais quente na mesma comparação. Os especialistas apresentaram essa variação baseada em quanto o planeta pode emitir, nas próximas décadas, de gases que provocam o efeito estufa na atmosfera. (…)

Leia mais em: http://zip.net/bqk2QR

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25 de setembro de 2013

Elevação do mar no século XXI

Elevação do nível do mar pode superar 80 cm até o fim do século

AFP

 Estocolmo – Especialistas revisarão para cima a elevação do nível do mar esperada para o próximo século na sexta-feira (27), durante a conferência sobre o clima em Estocolmo, na Suécia, alertando para uma ameaça importante provocada pelas mudanças climáticas que não deve preocupar apenas os atóis do Pacífico.

Em 2007, em seu relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) avaliou que a alta média dos oceanos poderia alcançar entre 18 e 59 centímetros em 2100. Em sua nova análise sobre o estado do planeta, que terá sua primeira parte publicada na sexta-feira, a organização científica revisará estes números para cima, referindo-se a uma alta das águas que pode superar os 80 cm no fim do século, segundo versão provisória do resumo que ainda pode ser modificada. (…)

Leia mais em: http://zip.net/bjk1ps

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20 de setembro de 2013

Elevação futura do mar

Cidades costeiras correm risco de perder US$ 1 trilhão com enchentes

Chineses escoltados por seguranças armados carregam caixas com dinheiro em rua alagada de Guangzhou, que foi atingida por um tufão. Leia mais

Paris – As 136 maiores cidades costeiras do mundo correm um risco de sofrer perdas anuais combinadas de US$ 1 trilhão (cerca de R$ 2,393 trilhões) com enchentes até 2050 a menos que melhorem drasticamente suas defesas, alertou um estudo. As perdas atuais são de US$ 6 bilhões ao ano (mais de R$ 14 bilhões), e quatro cidades – Miami, Nova York e Nova Orleans, nos Estados Unidos, e Guangzhou, na China – respondem por 43% dos custos, destacou a pesquisa publicada na edição deste domingo (18) da revista Nature Climate Change.

(…) ”Sem adaptações [de proteção contra enchentes], o aumento projetado de perdas médias até 2050 é enorme, com perdas agregadas aumentando para mais de US$ 1 trilhão por ano”, segundo o pior cenário projetado. (…) ”Temos cada vez mais pessoas dependentes destas proteções. Isto significa que se tivermos o rompimento de um dique, havendo mais pessoas atrás dele, teremos catástrofes maiores”, explicou Hallegatte à AFP.

(…) De acordo com Hallegatte, sua equipe estima que seriam necessários cerca de US$ 50 bilhões ao ano (quase R$ 120 bilhões anuais) para intensificar a proteção contra enchentes nas 136 cidades mencionadas no estudo, um cifra “muito abaixo” das perdas estimadas.

“Fracassar na adaptação não é uma opção viável para as cidades costeiras”, ressaltou o estudo.

Leia mais em: http://zip.net/bhkHXM

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16 de setembro de 2013

Tempestades no Japão

Tufão Man-yi mata um e deixa feridos no Japão

do UOL

  • Kyodo/ReutersHóspedes de hotel são resgatados em rua alagada por tempestade provocada pelo tufão Man-yi, no Japão
  • Hóspedes de hotel são resgatados em rua alagada por tempestade provocada pelo tufão Man-yi, no Japão

O tufão Man-yi chegou nesta segunda-feira (16, data local) ao Japão causando a morte de uma pessoa e provocando fortes chuvas e ventos de mais de 160 km/h, enquanto foram ativados os alertas de inundações em várias regiões do país e centenas de voos domésticos cancelados.

Dezenas de pessoas ficaram feridas, de acordo com a AP. Policiais e agentes de segurança disseram que uma mulher de 72 anos foi encontrada morta após seu corpo ser retirado de escombros da residência onde morava, no leste de Kyoto. Segundo a emissora de TV NHK, três pessoas estão desaparecidas.

A Agência Meteorológica do Japão alertou de “fortes chuvas sem precedentes” e pediu aos cidadãos que tomem precauções enquanto as autoridades locais ordenaram a evacuação de ao menos 260 mil de pessoas em várias províncias do centro do Japão. (…)

Leia mais em: http://zip.net/bykXs5

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31 de agosto de 2013

Consumo, poluição, aquecimento, insustentabilidade

Terra entra no ‘vermelho’ com dívida ecológica 4 meses antes do fim de 2013

2011: Terreno em San Isidro de Cienega, no Estado de Nuevo Leon, mostra as marcas da pior seca no México em sete décadas.

Os habitantes da Terra entraram novamente no “cheque especial” em termos de “dívida ecológica”, depois de terem esgotado em apenas oito meses o equivalente aos recursos naturais que o planeta pode produzir em um ano sem comprometer sua reposição, anunciou a Global Footprint Network. A ONG calcula todos os anos o dia em que o consumo da humanidade de recursos naturais - alimentos, matérias-primas, absorção de dejetos e de CO2 - ultrapassa o que a natureza pode gerar em um ano sem reduzir seu capital.

O chamado “Dia da Sobrecarga” (Overshoot Day) aconteceu neste 20 de agosto, segundo a ONG sediada nos Estados Unidos e presente na Europa e no Japão. Até 31 de dezembro, os humanos viverão de provisões que já estão superexploradas, como no caso dos peixes, por exemplo. E também viverão em um planeta mais poluído devido ao acúmulo de CO2 na atmosfera causando o aquecimento global.

Isso já aconteceu antes em meados de novembro dos anos 1980, em outubro nos anos 1990, em setembro nos anos 2000. Esta data simbólica e aproximada, que em 2012 aconteceu em 23 de agosto, é antecipada um pouco a cada ano. Isso demonstra um claro sinal, segundo a ONU, do nível de vida cada vez menos sustentável dos habitantes da Terra, cada vez mais numerosos.

Dívida de um planeta e meio

Durante algum tempo, a Terra conseguiu suprir as necessidades dos homens sem se esgotar, mas o “limite crítico” foi atingido nos anos 1970 com a elevação do consumo e da população, recordou a Global Footprint Network, criada em 2003. E nossa “dívida ecológica” só fez crescer desde então. Ao ponto em que hoje precisamos de “um planeta e meio” para responder de forma duradoura às necessidades dos habitantes da Terra durante um ano, enfatizou, por sua parte, a WWF, associada à operação.

De acordo com a ONG, os devedores ecológicos utilizam mais do que eles possuem.  (…) ”Hoje em dia, mais de 80% da população mundial nos países usam mais recursos que seus próprios ecossistemas podem renovar”, advertiram as associações. “Globalmente, estamos numa trajetória na qual precisaremos dos recursos de dois planetas muito antes de meados do século 21.” (…)

Leia mais em: http://zip.net/bjkHzZ

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17 de agosto de 2013

Atividade humana pode ser causa de 95% do aquecimento global, adianta estudo

Reuters

Oslo - Cientistas do clima estão cada vez mais seguros de que a atividade humana está causando o aquecimento global, segundo trechos de um importante relatório da ONU (Organização das Nações Unidas) que será publicado em breve, mas estão achando mais difícil do que o esperado prever o impacto sobre determinadas regiões nas próximas décadas. (…)

Rascunhos vistos pela Reuters de um estudo feito por um painel de especialistas da ONU, que deve ser publicado no mês que vem, dizem que é ao menos 95% provável que a atividade humana – liderada pela queima de combustíveis fósseis – seja a principal causa de aquecimento desde os anos 1950.

Isso é mais do que os 90% registrados no último relatório, em 2007, os 66% em 2001 e os 50% em 1995, reduzindo cada vez mais os argumentos de uma pequena minoria de cientistas que culpa as variações naturais do clima. (…)

Leia mais em: http://zip.net/bnkGjC

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17 de junho de 2013

Aquecimento dos mares, degelo, elevação dos mares, tornados e etc

Aquecimento dos mares derreteu 55% do gelo da Antártida em 5 anos

AFP

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Washington - Novo estudo da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) descobriu que o aquecimento dos mares derrete as plataformas glaciares em torno da Antártida, o que já provocou a perda de 55% da massa de gelo original do polo Sul, entre 2003 e 2008. O grupo liderado por Eric Rignot reconstituiu o acúmulo e a espessura de gelo com satélites e aviões, assim como as mudanças na elevação das plataformas congeladas e a velocidade de deslocamento Leia mais Nasa/GSFC
O aquecimento dos oceanos faz derreter as plataformas glaciares em torno da Antártida e é o responsável pelas maiores perdas da massa de gelo, tradicionalmente atribuídas à formação de icebergs, revelou a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) em um estudo publicado esta quinta-feira (13).

Cientistas estudaram as taxas de derretimento destas massas de gelo, prolongamentos das geleiras flutuantes no oceano, que cobrem uma superfície de 1,5 milhão de quilômetros quadrados. Este primeiro estudo realizado sobre as plataformas de gelo em torno da Antártida revela que o derretimento de sua base respondeu por 55% da perda total de sua massa de 2003 a 2008, um volume muito mais importante do que o previamente calculado.

(…) A Antártida contém, em média, 60% das reservas de água doce do planeta nestas plataformas, espécies de barreiras de gelo, reduzindo o escoamento das geleiras para o oceano. Determinar como elas derretem ajudará os glaciologistas e outros cientistas a melhorar suas previsões sobre a resposta da massa glaciar antártica ao aquecimento do oceano e sobre sua contribuição para a elevação do nível dos mares.

(…) Para esta pesquisa, publicada na edição da revista Science desta sexta-feira (14), os cientistas reconstituíram o acúmulo de gelo e a espessura com satélites e aviões, assim como as mudanças na elevação destas plataformas e a velocidade de deslocamento. Eles conseguiram, ainda, determinar com qual velocidade derreteram e compará-las com a formação de icebergs.  (…) “Nosso estudo mostra que o derretimento da base das plataformas de gelo no entorno da Antártica contribui de forma muito mais importante”, afirmou.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2013/06/14/aquecimento-dos-mares-derrete-gelo-na-antartida.htm

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23 de maio de 2013

Mudanças climáticas em debate na TV

A partir da informação do Painel das Mudanças Climáticas da ONU (IPCC) de que atingimos em maio a marca histórica de 400 ppm de carbono na atmosfera, e que esta é a marca limite para que a temperatura do Planeta não eleve-se mais que 2ºC, o programa Cidades e Soluções, da TV Globo News, refletiu sobre as “consequências futuras das mudanças climáticas”.

André Trigueiro e seus convidados, Sérgio Besserman, coordenador da Adaptação às Mudanças do Clima do Rio de Janeiro, e Roberto Schaeffer, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e cientista do IPCC, analisaram as causas e as consequências das mudanças climáticas e as ‘necessárias ações para evitarmos um aquecimento global ainda maior’.

Para os debatedores, com esta quantidade de gases de efeito estufa na atmosfera, ‘no mínimo a Terra será 2ºC mais quente que antes da Era Industrial’, e a principal causa é ‘o nosso modo de consumir, especialmente energia; nossa economia é baseada em energia fóssil e nossa mobilidade baseada no automóvel; nas cidades é mais fácil andar de carro que a pé’. Segundo eles, precisamos mudar a sociedade de consumo, estimular o transporte coletivo, a bicicleta e outros meios de locomoção, utilizar fontes energéticas menos poluentes e procurar a eficiência energética. ‘Cedo ou tarde teremos que fazer isso, então é melhor que façamos logo, para tornar o Planeta menos hostil à nossa presença’.

Sérgio Besserman, ‘filosofando e falando com o coração’ se pergunta: ‘a questão agora é sabermos se nós nos importamos ou não com nossos filhos e com nossos netos, se consideramos quem ainda não nasceu nosso próximo ou não, e se nos preocupamos com eles ou não’.

Rui Iwersen, editor

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22 de maio de 2013

Gases de  efeito estufa

Hoje, às 23H30, e em outros dias e horários alternativos da semana, o programa Cidades e Soluções da TV Globo News, canais 40 e 540 da Net e globo.com/globonews, analisará “quais serão as consequências climáticas do recorde de emissão de gases estufa na atmosfera”.

Efeito Estufa

efeito estufa (português brasileiro) ou efeito de estufa (português europeu) é um processo que ocorre quando uma parte da radiação infravermelha emitida pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera. Como consequência disso, o calor fica retido, não sendo libertado para o espaço. O efeito estufa dentro de uma determinada faixa é de vital importância pois, sem ele, a vida como a conhecemos não poderia existir. Serve para manter o planeta aquecido, e assim, garantir a manutenção da vida.

O que pode se tornar catastrófico é a ocorrência de um agravamento do efeito estufa que destabilize o equilíbrio energético no planeta e origine um fenômeno conhecido como aquecimento global. (…)

Wikipédia, a enciclopédia livre

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21 de maio de 2013

Tornados causam destruição em Estados norte-americanos 

Um dia após a passagem de um tornado em Moore, nos Estados Unidos, nuvens carregadas voltam a encobrir o céu da região. O desastre natural deixou dezenas de mortos AP/BOL Fotos

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18 de maio de 2013

Informações sobre o aquecimento global

Temperatura global subiu até 2ºC em 2012

Agência Estado

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O ano de 2012 foi um dos dez mais quentes de toda a história. O alerta é da OMM (Organização Meteorológica Mundial), que publica nesta quinta-feira (2) sua avaliação sobre a situação climática e o avanço do aquecimento global.

Entre os destaques está o Nordeste brasileiro, que viveu em 2012 a pior seca em meio século. Foi uma das anomalias climáticas mais importantes do planeta no ano passado, que afetou 1.100 municípios, um quinto de todas as cidades brasileiras. Na América do Sul e no Brasil, a onda de calor fez as temperaturas médias ficarem entre 1ºC e 2°C acima do normal. (…)

Entre os cientistas da entidade, a onda de calor e as anomalias são vistas com preocupação. “Esse é um sinal alarmante”, declarou o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud. “Tudo indica que o aquecimento continuará a ocorrer por causa da concentração de gases de efeito estufa”, insistiu.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2013/05/02/temperatura-do-planeta-avancou-ate-2-c-em-2012.htm

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06 de maio de 2013

Mudanças climáticas 

A cidade do Rio de Janeiro foi assolada hoje por uma forte ventania; árvores foram derrubadas e casas destelhadas. Os ventos chegaram a 92 quilômetros por hora. Em Vitória, no Espírito Santo, ventos de até cem quilômetros por hora,”como um furacão”, causaram grandes estragos na cidade. “O lixo subia como um redemoinho!” (…) “Olha a poeira subindo!”

Rede Bandeirantes de Televisão; Jornal da Band; 06 de maio de 2013

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21 de março de 2013

Ocupação de matas ciliares, lixos, chuvas, deslizamentos de terra… 

Erosão do rio Boiçucanga causa bloqueios e transtornos em várias partes de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo. O lixo e entulho no curso do rio contribuíram para as cheias, que alagaram ruas e fizeram a água invadir imóveis. (…) Johnny de Franco/Sigmapress/Estadão Conteúdo/BOL Fotos

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12 de fevereiro de 2013

Benefícios do controle do aquecimento global

Controle de emissões pode baixar em até 65% impacto de aquecimento

de Folha.com

Medidas rígidas para controlar as emissões de gases-estufa e manter o aumento de temperatura em 2º C até 2100 podem reduzir em até 65% os impactos do aquecimento global, como enchentes e perda de produtividade nas lavouras, indica um dos mais abrangentes estudos já feitos sobre o tema. Levando em consideração uma quantidade sem precedentes de variáveis, um grupo de cientistas liderado pela Universidade de Reading, no Reino Unido, fez simulações em computador para ver o que esperar de cada um desses cenários.

Em um ambiente com medidas severas para reduzir as emissões, o impacto das consequências é reduzido entre 20% e 65%, dependendo da área considerada. Algumas delas, inclusive, podem ser evitadas por várias décadas. Das áreas analisadas, a produtividade das lavouras, as enchentes e a energia são as que mais se beneficiariam com a redução das emissões e o aumento de temperatura estacionado em 2º C até 2100. (…)

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06 de fevereiro de 2013

Chuvas, ventos, deslizamentos…

(…) deslizamento de terra e desabamento parcial de uma casa no bairro de Piedade, na zona norte do Rio de Janeiro. Mais Marcelo Piu/Agência O Globo/BOL Fotos

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03 de fevereiro de 2013

Mudanças climáticas

Desastres naturais afetaram mais de 7 milhões de latinos no fim de 2012

EFE e UOL Notícias

No último trimestre do ano passado, cerca de 30 desastres naturais afetaram 7,3 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe. Os dados são do Escritório da ONU de Assistência Humanitária, Ocha. Na comparação com 2011, o total de desastres naturais na região foi 90% maior. Entre outubro, novembro e dezembro, a temporada de furacões teve 19 tormentas, sete a mais que a média histórica.

O Ocha lembra que o furacão mais devastador foi o Sandy, que deixou 70 mortos e afetou mais de 3 milhões de pessoas nas Bahamas, Cuba, Haiti, Jamaica e República Dominicana. O Sandy atingiu os países caribenhos antes de chegar à costa leste dos Estados Unidos, onde as perdas econômicas superam os US$30 bilhões, ou quase R$ 60 bilhões, destaca o Ocha. (…)

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2013/02/02/desastres-naturais-afetaram-mais-de-7-milhoes-de-latinos-no-fim-de-2012.jhtm

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30 de dezembro de 2012

Mudanças climáticas no sul do Brasil

Brasil é segundo país com maior incidência de tornados no mundo, diz estudo

O Brasil ocupa o segundo lugar em uma lista de países com maior incidência de tornados no mundo. São Paulo é o Estado campeão, segundo pesquisa realizada na Universidade Estadual de Campinas (a 93 km de São Paulo).

O Estado fica em uma região de contrastes de massas de ar com diferentes características – ingrediente básico para a formação de nuvens com potencial para a formação do fenômeno meteorológico, capaz de destruir uma cidade com seus ventos em formato de funil e velocidades que podem ultrapassar os 300 km/h. (…)

Até para Candido, o resultado do estudo surpreendeu. “Inicialmente, imaginávamos que Santa Catarina e Rio Grande do Sul seriam os Estados onde a incidência de tornados  mais frequente, devido às suas condições atmosféricas e de relevo. Entretanto, descobrimos que o líder nesse ranking é São Paulo” , diz.

A pesquisa levou cinco anos para ser concluída e usou informações sobre fenômenos ocorridos no passado e dados de relevo, como altitude e declividade de cada região. Entre 1990 e 2011, ao menos 205 tornados foram registrados em território nacional. Além de São Paulo, ficou comprovado que os Estados mais atingidos por esse fenômenos são Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. (…)

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/12/28/brasil-ocupa-o-segundo-lugar-em-uma-lista-de-paises-com-maior-incidencia-de-tornados-no-mundo.jhtm

Rui Iwersen, editor

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01 de novembro de 2012

Furacão Sandy

25.out.2012 – O furacão Sandy se afasta de Cuba depois de provocar fortes chuvas e ventos de até 165 km/h durante sua passagem pela região sudeste da ilha, sem informações sobre vítimas ou danos considerávei Mais Nasa/Reuters/BOL Fotos

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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31 de outubro de 2012

Imagens do dia

Imagem cedida pela Força Aérea norte-americana, mostra a costa de Nova Jersey atingida pela tempestade Veja mais imagens

Imagem cedida pela Força Aérea norte-americana, mostra a costa de Nova Jersey atingida pela tempestade/Folha.com Veja mais imagens

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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30 de outubro de 2012

Vento forte e granizo atingem o Sul, destelham casas, derrubam árvores e deixam 24 mil sem luz

do UOL Notícias

Porto Alegre – Um temporal de granizo, somado a severas rajadas de vento, atingiu a serra gaúcha na noite dessa segunda-feira (29), gerando estragos e falta de luz. Casas foram destelhadas e postes e árvores caíram. Ainda não há registros de desabrigados. Na manhã de hoje (30), cerca de 24 mil pontos (residências, comércio, escolas) permanecem sem fornecimento de energia.

As cidades mais prejudicadas pela chuva e pedras de gelo estão na serra e nos Campos de Cima da Serra, na divisa com Santa Catarina. Na cidade serrana de Farroupilha (112 km de Porto Alegre), duas pessoas ficaram levemente feridas, e dezenas de casas tiveram telhados danificados. (…)

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/10/30/vento-forte-e-granizo-atingem-o-sul-destelham-casas-derrubam-arvores-e-deixam-24-mil-sem-luz.jhtm

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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29 de outubro de 2012

Furacão Sandy

29.out.2012 – A enseada de Atlantic City é invadida pelas águas trazidas pelo furacão Sandy Mais Dann Cuellar/AP/BOL Fotos

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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15 de outubro de 2012

“Rafael” se transforma no nono furacão da temporada no Atlântico

do UOL Notícias e EFE

Miami (EUA) – A tempestade tropical “Rafael” se transformou nesta segunda-feira no nono furacão da temporada de ciclones no Atlântico ao aumentar seus ventos máximos sustentados para 120 km/h. “Rafael” se intensificou ao sul do arquipélago das Bermudas, informou o Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos em um boletim especial. (…)

As ressacas geradas por “Rafael” afetarão também as praias das Bahamas. Na atual temporada de furacões no Atlântico, que começou no dia 1º de junho e se prolongará até 30 de novembro, se formaram 17 tempestades tropicais e nove furacões, incluindo “Rafael”.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2012/10/15/rafael-se-transforma-no-nono-furacao-da-temporada-no-atlantico.jhtm

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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26 de agosto de 2012

Tempestade Isaac

Casa que foi reconstruída duas vezes nos últimos dois anos fica em ruínas durante a passagem da tempestade tropical Isaac em Baracoa, Cuba Ramon Espinosa/AP/BOL Fotos

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

Informações sobre Aquecimento Global de 2009 a junho de 2012.

Florianópolis, 15 de maio de 2008

Editorial

Dando seqüência à série de Informações, Reflexões e Ações Ecológicas em nossa Rede de Informação Ambiental, envio hoje, em anexo, fotos de estragos provocados por ciclone no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina e tornado nos EUA, ocorridos nos primeiros dias de maio deste ano. Estes fenômenos são ilustrativos das alterações climáticas relacionadas ao aquecimento global antrópico e são um importante material de reflexão ecológica.

Está nas bancas a revista Mãe Terra, da Editora Minuano, sobre Aquecimento Global. No editorial de Mãe Terra a revista cita em destaque uma frase de Vitor Hugo, escritor francês do século XIX: “É triste pensar que a natureza fala e que o gênero humano não a ouve”.

Nesta página de GaiaNet falaremos da natureza e pela natureza, para ajudá-la a ser ouvida.

Rui Iwersen, editor

 

Imagens do sofrimento da Terra e dos homens talvez falem mais alto! Mostrarei!

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.Queda de árvores provocou prejuízos em Porto Alegre, e cerca de 200 mil pessoas ficaram sem energia no RS após a passagem de um ciclone, que atingiu também SC. Os ventos chegaram a 100 km/h no litoral e nordeste do RS; em Porto Alegre, atingiram 80 km/h. Leia mais….

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Casa é arrastada pela água por 10 metros para dentro de rio em Ermo (SC), após passagem de ciclone; os moradores da cidade começaram a limpeza e a contabilizar os prejuízos da inundação causada pelo ciclone. No RS, municípios decretaram calamidade. Leia mais…………

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.Ao menos 19 pessoas morreram em conseqüência dos tornados que devastaram Estados do meio-oeste dos EUA entre sábado (10) e domingo; dezenas de pessoas estão feridas e centenas de casas foram destruídas na região de Oklahoma, Missouri e Kansas.Roger Nomer/AP.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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08 de setembro de 2009

Chuvas e vendavais atingiram 40 cidades de SC; quase 65 mil foram afetados

do UOL Notícias; www.noticias.uol.com.br; 08/09/2009

As fortes chuvas e ventos que atingiram Santa Catarina na madrugada desta terça-feira (8) afetaram 40 municípios do Estado, de acordo com nota da Defesa Civil Estadual. De acordo com o último balanço, quase 65 mil pessoas foram afetadas no Estado, e entre elas 3501 estão desabrigadas e 1573 desalojadas. Ao todo, 138 ficaram feridas e 9301 edificações sofreram alguma avaria. (…)

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Em São Paulo, o rio Tietê transbordou

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Transbordamento do rio Tietê provoca alagamento na marginal, perto da ponte Aricanduva. Fazia quatro anos que o rio não transbordava em São Paulo. Mais

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet.

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09 de setembro de 2009

Tornado causou temporal que matou 4 pessoas no Sul; 7.000 abandonam casas

UOL Notícias; www.noticias.uol.com.br; 09/09/2009; 13h02.

Os temporais registrados na noite de segunda-feira (7) e na madrugada de ontem (8) na região Sul do país foram causados por um tornado, segundo confirmou hoje o Epagri/Ciram (Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia). A Defesa Civil, que alerta para mais chuvas fortes nesta quarta-feira, também elevou o número de feridos na região. Ainda de acordo com o instituto, a confirmação da formação de um tornado foi feita com base em fotos e imagens colhidas no local. Os ventos da região chegaram a mais de 120 km/h –quatro pessoas morreram em Santa Catarina durante o temporal e 16 cidades decretaram estado de emergência. O instituto afirmou que o fenômeno foi resultado do encontro do ar mais frio com o ar mais quente que predominava em Santa Catarina (máximas de 32ºC em Itapiranga) e formou nuvens com grande desenvolvimento vertical. Em todo o Estado, 49 municípios foram atingidos pelas fortes chuvas e ventos –1.163 pessoas perderam suas casas e 7.046 tiveram que deixar o local onde moravam, informou a Defesa Civil, que contabiliza 54 mil pessoas afetadas. A cidade mais atingida pelos fortes ventos foi Guaraciaba (SC), onde o temporal de cerca de uma hora e meia deixou quatro pessoas mortas e outras 89 feridas. Em todo o Estado, os feridos somam 138. Além disso, foram registradas quedas de árvores, interdição de ruas, destelhamentos, falta de energia, problemas de abastecimento de água e falhas na telefonia em vários locais. (…) Entre os 49 municípios atingidos pelo vendaval estão: Santa Terezinha do Progresso, São Domingos, Vargeão, Vargem Bonita, Dionísio Cerqueira, Ipuaçu, Monte Castelo, Corupa, Shroeder, Abelardo Luz, Entre Rios, Lebon Regis, Ouro Verde, Passos Mais, Rio das Antas e São Bernardino, que decretaram situação de emergência.

Em Abelardo Luz, 3.000 ficaram desalojados e pelo menos 2.012 edificações foram prejudicadas. “A previsão de chuvas intensas para o restante da semana ainda preocupa. A possibilidade de acúmulo de água no solo mantém o alerta”. (…)

Um vendaval danificou centenas de residências na noite de segunda-feira em Abelardo Luz, cidade de SC

Um vendaval danificou centenas de residências na noite de segunda-feira em Abelardo Luz, cidade de SC

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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09 de setembro de 2009

Chuvas e vendavais tiram mais de 17 mil de suas casas em SC; três tornados atingiram o Estado

Do UOL Notícias; www.noticias.uol.com.br; 09/09/2009 – 18h03

A Defesa Civil e a Prefeitura de Guaraciaba anunciaram duas contas para o depósito de auxílio financeiro às famílias atingidas pela tempestade. Os depósitos podem ser efetuados na conta 30.000-4, agência 1388-9, Banco do Brasil, em nome da Mitra Doações Guaraciaba, e na conta 40.000-4, agência 1388-9, SOS Guaraciaba/SC. A Defesa Civil Estadual de Santa Catarina informou, em seu último boletim, que mais de 17 mil pessoas tiveram que deixar suas casas devido às chuvas e vendavais que atingiram 64 municípios do Estado nesta terça-feira (8). Há, ao todo, 1.478 desabrigados em SC, 17.131 desalojados e 286 pessoas deslocadas de suas residências. Em todo o Estado, mais de 88 mil pessoas foram atingidas e 15.984 edificações sofreram alguma avaria. Os feridos são 170 e quatro pessoas morreram na cidade de Guaraciaba, uma das mais atingidas, que decretou estado de calamidade pública ontem. (…)A agricultora Cleonice Lazzari, de 38 anos completados ontem, internada no hospital São Lucas, em Guaraciaba, com hematomas por todo o corpo, conta momentos de terror com a passagem do tornado por sua propriedade, na comunidade Cedeflores. Sua filha, de 10 anos, sofreu cortes profundos nas costas e também segue internada. Sua mãe, que quebrou as pernas, teve alta nesta manhã. O Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri/Ciram) confirmou nesta quarta-feira (9) que três tornados atingiram três cidades de Santa Catarina na madrugada de ontem, causando mortes, ferimentos e desabamentos. As cidades atingidas foram Guaraciaba, Santa Cecília e Salto Veloso. De acordo com a meteorologista Francine Gomes, do Epagri/Ciram, os tornados atingiram a categoria F1 na Escala Fujita de classificação de tornados – que vai de F0 a F6 -, com ventos entre 120 a 180 km/h. (…)

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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10 de setembro de 2009

Rio Grande do Sul tem quase 4 mil casas danificadas e 55 destruídas

De UOL Noticias e da Agência Brasil

As fortes chuvas acompanhadas de granizo que atingiram o Rio Grande do Sul na última segunda-feira (7) deixaram 3,98 mil residências danificadas e 55 destruídas. Segundo a Defesa Civil do estado, oito municípios decretaram situação de emergência: Seberi, Lavras do Sul, Santa Maria, Porto Xavier, Victor Graeff, Itaara, Ibirubá e Frederico Westphalen. A chuva e o vento atingiram cerca de 150 mil pessoas nessas regiões e deixaram 11 feridos. (…)

O governador de SC assinou ontem o decreto de situação de emergência nos 64 municípios atingidos pelas chuvas, vendavais e tornados.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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12 de setembro de 2009

Chuva atinge agora o sul de Santa Catarina

UOL Notícias; WWW.noticias.uol.com.br

O temporal, que atingiu com mais força o oeste de Santa Catarina no começo da semana, agora se intensifica na região sul do Estado. SC registra 1.906 pessoas desabrigadas (que foram para abrigos públicos) e 10.648 desalojados (abrigados por familiares ou amigos), segundo o último boletim divulgado pela Defesa Civil. Mais de 180 mil pessoas foram afetadas pela chuva e 173 ficaram feridas. Já são 77 cidades catarinenses atingidas pelo mau tempo, o que equivale a cerca de 25% dos 293 municípios do Estado. Destas, 67 estão em situação de emergência. (…)

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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27 de setembro de 2009

Vendaval e granizo causam estragos em 13 cidades de Santa Catarina

Já chega a 13 o número de cidades de Santa Catarina que sofreram estragos devido ao vendaval e à queda de granizo ocorridos entre a noite de sábado (26) e a madrugada deste domingo, informou a Defesa Civil do Estado no final da tarde de hoje. Segundo o órgão e o governo do Estado, mais de 3.000 pessoas tiveram de deixar suas casas – entre desalojados e desabrigados- (…) A Defesa Civil catarinense estima que o número de pessoas afetadas já chegue a 6.000 no Estado, já que o temporal causou estragos em mais de 1.500 casas em Santa Catarina. (…)

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Tempestade tropical deixa 80 mortos em passagem pelas Filipinas

Manila, 27 set (EFE).- Pelo menos 80 pessoas morreram, outras 23 estão desaparecidas e quase 300 mil se viram deslocadas pela passagem da tempestade tropical “Ketsana” pelo terço norte das Filipinas, onde suas chuvas torrenciais causaram as piores inundações em quatro décadas, informaram hoje fontes oficiais. O Governo declarou o estado de catástrofe na capital e outras 25 províncias afetadas pelo temporal na ilha de Luzon, anunciou o ministro da Defesa e presidente do Conselho Nacional de Coordenação de Desastres. (…)

Fonte: UOL Notícias; WWW.noticias.uol.com.br; 27/09/2009

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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30 de setembro de 2009

Chuvas e ventos tiram 16 mil de casa no Sul e deixam 66 cidades em emergência

O número de desalojados e desabrigados em razão dos temporais, chuvas de granizo e vendavais que atingiram o Sul do país no último final de semana continua a subir e já soma 16.014 pessoas nos três Estados da região, segundo dados das defesas civis estaduais. O número de cidades em situação de emergência, por conta dos fenômenos climáticos dos últimos dias, subiu para 66 na manhã desta quarta-feira (30). (…)

Fonte: UOL Notícias; www.noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, Florianópolis, editor

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01 de outubro de 2009

Chuva recorde em setembro pode ser indício de mudança climática

Chuvas frequentes e intensas, vendavais, ocorrência de temporais com granizo e até ação de tornados. Parte da população das regiões Sul e Sudeste foi duramente castigada pelo clima no mês de setembro, o mais chuvoso dos últimos anos. Para Lincoln Alves, meteorologista do Cptec/Inpe (Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos), esses fenômenos extremos podem indicar que o clima está sofrendo mudanças causadas pela ação humana. (…)

Fonte: UOL Notícias; WWW.noticias.uol.com.br

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Em alguns municípios de Santa Catarina não choveu tanto nos últimos 70 anos, isto é, desde que começou-se a medir o índice pluviométrico. Em Porto alegre não choveu tanto nos últimos 43 anos.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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5 de outubro de 2009

Tempestades e enchentes no sul do Brasil e na Índia

Ventos, temporais e chuvas de granizo atingiram hoje o Estado do Rio Grande do Sul, produzindo enchentes, destruição e desalojados. Chuvas e enchentes na Índia deixam 1 milhão de desalojados.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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19 de outubro de 2009

Temporais atingem mais de 160 mil pessoas no Paraná desde setembro.

As chuvas que atingem o Paraná desde setembro afetaram 166 mil pessoas em todo o Estado até hoje (19), de acordo com levantamento divulgado pela Defesa Civil. Ao todo, são 37 municípios atingidos. (…) No total, 1.400 pessoas foram afetadas em Londrina e cerca de 20 mil, em Ibiporã. Chove forte, com muitos raios, em Loanda, Nova Londrina, Guairaca até Paraíso do Norte. O serviço de meteorologia explica que o calor vindo do Centro-Oeste do país, da Bolívia e do Paraguai, aliado à umidade abundante nessas áreas, favorece a ocorrência de chuvas em todas as regiões paranaenses. (…)

Fonte: Agência Brasil e UOL Notícias; Em Curitiba

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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21 de outubro de 2009

Chuvas afetam mais de 26 mil pessoas no PR; 1.800 ficam fora de casa.

As chuvas que atingiu parte da região Sul do país nos últimos dias já afetou mais de 26 mil pessoas e fez com que 1.800 deixassem suas casas, segundo balanço da Defesa Civil Estadual. Também há registro de uma morte e 53 pessoas feridas. (…) Também na quarta-feira (15), o interior do Paraná foi atingido por um tornado segundo informações do Instituto Tecnológico Simepar, do governo do Estado. O fenômeno meteorológico destelhou pelo menos 30 casas em Ampére, segundo a Defesa Civil Estadual, mas não deixou pessoas feridas. Durante a tempestade, as rajadas de vento chegaram a atingir 115 km/h, segundo estimativa do órgão. (…)

Fonte: UOL Notícias; WWW.noticias.uol.com.br

RuiIwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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19 de novembro de 2009

Chuvas e ventos de mais de 130 km/h causam destruição e cinco mortes no RS

Uma tempestade que atingiu o Rio Grande do Sul no início da tarde desta quinta-feira (19) causou cinco mortes e deixou um cenário de destruição e transtorno em várias cidades do Estado. Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registraram rajadas de 133 quilômetros por hora no litoral. Quatro das cinco mortes ocorreram na região metropolitana de Porto Alegre. (…) Em Porto Alegre, segundo a Defesa Civil, o vento chegou a 96 quilômetros por hora no aeroporto Salgado Filho. Um avião de carga teve de arremeter durante a tempestade para evitar um acidente. As três principais rodovias de acesso à capital também registraram queda de árvores. O trânsito foi afetado. Na BR 290, que leva ao litoral e ao norte do país, um caminhão foi jogado para fora da estrada com a força do vento. Placas de sinalização também foram danificadas. Em Osório, duas bombas de gasolina foram arrancadas do solo na BR 101.

Segundo a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), 16 cidades do Estado estão completamente sem fornecimento de luz. No total, 30 municípios foram total ou parcialmente atingidos pelo temporal. Em Porto Alegre, falta energia em 100 mil casas. Ao todo, são 600 mil casas sem luz. Na área de abrangência da Rio Grande Energia (RGE), há 52 mil casas sem energia. Sem energia, a Companhia Rio-grandense de Água (Corsan) cortou o abastecimento em pelo menos cinco cidades da região metropolitana. Segundo a empresa, o corte afeta cerca de 1 milhão de pessoas. (…)

Florianópolis
Ventos de até 103 quilômetros por hora, seguidos de temporal, também causaram vários estragos nesta tarde na região Sul de Santa Catarina e na capital. Os municípios mais atingidos foram Araranguá, Ermo, Imbituba, Jaguaruna, Laguna, Sombrio, Maracajá, Içara, Arroio do Silva, Santa Rosa do Sul, além de Florianópolis e Santo Amaro da Imperatriz. (…)

Fonte: UOL Notícias – WWW.noticias.uol.com.br e Agência Estado

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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30 de novembro de 2009

Sobe para 90 número de cidades em emergência no RS; ventos chegaram a 119 km/h

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou no início da tarde desta segunda-feira que subiu para 90 o total de cidades em situação de emergência no Estado em decorrência das fortes chuvas que atingem a região. Segundo informações do órgão, na madrugada de hoje, os ventos chegaram a 119 km/h na cidade de São Borja. As últimas cidades a decretarem emergência foram Guarani das Missões, São Francisco de Assis, Roque Gonzales e Cristal do Sul.

Os novos temporais elevaram também o total de pessoas fora de casa no Estado, que agora chegam a mais de 21 mil. Dessas, 5.052 pessoas estão desabrigadas –dependem de abrigos públicos– e outras 16.274 estão desalojadas, ou seja, estão hospedadas em casas de amigos e parentes. Por causa das ventanias, as três concessionárias responsáveis pelo fornecimento de energia no Estado do Rio Grande do Sul, contabilizavam cerca de 88 mil pessoas sem luz, por volta das 13h20. (…)

Fonte: UOL Notícias – WWW.noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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2 de dezembro de 2009

Porto Alegre (RS) tem o novembro mais chuvoso em quase cem anos.

Balanço do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) mostra que Porto Alegre e outros pontos do Rio Grande do Sul tiveram em 2009 o novembro mais chuvoso desde 1912 –quando começou a medição. Especialistas apontam como uma das causas para o aumento no volume de chuvas na região Sul a influência do fenômeno climático El Niño –que provoca o aquecimento das águas superficiais do oceano Pacífico na costa oeste da América do Sul. No Nordeste, o fenômeno vem agravando a seca.

O Rio Grande do Sul vem sofrendo temporais há três semanas. Do dia 13 de novembro até ontem, 111 das 496 prefeituras gaúchas decretaram situação de emergência por causa das chuvas e ventos fortes. Oito pessoas morreram e cerca de 17 mil estão fora de casa. Em Porto Alegre, choveu 293 mm (293 litros por metro quadrado) no mês, enquanto a média esperada para novembro é de 104,2 mm. (…) O Inmet fez alerta comunicando chuvas e ventos fortes para hoje no Estado.

Em novembro, segundo o 8º Disme (Distrito de Meteorologia) do Inmet, em Porto Alegre, Paraná e Santa Catarina também registraram chuvas acima da média.

Fonte: UOL Notícias – WWW.noticias.uol.com.br e Agencia Folha

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de Gaianet

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4 de dezembro de 2009

Chuvas no RS provocam prejuízos de R$ 4,5 bi e deixam 144 cidades em emergência.

As chuvas e vendavais que vêm atingindo o Rio Grande do Sul nas últimas três semanas destruíram lavouras, deixaram rodovias interditadas, suspenderam aulas e vêm provocando constantes apagões no Estado. Além de matar oito pessoas, os temporais provocaram prejuízos de R$ 4,5 bilhões em infraestrutura e na agricultura, conforme estimativas do governo do Estado.

Dos 496 municípios gaúchos, 144 haviam decretado situação de emergência até esta sexta. De acordo com a Defesa Civil do Estado, 17 mil pessoas tiveram de sair de casa. Ao todo mais de 15 mil casas foram danificadas ou completamente destruídas. (…)

Fonte: UOL Notícias – WWW.noticias.uol.com.br e Agencia Folha

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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8 de dezembro de 2009

Mudanças climáticas no Sul do Brasil.

RS [Rio Grande do Sul] já tem 168 municípios em situação de emergência

Porto alegre – Um levantamento da Defesa Civil indica que 168 municípios do Rio Grande do Sul já decretaram situação de emergência desde o início de novembro por motivos como vendavais, tornados, enxurradas e alagamentos. (…) Hoje, entraram na lista as prefeituras de Porto Vera Cruz, Santa Cruz do Sul, Tapes, Novo Cabrais e Formigueiro. (…) Em todas as demais regiões do Estado, os rios estão baixando. Mesmo assim, o boletim mais recente da Defesa Civil, emitido na tarde de hoje, indica que 7,8 mil pessoas permanecem desalojadas, morando temporariamente em casas de amigos e parentes, e outros 4,5 mil seguem desabrigadas, em ginásios de esportes, salões comunitários e escolas disponibilizados pelas prefeituras. Os temporais de novembro também deixaram um saldo de oito mortos. (…)

Fonte: UOL Notícias; WWW.noticias.uol.com.br; 08/12/2009 – 19h52

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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14 de dezembro de 2009

180 cidades declaram situação de emergência no RS; mais de 6.000 estão fora de casa

O ciclone que atingiu o Rio Grande do Sul na noite do último sábado (12) deixou destruição em muitas cidades gaúchas, já bastante castigadas pela época de chuvas nos últimos meses. De acordo com a Defesa Civil do Estado, 180 cidades estão em situação de emergência e mais de 6.000 pessoas estão fora de suas casas. O fenômeno natural que passou pelo Estado trouxe ventos de até 121 quilômetros por hora. (…) Cerca de 61 mil famílias ficaram sem energia elétrica depois da passagem do ciclone, no sábado. (…) Ao todo, desde o dia 13 de novembro, oito pessoas morreram em decorrência das chuvas e 15.580 casas foram danificadas.

Nesta segunda-feira (14), embora o ciclone extratropical já tenha se afastado do Estado, ele ainda provoca uma grande agitação marítima do litoral do RS até o Rio de Janeiro. Segundo o Tempo Agora, ondas altas podem provocar ressaca no litoral desses cinco Estados.

Fonte: UOL Notícias – WWW.noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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16 de dezembro de 2009

Córrego transborda e alaga ruas de Osasco; temporal deixou regiões de SP em atenção

O temporal que atingiu São Paulo e municípios da região metropolitana na tarde desta quarta-feira provocou o transbordamento de um córrego em Osasco (Grande São Paulo), deixando praticamente toda a cidade debaixo d’água, segundo a Defesa Civil Municipal. À noite, a chuva perdeu intensidade, porém, diversas vias permaneciam alagadas até as 22h. Ainda segundo a Defesa Civil, o centro da cidade ficou inundado, e houve registros de deslizamentos de terra na região conhecida como morro do Socó, mas não há informações sobre feridos ou desabrigados.

Além de Osasco, choveu forte em São Paulo e nos municípios de Taboão da Serra, Itapecerica da Serra, Embu-Guaçu, Cotia, Itapevi, Juquitiba, e Barueri. (…) Em São Paulo, as chuvas chegaram a causar 11 pontos de alagamento, sendo cinco deles intransitáveis. Em Barueri, os alagamentos deixaram pessoas ilhadas –que tiveram de ser resgatadas por helicóptero da Polícia Militar. (…) De acordo com a Defesa Civil de Barueri, apesar da diminuição da chuva, a avenida Piracema, no bairro Tamboré, e a alameda Araguaia, na região de Alphaville, permaneciam alagadas até a noite desta quarta. (…)

Fonte: UOL Notícias – WWW.noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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28 de dezembro de 2009

Chuvas, enchentes e ventos em São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul

Após alguns dias sem chuvas importantes, ontem voltou a chover e ventar forte em alguns estados do sul e sudeste do Brasil. No Rio Grande do Sul, o município de Alagoão sofreu com a passagem de um temporal com ventos fortes que destelharam dezenas de casas e estabalecimentos comerciais. No dia 27 voltou também a chover forte na cidade do Rio de Janeiro, em Guarulhos, no estado de são Paulo, onde 3 bairros ficaram alagados e na cidade de São Paulo, onde o Jardim Romano ficou novamente alagado. Neste bairro fica a Vila Pantanal que ficou 2 semanas alagada neste mês. Neste bairro, feito sobre uma várzea (como provavelmente o município de Alagoão no Rio Grande do sul), moradores fizeram protestos contra as enchentes realizando fogueiras nas ruas. Segundo uma moradora, os protestantes “querem sair do bairro, mas querem que eles indenizem a gente pelo valor que a casa vale”. Estes conflitos são uma lição para nós e para nossos administradores populistas, permissivos e corruptos e para os futuros administradores.

Enquanto isso, ocorrem incêndios florestais no Chile (talvez criminoso) e enchentes na Austrália.

Fonte: TV GloboNews – WWW.g1.com.br/globonews, Edição das Dez.

Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet

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27 de janeiro de 2010

Estudo aponta efeito cascata no aquecimento global

OSLO – A mudança climática provocada pela ação humana vai liberar na atmosfera mais gases do efeito estufa, agravando ainda mais o aquecimento global, segundo um novo estudo. Mas o efeito cascata do dióxido de carbono adicional –armazenado no solo, nas plantas e nos oceanos–, junto às emissões industriais desse gás, será menos grave do que sugeriam alguns estudos recentes, de acordo com os pesquisadores. “Estamos confirmando que a retroalimentação existe e é positiva (em termos de volume). Essa é a má notícia”, disse David Frank, do Instituto Federal Suíço de Pesquisas WSL, principal autor do estudo publicado na edição de quinta-feira da revista Nature. “Mas, se compararmos nossos resultados com algumas estimativas recentes, é uma boa notícia”, acrescentou Frank, cidadão norte-americano, em declarações à Reuters.

Os dados, baseados em oscilações naturais das temperaturas entre os anos 1050 e 1800, indicam que uma elevação de 1 grau Celsius na temperatura aumenta a concentração atmosférica de dióxido de carbono em 7,7 partes por milhão. Isso está bem abaixo das estimativas recentes de 40 partes por milhão, o que causaria efeitos climáticos ainda mais dramáticos –como secas, incêndios florestais, inundações e elevação do nível dos mares. A concentração atmosférica de CO2 já passou de 280 partes por milhão antes da Revolução Industrial para 390 partes por milhão. (…)

Fonte: Reuters e UOL Notícias – WWW.noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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28 de abril de 2010

Detectado aumento do nível dos mares por degelo em regiões polares

Washington – As mudanças registradas na quantidade de gelo que flutua nos oceanos polares estão provocando um aumento do nível dos mares, revelou um estudo publicado hoje na revista “Geophysical Research Letters”. Segundo o princípio de Arquímedes, todo corpo submerso em um fluído experimenta um empurrão vertical igual ao peso do fluído deslocado, o que significaria que o degelo não deve influenciar nos níveis marítimos. No entanto, os cientistas da Universidade de Leeds, no Reino Unido, dizem que esse princípio não é aplicável uma vez que a água do mar é mais morna e mais salgada que os gelos flutuantes e que, por isso, influi nos níveis do mar.

Apesar da perda de gelo flutuante a cada ano ser similar, segundo os cientistas, a 1,5 milhão de icebergs como o que afundou o Titanic no começo do século passado, o que torna o aumento do nível marinho insignificante. Em um ano esse aumento é de cerca de 49 micrometros, ou seja, o diâmetro de um fio de cabelo. No entanto, Andrew Shepherd, autor do estudo baseado em observações de satélite e modelos computadorizados, afirma que o impacto do degelo é um sinal que não pode ser ignorado. (…)

Fonte – EFE e Uol Notícias – WWW.noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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03 de maio de 2010

Nível do mar na costa brasileira sobe 4 milímetros por ano

Segundo dados coletados em portos ao longo da costa brasileira, o nível do mar está aumentando no Brasil cerca de 40 centímetros (cm) por século, ou 4 milímetros (mm) por ano (mm/ano). A constatação é do Laboratório de Marés e Processos Temporais Oceânicos (Maptolab) do Instituto Oceanográfico (IO) da USP (Universidade de São Paulo), que investiga as variações no nível do mar no litoral brasileiro a partir de séries de medições que começaram em 1980.

As análises dos dados são feitas por médias de variações diárias, médias sazonais e médias anuais do nível do mar, que permitem estimar a variação local de longo prazo. (…) As medições do nível do mar da Costa Brasileira são feitas em estações permanentes distribuídas ao longo da costa por diferentes instituições: Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH), Diretoria e Navegação (DHN) da Marinha do Brasil, Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o IO, que realiza, além das medições permanentes nas estações de Cananeia e de Ubatuba, no litoral Sul do Estado de São Paulo, medições de caráter não permanente em oceano profundo, ao longo da plataforma continental. (…) Outras séries de medições de nível do mar ao longo do litoral brasileiro indicam a mesma tendência de elevação de uma média de 40 cm por século, ou 4 mm por ano, que é mais evidente a partir dos anos de 1960. (…)

Fonte: Agência USP de Notícias e UOL Ciência e Saúde -

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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06 de maio de 2010

Invasão de rãs causa pânico em localidade na China

Pequim.- Uma invasão de cerca de 10 mil rãs em uma localidade do sudoeste da China causou o pânico entre a população, que relacionou a praga com a chegada de um possível terremoto.  Os animais chegaram na última terça-feira, no começo da manhã, à localidade de Taiping, na província de Sichuan, informou o jornal “Xin Beijing”. Segundo uma testemunha de sobrenome Yang, “milhares de pequenas rãs apareceram por uma pequena estrada da localidade e formavam uma fila de 200 metros de comprimento e 50 centímetros de largura”. Especialistas em meio ambiente tentaram acalmar a população, garantindo que a invasão das rãs aconteceu devido ao calor. “As rãs se juntam pela manhã ou ao entardecer para migrarem a outros lugares, pois buscam ambientes mais frescos”, explicou Zhao. (…)

Fonte: EFE e UOL Notícias – WWW.notícias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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13 de maio de 2010

Chuvas em SC causam estragos em 33 cidades; 240 mil pessoas são afetadas

Balanço divulgado nesta manhã (13) pela Defesa Civil de Santa Catarina mostra que os temporais que atingiram o Estado nesta semana já deixaram estragos em 33 cidades e afetaram mais de 240 mil pessoas. No total, são 2.952 desalojados, 575 desabrigados, 22 feridos e 1 desaparecido. Ao todo, 1.843 residências e 72 prédios públicos sofreram algum tipo de dano. (…) As consequências das fortes chuvas também atrapalham o tráfego de veículos em alguns trechos da rodovia BR-101. (…)

Mesmo com a diminuição das chuvas, persiste em atenção a costa sul do país, pois o sistema de baixa pressão sobre o oceano ainda deixará o mar agitado, com condição de ressaca principalmente na costa do Estado catarinense. (…)

Fonte: UOL Notíciashttp://noticias.uol.com.br/

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Maré alta e ressaca agravam alagamentos no litoral sul de SC; sete cidades estão em emergência

A maré elevada e o mar em ressaca dificultam o escoamento da água dos alagamentos que atingem as cidades do litoral sul de Santa Catarina após a chuva dos últimos dias. Segundo a Defesa Civil Estadual, chove fraco entre o litoral sul e o sul da Grande Florianópolis. A previsão é que a chuva pare ainda nesta tarde e que os alagamentos só melhorem entre amanhã e sábado.

Balanço divulgado nesta manhã (13) pela Defesa Civil de Santa Catarina mostra que os temporais que atingiram o Estado nesta semana já deixaram estragos em 33 cidades (veja mapa abaixo) e afetaram mais de 240 mil pessoas. No total, são 2.952 desalojados, 575 desabrigados, 22 feridos e 1 desaparecido. Ao todo, 1.843 residências e 72 prédios públicos sofreram algum tipo de dano.

Fonte: UOL Notíciashttp://noticias.uol.com.br/

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Após temporal, Santa Catarina deve ter mar agitado nesta quinta

O sistema de baixa pressão desloca-se para o oceano Atlântico e haverá uma diminuição das chuvas no leste da região Sul, onde haverá chuvas rápidas ao longo do dia, inclusive no sul e leste de Santa Catarina, segundo o Cptec (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). (…)

Os temporais que atingiram Santa Catarina desde terça-feira (11), provocados por um ciclone extratropical, deixaram um acumulado de 100 mm de chuva em algumas regiões, de acordo com o Ciram (Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia), órgão que monitora as condições climáticas no Estado.

Fonte:Folha OnlineWWW.folha.uol.com.br

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Mais um ciclone atinge a costa do Estado de Santa Catarina

Chuvas deixam 3.500 fora de casa e fazem sete cidades decretarem emergência em SC [Santa Catarina]

As fortes chuvas que atinge o Estado de Santa Catarina desde o início da semana já fizeram sete cidades decretarem situação de emergência e deixaram cerca de 3.500 fora de suas casas. (…) O balanço divulgado na manhã desta quinta-feira aponta mais de 240 mil pessoas afetadas pelos temporais que começaram na terça-feira (11). Dessas, 2.952 estão desalojadas –estão em casas de amigos e parentes– e 575 estão desabrigadas, ou seja, dependem de abrigos públicos. As chuvas deixaram ainda 22 pessoas feridas. Ao todo, são registrados 32 municípios afetados, sendo que sete decretaram situação de emergência. (…)

No decorrer do dia, o ciclone extratropical que age na região deve se afastar e o sol pode voltar a predominar. As temperaturas devem ficar em elevação. Apesar disso, o ciclone ainda provoca ventos fortes e ressaca no mar, o que mantém a região em alerta.

Fonte:Folha OnlineWWW.folha.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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19 de junho de 2010

É, poderá ser e será, diz o estudo, e mostra a tradição brasileira

SP [São Paulo] ficará até 3ºC mais quente neste século

A região metropolitana de São Paulo terá um aumento da temperatura média entre 2ºC e 3ºC neste século, o que dobrará o número de dias com chuvas intensas na capital paulista e levará a uma elevação das ondas de calor e dos dias e noites quentes na região. Os dados fazem parte do relatório Vulnerabilidade das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas.

O estudo aponta que, se a expansão urbana continuar com o padrão atual, em 2030 cerca de 11% das novas ocupações poderão ocorrer em áreas de risco de deslizamento e mais de 20% da área total de expansão seria suscetível a enchentes e inundações. “O estudo não traz nenhuma boa notícia”, resume Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A região metropolitana de São Paulo possui cerca de 20 milhões de habitantes e as projeções indicam que a mancha urbana será o dobro da atual em 2030. Além de ter projeções do clima e saber a declividade do terreno, o uso e a ocupação do solo também influenciam na vulnerabilidade – uma área inclinada ocupada por favela tem risco muito maior que uma área com vegetação, explica Nobre.

A pesquisa mostra ainda que o clima já vem mudando na capital paulista. Chuvas acima de 50 milímetros ao dia, por exemplo, eram raras antes de 1950. Hoje, ocorrem de duas a cinco vezes por ano na cidade. “A crescente urbanização das periferias atuando em sinergia com o aquecimento global projeta que eventos com grandes volumes de precipitações pluviométricas ocorrerão com mais frequência no futuro, abarcando cada vez uma maior área da região metropolitana de São Paulo”, diz o estudo. (…)

Fonte: Agência estado – WWW.estadao.com.br e UOL Notícias – WWW.noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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20 de junho de 2010

Chuva deixa mais de 9.500 pessoas fora de casa em PE [Pernambuco]; oito morreram

A chuva que afeta 40 municípios da região metropolitana de Recife e interior do Estado provocou a morte de oito pessoas e obrigou mais de 9.500 a deixarem suas casas. Oito pessoas morreram entre a noite de ontem e a manhã desta sexta-feira.

Segundo último balanço da Defesa Civil de Pernambuco, o número de desalojados –pessoas que foram para a casa de parentes e amigos– subiu para 5.573 e o de desabrigados –que estão em abrigos públicos– chega a 3.939. (…)
A Prefeitura de Recife decretou estado de alerta máximo na cidade. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), deve decretar hoje estado de emergência nas áreas mais afetadas pelas chuvas no Estado.

Fonte: Folha.com – WWW.folha.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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24 de junho de 2010

Número de municípios em calamidade no País é recorde

O primeiro semestre de 2010 registrou um aumento no número de municípios brasileiros que tiveram estado de calamidade ou de emergência decretado pelo governo federal, em consequência de temporais, enchentes, secas e intempéries em geral. De 1.º de janeiro a 16 de junho foram contabilizados 1.635 casos, segundo balanço fechado ontem pela Confederação Nacional de Municípios, 17% mais do que o total registrado em todo o ano passado (1.389).

Superou-se ainda a média anual de desastres desde 2004. Apenas em Pernambuco e Alagoas, 58 municípios decretaram estado de emergência ou calamidade. O presidente da Confederação Nacional de Municípios, Paulo Ziulkoski, atribui o agravamento da situação à falta de investimentos em prevenção por parte do governo federal, combinada com a ocupação desordenada do solo, urbanização inadequada das cidades e uma fúria mais intensa do clima nos últimos anos. (…)

Entre 2003-2009, constatou-se média de 1.500 situações de emergência ou calamidade ao ano. Ao todo, foram reconhecidos pelo governo 10.803 desastres climáticos. Hoje, acrescenta o estudo, “com a ocupação desordenada do solo, os municípios estão sofrendo muito mais com as enchentes e enxurradas”.

Fonte: Agência Estado – http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/ e UOL Noticias – WWW.noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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29 de junho de 2010

Sobe a 57 número de mortos pelas chuvas no nordeste

Depois de mais três corpos encontrados entre as 72 pessoas que estavam desaparecidas pelas chuvas que castigam há 11 dias o nordeste do país, subiu para 57 o número de vítimas, informaram fontes oficiais. Os cadáveres de três pessoas que estavam desaparecidas desde o dia 19, quando a enchente de dois rios devastou várias cidades de Pernambuco e Alagoas, foram achados hoje em União dos Palmares, um dos municípios mais afetados pelas inundações, segundo a Defesa Civil. De acordo com o último boletim do organismo, além das 37 vítimas e das 69 ainda desaparecidas, as chuvas deixaram sem moradia 74.515 pessoas em Alagoas. Em Pernambuco, o número de mortos se manteve em 20 e o de pessoas desalojadas chegou a 82.609. Nos dois estados, as vítimas somam 57 e os desalojados 157.124. (…)

De acordo com o Ministério do Planejamento, o número de desabrigados por inundações ou deslizamentos de terra provocados pelas chuvas no país aumentou de 1,3 milhão em 2007 para 3 milhões em 2009. O número de cidades afetadas subiu de 176 a 620 no mesmo período. (…)

Fonte: EFE – http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/ e UOL Notícias – WWW.noticias.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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05 de julho de 2010

Salvador registra 12 deslizamentos de terra e desabamento de muro após temporal

As fortes chuvas que atingiram a cidade de Salvador durante o final de semana ainda causam transtornos à população. Apenas nesta segunda-feira, a Defesa Civil Municipal já registrou 28 solicitações de atendimento, das 0h até 10h. (…) O temporal atinge a cidade baiana da noite de sexta-feira (2) parou ontem (4). Na manhã de hoje, não chovia na cidade, mas existe previsão de chuva até amanhã (6). Os bairros mais atingidos são Sussuarana, Pau da Lima e Pau Miúdo.

Desde o início do mês, já choveu 216 milímetros, índice considerado acima da média mensal, que é de 184,9 milímetros –cada milímetro equivale a um litro de água por metro quadrado.

Fonte: Folha.com – WWW.folha.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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13 de julho de 2010

A Amazônia em risco atual e futuro

Uma única tempestade derrubou meio bilhão de árvores na Amazônia, diz estudo

Uma única, violenta e avassaladora tempestade que varreu toda a floresta amazônica em 2005 pode ter destruído meio bilhão de árvores, diz um estudo americano.

Embora tempestades sejam uma causa conhecida de mortes de árvores na Amazônia, o novo estudo – feito por especialistas da Tulane University, em Nova Orleans, em parceria com cientistas brasileiros do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e da Unesp – é o primeiro a oferecer uma contagem mais precisa. Segundo seus autores, o trabalho revela perdas muito maiores do que se pensava, sugerindo que tempestades cumprem um papel bem mais importante do que se supunha na dinâmica da floresta amazônica. Os cientistas advertem que, por causa das mudanças climáticas, tempestades violentas deverão se tornar mais frequentes na região, matando mais árvores e, consequentemente, aumentando as concentrações de carbono na atmosfera. (…)

Estudo

Uma pesquisa anterior tinha atribuído um aumento na mortalidade de árvores em 2005 na região a uma seca prolongada que afetou partes da floresta naquele ano. Mas o estudo recente identificou uma área não atingida pela seca onde houve grande perda de árvores (a região de Manaus). Segundo os cientistas, entre 16 e 18 de janeiro de 2005, uma única linha de instabilidade com 1000 km de comprimento e 200 km de largura cruzou toda a bacia amazônica de sudoeste a nordeste, levando tempestades violentas, com raios e chuvas pesadas, provocando várias mortes nas cidades de Manaus, Manacaparu e Santarém. Ventos verticais fortes, com velocidades de 145 km/hora, arrancaram ou partiram árvores ao meio. Em muitos casos, ao cair, as árvores atingidas derrubaram outras a seu redor. Para calcular o número de árvores mortas, os pesquisadores usaram uma combinação de imagens de satélite, contagens feitas por especialistas em áreas pré-selecionadas da floresta e modelos matemáticos. (…) Os cientistas concluíram que entre 441 e 663 milhões de árvores foram destruídas em toda a floresta. Nas regiões mais atingidas, cerca de 80% das árvores foram atingidas.

Fonte:UOL Ciência e Saúdehttp://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ e BBC Brasil – http://noticias.uol.com.br/bbc/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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21 de julho de 2010

O efeito mamute

A raça humana acelera o aquecimento global há pelo menos 15.000 anos, época em que ajudamos a extinguir os gigantes

Se você se sente culpado diante do avanço do aquecimento global causado pela ação do homem, saiba que somos os vilões dessa história desde que começamos a dominar o planeta. Há tempos os arqueólogos afirmam que nossos antepassados ajudaram a extinguir a megafauna que habitava o Hemisfério Norte, dizimando animais gigantescos como os mamutes há cerca de 15.000 anos. Agora, um grupo de cientistas do departamento de ecologia da Universidade de Stanford (EUA) comprovou que o desaparecimento da espécie alterou a vegetação que cobria a região temperada – sobretudo no Alasca e na Sibéria – a ponto de mexer com os termômetros de forma significativa. “Antes da extinção dos mamutes, a maior parte dessas áreas era coberta por grama, já que, assim como os elefantes contemporâneos, eles derrubavam todo tipo de árvore para se alimentar”, disse à ISTOÉ o pesquisador Chris Doughty, um dos autores do estudo. Com o sumiço dos gigantes vegetarianos, bétulas anãs – árvores densas e de folhas escuras, com cerca de dois metros de altura – avançaram sobre o terreno e fizeram com que o calor ficasse encapsulado muito perto da superfície. (…)

Segundo o estudo, a temperatura média global subiu 0,1ºC nos dois séculos seguintes. “Na Sibéria, o aumento foi o dobro graças à maior concentração humana”, explica o cientista. Claro que os números são bem menores do que os registrados após a Revolução Industrial, mas comprovam a vocação do homem para o desastre ambiental. “Várias pessoas ainda acreditam que a contribuição humana para o aquecimento global é um mito, mesmo com mais de seis bilhões de pessoas vivendo na Terra”, diz Doughty. “Nosso estudo serve para mostrar que até mesmo pequenas populações são capazes de causar um grande estrago.”

Fonte: Isto É; Tecnologia  e Meio Ambiente; Edição: 2123

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Marmotas engordam e se multiplicam com aquecimento global

Pelo menos alguém está se dando bem com a temida mudança climática. As marmotas, mamíferos que ficaram famosas pela tradição de “prever o tempo” nos Estados Unidos, cresceram, ficaram mais fortes e numerosas. (…) Nenhuma pesquisa comprovou se as marmotas realmente conseguem prever o tempo, mas o novo estudo mostrou o contrário: o clima influencia bastante a vida desses animais. O trabalho sai na edição desta semana da revista “Nature”, assinado por pesquisadores do Reino Unido e EUA. Eles se basearam em 33 anos de monitoramento (1976-2008) de uma população de marmotas-de-barriga-amarela (Marmota flaviventris) no Colorado.

A marmota tem um longo período de hibernação durante o inverno, de cerca de seis meses, quando chega a perder até 40% de seu peso. O que ocorre com o aquecimento global é que muitas regiões ficam cobertas de neve por menos tempo. Isso, aliado a outros fatores climáticos ligados a temperaturas mais quentes, faz os animais acordarem antes. Logo em seguida –cerca de um mês depois–, fazem seu acasalamento, e seus filhotes também nascem logo. Com mais tempo para comer, as marmotas crescem e engordam mais antes do próximo inverno e hibernação. A pesquisa revelou que as marmotas adultas (2 anos ou mais) passaram de cerca de 3,1 kg para 3,4 kg em média, da primeira para a segunda metade do acompanhamento. Essa mudança mostrou-se proveitosa para a sobrevivência das marmotas: mais fortes, a mortalidade entre os adultos caiu. E isso levou a um “repentino aumento no tamanho de sua população”, descreve o estudo. Afinal, se a média era aumento de cerca de uma marmota a cada dois anos, a partir de 2001 a comunidade passou a ganhar 14 marmotas por ano. (…)

Fonte: Folha.comhttp://www.folha.uol.com.br/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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26 de julho de 2010

Clima fará mais mexicanos migrarem para os EUA, indica estudo

O aquecimento global contribui para o aumento do número de camponeses mexicanos que migram para os Estados Unidos, afirma um novo estudo. Para cada 10% de perdas nas safras do país em razão da mudança climática, 2% a mais de habitantes tentarão a vida no exterior, a maioria tentando cruzar a fronteira ao norte. Os dados constam do estudo liderado por Michael Oppenheimer, da Universidade de Princeton, que sai na edição desta terça-feira da revista “PNAS”, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.

Para chegar à conclusão, o cientista analisou dados de censos realizados entre 1995 e 2005 no México e os comparou a estatísticas sobre produção de lavouras e sobre oscilações climáticas. O estudo projeta que por volta do ano 2080 entre 1,4 milhão e 6,7 milhões de mexicanos adultos terão emigrado como resultado da redução na produtividade da agricultura do país. “Apesar de nossos resultados não poderem ser extrapolados mecanicamente para outras áreas e intervalos de tempo, nossas descobertas são importantes na perspectiva global”, escrevem Oppenheimer e colegas. “Muitas regiões, especialmente os países em desenvolvimento, correm o risco de experimentar declínios significativos em suas safras como resultado do aquecimento global.”

Fonte: Folha.comhttp://www.folha.uol.com.br/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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27 de julho de 2010

Debates na 62ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

Aquecimento das águas é uma das causas de doenças em corais da costa brasileira

O aumento da temperatura da água do mar é apontado como um dos causadores do branqueamento e surgimento de doenças em espécies de corais na costa brasileira. Segundo o pesquisador do Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Ruy Kikuchi, integrante de grupo de pesquisa Recifes Globais e Mudanças Globais, as primeiras colônias de corais branqueadas – perda da coloração por morte ou perda das algas – relacionadas aquecimento dos oceanos foram registradas na década de 90. Desde então, os cientistas perceberam que os recifes de corais mais próximos da costa – menos de 5 quilômetros – são os que sofrem branqueamento mais intenso. “Eles ficam mais expostos ao que acontece na zona costeira”, afirmou ontem (26) o pesquisador, durante palestra na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

O branqueamento não é provocado apenas pela alteração térmica e nem significa a extinção do coral em todos os casos – depende do tempo da descoloração –, mas deixa os corais enfraquecidos. Ruy Kikuchi relatou que algumas espécies, por exemplo, retomaram a cor depois da normalização da temperatura da água. No entanto, o surgimento de uma necrose em corais em Abrolhos, em 2005, provocado por um tipo de bactéria colocou os cientistas em alerta sobre os efeitos do aquecimento global nos recifes. Antes desse período, não havia registro de alteração nos corais da Bahia. “Estamos analisando se a bactéria [também] se prolifera com o aumento da temperatura”, disse. O coral é um cnidário e forma colônias coloridas graças às algas pigmentadas.

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br/ e Agência Brasil

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Nordeste é uma das regiões mais vulneráveis às mudanças climáticas, diz Inpe

O primeiro quadrimestre de 2010 foi o mais quente já registrado, de acordo com dados de satélite da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), dos Estados Unidos. No Brasil, a situação não foi diferente. Entre 1980 e 2005, as temperaturas máximas medidas no Estado de Pernambuco, por exemplo, subiram 3ºC. Modelos climáticos apontam que, nesse ritmo, o número de dias ininterruptos de estiagem irá aumentar e envolver uma faixa que vai do norte do Nordeste do país até o Amapá, na região Amazônica. Os dados foram apresentados pelo pesquisador Paulo Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), durante a 62ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) que começou no domingo (25) e vai até a sexta-feira (30), em Natal, no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Além da expansão da seca, o pesquisador frisou que o Nordeste deverá sofrer também com as alterações nos oceanos, cujos níveis vêm subindo devido ao aumento da temperatura do planeta. Isso ocorre não somente pelo derretimento das geleiras, mas também devido à expansão natural da água quando aquecida. Cidades que possuem relevos mais baixos, como Recife (PE), sentirão mais o aumento do nível dos oceanos. E Nobre alerta que a capital pernambucana já está sofrendo as alterações no clima. “Com o aumento do volume de chuva, Recife tem inundado com mais facilidade, pois não possui uma rede de drenagem pluvial adequada para um volume maior”, disse.

Um dos grandes obstáculos ao desenvolvimento da região Nordeste seria a constante associação entre seca e pobreza. A pobreza, segundo o pesquisador, vem de atividades não apropriadas ao clima local e que vêm sendo praticadas ao longo dos anos na região. Plantações de milho e feijão e outras culturas praticadas no Nordeste não são bem-sucedidas por não serem adequadas à caatinga, segundo Nobre. (…)

Fonte: UOL Ciência e Saúde – http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ e Agência Fapesp.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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28 de julho de 2010

Mais debates sobre aquecimento global na 62ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

Degelo nas montanhas é maior do que na Antártica e Groenlândia, dizem especialistas

Ao contrário do que muitos imaginam não é o derretimento de gelo da Antártica e da Groenlândia o principal responsável pelo aumento do nível das águas dos oceanos. É o degelo dos topos das montanhas que deve receber atenção, segundo o coordenador-geral do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia da Criosfera, Jefferson Cardia Simões. O glaciólogo – especialista em gelo e neve – explicou que o descongelamento nas regiões polares está ocorrendo em um ritmo menor por causa do aquecimento global. No topo das montanhas, o cenário é inverso, e o gelo está sumindo rapidamente. De acordo com Simões, é esse gelo derretido que alcançará, em determinado momento, rios e desembocará nos mares – significando o aumento do volume de água.

“No manto de gelo da Antártida, o derretimento é muito pouco [menos de 1% do Continente Antártico] e está ocorrendo nas periferias das regiões polares. É nas montanhas onde ocorre a maior parte [do derretimento], tanto nas zonas temperadas quanto tropicais. E essa água cedo ou tarde vai para o mar, que contribui para o aumento do nível [do mar]”, disse Simões, em palestra ontem (27) na 62ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Algumas pesquisas preveem um quadro catastrófico: o derretimento total da massa gelada do planeta – equivalente a mais de 28 milhões de quilômetros quadrados – levaria a um aumento de 70 metros do nível do mar. Para o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), previsões como essas são exageradas e quase impossíveis de se concretizar em curto prazo. “Gradativamente, vamos ver eventos abruptos de clima, como enxurradas, enchentes e geadas em lugares que nunca haviam ocorrido antes, e também o aumento do nível do mar. Mas é gradativo, não é para amanhã”, afirmou o pesquisador.

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br/ e Agência Brasil

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Quantidade de fitoplâncton dos oceanos cai 1% ao ano, diz estudo

A quantidade de fitoplâncton dos oceanos diminui 1% por ano, na média dos últimos 100 anos, segundo um estudo publicado hoje pela revista “Nature” que adverte sobre os efeitos da redução destes microorganismos na estrutura dos ecossistemas marinhos e no ciclo do carbono. Segundo os especialistas do Instituto para a Pesquisa Climática da Alemanha, a redução da biomassa de fitoplâncton dos oceanos está vinculada ao aquecimento global. Os pesquisadores, que combinaram dados históricos com observações via satélite atuais, estimaram que o nível global de redução desses microorganismos fotossintéticos aquáticos foi de 1% anual da média global da biomassa de fitoplâncton presente nos oceanos. Essa queda seria ainda mais saliente nos últimos anos, especialmente em áreas situadas em altas latitudes e nas regiões equatoriais.

O fitoplâncton tem grande importância para o equilíbrio da natureza porque esses microorganismos produzem cerca de metade da matéria orgânica da Terra e grande parte do oxigênio da atmosfera. Por isso, seu déficit poderia afetar os processos climáticos e ciclos bioquímicos como o do carbono. Esse estudo sustenta também a hipótese de que a mudança climática está contribuindo para a transformação dos ecossistemas marítimos.

Fonte: UOL Ciência e Saúde – http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ e EFE – http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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21 de setembro de 2010

Pelo menos 90 aldeias ficam inundadas no Paquistão

Islamabad.- Pelo menos 90 aldeias do sul do Paquistão situadas às margens rio Indo ou de algum de seus afluentes ficaram inundadas nas últimas horas, informou neste sábado à agência Efe uma fonte oficial. (…) A fonte acrescentou que a situação, agora, é perigosa principalmente no norte de Sindh, pois há um grande caudal de água se movimenta rumo à represa de Kotri, a última grande proteção antes da chegada ao delta do Indo. As autoridades estão evacuando milhares de pessoas a locais mais elevados e seguros. (…)
As piores inundações dos últimos 80 anos causaram por enquanto a morte de quase 1.500 pessoas, e afetaram entre 15,4 e 20 milhões, segundo as autoridades. (…)

Fonte: EFE – http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/ UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br

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Deslizamento causa pelo menos 12 mortes na China, 80 seguem desaparecidos

Pequim.- Pelo menos 12 pessoas morreram e outras 80 seguem desaparecidas no deslizamento de terra que atingiu uma localidade da província de Yunnan (sul da China) na quarta-feira, segundo informação publicada neste sábado pelo jornal oficial “Diário do Povo”. (…)

O país asiático vive sua pior monção em 12 anos, com mais de 3.400 mortos e desaparecidos desde o início da temporada em maio, com danos comparáveis aos produzidos pelas cheias dos rios Yang Tsé e Songhua em 1998, que causaram mais de quatro mil mortes e deixaram 140 milhões deslocados.

Fonte: EFE – http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/ UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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22 de setembro de 2010

Tufão “Fanapi” destrói indústria petroquímica de Taiwan

Taipé – A indústria petroquímica de Taiwan ficou seriamente danificada pela passagem do tufão “Fanapi”, que inundou e paralisou importantes fábricas nos parques industriais de Renwu e Dashe, ao sul da ilha, após deixar três mortos e 76 feridos. Cerca de 100 empresas anunciaram o fechamento das instalações devido às enchentes e cortes de energia. (…) Além disso, a passagem do tufão, com ventos de 120 km/h, forçou a evacuação de 10 mil residentes na ilha, além do fechamento de escolas. (…)

“Fanapi” inundou 2.046 hectares de terras agrícolas no distrito de Kaohsiung e inundou 77 aldeias e distritos urbanos, destruindo os bens de seus habitantes. O tufão já deixou três mortos e 76 feridos em Taiwan, e forçou a suspensão do transporte aéreo e ferroviário, segundo relatórios oficiais.

Fonte: EFE – http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/, UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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23 de setembro de 2010

Alertam sobre ameaça de ressaca no norte do Haiti causada por “Igor”

Porto Príncipe.- As autoridades haitianas alertaram hoje a população do norte do país sobre a ameaça de uma ressaca por causa da influência do poderoso furacão “Igor”, que continua sua rota no Oceano Atlântico, enquanto se afasta cada vez mais do litoral haitiano.

A ressaca poderia atingir uma altura de dois ou três metros na noite de hoje e subir para quatro metros no sábado, advertiu um boletim das autoridades de socorro haitianas. Em consequência, a Secretaria Permanente de Gestão de Riscos e Desastres, a Direção da Defesa Civil, o Serviço de Navegação Marítima do Haiti e o Centro Nacional de Meteorologia ordenaram às embarcações pequenas para permanecerem no porto até novo aviso. (…)

Fonte: Yahoo! Notícias – WWW.br.noticias.yahoo.com e EFE.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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20 de setembro de 2010

Tufão “Fanapi” destrói indústria petroquímica de Taiwan

Taipé – A indústria petroquímica de Taiwan ficou seriamente danificada pela passagem do tufão “Fanapi”, que inundou e paralisou importantes fábricas nos parques industriais de Renwu e Dashe, ao sul da ilha, após deixar três mortos e 76 feridos. Cerca de 100 empresas anunciaram o fechamento das instalações devido às enchentes e cortes de energia. Entre as companhias, estão PC Corp. Taiwan, USI Corp., TSRC Corp., China Petrochemical Development Corp., China Man-Made Fiber Corp. e Grand Pacific Petrochemical Corp. Além disso, a passagem do tufão, com ventos de 120 km/h, forçou a evacuação de 10 mil residentes na ilha, além do fechamento de escolas. (…) O tufão já deixou três mortos e 76 feridos em Taiwan, e forçou a suspensão do transporte aéreo e ferroviário, segundo relatórios oficiais.

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br e EFE – http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/

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Furacão Igor se afasta das Bermudas e segue para o Canadá

HAMILTON – O furacão Igor se afastava nesta segunda-feira do pequeno arquipélago das Bermudas, onde provocou fortes chuvas e rajadas de vento, mas não a catástrofe que era temida, e segue agora para o Canadá, segundo o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos. (…)

O furacão, de categoria 1 na escala Saffir-Simpson (que vai até 5), com ventos de 120 km/h, deve afetar o Canadá na terça-feira, segundo o NHC. As Bermudas esperavam uma catástrofe, já que o olho do Igor é maior que a superfície (53 km2) deste território britânico de 65.000 habitantes. (…)

Fonte: Yahoo! Notícias – WWW.br.noticias.yahoo.com e AFP.

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Furacão Karl deixou 12 mortos e 500.000 afetados no México

MÉXICO – A passagem do furacão Karl, que ampliou o estado de emergência devido a inundações no leste do México, deixava até esta segunda-feira um balanço parcial de ao menos 12 mortos, 40.000 refugiados e cerca de meio milhão de atingidos, informaram autoridades de três estados.

“No total, registramos 12 mortes”, disse a diretora da Defesa Civil, Laura Gurza, durante uma reunião de avaliação dos danos deixados pela passagem do furacão, encabeçada pelo presidente Felipe Calderón, em Veracruz. (…) Herrera estimou em meio milhão as pessoas afetadas pelas inundações provocadas depois da passagem das chuvas geradas pelo Karl, incluindo em torno de 40.000 que foram levadas a refúgios. (…)

Fonte: Yahoo! Notícias – WWW.br.noticias.yahoo.com e AFP.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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30 de setembro de 2010

ONU considera urgente estudar correntes atmosféricas

Os especialistas do clima devem se dedicar o mais rápido possível a estudar as mudanças constatadas nas correntes atmosféricas ligadas às grandes inundações no Paquistão e à onda de calor sem precedentes na Rússia, considerou nesta quarta-feira um especialista climático da ONU e a OMM. O verão foi particularmente conturbado com as chuvas de monção excepcionais que atingem o Paquistão há várias semanas, com uma onda de calor que provocou gigantescos incêndios florestais na Rússia, além de deslizamentos de terra causados pelas chuvas torrenciais na China e da divisão de um gigantesco Iceberg na Groenlêndia.

De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, esses eventos são excepcionais mesmo para as condições climáticas extremas de algumas regiões. Trata-se “de uma sequência sem precedentes de eventos” que “supera em intensidade, duração e extensão geográfica todos os eventos históricos anteriores”. (…) os acontecimentos dramáticos no Paquistão e na Rússia têm como origem um fenômeno de bloqueio das correntes atmosféricas. Esses bloqueios, que podem provocar uma intensificação da umidade (com chuvas) ou do calor, e parece que estão ficando cada vez mais frequentes e longos. (…)

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Fonte: AFP – http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/ e UOL Ciência e Saúde – http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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14 de dezembro de 2010

Mudanças climáticas

“Vendavais, com ventos que podem passar de 200 quilômetros por hora, atingiram hoje o interior de São Paulo.”

“Nos últimos 30 anos, aumentou em 30% o número de vendavais; o motivo é um só: o aquecimento global.”

TV Globo News; Em cima da Hora; Edição das Quatro; 14 de dezembro de 2010

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05 de janeiro de 2011

Chuva matou 473 e afetou 7,8 milhões no Brasil em 2010

As chuvas que atingiram o Brasil em 2010 provocaram a morte de 473 pessoas em 11 Estados das regiões Sul, Sudeste, Norte e Nordeste. De acordo com a Secretaria Nacional de Defesa Civil, ao todo, mais de 7,8 milhões de moradores de 1.211 municípios foram afetados de alguma forma pelas chuvas. Desses, 101.298 ficaram desabrigados – pessoas que perderam tudo e precisam dos abrigos públicos – e outros 302.467 ficaram desalojados – os que podem contar com ajuda de vizinhos e familiares.

O número de vítimas abrange as mortes ocorridas em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Acre, Alagoas, Pernambuco e Bahia. O Rio é o Estado que registrou mais óbitos decorrentes dos temporais, com 316 mortes. Somente em Niterói, o município mais atingido, foram pelo menos 168 vítimas, grande parte em consequência dos desabamentos e deslizamentos de terra no Morro do Bumba, no início de abril. (…)

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br e Agência Estado - http://noticias.uol.com.br/ultnot/agencia/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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08 de janeiro de 2011

Estudo: 18 mil imóveis do RJ estão em área de alto risco

Cerca de 18 mil imóveis localizados em 117 comunidades da cidade do Rio de Janeiro estão em áreas consideradas de alto risco de deslizamentos, de acordo com estudo inédito da Fundação Geo-Rio, divulgado hoje. De acordo com a prefeitura, o mapeamento, feito antes das chuvas de abril do ano passado, chegou a computar 21 mil. Após obras de contenções feitas em encostas, pelo menos três mil imóveis saíram das áreas de risco para deslizamentos.

O mapeamento geotécnico foi feito pela primeira vez no Rio usando tecnologias modernas, como levantamento a laser do terreno e ortofotos. Ao todo, foram vistoriados 13,02 quilômetros quadrados (1.302 hectares), dos quais 30% foram considerados áreas de alto risco. (…)

Fonte: Yahoo! Notícias – WWW.br.noticias.yahoo.com

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SP tem 17 regiões em atenção para deslizamentos

A Coordenadoria de Defesa Civil de São Paulo decretou estado de atenção para deslizamentos em 17 regiões da capital: Perus, Freguesia do Ó, Santana, Vila Prudente, Aricanduva, São Miguel Paulista, Penha, Cidade Tiradentes, Itaim Paulista, Ermelino Matarazzo, Guaianases, Itaquera, Capela do Socorro, Jabaquara, Santo Amaro, Cidade Ademar e Parelheiros.

As regiões de São Mateus, Jaçanã, Casa Verde, Pirituba, Butantã, Ipiranga, M’Boi Mirim e Lapa estão em estado de alerta para deslizamento. (…)

Fonte: Yahoo! Notícias – WWW.br.noticias.yahoo.com

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Brasil vai ganhar centro de prevenções de catástrofes

A criação de um centro de prevenção de catástrofes é um dos primeiros projetos que o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, quer colocar em execução no governo da presidenta Dilma Rousseff. Preocupado com os danos que as chuvas têm causado pelo país, o ministro quer integrar as previsões meteorológicas e os dados geográficos para minimizar os riscos de quem vive em áreas inadequadas.

Mercadante disse neste sábado que a ideia é investir em radares capazes de mapear com precisão as áreas de risco do país. Segundo ele, elas são aproximadamente 500. Porém, não há dados confiáveis sobre todas, principalmente, as que ficam fora de São Paulo e do Rio de Janeiro. Com as áreas mapeadas, toda vez que o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) prever tempestades nessas regiões, a Defesa Civil será alertada para que tome as providências necessárias. “Vamos fazer um trabalho de previsão de catástrofes”, explicou. (…) O centro de pesquisas ficará a cerca de 500 quilômetros da costa brasileira e deve ser construído em parceria com a Petrobras e outras empresas. No laboratório, serão feitas pesquisas sobre a biodiversidade e o aquecimento global, por exemplo. (…)

Fonte: Folha.com - http://www.uol.com.br/folha/ e AGÊNCIA BRASIL

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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10 de janeiro de 2011

Qualidade do ar em São Paulo piora em 2010

São Paulo – O número de vezes em que a qualidade do ar ficou imprópria na Região Metropolitana de São Paulo aumentou 76% em 2010, na comparação com 2008. As estações de medição da qualidade do ar indicaram que os níveis de poluição para ozônio estiveram acima do padrão aceitável 257 vezes – sendo que em 54 delas chegou-se ao estado de atenção. Esse poluente é hoje o mais preocupante do Estado.

Em 2009, foram 201 vezes em que a poluição ficou alta na região (com 43 estados de atenção) e, em 2008, foram 146 ultrapassagens do padrão (39 estados de atenção). Em um único dia pode ocorrer de mais de uma estação ficar com qualidade ruim. No ano passado, por 61 dias o ar ficou impróprio – 19,6% mais dias poluídos do que 2008, que teve 51 dias. (…) Para a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), responsável pelas estações de medição, a grande estiagem, principalmente em agosto do ano passado, contribuiu para a piora da qualidade do ar. A chuva e o vento ajudam a dispersar os poluentes. Enquanto 2010 foi um ano marcado pela estiagem, o ano de 2009 teve muita chuva. Segundo Maria Helena Martins, gerente da Divisão de Qualidade do Ar da Cetesb, 2009 foi um ano “atípico”, muito favorável para a dispersão dos poluentes.

(…) O interior de São Paulo também teve aumento da poluição. Os municípios de Americana, Campinas, Jundiaí, Paulínia e Piracicaba tiveram, juntos, 32 dias poluídos. Em 2008, foram 27 dias. Santa Gertrudes, com 21,6 mil habitantes, teve quatro dias poluídos em 2010.

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br e Agência Estado - http://noticias.uol.com.br/ultnot/agencia/

Rui Iwersen, editor de GaiaNet.

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13 de janeiro de 2011

2011 deve ser marcado por eventos climáticos extremos, diz especialista

Furacão em Santa Catarina, secas no Rio Grande do Sul e Amazonas, chuvas no Sudeste e enchentes no Nordeste. A ocorrência de eventos climáticos extremos tem assolado o Brasil e é motivo de preocupação de moradores de praticamente todas as regiões do país. O mais preocupante é que eles devem acontecer com frequência em 2011 – como já mostra a situação em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Segundo o professor de meteorologia da Universidade Federal de Alagoas e coordenador da rede EumetCast (sistema de disseminação de dados da Organização Europeia para a Exploração de Satélites Meteorológicos) no Brasil, Humberto Barbosa, uma combinação de fatores climáticos associada a mudanças causadas pelo homem são responsáveis por eventos intensos distintos nas regiões. (…)

Segundo Barbosa, o contraste entre seca no Norte e no Sul, e chuvas no Sudeste e Nordeste, devem continuar se repetindo. “O padrão climático condicionado pelo La Niña é seca no Sul e chuvas [ou enchentes] no Nordeste. A seca no Sul já está sendo configurada; já as chuvas no Nordeste deverão ser configuradas a partir das diferentes quadras chuvosas. Este ano, os eventos extremos de secas e enchentes estão presentes, já que o La Niña traz mais vapor d’água para a região Nordeste e menos para o Sul”, afirmou. O professor explica ainda que os eventos podem ocorrer como enchentes, secas prolongadas, ondas de calor, tornados, e até mesmo furacões. “Exemplos de furacão Catarina, seca na Amazônia, chuvas no Sudeste e no Nordeste em 2010 são provas disso”, afirmou. Diante do cenário, o professor afirma que os órgãos públicos devem focar suas ações em prevenção. (…)

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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17 de janeiro de 2011

Cidades ignoram dispositivos para viabilizar moradia em área segura

A maioria dos municípios do país ignora os instrumentos criados há dez anos pelo Estatuto da Cidade para regular a ocupação do solo. (…) A conclusão é dos urbanistas que coordenaram estudo encomendado pelo Ministério das Cidades para avaliar 526 planos diretores no país –92 deles em SP e 28 no Rio.

De acordo com o texto, a lei federal, de 2001, cria dispositivos a serem usados pelas prefeituras para combater a especulação imobiliária e viabilizar moradias populares em áreas seguras. Muitos imóveis atingidos pelos deslizamentos e cheias na região serrana do Rio ficavam em áreas de risco. (…)

Fonte: Folha.com – WWW.folha.com.br

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Governo [federal] anunciará novas normas para ocupação do solo

Rio – Após participar da abertura do 2º Congresso da Conferência Mundial de Justiça Constitucional, em um hotel em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), revelou que o governo federal deve anunciar novas normas para o uso e a ocupação do solo. “O Estatuto das Cidades, lamentavelmente, não é cumprido. É preciso reforçar os critérios da Defesa Civil mas, especialmente, fiscalizar, para impedir a ocupação das encostas”. (…)

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br e Agência Estado - http://noticias.uol.com.br/ultnot/agencia/

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Governo calcula que 5 mi de brasileiros vivam em áreas de risco

Brasília – O Governo brasileiro calculou nesta segunda-feira que cinco milhões de pessoas vivem em 500 áreas de risco no país, nas quais podem acontecer tragédias como a ocorrida no Rio de Janeiro, onde pelo menos 649 pessoas morreram na semana passada por deslizamentos causados pelas chuvas.

“Temos que criar um sistema de alarme, dar conhecimento à população e informar os procedimentos que ela tem que tomar em casos de risco”, disse aos jornalistas o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. (…) “Estimamos em aproximadamente 500 as áreas de risco no país, com cerca de 5 milhões de pessoas morando, e temos outras 300 regiões sujeitas a inundações” graves, indicou Mercadante. (…) o Governo quer que, pelo menos para o próximo verão, esse sistema possa operar nas regiões mais críticas do país. (…)

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br e EFE – http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/

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115 mil pessoas vivem em áreas de alto risco em São Paulo, diz prefeitura

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras de São Paulo divulgou nesta segunda-feira (17) um balanço parcial de um mapeamento feito em parceria com o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) sobre as áreas de risco na cidade.

Segundo o levantamento, existem 407 áreas de risco na capital, em 26 subprefeituras. Dessas regiões, 27% das moradias estão localizadas em área de alto risco, o que equivale a 115 mil pessoas; 73% das demais regiões são consideradas de níveis de risco médio e baixo. (…)

Fonte: UOL Notícias – http://noticias.uol.com.br

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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09 de abril de 2011

Mudanças climáticas

A Globo News, canal 40 da Net, apresentará domingo, dia 10 de abril, às 21h30, e em outros dias da próxima semana, em Cidades e Soluções, “os resultados de uma pesquisa que mapeou o impacto das mudanças climáticas no Rio de Janeiro.

Rui Iwersen, editor

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13 de abril de 2011

Escassez de alimento reduz população de pinguins da Antártida

Pinguins naturais do lado oeste da Antártida estão em declínio devido à falta de comida

Pinguins naturais do lado oeste da Antártida estão em declínio devido à falta de acesso ao krill, um micro crustáceo parecido com o camarão, que constitui a principal fonte de alimento da espécie. É o que revela um estudo recém-divulgado da entidade de pesquisa americana Nationaly Academy of Sciences.  Após terem acompanhado dados sobre os pinguins nos últimos 30 anos, pesquisadores disseram que números do pinguim Adelie e do pinguim de Chinstrap, naturais da região, vêm caindo desde 1986.

O aquecimento das águas, a redução da camada de gelo e um aumento nas populações de baleias e focas estão entre os motivos citados para a redução do krilll. O krill da Antártida (Euphausia superba) é um animal de em média seis centímetros, e é considerado uma das espécies mais abundantes do planeta, encontrado em locais com densidade de até 30 mil espécies por metros cúbico de água. Ele é também uma das espécies-chave dos ecossistemas encontrados na Antártida e em suas imediações, por ser o principal alimento de todos os animais vertebrados da região, entre eles o pinguim de Chinstrap e o Adelie. No documento, a equipe de pesquisadores disse que uma série de fatores contribuíram para as mudanças na região.  “A província ocidental da Antártida e o Mar da Escócia contam com abundantes formas de vida, muitas das quais foram quase dizimadas por humanos’’, afirma o documento. ‘‘A região é também uma das que mais vêm aquecendo no planeta, com aumentos registrados de 5 a 6 graus mesmo durante o auge do inverno e com declínios na camada de gelo característica da região.’’ (…)

Rui Iwersen, editor

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07 de abril de 2011

Dia Mundial da Saude

Terra doente 

“A Terra é cercada de planetas cadáveres.”

“Os furacões são formas da mãe natureza transferir o calor do mar para a terra.”

“Estamos desfazendo em poucos anos o que a natureza levou milhões de anos para formar.”

Discovery Channel; Cenas do Apocalipse; 15 de janeiro de 2011

Rui Iwersen, editor

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21 de abril de 2011

Tradições aquecedoras globais

“Na procissão do fogarél, na Cidade de Goiás, centenas de homens encapuzados e com túnicas, como os soldados romanos, carregam durante quilômetros tochas acesas.”

Rede Globo; Jornal Hoje; 21 de abril de 2011

Rui Iwersen, editor

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22 de abril de 2011

Dia da Terra

Notícias da Terra no Dia da Terra

Mar avança e autoridades decretam situação de emergência no litoral cearense

20/04/2011 | do UOL Notícias

Em Mundaú, litoral oeste, a destruição tem espantado turistas. Localizada na cidade de Trairi (124 quilômetros de Fortaleza), as dunas da praia são um atrativo para visitantes do mundo inteiro. Várias pousadas, casas e algumas das luxuosas casas de veraneio foram completamente ou parcialmente destruídas pelo mar. A luta agora é pela preservação do que sobrou.

“Estamos trabalhando para agilizar a construção de uma barreira, mas o município não tem condições de bancar sozinho a obra”, informa o secretário de Infraestrutura de Trairi, Carlos Holanda. (…) Na outra margem do litoral cearense, a praça de eventos da Praia da Caponga, recém-reformada, foi devastada pela força das ondas. Com o decreto da situação de emergência da cidade de Cascavel, (…) o intuito é realizar a construção de uma barreira de pedras para tentar conter o avanço do mar. Segundo o chefe da Defesa Civil da cidade, Davi Garcês, o temor é que o mar chegue a entrar na cidade. “Nos últimos 20 anos, foi o maior avanço do litoral”, opina Garcês.

Em Icapuí, Litoral Leste do Ceará, a praia da Barrinha é a mais prejudicada. O mar já avançou cerca de 200 metros e 10 casas tiveram de ser demolidas antes que fossem destruídas pelas marés altas. As construções nas faixas de praia do litoral cearense são intensas. O mar já avançou entre 150 e 300 metros, de acordo com o Departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará (UFC), desde a década 1990. (…)

 Rui Iwersen, editor
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30 de abril de 2011

Tempestades atingem cidades dos Estados Unidos

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Árvores caídas, carros amassados e casas destelhadas são vistos em bairro atingido pelo tornado, em Tuscalosa, Alabama (EUA). Os moradores da região estão sofrendo com os piores tornados dos EUA em quase 80 anos, pelo menos 342 pessoas morreram.

Fonte: BOL Fotos

Rui Iwersen, editor

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04 de maio de 2011

Onze meses depois, Alagoas e Pernambuco revivem enchentes; 18 mil estão fora de casa

03/05/2011 – 21h30 | do UOL Notícias

Imagem mostra região alagada na cidade de Água Preta, em Pernambuco. Sobe para 30 o número de cidades atingidas pelas chuvas no Estado
Onze meses após a maior enchente da história de Alagoas e Pernambuco, cidades dos dois Estados voltaram a viver, nesta terça-feira (3), o drama das cheias. Ao todo 40 cidades foram afetadas e mais de 18 mil pessoas estão desabrigadas ou desalojadas. Diversas cidades estão sem energia elétrica e fornecimento de água. Desde a última sexta-feira, três pessoas já morreram: uma em Alagoas e duas em Pernambuco. (…) nove cidades (sete em Pernambuco e duas em Alagoas) que decretaram emergência em 2010 estão na lista das atingidas agora.

Além das cidades alagadas, a principal rodovia que liga os dois Estados, a BR-101, está interditada desde o início da manhã por conta das enchentes. Para piorar, a Polícia Rodoviária Federal informou nesta tarde que a cabeceira de uma ponte cedeu em Xexéu e o tráfego no local está suspenso por tempo indeterminado. O acesso entre os dois Estados está sendo desviado pela AL-101 e BR-104. (…)

Rui Iwersen, editor

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26 de maio de 2011

Temporada atípica de tornados nos Estados Unidos

Número de mortos por tornado no Missouri chega a 125

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Cidade de Joplin, no sul do Missouri.

Washington, 25 mai (EFE).- As autoridades de Joplin, no sul do Missouri, informaram nesta quarta-feira que o número de mortos devido ao tornado do último domingo ascendeu a 125, enquanto seguem as operações de limpeza e de contagem de pessoas desaparecidas. (…) Segundo as autoridades, o tornado do último domingo, que deixou ainda mais de 900 feridos e milhões de dólares em perdas, é o mais mortífero dos últimos 61 anos na região.

Fortes tempestades na noite de terça-feira deixaram 16 mortos nos estados de Arkansas, Oklahoma e Kansas. O tornado atingiu casas e edifícios do centro da cidade, de 50 mil habitantes, entre eles um hospital, que ficou praticamente em ruínas. As autoridades federais informaram que mais de oito mil construções foram danificadas.

Fonte: UOL Notícias, EFE e AFP

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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27 de maio de 2011

Destruição nos EUA

Imagens aéreas mostram Joplin após passagem de tornado

Imagens aéreas mostram a destruição provocada após a passagem de um tornado em Joplin, no Estado do Missouri (EUA) no final de semana. Pelo menos 150 corpos já foram encontrados, e 1.500 pessoas continuam desaparecidas. O tornado foi considerado o mais devastador dos EUA nas últimas seis décadas, deixando um rastro de destruição de 6,5 km.

Fonte: BOL Fotos

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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30 de maio de 2011

Ressaca causa estrago na praia das Flechas, em Niterói (RJ)

Ressaca causa estragos na praia das Flechas, no bairro do Ingá, em Niterói (RJ). Em Maricá, um pescador morreu na madrugada de ontem (29) por conta da ressaca que atingiu o litoral fluminense no fim de semana. (…)

Fonte: BOL Fotos

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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02 de junho de 2011

“Folha Explica”: Livro alerta sobre mudanças do clima

01/06/2011 – 20h30 | da Folha.com

Divulgação
Jornalista da *Folha* traz dados que comprovam preocupante fenômeno
Jornalista da Folha traz dados que comprovam preocupante fenômeno

“O Aquecimento Global”, escrito pelo jornalista Claudio Angelo, analisa as consequências das ações do homem sobre a natureza, apresenta maneiras de reverter o quadro, trata dos acordos internacionais e das emissões de poluentes. O livro é parte da coleção “Folha Explica”, série composta por mais de 80 volumes breves que abrangem de forma sintética diversas áreas do conhecimento. A finalidade é oferecer condições para que o leitor fique bem informado e possa refletir sobre questões atuais por um preço acessível.

“O Aquecimento Global”
Autor: Claudio Angelo
Editora: Publifolha
Páginas: 136
Quanto: R$15,12 (preço promocional)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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07 de junho de 2011

Rajadas de vento de até 109 km/h atingem regiões Sul e Sudeste do país

A chegada de uma frente fria nas regiões Sul e Sudeste do país nesta terça (7) trouxe fortes rajadas de vento. O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) prevê chuva forte e ventos moderados a fortes nas duas regiões entre hoje e quarta (8).

Na serra catarinense, os ventos chegaram a velocidade de 109 km/h durante a madrugada. No Rio Grande do Sul, as cidades de São Borja e Santiago, registraram respectivamente ventos de 74 km/h e 88 km/h. (…) Em Curitiba, as rajadas chegaram a 65 km/h. Um homem de 89 anos morreu ao ser atingido por uma árvore no bairro de Água Verde. O trânsito na capital paranaense está ruim em razão da chuva que atingiu a cidade nesta tarde.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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20 de junho de 2011

Reflorestar não resolverá aquecimento global, afirma estudo

FRANCE PRESSE

Apesar de as florestas serem importantes sumidouros de carbono, os projetos de reflorestamento só terão um impacto limitado no aquecimento global. O alerta parte de um estudo publicado na revista científica “Nature Geoscience”, no domingo (19). Os pesquisadores Vivek Arora, da Universidade de Victoria (Canadá), e Alvaro Montenegro, da Universidade de St. Francis Xavier (também no Canadá), desenvolveram cinco modelos de reflorestamento que cobrem de 2011 a 2060.
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Os cientistas examinaram seus efeitos no solo, na água e no ar se a temperatura da superfície terrestre aumentasse 3º C em 2100 com relação aos níveis pré-industriais de 1850. O resultado demonstra que, mesmo se todas as terras cultivadas do mundo forem reflorestadas, isto só bastaria para reduzir o aquecimento global em 0,45º C no período 2081-2100. Isto se explica, em particular, porque se exige décadas para que os bosques sejam suficientemente velhos para captar o CO2 que fica estancado durante séculos na atmosfera. Um reflorestamento de 50% das terras cultivadas só limitaria a elevação da temperatura em 0,25º C. Evidentemente, nenhuma destas projeções é realista, uma vez que as terras cultivadas são essenciais para alimentar a população do planeta, onde viverão 9 bilhões de pessoas em 2050. (…)
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Rui Iwersen, editor de GaiaNet
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.21 de junho de 2011

Extinção da vida marinha pode ser sem precedentes, diz estudo

UOL Notícias,e BBC BRASIL
Um novo estudo indica que os ecossistemas marinhos enfrentam perigos ainda maiores do que os estimados até agora pelos cientistas e que correm o risco de entrar em uma fase de extinção de espécies sem precedentes na história da humanidade. O levantamento vem de especialistas que integram o Ipso (sigla em inglês de Programa Internacional sobre o Estado dos Oceanos), entidade formada por cientistas e especialistas no assunto.Eles concluíram que fatores como a pesca excessiva, a poluição e as mudanças climáticas estão agindo em conjunto de uma forma que não havia sido antecipada. A pesquisa reuniu diferentes disciplinas, incluindo ambientalistas com especialização em recifes de corais, toxicologistas e cientistas especializados em pesca. “As conclusões são chocantes. Estamos vendo mudanças que estão acontecendo mais rápido do que estávamos esperando e de formas que não esperávamos que fossem acontecer por centenas de anos”, disse o diretor científico do Ipso e professor da Universidade de Oxford, Alex Rogers. (…)
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Rui Iwersen, editor de GaiaNet
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12 de julho de 2011

Mudanças climáticas diminuem absorção de carbono pelos oceanos

do UOL Ciência e Saúde e Agência Fapesp

Os oceanos têm papel fundamental no cenário global de mudanças climáticas. São responsáveis por consumir cerca de um terço de todas as emissões de carbono promovidas pela ação humana, reduzindo o dióxido de carbono atmosférico que está associado ao aquecimento do planeta. Mas por quanto tempo os oceanos continuarão a sequestrar o carbono antrópico nos níveis atuais é uma grande incógnita. Estudos feitos chegaram a resultados conflitantes sobre em que níveis as alterações no clima afetam esse sequestro.

Uma nova pesquisa, cujos resultados foram publicados neste domingo na revista Nature Geoscience, fornece evidências observacionais para concluir que as mudanças climáticas estão afetando negativamente a absorção de carbono pelos oceanos. “A conclusão é que os oceanos estão consumindo menos carbono justamente por causa do aquecimento promovido pelo próprio carbono na atmosfera”, disse Galen McKinley, da Universidade de Wisconsin-Madison, um dos autores do artigo.

O novo estudo difere de anteriores pela extensão de dados tanto em relação ao espaço como ao tempo. Os pesquisadores não se limitaram a determinadas áreas e extrapolaram os resultados para regiões maiores, mas utilizaram dados da maior parte do Atlântico Norte e do período de 1981 a 2009. (…) Nas últimas três décadas, o aumento no dióxido de carbono atmosférico tem sido largamente equilibrado pelo aumento correspondente no dióxido de carbono dissolvido na água do mar. Mas o novo estudo mostra que as temperaturas mais elevadas estão diminuindo a absorção de carbono em uma grande área no Atlântico Norte subtropical. A água mais quente não é capaz de manter tanto dióxido de carbono como a mais fria. Os pesquisadores destacam a importância de se ampliar os dados para utilização em novos estudos e a expansão da análise para outros oceanos.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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19 de julho de 2011 

Fenômeno cultural

Destruição de vegetação de deserto gera tempestade de areia

Tempestade de poeira

Fenômeno natural atinge Phoenix (EUA) mais uma vez

Muro de poeira avança sobre a cidade de Phoenix, no Arizona (EUA), nesta segunda-feira. Esta é a segunda vez que a cidade é atingida por uma tempestade de poeira em apenas um mês.

Fonte: BOL Fotos e The Arizona Republic

Rui Iwersen, editor

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10 de agosto de 2011

Ameaças às florestas, ameaças à vida, ameaças a Gaia 

Eventos climáticos extremos ameaçam florestas

Eventos climáticos extremos e acidentes naturais serão uma ameaça crescente às florestas mundiais nos próximos anos, alertou esta terça-feira a Organização da ONU para Agricultura e Alimentação, FAO. No estudo “Distúrbios Abióticos e sua Influência sobre a Saúde das Florestas”, a agência pede o reforço da cooperação entre regiões e países numa parceria internacional em prol da conservação e melhoramento florestal.

Quase 4 mil eventos extremos – os chamados “distúrbios abióticos”, que incluem ciclones, enchentes, deslizamentos, tornados, terremotos, erupções vulcânicas e “mega” incêndios florestais – ocorreram entre 2000 e 2009. (…)

Rui Iwersen, editor

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11 de agosto de 2011

Vendaval causa destruição e deixa mais de 2 mil desabrigados no Sul

Fonte: BOL Fotos

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Com as chuvas na região, bombeiros de Caxias do Sul (RS) interditaram cinco casas. As residências correm risco de desabamento e ficarão interditadas por tempo indeterminado. Mais

Rui Iwersen, editor

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11 de agosto de 2011

Portugal sofre 16 incêndios florestais após 2 dias de muito calor

 e UOL Notícias

Incêndios florestais voltaram a ser registrados em Portugal após dois dias de muito calor, e segundo os dados oferecidos nesta quarta-feira pela Autoridade Nacional de Defesa Civil, os bombeiros enfrentam 16 focos relevantes, especialmente no norte do país e perto de Lisboa. (…) Durante a manhã, o mais grave ocorreu entre as localidades de Loures e Mafra, a cerca de 30 quilômetros ao norte de Lisboa, onde se calcula que entre dez e 15 hectares da floresta tenham sido queimados. (…)

Muitos dos incêndios registrados no país foram propositais e a Polícia já deteve na temporada de verão europeu 11 pessoas relacionados a esse tipo de crime.

Rui Iwersen, editor

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11 de agosto de 2011

Ar seco provoca aumento de casos de crises alérgicas em São Paulo

UOL Ciência e Saúde

O aumento da incidência de várias doenças respiratórias por causa do tempo seco tem levado mais pacientes com rinite, faringites e crises alérgicas aos hospitais particulares da cidade de São Paulo. O tempo normal de espera nos prontos-socorros, cerca de 30 minutos, agora pode chegar até a 4 horas. Isso porque as instituições procuradas pela reportagem apontam uma média de aumento de 30% nos seus atendimentos, o que coincide com o número estimado pela Secretaria da Saúde o para todo o Estado de São Paulo. (…)

Rui Iwersen, editor

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12 de agosto de 2011

Sudeste terá duas vezes mais tempestades em 2070 por causa do aquecimento global, diz estudo

10/08/2011 | do UOL Ciência e Saúde e da Agência Fapesp

Nelson Antoine/Agência O Globo

A cidade de Eldorado, no Vale do Ribeira, sul do Estado de São Paulo, foi completamente alagada por conta das chuvas que atingiram a região nos últimos dias

Análise dos dados dos últimos anos da ocorrência de tempestades nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas feita por pesquisadores do Inpe e MIT indica que nos próximos 60 anos tempestades serão mais frequentes. Segundo o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o motivo é o aumento da temperatura superficial das águas do oceano Atlântico no hemisfério Sul em decorrência do aquecimento global.

Se a temperatura do oceano Atlântico continuar subindo na mesma taxa atual e o fenômeno La Niña não sofrer alterações em sua frequência de ocorrência e intensidade com o aquecimento global – o que é esperado a partir dos dados existentes –, o estudo estima que em 2070 o número médio de tempestades no Sudeste será duas vezes maior em relação ao número atual, sendo que nas regiões litorâneas deverá ser três vezes maior.

No período, o Atlântico teve um aquecimento médio da ordem de 0,6 grau, simultaneamente ao aquecimento global do planeta da ordem de 0,8 grau. De acordo com o Elat, esse aumento de temperatura faz parte do aquecimento global e deve se intensificar a cada década, fazendo com que com o aumento de tempestades se acentue e leve a ocorrência mais frequente de catástrofes climáticas associadas a tempestades com altas taxas de precipitação, granizo e raios, vendavais e tornados. (…)

Rui Iwersen, editor

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28 de agosto de 2011

Natureza x cultura

Mesmo enfraquecido, furacão Irene causa oito mortes e retirada de milhões

27/08/2011 – | da Folha.com

O furacão Irene atingiu a costa leste dos EUA neste sábado enfraquecido, mas ainda representa uma perigosa tempestade que levou a interrupções no sistema de transporte em Nova York e ameaça provocar blecautes e alagamentos. Em decorrência dele, pelo menos oito pessoas morreram, e não há energia elétrica para cerca de 1 milhão.

(…) Desde as Carolinas ao Maine, dezenas de milhares de pessoas estão no caminho do gigante de 839 km, que provocou mais de 17 polegadas de chuva em algumas partes na área costeira da Carolina do Norte.

Steve Nesius/Reuters
Destroços causados pela passagem do furacão impossibilitam o fluxo em rodovia perto da cidade de Atlantic Beach, na Carolina do Norte
.Destroços causados pela passagem do furacão impossibilitam o fluxo em rodovia perto da cidade de Atlantic Beach, na Carolina do Norte

Rui Iwersen, editor

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05 de setembro de 2011

Pior tufão no Japão em sete anos causa 34 mortes e deixa 56 desaparecidos
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do UOL Notícias

Pelo menos 34 pessoas morreram, 56 estão desaparecidas e milhares permanecem isoladas após a passagem pelo cen tro e sul do Japão do potente tufão “Talas”, o mais destruidor dos últimos sete anos a passar pelo arquipélago, segundo os dados divulgados nesta segunda-feira pela emissora pública japonesa “NHK”.
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O “Talas” tocou a terra neste sábado na ilha de Shikoku e avançou pelo oeste com chuvas torrenciais e ventos de até 108 km/h, até se afastar lentamente nesta segunda-feira rumo ao norte pelo Mar do Japão já transformado em tempestade tropical. Em sua passagem, levou pela frente infraestruturas, transbordou rios e causou inúmeros deslizamentos de terra nas áreas litorâneas, onde as equipes de resgate trabalham para tentar restaurar as vias interrompidas para chegar aos locais mais remotos. (…)

Rui Iwersen, editor

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14 de setembro de 2011

Campanha de 24h de Al Gore mostra impactos das mudanças climáticas no mundo

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Às 19h, na Cidade do México (21h em Brasília), começa o evento “24 horas de Realidade”, idealizado por Al Gore, que irá rodar o globo para chamar a atenção para os impactos das mudanças climáticas. E nada de pensar no futuro, os impactos estão acontecendo agora, enquanto você lê este texto.

“São 24 países, cada um em uma zona horária, que terão palestras similares, cada um em sua língua, sobre os efeitos das mudanças climáticas. O Rio de Janeiro será a penúltima cidade, que antecede Nova York, com a palestra de Al Gore”, explica Roberto Vamos, representante no Brasil da ONG The Climate Project. O evento será transmitido ao vivo e terá a participação brasileira às 19h do dia 15 de setembro.

A seca extrema, as tempestades e as grandes enchentes são apontadas pelo ex-vice-presidente dos EUA como uma das graves consequências do aquecimento global. “Hoje em dia a mudança climática não é mais uma previsão: é uma realidade. Mesmo assim, em todo o mundo ainda estamos sujeitos a informações enganosas e campanhas financiadas por poluidores projetadas para desviar a atenção das pessoas sobre os perigos que corremos com a crise climática que está se revelando”. (…)

Rui Iwersen, editor

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18 de setembro de 2011

Brasília completa 100 dias sem chuva, que só deve ocorrer daqui a uma semana

Apesar do aumento da umidade relativa do ar na última semana, há 100 dias não chove em Brasília. A previsão, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), é que o período de seca na capital brasileira dure pelo menos por mais uma semana.

Queimadas pelo Brasil
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Foco de incêndio atinge mata próximo ao autódromo internacional Ayrton Senna, em Goiânia (GO), nesta sexta-feira (9) Mais Ricardo Rafael/O Popular/AE

Neste período, a umidade relativa do ar na capital federal também permanecerá abaixo dos 30%. É o que disse a meteorologista do Inmet Márcia Seabra, que afirma que as temperaturas amenas da semana passada devem continuar até amanhã (19). “As madrugadas podem ser mais frias com temperaturas mínimas de 15 ºC. As máximas podem chegar a 28 ºC.” (…) Brasília não é a única cidade brasileira que sofre com a seca. Em Alto Paraíso de Goiás (Goiás), Chapada Gaúcha (MG) e Gilbués (PI) não chove há 121 dias.

Queimadas

O número de queimadas no Distrito Federal (DF) diminuiu na semana passada. De acordo com o Corpo de Bombeiros, na quarta-feira (14) existiam apenas sete focos de incêndio na região. Para a corporação, a diminuição deve-se ao aumento da umidade relativa do ar. (…) Na terça-feira (13), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) informou que a Polícia Federal vai rastrear seis áreas de conservação ambiental do DF. Técnicos do instituto suspeitam que nestes locais as queimadas foram provocadas criminosamente. O incêndio na Floresta Nacional de Brasília é um dos alvos da investigação.

 Rui Iwersen, editor
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27 de setembro de 2011

RJ cria metas próprias para reduzir gases do aquecimento

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O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), assinou decreto estabelecendo metas de redução de emissões de dióxido de carbono no Estado até 2030, nos setores de transportes, saneamento e produção de resíduos, agricultura e produção de energia. A meta geral é de uma redução de 16% das emissões em relação a 2005. O Estado quer elevar em 40%, até 2030, a produção de energia limpa e, para isso, Cabral assinou um segundo decreto, que isenta de ICMS as empresas que produzirem equipamentos para a produção de energia eólica e solar.
“A gente quer montar um poderoso parque eólico aqui”, disse o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc. Ele frisou que o grande volume de investimentos empresariais que o Rio vem recebendo (R$ 18 bilhões em 2010, o maior volume no Brasil) deve estar aliado à preocupação ambiental. “Estamos recebendo empresas aqui com critérios mais rígidos do que a Europa.” O governo citou como i nstrumentos para alcançar as metas o aumento do tratamento de esgoto e o fim dos lixões, no caso do saneamento, e o aumento da rede de metrô e o investimento em asfalto-borracha, no caso dos transportes. “O asfalto-borracha tira pneus do ambiente, o que ajuda até no combate à dengue. E reduz em 40% o custo de uma estrada”, disse Cabral.
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Rui Iwersen, editor
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29 de setembro de 2011

Curitiba registra 12% de umidade relativa do ar e bate recorde histórico

Curitiba registrou nesta quinta-feira (29) o mais baixo índice de umidade relativa do ar de sua história. Diferentes serviços de meteorologia apontaram índices de 12% a 15%. O recomendável pela Organização Mundial da Saúde (OMS) deve estar sempre acima de 60%.

Meteorologistas do Simepar (Sistema Meteorlógico do Paraná) informaram ao UOL Notícias que o índice captado durante a tarde de hoje chegou a 15%, o que já é considerado um estado crítico para o clima, semelhante ao de um ambiente desértico. No final da tarde, o índice alcançou 27%, ainda considerado crítico. Já o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) registrou índice de 12%, superando o de 17% registrado na cidade no dia 5 deste mês. (…) O hospital [Pequeno Príncipe] informou ao UOL Notícias que o número de atendimentos a crianças que apresentaram crises alérgicas (asma, rinite ou bronquite) foram normais nesta quinta. No entanto, se a baixa umidade do ar persistir pelo segundo dia consecutivo os médicos admitem que pode haver um aumento acima do normal nos atendimentos.

Rui Iwersen, editor

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03 de outubro de 2011

Existência do aquecimento global é questionada em pesquisa

29/09/2011 - UOL Ciência e Saúde e Agência USP de Notícias

Depois de analisar e comparar literaturas sobre o aquecimento global, a geógrafa Daniela de Souza Onça é enfática: “as hipóteses que afirmam a existência do aquecimento global e sua culpabilidade pelos eventos extremos não são teorias científicas solidamente estabelecidas, e sim saídas de modelos matemáticos do clima.” Ou seja, para a pesquisadora, “o aquecimento global não é uma realidade!”

A pesquisa de doutorado “Quando o Sol brilha, eles fogem para a sombra…”: a ideologia do aquecimento global, defendida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, foi baseada na comparação entre a literatura cética e a aquecimentista, especialmente na leitura do quarto relatório do IPCC, de 2007. Segundo a geógrafa, o fato de seu estudo ter sido baseado na literatura contraria alguns que dizem que uma autêntica pesquisa científica deve produzir dados, ao invés de uma análise teórica. “Não sei de onde foi tirada essa ideia nem qual é seu fundamento”, questiona Daniela. “Meu trabalho é, essencialmente, de discussão crítica da literatura disponível até aquele momento.”

Daniela afirma que não foi encontrada, até hoje, nenhuma prova ou mesmo evidência do aquecimento do planeta provocado pelo homem, mas somente saídas de modelos matemáticos do clima. “Muitas outras ‘provas’ são evocadas, como derretimento de geleiras, enchentes, furacões e secas. Mas tudo isso faz parte da variabilidade natural do sistema climático. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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18 de outubro de 2011

Temperatura cai no Paraná, onde número de afetados pela chuva chega a 112 mil

UOL Notícias e Agência Brasil

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Aproximadamente 112 mil pessoas foram afetadas por fortes temporais que atingiram municípios das regiões norte e noroeste do Paraná, durante o último final de semana. Segundo balanço da Defesa Civil Estadual divulgado nesta segunda-feira (17), 312 estão desalojadas e 171 desabrigadas. Cerca de 140 casas foram danificadas e 5 destruídas. Várias ruas e estradas também foram danificadas. Duas pessoas morreram, uma em Londrina e outra em Ortigueira Mais Divulgação/ Defesa Civil Estadual do Paraná

Uma massa de ar frio sobre a Região Sul provoca queda de temperaturas, principalmente na parte sul, sudoeste, centro e leste do estado do Paraná, onde os termômetros marcam aproximadamente 10°C na manhã de hoje (18). A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia é que os termômetros oscilem entre 6°C e 29°C no decorrer do dia. Há possibilidade de chuva fraca no leste de Santa Catarina. Nas demais áreas o dia amanheceu nublado com névoa úmida.

De acordo com o boletim atualizado da Defesa Civil do Paraná, referente à situação dos 14 municípios mais atingidos pela chuva dos últimos dias, subiu para 111.990 o número de pessoas afetadas. São 312 pessoas desalojadas e 171 desabrigadas, além disso duas pessoas morreram – um jovem em Londrina (região norte) e um bebê em Ortigueira (Campos Gerais ). O município que registrou mais danos foi Londrina. O prefeito Barbosa Neto decretou situação de emergência. Segundo o serviço de meteorologia do estado (Simepar), o índice pluviométrico já atingiu, em outubro, 165 milímetros, quando o esperado para o mês inteiro era 140 milímetros. No fim de semana, ocorreu a chuva mais intensa dos últimos 40 anos. A prefeitura está solicitando ao governo recursos para a recuperação de cinco pontes que foram totalmente danificadas pela chuva. O município teve 100 mil pessoas afetadas, 151 pessoas estão desalojadas, 61 desabrigadas e foi registrada uma morte.

Rui Iwersen, editor

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09 de novembro de 2011

Aquecimento Global

Limite de aquecimento está em risco sem ação climática até 2017

 UOL Ciência e Saúde

Em Londres

O mundo pode não ser capaz de limitar o aumento da temperatura global a níveis seguros se uma nova ação climática internacional não for tomada até 2017, já que muitas usinas de energia de combustível fóssil e fábricas estão sendo construídas, alertou a Agência Internacional de Energia nesta quarta-feira. Se o mundo limitar o aquecimento global a 2 graus Celsius — que segundo cientistas é o nível mínimo de segurança antes que efeitos devastadores das mudanças climáticas ocorram — os volumes de emissão de gases não devem ter mais de 450 partes por milhão (ppm) de dióxido de carbono. Com as emissões já chegando a 390 ppm de CO2, está se esgotando o tempo para tomar uma atitude.

A infraestrutura energética existente já está liberando 80% das emissões permitidas sob esse cenário, advertiu a AIE em seu Relatório Mundial de Energia. Quatro quintos do total das emissões de carbono relacionadas à energia permitida até 2035 para limitar o aquecimento já vêm das usinas, prédios e fábricas existentes, apontou a agência. (…) O alerta vem apenas algumas semanas antes de uma reunião de negociadores internacionais na África do Sul para tentar trabalhar em um novo pacto global para combater o aquecimento global. São baixas as expectativas de um acordo juridicamente vinculante este ano. A União Europeia está pressionando por um acordo até 2015, mas alguns outros países foram acusados de atrasar um pacto até 2018 ou 2020.

(…) Melhorias na eficiência energética precisariam responder por metade das reduções adicionais de emissão necessárias, disse a AIE. Em maio, a AIE informou que as emissões globais de CO2 atingiram seu nível mais alto em 2010, impulsionadas principalmente pelas economias dependentes de carvão. Se novas políticas climáticas forem implementadas cautelosamente, as emissões de CO2 acumuladas nos próximos 25 anos equivaleriam a três quartos do total dos últimos 100 anos, disse a AIE. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet; de Cusco, Perú

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18 de novembro de 2011

Seca, fome, conflitos

Mudança climática ameaça rios Nilo, Limpopo e Volta, na África

14/11/2011 - UOL Ciência e Saúde Em Johanesburgo

A mudança climática deve elevar o regime de chuvas em grandes bacias fluviais do mundo, mas os padrões meteorológicos tendem a se tornar mais instáveis, e a época das estações chuvosas pode mudar, ameaçando a agricultura, disseram especialistas nesta segunda-feira. Além do mais, algumas bacias fluviais da África – a do Limpopo, no sul do continente, do Nilo, no norte, e do Volta, no oeste – ficarão propensas a receber nos chuvas do que atualmente, o que afetará a produção de alimentos e provocará tensões internacionais.

A perspectiva é particularmente ruim na bacia do Limpopo, que abrange partes de Botsuana, África do Sul, Zimbábue e Moçambique, numa área habitada por 14 milhões de pessoas. ”Em algumas partes do Limpopo, nem mesmo a adoção disseminada de inovações como a irrigação por gotejamento pode ser suficiente para contrabalançar os esforços negativos da mudança climática sobre a disponibilidade hídrica”, disse Simon Cook, do Centro Internacional de Agricultura Tropical. As preocupações para o Alto Nilo Azul, que passa por Etiópia, Sudão e Egito, resultam principalmente da evaporação intensa que deveria advir do aumento previsto de 2C a 5C nas temperaturas médias globais.

Cientistas do Programa Desafio para Água e Comida (PDAC), uma entidade mundial de pesquisas agrícolas, disseram que isso pode causa atritos entre o Egito e a Etiópia. A pesquisa sobre dez grandes bacias fluviais do mundo, incluindo grandes áreas da América do Sul e Ásia, foi divulgada a poucos dias de uma conferência climática global importante a ser realizada em Durban, na África do Sul.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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24 de novembro de 2011

Temperatura global pode subir de 3 a 6 graus até fim do século, alerta OCDE

A tendência atual fará com que a temperatura aumente entre 3 e 6 graus centígrados no final do século sobre os níveis pré-industriais, um cenário com graves consequências que ainda pode ser evitado com um custo de ação limitado, segundo anunciou a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta quinta-feira. Esta é a principal mensagem de um relatório sobre a mudança climática divulgado pela OCDE às vésperas da conferência de Durban, que começa na próxima semana, no qual pede aos governos que se engajem para conseguir um acordo internacional. “Os custos econômicos e as consequências ambientais da ausência de ação política da mudança climática são significativas”, advertiu o secretário-geral do organismo, Ángel Gurría, durante a apresentação do estudo.

Concretamente, as medidas para modificar sobretudo o panorama energético que se espera para 2050 e reduzir as emissões de efeito estufa em 70% custariam 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB), um número que os autores do relatório relativizaram em entrevista coletiva, ao ressaltarem que significaria que o crescimento da economia mundial nos quatro próximos decênios seria de 3,3% ao ano, em vez de 3,5%, um corte de dois décimos.

O relatório destacou que não alterar as políticas atuais geraria prejuízos ambientais que afetariam muito mais a economia. (…) Para o órgão, um ponto relevante é estabelecer “um preço significativo” das emissões de CO2 para induzir à mudança tecnológica, mas também a fixação de metas de diminuição de emissões “claras, críveis e mais restritivas” com as quais “todos os grandes emissores, setores e países” precisarão se comprometer.

Emissões de gases do efeito estufa devem dobrar até 2050

do UOL Ciência e Saúde e BBC Brasil

As emissões globais de gases que causam o efeito estufa devem aumentar em 50% até 2050, principalmente em razão da maior demanda de energia e do crescimento econômico nos grandes países emergentes. O alerta foi feito nesta quinta-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que publicou o relatório Perspectivas do Meio Ambiente no Horizonte 2050. O documento foi divulgado às vésperas da 17ª Conferência das Partes (COP 17) da ONU sobre as mudanças climáticas, que começa na próxima segunda-feira em Durban, na África do Sul.

Segundo a OCDE, a fatia dos países dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) nas emissões globais de gases de efeito estufa, que provocam o aquecimento global, passou de 30% nos anos 70 para 40% atualmente. De acordo com o relatório, as emissões de dióxido de carbono (CO2), um dos principais gases que provocam o efeito estufa, deverá crescer 70% até 2050 em razão do aumento do uso de energias.

Rui Iwersen, editor

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25 de novembro de 2011

Prazo está se esgotando para acordo sobre aquecimento global

O tempo está acabando para se chegar a um acordo nas negociações climáticas globais a fim de salvar o agonizante Protocolo de Kyoto e fazer grandes reduções nas emissões de gases do efeito-estufa, os quais, segundo cientistas, estão provocando o aumento das temperaturas, fenômenos climáticos mais fortes e o declínio das safras.

As principais partes envolvidas na discussão estão em desacordo há anos, alertas sobre desastres climáticos estão se tornando mais terríveis e diplomatas se preocupam se a anfitriã África do Sul está a altura do desafio de intermediar as duras discussões entre quase 200 países, entre 28 de novembro e 9 de dezembro, na cidade costeira de Durban. Há alguma esperança de que um acordo possa ser alcançado sobre um fundo para financiar projetos para países em desenvolvimento mais atingidos pela mudança climática, e que economias avançadas responsáveis pela maior parte das emissões globais façam reduções maiores nas negociações conhecidas como a Conferência das Partes, ou COP 17. (…)

Rui Iwersen, editor

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08 de dezembro de 2011

Brasil terá risco de enchente 90% maior até 2100, diz estudo

 UOL Ciência e Saúde

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Casa destruída em Teresópolis após deslizamentos no início do ano, em foto de 13 de janeiro

A ocorrência de enchentes em rios do Brasil pode ser quase 90% maior até o fim do século, se nada for feito para combater as mudanças climáticas, de acordo com um estudo divulgado na Conferência das Nações Unidas sobre o Clima em Durban, na África do Sul. (…) Sem ações para a redução de emi ssões, o aumento de temperatura pode ficar entre 3ºC e 5ºC até o fim do século, segundo a pesquisa. Outra pesquisa divulgada no início da semana indica que, mesmo com as reduções já prometidas, o aquecimento global até 2100 pode chegar a 3,5ºC.
Sinal de alerta

A pesquisa foi encomendada pelo governo britânico e usada como sinal de alerta para que os negociadores de 194 países reunidos em Durban busquem um empenho maior na busca por um acordo de redução de emissões.

“Nós queremos um acordo global e legalmente vinculante para manter (o aumento) das temperaturas abaixo de 2ºC. Se isso for conseguido, este estudo mostra que alguns dos mais significativos impactos das mudanças climáticas poderiam ser evitados significativamente”, afirmou o ministro de Energia e Mudança Climática da Grã-Bretanha, Chris Huhne. (…) Os impactos se devem principalmente a p revisões de mudança nos padrões de chuvas no planeta. Isso pode levar a grandes riscos de fome, principalmente na África e em Bangladesh.

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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10 de dezembro de 2011

Temporal deixa 50 mil pessoas sem luz no Paraná

 UOL Notícias

O vendaval seguido de tempestades que atingiram o Paraná na noite de ontem afetaram mais de 50 mil moradores em três municípios do Estado, segundo dados da Defesa Civil estadual.

Em Irati, cerca de 50 mil pessoas ficaram sem energia elétrica, mas já com a situação normalizada, segundo a Defesa Civil. Aproximadamente 150 casas foram danificadas e oito foram destruídas, deixando 26 moradores desalojados e 18 desabrigados.

Em Teixeira Soares, o temporal destruiu quatro residências, afetando 15 pessoas e deixando três desabrigadas. Já em Fernandes Pinheiros, 15 casas ficaram danificadas.

Rui Iwersen, editor
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21 de dezembro de 2011

Desequilíbrio ambiental

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Uma praga de besouros invadiu a cidade de São João do Piauí (a 441 km de Teresina); até as novenas tiveram que ser suspensas na zona rural do municípioMaisJúnior Lopes/Portal Sanjoaense e BOL Fotos

Falta de predadores

Segundo a UESPI (Universidade Estadual do Piauí), a praga de besouros que infestou São João do Piauí ocorre devido a um desequilíbrio ambiental, com a deficiência de predadores naturais na cadeia biológica dos insetos. O laboratório de biologia da UESPI explicou uma das possíveis causas é a poluição das águas do rio Piauí, que acarretou no desaparecimento dos anfíbios, que são sensíveis aos agentes poluentes. Segundo o laboratório, a poluição faz um efeito dominó em toda a cadeia, com a escassez de girinos (filhotes de sapos) e sapos e o aumento de insetos, que estão se reproduzindo sem o controle natural.

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Incidência de raios cresce 11% em média nas cidades com mais de 200 mil habitantes

UOL Notícias e Agência Brasil

A incidência de raios cresceu em média 11% nas cidades com população acima de 200 mil habitantes, de acordo com os dados mais recentes do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat), núcleo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). “Tanto essas cidades têm mais tempestades, quanto elas estão também cada vez mais intensas, e a urbanização pode ser apontada como uma das principais responsáveis”, diz Osmar Pinto Junior, coordenador do Elat.

Com base em dados de satélites, o  Elat informou que, no ranking mundial, o Brasil ocupa o primeiro lugar na incidência de raios, com 57,8 milhões de ocorrências por ano, seguido pela República Democrática do Congo, com 43,2 milhões, pelos Estados Unidos, com 35 milhões, pela Austrália, com 31,2 milhões, China, com 28 milhões e Índia, com 26,9 milhões. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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24 de dezembro de 2011

Falta de ozônio ajuda a manter Antártida fria

 e UOL Notícias

Enquanto o entorno da Antártida segue a tendência de aquecimento observada em quase todo o planeta, o centro continua frio, conforme imagens de satélite da Nasa desde a década de 1970. E o gelo, em vez de derreter, está se expandindo.

Aparentemente, o choque entre a temperatura fria do centro e as médias quentes do entorno é decisivo para gerar ventos e manter a região central gelada. É o que pensam pesquisadores brasileiros, em busca de respostas para fenômenos climáticos na Antártida. Eles afirmam que a diminuição da camada de ozônio sobre o continente ajuda a manter a temperatura fria na região central e sustentam que o frio causado pela ausência do gás contribui para aumentar os ventos ao redor da Antártida e isolar termicamente a região.

Rui Iwersen, editor

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28 de dezembro de 2011

Nível do mar sobe mais rápido no litoral norte de São Paulo

Folha.com

Sobe cada vez mais rápido o nível do mar no litoral norte de São Paulo, aponta a pesquisa coordenada pelo professor do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da USP (Universidade de São Paulo) Paolo Alfredini.
Com base nos registros feitos de 1944 a 2007 pela Companhia Docas do Estado de São Paulo, em Santos, Alfredini constatou uma elevação do mar de 74 centímetros por século. Também foi analisada a documentação de outras instituições em Ubatuba, São Sebastião e Caraguatatuba.
Nas últimas décadas, no entanto, o avanço das águas marítimas foi mais rápido. “Nos últimos 20 anos, analisando esses dados, a gente nota que tem havido uma aceleração. Isso aparentemente está ligado ao fato que as temperaturas têm aumentado mais nesse período”, ressaltou o professor. Com isso, a estimativa de Alfredini é que neste século o nível do mar suba cerca de um metro. Um aumento desse nível significa, segundo Alfredin i, a perda de 100 metros de praia em áreas com declividades suaves. Essa aproximação das águas pode colocar em risco construções à beira-mar. (…)
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Rui Iwersen, editor
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09 de janeiro de 2012

Tempestades pelo Brasil 

Temporada de chuvas e enchentes atinge Estados

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Ruas e casas continuam alagadas por causa das fortes chuvas que vêm castigando a cidade Campos dos Goytacazes, cidade do interior, ao norte do Rio de Janeiro Mais Jadson Marques/AE e BOL Fotos

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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29 de janeiro de 2012

Especialistas de Brasil e Chile encontram rios em geleira perto do Polo Sul

 e UOL Ciência e Saúde

Uma equipe de cientistas brasileiros e chilenos descobriu rios superficiais gerados pelo aumento da temperatura em uma geleira situada a cerca de mil quilômetros do Polo Sul.

O glaciólogo Ricardo Jaña, do Instituto Antártico Chileno (Inach), disse nesta quinta-feira (26) à Agência Efe que a descoberta foi “algo inesperado”, já que nessa região da Antártida as temperaturas se mantêm quase sempre abaixo de zero.

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Uma equipe de cientistas brasileiros e chilenos descobriu rios superficiais gerados pelo aumento da temperatura em uma geleira situada a cerca de mil quilômetros do Polo Sul. A descoberta foi inesperada, pois na região da Antártida as temperaturas se mantêm quase sempre abaixo de zero Mais Jorge Arigony/EF E

Os riachos de água podem ser visto em um das geleiras que alimentam à geleira União, uma cordilheira de gelo com cúpulas que superam os quatro mil metros de altura.

Jaña disse que os 17 cientistas que participaram da expedição viram primeiro os rios de água corrente e posteriormente a área congelou-se novamente, o que deixou marcas de erosão na camada mais superficial de gelo. O especialista explicou que a aparição dos rios se deve à presença de uma área livre de gelo perto da geleira. “As rochas estão expostas, absorvem o calor e o transferem à neve e ao gelo circundante. O gelo se funde em uma boa proporção e a água forma os riachos”, detalhou. Para Jaña, este fenômeno traz novas dúvidas sobre os efeitos do aquecimento global na Antártida e será um bom ponto de partida para pesquisas futuras. (…)

Rui Iwersen, editor

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30 de janeiro de 2012

Casos de dengue no país diminuem 60% em janeiro

do UOL Ciência e Saúde e Agência Brasil 

O número de casos de dengue este mês diminuiu 60% em relação a janeiro do ano passado, informou o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho. Segundo ele, em janeiro de 2011, foram registrados 40 mil casos em todo o Brasil, enquanto em 2012 foram registrados 16 mil. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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06 de fevereiro de 2012

Aquecimento global, frio local

Carro é coberto por gelo e neve, próximo ao lago de Genebra, na cidade de Versoix, na Suíça. Onda de frio sacode há uma semana o velho continente europeu Fabrice Coffrini/AFP/BOL Fotos

 Rui Iwersen, editor de GaiaNet
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09 de fevereiro de 2012

Degelo cultural

ONU faz alerta sobre gangues que estão roubando parte de geleiras

06/02/2012 | do UOL Ciência e Saúde  e da Rádio ONU, em Nova York

As Nações Unidas alertaram sobre o perigo de uma nova atividade criminosa que pode piorar os efeitos da mudança climática: o roubo de gelo.

Em comunicado, o escritório da Estratégia Internacional para Redução de Desastre, Unisdr, relatou o caso do roubo de cinco toneladas de gelo da montanha Jorge Montt, no Chile. Segundo agências de notícias, um homem foi preso após a polícia ter encontrado as cinco toneladas no caminhão frigorífico que ele dirigia, na cidade de Cochrane, no sul do país. De acordo com o comunicado, o roubo de gelo para fins comerciais representa mais uma ameaça à geleira milenar situada no Parque Nacional Bernardo O’Higgins, na Patagônia. A área é considerada a terceira maior massa de gelo do mundo após a Antártida e a Groenlândia. (…)

Segundo relatos da mídia local, o gelo estaria sendo roubado para ser servido com uísque a turistas, na região, e em bares de luxo da capital chilena, Santiago. A atração é a qualidade das pedras de gelo que saem diretamente do parque.

A geleira Jorge Montt está derretendo a uma média de um quilômetro por ano, e por isso se tornou um dos maiores símbolos do aquecimento global.

Rui Iwersen, editor

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28 de fevereiro de 2012

Derretimento no Ártico causa invernos com mais neve

Washington - O derretimento do gelo no Ártico pode ser a causa dos invernos com mais neve no Hemisfério Norte nas últimas duas temporadas, informaram na última segunda-feira (27) pesquisadores dos Estados Unidos e Canadá.

O nível de gelo marinho do Ártico alcançou um novo piso histórico em 2007, afirmou o estudo, dirigido pelo Instituto de Tecnologia da Geórgia (sudeste dos Estados Unidos) e publicado nas Atas da Academia Nacional de Ciências desse país.Ao mesmo tempo, nevadas mais fortes que a média cobriram grande parte do norte dos Estados Unidos, do noroeste e do centro da Europa e do norte e do centro da China.

O Hemisfério Norte teve nas duas últimas temporadas – que abarca os invernos de 2009-2010 e 2010-2011 – a segunda e terceira maiores quedas de neve desde que se tem registros.Os pesquisadores acreditam que o desaparecimento do gelo no Ártico gera mais vapor d’água no ar, e interfere nas correntes atmosféricas e nos ventos do oeste, que normalmente teriam varrido a neve para o norte. No entanto, mais ar frio desce a latitudes médias e baixas, “provocando um aumento das forças nevadas na Europa e nas regiões do nordeste e centro-oeste dos Estados Unidos”, disse Jiping Liu, um cientista da Georgia Tech. A pesquisa incluiu cientistas da Academia Chinesa de Ciências e a Universidade de Columbia de Nova York, e recebeu apoio da Nasa e da National Science Foundation (NSF).

Rui Iwersen, editor

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23 de março de 2012

Mudança climática acelerou entre 2001 e 2010, afirma OMM

UOL Notícias e EFE

Genebra - A mudança climática acelerou entre 2001 e 2010, um período caracterizado pelas chuvas fortes, temperaturas extremas e diversos fenômenos meteorológicos extraordinários, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM). Essas são algumas das conclusões preliminares do “Relatório da década 2001-2010 sobre o Clima Mundial”, que a OMM divulgou nesta sexta-feira pelo Dia Meteorológico Mundial. Segundo o documento, elaborado a partir da análise dos dados meteorológicos de 102 países, durante esse período ocorreram enchentes em 63% dos países que participam do estudo, enquanto em 43% foram registrados problemas de seca. (…)Quanto às temperaturas, esse período foi o mais quente desde que se dispõe de registros (1850), com máximas que ficaram em torno de 0,46 graus centígrados acima da média entre 1961 e 1990. Nove dos anos dessa década também se situaram entre os dez mais quentes desde 1850 e para 90% dos países consultados esse foi o período com temperaturas mais elevadas. Os fenômenos meteorológicos extremos, como enchentes, secas, ciclones e ondas de calor e de frio afetaram praticamente todas as regiões do planeta, apesar de o relatório registrar duas ondas de calor “excepcionais” que castigaram a Europa e a Rússia nos verões de 2003 e 2010, respectivamente, e que tiveram como consequência “milhares de mortes e incêndios”. (…)
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Rui Iwersen, editor
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05 de abril de 2012

Aquecimento global, temporais e ventos locais

Imagens do dia

Ao menos 14 pessoas morreram na Argentina, sendo quatro em Buenos Aires, por causa de um temporal que atingiu a região leste do país Mais Rodolfo Pezzoni/DyN/AP e BOL Fotos

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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04 de abril de 2012

Degelo no passado

CO2 pôs fim à Era do Gelo, dizem cientistas em resposta aos céticos

  UOL Ciência e Saúde 

PARIS - O dióxido de carbono (CO2), gás de efeito estufa apontado como o maior responsável pelo aquecimento global, foi o principal fator que pôs fim à última Era do Gelo, afirmam cientistas nesta quarta-feira em um estudo que acaba com um argumento lapidar usado pelos céticos do clima. Entre 10.000 e 20.000 anos atrás, a Terra começou a emergir de 250 mil anos de uma profunda glaciação, quando a cobertura de gelo terrestre começou a recuar e temperaturas mais quentes ajudaram o Homem a se espalhar e conquistar a Terra. O que provocou o fim desta era, conhecida como Pleistosceno, sempre foi discutido. Até agora, as principais evidências eram testemunhos de gelo coletados na Antártica, cujas bolhas de ar são como uma pequena cápsula do tempo do nosso passado climático. Vestígios de CO2 – o principal gás causador de efeito estufa, que mantém o calor do sol preso próximo à superfície terrestre – indicam que as concentrações de carbono na atmosfera subiram depois que as temperaturas se elevaram e não antes disto.(…) Segundo a pesquisa, o responsável pelo aquecimento climático de fato é o CO2. “As mudanças orbitais foram o gatilho, mas elas não vão muito longe”, explicou o cientista Jeremy Shakun, da Universidade de Harvard. “Nosso estudo demonstra que o CO2 foi um fator muito mais decisivo e realmente impeliu o aq uecimento global na última deglaciação”, acrescentou.

O estudo, publicado na revista científica britânica Nature, foi feito com base em 80 testemunhos de gelo e amostras sedimentares coletadas na Groenlândia, em fundos de lagos e leitos marinhos em cada continente. “Reunir todos estes registros em uma reconstrução das temperaturas globais mostra uma bela correlação com o aumento da concentração de CO2 e o final da Era Glacial”, afirmou Shakun. O aumento das concentrações de dióxido de carbono “atualmente precede a variação da temperatura global, o que seria de se esperar se o CO2 está causando o aquecimento”. (…) Segundo a hipótese destes cientistas, esquentar o sul, por sua vez, alterou o vento e derreteu o gelo marinho, liberando parte da grande quantidade de CO2 que tinha sido absorvida pelo oceano e armazenado em suas profundezas. Hoje, o dióxido de carbono – emitido pela queima de carvão, petróleo e gás – está novamente na berlinda. (…) “Agora, os níveis de CO2 estão aumentando de novo (…) e há sinais claros de que o planeta está começando a responder”, acrescentou.

Rui Iwersen, editor

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06 de abril de 2012

Degelo no presente

Importante geleira antártica teve derretida 85% de sua massa

Paris - Uma importante geleira na Península Antártica, um dos lugares mais sensíveis às mudanças climáticas, teve 85% de sua massa derretida nos últimos 17 anos, anunciou na última quinta-feira (5) a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). De acordo com um estudo realizado a partir de fotos tiradas pelo satélite europeu Envisat, a geleira denominada Larsen B passou de uma superfície de 11.512 km² em 1995 (quase o tamanho do Catar) a apenas 1.670 km² atualmente. Larsen B é um dos três gigantescos pedaços em que se dividiu a enorme geleira que se estende ao longo da Península Antártica no Mar de Weddell.

Entre 1996 e 2002, vários enormes pedaços de gelo se desprenderam de Larsen B, começando pelo segmento chamado Larsen A, em janeiro de 1995. Em 2002, a metade da superfície de Larsen B se desintegrou depois de um rompimento importante em um bloco de gelo. “Larsen C (o terceiro segmento) por ora segue presa (à Península), mas as observações do satélite mostram uma redução de sua espessura e um aumento da duração das fontes de água no verão”, informou a ESA.

Os enormes icebergs, constituído a partir do fluxo da água das geleiras, formam um grosso tapete flutuante ligado à costa. Segundo os cientistas, esses icebergs são muito sensíveis às mudanças de temperatura e sua espessura se vê afetada desde a parte inferior pela ação de correntes de água mais quente. O norte da Península Antártica teve um aumento de aproximadamente 2,5 graus Celsius em sua temperatura nos últimos 50 anos, um número muitas vezes superior à media mundial. (…)

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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15 de abril de 2012

Onda de tornados causa destruição nos EUA

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Os Estados americanos de Oklahoma, Kansas, Nebraska e Iowa foram castigados neste sábado (14) e domingo (15) por uma onda de tempestades e tornados, que não causou nenhuma morte mas que deixou dezenas de feridos leves e diversas edifícios danificados. Na foto, moradores de Creston, no Iowa, começam a limpar os estragos Eric Francis/Getty Images/AFP e BOL Fotos

Rui Iwersen, editor de GaiaNet

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21 de maio de 2012

Metano preso há milênios está escapando com derretimento do Ártico, diz pesquisa

UAF/Nature Geoscience/Divulgação

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Emissão do gás é tanto causadora como efeito de mudanças climáticas

Gás metano que estava preso há milênios no interior do Ártico está sendo expelido para a atmosfera por causa do derretimento do gelo polar, segundo cientistas americanos.
Em estudo publicado na revista especializada Nature Geoscience, pesquisadores da Universidade do Alasca em Fairbanks (UAF) disseram ter identificado milhares de áreas árticas onde o metano, que estava preso sob o gelo, está conseguindo escapar à medida que este derrete. Isso pode ter um impacto significativo nas mudanças climáticas globais, dizem. O metano é segundo gás mais causador do efeito estufa, após o CO2, e seus níveis estão aumentando depois de alguns anos de estabilidade.

(…) Amostras locais mostram que alguns desses pontos estão liberando metano antigo, possivelmente proveniente de depósitos naturais de gás ou de carvão sob os lagos. Outras áreas estão expelindo gás mais recente, possivelmente formado a partir da decomposição de vegetais nos lagos. Segundo o estudo, esse fenômeno pode acontecer em outras regiões, onde bacias sedimentares estão cobertas por um subsolo congelado (chamado de permafrost), por geleiras ou coberturas de gelo ricas em gás natural. Uma das áreas onde isso pode ocorrer é o oeste da Sibéria. Se o derretimento ocorrer substancialmente a té 2100, “o resultado será um grande aumento no ciclo de metano, com potenciais implicações para o aquecimento global”. (…)

Rui iwersen, editor de GaiaNet

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24 de maio de 2012

Emissões globais de CO2 atingem recorde em 2011, diz AIE

As emissões globais de dióxido de carbono (CO2) pela queima de combustível fóssil aumentaram 3,2% no ano passado, atingindo um recorde de 31,6 gigatoneladas, informou a Agência Internacional de Energia (AIE) num balanço preliminar nesta quinta-feira (24). A China foi o principal emissor global, com um aumento de 9,3% em suas emissões, disse a AIE, que tem sede em Paris. (…) Depois da China, Estados Unidos e União Europeia aparecem como os principais emissores. A Índia ocupa o quarto lugar, com um aumento de 8,7% em suas emissões. (…) Desde 2006, os Estados Unidos apresentaram uma queda de 7,7% nas emissões, a maior entre os países da região. A energia gerada pelo carvão respondeu por 45% das emissões de CO2 em 2011, seguida do petróleo (35%) e do gás natural (20%).

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O aquecimento global é provocado pela emissão de gases como CO2 e metano. A China é a maior poluidora do mundo, principalmente pela queima de combustíveis fósseis, em indústrias (como na foto em Yutian) Mais AFP/Peter Parks
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Rui Iwersen, editor de GaiaNet
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27 de maio de 2012

Corais estão ameaçados por aquecimento global, diz pesquisa

Folha.com e EFE

Veja vídeo

O aquecimento global é uma grave ameaça para a sobrevivência dos corais, organismos de grande importância para a biodiversidade marinha, segundo uma experiência inédita de pesquisadores brasileiros.
A conclusão é o resultado de testes feitos no Mesocosmo Marinho, um laboratório que a ONG Coral Vivo construiu em uma praia de Arraial d’Ajuda, na Bahia, perto de um grande recife.

Rui Iwersen, editor

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10 de junho de 2012

Saude ambiental na Rio+20

‘Há uma simbiose entre saúde e ambiente’, diz presidente da Fiocruz

do UOL Notícias e AE

Na última rodada de negociação para o documento final da Rio+20, que começa hoje em Nova York, a expectativa de pesquisadores brasileiros é de que o tema saúde e clima sejam incluídos nos debates. Diante da falta de menção ao assunto no Rascunho Zero, preparatório para o documento “O futuro que queremos”, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) encaminhou ao governo federal relatório em que aponta a relação entre degradação ambiental e risco à saúde, para ajudar a embasar as discussões.

O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, fala do desapontamento pela omissão do documento oficial. “Há uma relação simbiótica entre saúde e ambiente. E a face mais visível é a deterioração da qualidade de vida e da saúde”. A Fiocruz preparou documento pleiteando que o tema saúde entre nos debates da Rio+20. “A consequência imediata da redução da biodiversidade é a exposição maior do ser humano ao surgimento de doenças emerg entes, como hantavirose. O aquecimento global leva a agravos diretos, como é o caso das doenças pulmonares associadas à poluição”, disse Gadelha, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. “Áreas de clima temperado, onde antes não circulavam vetores da malária, dengue, passam a ter condições climáticas para a expansão desses mosquitos. Há uma relação simbiótica entre saúde e ambiente”, acrescentou. (…)
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Rui Iwersen, editor
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2 Comentários

  1. 3 de dezembro de 2009 às 17:33

    É de suma importância esse tipo de colocação cronológica, mostrando a clareza dos efeitos das tempestades que assolam nosso pais. Espero que as pessoas tomem consciência do que está acontecendo.

  2. 22 de setembro de 2009 às 18:18

    Muito bom ter estas notícias aqui! Eu pesquiso e logo acho! Um beijo, :*


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